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O futuro do nosso país...
By : KaduEstou aqui estudando Teologia Bíblica do Antigo Testamento, ouvindo João Alexandre..., cd's antigos. Me ajudam a focar e pensar melhor. Mas, perdi o foco..., quando tocou a música: Pra cima, Brasil.
Em tempos de eleição, onde estamos mais discutindo sobre quem NÃO deve governar, sobre quem tem errado mais, etc..., fico pensando na minha, na nossa responsabilidade perante a sociedade, perante nossa própria cultura.
Quantos de nós se "embrenham" nessas discussões políticas somente em ano, pior, em semestre ou mês, de eleições!? Mas, por exemplo, quando o "assunto político" é o papel de bala que você e eu jogamos no chão, ninguém discute..., muitas desculpas surgem pra nossos "atos políticos".
Esse pequeno "assunto político" polui, tem alguns anos pra se desintegrar, deixa o local feio, mostra desrespeito com outras pessoas que passam pelo lugar, desrespeito por quem limpa o lugar, falta de responsabilidade ambiental, pode gerar naqueles que te seguem (porque, mesmo não querendo, muitos de nós somos formadores de opinião!) uma conduta igualmente errada, custa aos cofres públicos mais dinheiro com a limpeza e programas de re-educação socio-ambiental (dinheiro que poderia estar sendo usado pra curar seu vizinho doente, dependente do SUS), etc, etc, etc, e infindáveis etcs...
Mas o importante é não votar na Dilma, porque ela foi assasina e ladra, no Serra porque ele só fala em saúde e vai beneficiar só os ricos, na Marina porque ela é feinha e fragilzinha, no Plínio porque ele é velho e não tem chance, e nos outros porque nem lembramos o nome dos coitados...
Realmente é disso que o Brasil precisa!!! Ô!!
Qual é gente..., prestem atenção em quem cada um de nós somos, quais são os princípios que regem nossas vidas, em quem e no quê realmente cremos..., preste atenção no "pequeno e insignificante assunto político" chamado papel de bala. Quem sabe dentro de alguns anos os políticos não terão quase nada pra fazer, a não ser administrar o que já estará acontecendo de bom..., acontecendo porque a revolução social e política começou dentro do coração de cada um, e o reflexo será o que de bom vai estar "rolando" Brasil afora.
Chega de dar tanto poder aos políticos, simplesmente pra correr de suas próprias responsabilidades! Seu voto não deve ser porque alguém vai fazer isso e aquilo de novidade para o Brasil crescer e melhorar, mas deve ser porque você já está vendo a sociedade ao ser redor melhorar por pequenas ações que VOCÊ contribuiu e "tal" ou "tal" candidato vai simplesmente administrar essa situação!
Outra música do João Alexandre fala: "Transformar o mundo é questão de compromisso..., é muito mais e tudo isso".
Como será o futuro do nosso país?
Você tem compromisso com quem?? Com o que??
Só pra complementar: existe um Reino que funciona muito bem..., tem princípios políticos extremamente coerentes, de liberdade e responsabilidade, onde a justiça funciona de maneira excelente, a saúde não é empecilho pra ninguém, todos tem oportunidades iguais, e pobreza não é marca de quem é excluído..., onde as fraquezas tem as maiores atenções e o que vai bem continua indo..., quer saber qual é??
Se quiser te digo...
E aí vai a letra da música em questão:
Do nosso país?
Surge a pergunta no olhar
E na alma do povo
Cada vez mais cresce a fome
Nas ruas, nos morros
Cada vez menos dinheiro
Pra sobreviver
Onde andará a justiça
Outrora perdida?
Some a resposta na voz
E na vez de quem manda
Homens com tanto poder
E nenhum coração
Gente que compra e que vende
A moral da nação
Brasil olha pra cima
Existe uma chance
De ser novamente feliz
Brasil há uma esperança!
Volta teus olhos pra Deus,
Justo Juiz!
Como será o futuro
Do nosso país?
Obs: esse post faz parte do conteúdo que teremos num seminário intensivo que vamos ministrar no feriado de 2 de novembro..., quer saber mais, como participar, etc? Entre no site:
Meditação: As batalhas do pensamento
By : KaduO que pode impedir alguém de andar com Jesus e ter uma experiência com Ele, é valorizar demais os próprios pensamentos.
Talvez o que mais tem te afastado não só de Deus, mas até mesmo de compreender qualquer coisa sobre o mundo ao seu redor, é você estar preocupado demais com seus próprios pensamentos, inúteis. Isso porque tudo ao seu redor, ou é entendido pelas lentes do pensar com Deus, ou então é “entendido” pela sua própria ótica e pensamento, inútil.
O homem não pode discernir as coisas espirituais no seu próprio pensamento. Seus pensamentos são loucura pra Deus. E jamais conseguiremos discernir os pensamentos de Deus, porque, também, os pensamentos de Deus nos parecerão loucura.
O importante a saber é que Deus nunca pretendeu ser entendido por você nos SEUS pensamentos. Os pensamentos dEle são mais altos que os seus. Não dá pra caber os pensamentos dEle na sua “cabecinha”. Então, a conclusão é que alguém entre vocês dois tem que abrir mão dos seus pensamentos..., quem será que deveria fazer isso?
Não abrimos mão dos nossos pensamentos porque julgamos que eles são mais concretos que qualquer outro. Eles trazem segurança, porque estão sob o domínio da nossa mente, que controla cada ato que tomamos em relação a eles. Conseguimos prever cada passo, até o propósito final.
Engraçado é que a idéia que temos de concreto é daquilo que podemos apalpar, tocar, ver, sentir. Ainda que isso rapidamente apodreça, se gaste, desapareça.
É assim que pensamos em relação à Deus. Muitas vezes os pensamentos que provém dEle nos são loucura porque simplesmente o controle está nEle, tanto do processo quanto do propósito final. E, normalmente, isso nos parece loucura. Algumas coisas simplesmente não cabem em nossa cabeça porque soam até mesmo irresponsabilidade. Sim, até esse “adjetivo” colocamos nos pensamentos de Deus: irresponsável!
Quem tem sido irresponsável na fé somos nós mesmos, já que não abrimos mão de nossos pensamentos, ainda que professemos uma fé naquEle que deve dominar todo nosso ser, inclusive nossa mente, porque Ele é acima de todas as coisas!
Ainda que sua boca O adore e lhe renda toda glória e honra, você prefere apalpar o que sua mente consegue processar de maneira visível e “concreta” do que muitas vezes dar passos no “escuro”, certo?
Dessa maneira, sua fé fica condicionada a nada diferente do que a fé dos “gentios”, como diz no texto: você e seus próprios pensamentos inúteis.
Seus pensamentos, inúteis, por mais concretos que possam parecer, por mais que seus resultados sejam “obviamente precisos” continuam te separando da vida de Deus, endurecendo seu coração e obscurecendo sua mente.
Em um momento, você está certo daquilo que Deus quer, e caminha nEle, ainda que não veja o fim de maneira tão clara: simplesmente por fé nEle! Um pouco depois, por ainda desejar o “óbvio” e “seguro” dos seus pensamentos, você passa a caminhar em si mesmo..., e aí ainda reclama por não estar entendendo mais Ele, e aquilo que Ele quer pra sua vida.
Mais uma vez: o que Ele pensa soa loucura pra você; o que você pensa É loucura pra Ele! Quem está com a razão? Seus “muitos” anos de idade e experiência?
Alguém tem que abrir mão de seus pensamentos. Que Deus seja o vencedor dessa batalha pra que você tenha as melhores experiências possíveis com Ele!
Obs: esse post faz parte do livro que estou escrevendo sobre meditação, com 100 devocionais pra inspirar e criar esse hábito que dou muita importância e, creio eu, é mais do que essencial na vida de todo ser-humano..., ore por esse trabalho!!
Um pouco mais sobre cidadania, política, instituições e liberdade...
By : KaduEstou pensando bastante nestes últimos dias sobre cidadania, questões ligadas às leis e ao comportamento humano, etc... Como estamos preparando um seminário ligado à missão integral e ao evangelho integral, temos discutido muito sobre esses temas.
A pergunta que mais tenho feito a mim mesmo é: porque precisamos tanto disso? Esse “disso” são as instituições e institucionalizações que nos rodeiam como forma de “regular” ou regulamentar nossas vidas. E essa pergunta chego a fazer pra Deus também, talvez pensando ser Ele o “culpado” disso tudo. A resposta, sempre que paro pra pensar nela, se volta para o ser humano e sua independência de Deus.
A culpa está em nós porque não queremos andar debaixo de simples princípios morais que trazem pra nós liberdade ao invés de prisão. Princípios relacionados à maneira de Deus tratar com a raça humana.
Fomos criados com extrema liberdade, no jardim do Éden, pra vivermos em perfeita comunhão com Deus e com tudo aquilo que Ele nos deu pra cuidar. Ali, estávamos perfeitamente “limitados” pela liberdade do nosso relacionamento com o Pai. Tudo se resumia, maravilhosamente bem, em amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Acontece que o filho de Deus pecou (Adão e Eva). E decidiu deliberadamente viver assim. Os princípios de amor estavam agora em algum lugar que não mais no coração do homem. E isso precisava ser resgatado, pra que o homem pudesse continuar a sua vida na perfeita liberdade anteriormente vivida. Assim, algumas coisas precisaram ser instituídas, alguns regulamentadores de comportamento (vou chamar assim) para proteção do próprio homem e pra que, de alguma maneira, o homem ainda conseguisse visualizar a liberdade de antes.
Mas o homem desobedeceu de novo. Mais uma vez, esses princípios não foram suficientes. O ser humano encontrou outra brecha e ali se meteu.
Algum tempo depois se instituíram as leis mosaicas e levíticas. Mais uma vez, a grande intenção do Pai era continuar apontando pra necessidade que o homem tinha de viver o resumo daquele monte de leis, algo vivido num passado distante de maneira plena: a liberdade de se amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. Mas o homem, esperto, continuou na sua independente jornada..., e encontrou mais brechas.
E, ainda que o próprio Filho único de Deus descesse à terra, algo que de fato aconteceu, nós, seres humanos, continuaríamos envoltos em nossa independência, presos à ela. A isso, a essa prisão, curiosamente chamamos de liberdade. E assim continuamos nossa corrida, já nem lembrando tanto do princípio, tão distante, quando, pra sermos livres, não precisávamos criar leis que protegessem essa liberdade, mas simplesmente viveríamos debaixo das esquecidas máximas: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmos. E estamos assim, até hoje..., tendo que criar lei contra palmadas em crianças, porque essa lei “protege” a liberdade das crianças.
Veja só..., cada ato humano continua por mostrar o quanto é importante voltarmos as máximas instituídas por Deus pra nossa proteção. Cada vez que vejo uma nova lei, como a das palmadas, sendo instituída, vejo o tanto que Deus quer nos proteger da prisão em que nos encontramos. (Não quero aqui discutir a relevância ou concordância com essa lei, mas simplesmente foi a que me lembrei agora!)
“Ah, mas Deus sempre fala pra nós obedecermos isso e aquilo e aquilo outro..., ele sempre fala pra obedecermos aos governantes, os pais, os mestres, considerar os outros superiores a nós mesmos, sermos submissos, etc... Isso é uma prisão sem fim!! As instituições só nos aprisionam!!”, é o que mais ouço.
Deus continua querendo nos proteger e nos levar a ver a perfeita liberdade que podemos viver em completa submissão e obediência aos seus preceitos e àquilo que Ele instituiu.
Ele não permite a criação da lei da (contra) palmada, por exemplo, pra aprisionar o homem. O homem se aprisionou de tal maneira que não consegue entender a máxima do amor ao próximo como a si mesmo, o amor à criança como a si mesmo, e acaba por usar da palmada com falta de amor, como maneira de se mostrar simplesmente superior e assim abusa dessa autoridade de pai, mãe ou responsável que tem. E isso vira costume. E não há mais limite. “Alguém tem que “pagar essa conta”. Vamos criar um limitador?”; cria-se uma nova lei.
Outro exemplo simples: por não pensarmos no próximo como em nós mesmos, não respeitamos suas propriedades. Roubamos, pichamos, destruímos, vandalizamos..., o que fazer quando não há limites? Criamos outra lei!
Se houvesse um mínimo de moral ainda no ser humano, não haveria mais necessidade de criação de leis. Leis que pretendem proteger a liberdade de alguém, mas que aprisionam ainda mais..., protegem, mas deveriam ser entendidas como provisórias, até que entendêssemos a não necessidade mais delas.
Se obedecêssemos àquilo que Deus tem permitido ser instituído, e que Ele acaba por assinar embaixo como forma de proteger a raça humana, as leis diminuiriam, até se extinguirem.
Por exemplo, a população carcerária no Brasil só aumenta. É comum ouvir nos noticiários que há superlotação, que não há mais vagas, que precisam aumentar os presídios. Mas porquê? Existem tantas leis que protegem nossa liberdade..., porque cada vez mais tem gente sendo presa? Gente que até concorda com essas leis, porque crê que também vão proteger a liberdade delas..., porquê? A culpa não é das leis, mas dos seres humanos que não as cumprem, e não as cumprem porque não querem ser submissos àquilo que Deus instituiu..., é, a população carcerária daqui a pouco vai ser maior do que a normal..., e todos nós continuaremos presos!!
Se Adão e Eva tivessem caminhado em submissão ao amor a Deus sobre todas as coisas e amor ao próximo como si mesmos, em perfeita liberdade, não seria necessário Deus colocar regras a mais pra proteger a liberdade deles. E, se eles não tivessem desobedecido a tais ordens a mais, instituídas por Deus para protegê-los, não seria necessário ainda mais leis pra limitar o povo que deles viria. Não seria necessário criar os dez mandamentos e toda a variedade de pequenas regras para o povo de Israel ser protegido e voltar a buscar a liberdade que Deus queria tanto lhes dar. Talvez, se em algum momento o povo se voltasse pra Deus e vivesse submisso a todas as novas regras e leis instituídas a cada geração com a permissão de Deus, eles perceberiam o que Paulo escreveu, que o resumo da lei é o amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E assim, as leis acabariam por diminuir, e não aumentar..., se tornariam obsoletas, desnecessárias..., e aí voltaríamos a viver como no Éden: com perfeita e plena liberdade!! Refletiria em nós hoje, tantos anos depois!!
Vejo que a intenção de Deus, ao permitir que sejam instituídas sempre novas regras, leis, instituições – como: políticas, regras de consumo, leis na economia, igrejas pra “regulamentarem” (no sentido não de censura, de proibição, mas de demonstração do que é o correto) a postura cristã, código de defesa disso e daquilo, etc... – sempre foi que acabássemos por descobrir a não necessidade de tantas regras e instituições (incrível não?)..., porque, no final das contas, passaríamos a ser regulamentados “apenas” por: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
É por causa do pecado e da independência do ser humano que existem as novas instituições regulamentadoras da sociedade, não por causa de Deus. Não creio que esse sempre foi o plano de Deus..., aliás, creio que nunca foi o plano inicial de Deus. Mas, por que queria proteger o homem, respeitando aquilo que Ele também instituiu, de dar o governo do mundo ao próprio homem, Ele permitiu que tudo isso fosse instituído. E nós, sim, devemos ser submissos àquilo que Ele instituiu e permitiu ser instituído, exatamente pra que possamos perceber a não necessidade de nada disso, e até que tudo isso se extinga, a ponto de condicionarmos nossas vidas e voltarmos a plena liberdade do jardim do Éden.
Difícil demais agir assim??
O bom de tudo isso..., pra ficar claro, evidente, óbvio, que Deus se adianta a todas as coisas, não chega atrasado pra resolver o que se tornou problemático, e que há solução pra essa dificuldade de agir assim, é que Deus enviou a solução pra tudo isso desde a eternidade: Jesus Cristo! Ele já veio garantir nossa volta à plena liberdade no relacionamento com Deus! O que fazemos em submissão agora não é pra que possamos alcançar esse objetivo..., o que fazemos em total obediência, é resultado, é reação, à ação de Deus de nos garantir um futuro certo, cheio de paz, cheio de liberdade! Ele nos amou primeiro, lembra?
Nosso trabalho ficou ainda mais fácil na questão da obediência. Agora obedecemos não mais pra alcançar um resultado, mas pra mostrar, refletir ao mundo que o resultado já foi alcançado..., o fim já é certo!
Vivamos então buscando as mesmas obras realizadas no céu, aqui na terra. Dessa maneira mostraremos ao mundo que podemos ser submissos com tanta força e determinação à coisas instituídas por Deus, que elas acabarão por se “desinstitucionalizar”(?) por não haver mais necessidade delas. E aí estaremos caminhando rumo à implantação do Reino de Deus de fato e em verdade.É claro que não estou aqui dizendo daquilo que é instituído por culpa do homem, pelo próprio homem, pra aumentar a prisão e sofrimento do homem, sem qualquer submissão à vontade de Deus. Desde que Deus deu ao homem o governo do mundo, Ele não interfere realmente em tudo o que é instituído. Não porque não tenha o poder, como pensam alguns, mas exatamente o oposto: porque tem todo o poder, inclusive de permitir que o homem se estribe em seus próprios caminhos, ainda que sejam caminhos que levem à morte. À essas instituições e institucionalizações, à essas regras e leis, devemos resistir, mostrando ser submissos à algo maior, mais poderoso, e que pode trazer liberdade.
Afinal, lei que proíbe a leitura da bíblia, não deve ter vindo mesmo de Deus, mas lei que proíbe que eu mate meu vizinho, não há como não me submeter..., ela existe pra me trazer liberdade e pra que eu estabeleça liberdade na sociedade em que vivo.
Instituição igreja que promova o bem, que pratique ações sociais de desenvolvimento, que esteja firmada no amor, na partilha, na luta pela igualdade, devo sim entender ser de Deus e devo sim me submeter em amor à Deus e ao próximo..., essa instituição serve para nos fazer voltar à plena liberdade, ao Éden. Agora instituição-igreja que não viva debaixo de princípios de igualdade, de fraternidade, da prática do amor, de ensinar a sociedade ao redor a viver princípios morais básicos em favor do próximo, e que amam mais ao dinheiro, a si mesmas ou qualquer outra coisa que a Deus; instituições igrejas que passem por cima de pessoas buscando um benefício próprio, exclusivamente institucional, não é algo que foi estabelecido por Deus, instituído por Ele..., a essa devemos ser insubmissos, em submissão à Deus e aos Seus princípios. Além de vários outros exemplos que poderiam ser citados na política, no judiciário, no legislativo, nas escola, na saúde, etc... Ser insubmissos à essas é, precisamente, estabelecer o amor à Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo..., é buscar voltar a plena liberdade, em perfeita comunhão com Deus!
Não sou especialista no assunto ainda. Não creio ter a palavra final. Talvez amanhã ou depois acrescente algo, mude de opinião em algum ponto que dei mais atenção, porém é isso exatamente que tenho pensado agora. É nisso que estou refletindo..., essas coisas trazem um certo tipo de norte na vida prática do meu dia a dia.
Quer me ajuda a pensar mais nisso?? Comente, escreva para meu email se preferir, discuta, discorde..., fique à vontade!!
E desculpa pelo enorme texto, me empolguei!!
Meditação
By : KaduEstou escrevendo meu primeiro livro, e pra isso tenho lido todas as minhas meditações escritas, desde quando essa questão se tornou uma prática diária, aprendida em minha ETED (Escola de Treinamento e Discipulado) na Jocum de Almirante Tamandaré - PR. Tem sido bem confrontador já que algumas falam diretamente ao meu coração ainda hoje, para o dia de hoje. Uma delas achei que deveria postar aqui, exatamente como a escrevi, com a oração que fiz e também escrevi no final, no meu 82º dia de ETED, em 25/06/06. Olho pra ela pensando em como está minha vida hoje..., onde foi parar toda aquela paixão, disposição, sinceridade??
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O texto chave é Filipenses 4:8: "Finalmente, irmãos, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas".
"Estou meio constrangido e envergonhado com Deus. Quero muito ser como Jesus..., quero que a minha vida seja a vida dEle..., mas Deus tem me colocado no meu verdadeiro lugar e tenho visto o quão longe estou de ser parecido com Jesus. Por um lado é até bom, porque pelo menos não estou cego pra mim mesmo. Hoje consigo me humilhar de coração na presença de Deus pois estou vivendo esse tempo. Sei que não é a falsa humildade pra ser visto pelos outros.
Mas como estou afim de Deus!!! Estou reconhecendo, de coração, não só de palavras, a minha necessidade e carência de Jesus. Preciso desesperadamente de Deus. Meu pedido pra Deus é que Ele me faça voltar ao primeiro amor.
A palavra de Deus de hoje me constrangeu ainda mais, mas também me trouxe algo pra fazer: filtrar meus pensamentos. Creio que minhas maiores batalhas começam em minha mente. E também aquilo que tem me afastado de Deus muitas vezes vem da minha mente, dos meus pensamentos.
Como tenho pedido também pra que minha vida seja a vida de Cristo, devo começar tendo a mente de Cristo..., pensar naquilo que Ele pensa. E o texto de hoje traz isso. A parte que eu mais gosto é: "...se houver algo de excelente..., nisso pensai".
Não existe, creio eu, palavra melhor para descrever o caráter de Cristo e a mente de Cristo: EXCELENTE!!!
Jesus, me perdoa por estar tão longe de ser ao menos, digno de mostrar minha gratidão por aquilo que fizeste em minha vida e por aquilo que fizeste em minha vida e por aquilo que o senhor tem sido pra mim. Minha vida não tem te revelado. Minhas atitudes não tem refletido o teu caráter. Apesar de este ser meu desejo e estas serem as palavras que saem de minha boca, eu tenho cantado mentiras. Na verdade estou fraco, reconheço isso. Apesar deste meu desejo, falta força pra agir. Falta muito para que meus pensamentos sejam, ao menos, parecidos com os teus..., não há nada da tua excelência neles. Me rendo!! Com as mãos e os pés algemados me jogo aos teus pés. Reconheço minha total dependência de Ti, mas temo que isso continue apenas em palavras..., o que fazer Senhor? Quero estar logo aí contigo... Quero ser barro moldável em tuas mãos..., mas tenho sido como aço: duro demais... Sei que não mereço, mas vem com tua graça sobre mim! Não quero te prometer nada..., sou o que sou..., fraco, indigno..., se a tua graça vier sobre mim, por favor, aperfeiçoa teu poder em minha fraqueza.
Te amo Deus! Mas temo até por essas palvras..., será que amo mesmo? O Senhor conhece meu coração... A última coisa que quero te pedir nessa oração é para que meus olhos sejam desvendados no dia de hoje para que eu te perceba..., que eu possa sentir tua presneça..., não preciso de mais nada hoje além da tua presença. Caminha ao meu lado hoje Jesus!? Na confiança que tenho no seu nome Jesus, é que oro..., amém!
Filosofia da práxis e práxis cristã
By : KaduDecidi repostar esse antigo porque vi que ficou bom e tem gente ainda comentando sobre ele..., e também porque tem muito sentido com o seminário que vamos dar agora no feriado prolongado de 2 de novembro em Limeira-SP. Se você quiser participar do seminário, entre em contato conosco!
Tenho estudado bastante para os últimos trabalhos e provas da faculdade e um dos temas me chama bastante atenção, no módulo de formação cidadã: filosofia da práxis.
Dentro de muitas coisas estranhas ao cristianismo que vemos nos círculos de filósofos, esse tema da filosofia me chama bastante atenção.
Falando de cidadania, direitos que todos cidadãos devem ter, vemos que sujeitos atentos às transformações sociais, cientes dos processos históricos, em condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que compõe a sociedade e dispostos a trabalhar de maneira plena, podem ajudar muito no processo da formação de cidadania.
A filosofia da práxis ajuda muito nesse processo. O "rapaz" que dedica um bom tempo falando dessa tal filosofia e que estudamos de maneira particular na faculdade é Gramsci.
Resumindo bastante, ele diz que os oprimidos precisam tomar consciência, e em seguida se libertar das forças que os oprimem. Pra isso se faz necessário um processo constante de reflexão, crítica e ação. Todos juntos, de maneira simultânea.
Primeiro porque não podemos simplesmente tomar ações práticas, na inércia do movimento corrente, pois assim estaríamos agindo segundo as ideologias dominantes. Nem mesmo se eximir de qualquer tipo de teoria, já que, pra ele, ação e conhecimento são inseparáveis.
A teoria também não podia ser separada do processo ativo, já que é necessário estar com a "mão na massa", no meio da sociedade, pra não pensar em coisas que não são concretas, ou não fazem parte da realidade, fugindo de qualquer suposição, mas sim pensar aquilo que se conhece.
Um teólogo chamado Casiano Floristán, também defende essa idéia da práxis. Ele a coloca no cenário cristão como propulsora para a expansão da cidadania e dos direitos dos cidadãos.
Diz ele que a legitimidade da práxis se dá na medida em que valoriza o povo e possibilita a elevação da consciência crítica e trasnformadora, fazendo o caminho que separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva.
E o que isso tem a ver comigo ou com você???
Pelo que conheço, cristianismo, segundo Jesus, não igreja x ou y, vai de encontro com questões como partilha, igualdade, fraternidade, amor, justiça, etc..., certo? Se você não pensa assim talvez não precise mais ler a partir daqui, abraço!!
Como eu tenho me envolvido com questões de cidadania, desenvolvimento comunitário, justiça social (ainda muito pouco, confesso!), tenho buscado maior entendimento. E creio que a práxis deve ser algo a ser realmente pensado e incorporado na maneira de viver o cristianismo.
Cristãos, totalmente comprometidos com Jesus, pensando de maneira crítica o andar da sociedade, se envolvendo com a comunidade que está inserido e buscando influenciar o povo a pensar criticamente e não só isso, mas agindo conforme aquilo que se tem criticado, em prol da melhora da condição de vida das pessoas ao redor, trazendo justiça e direitos, desenvolvendo cidadania e trazendo dignidade pra população..., enfim: cristianismo prático e teórico andando juntos..., isso, com absoluta certeza, devemos perseguir.
Ainda não sabe o que tem a ver com você? Quem sabe o termo "missões" te faça refletir!? Ainda não?
E o que é isso de filosofia da práxis senão Missão Integral?!!?? O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Já ouviu essa frase?? Já ouviu falar de pacto de Lausanne?? Provavelmente a liderança da sua denominação estava lá assinando esse pacto...
Creio que precisamos mesmo de mais conhecimento e aliar aquilo que já temos com a prática. Lembrando do amor sacrificial de Cristo em prol do "homem todo" próximo. Em algum momento já li que Cristo veio reconciliar consigo mesmo todas as coisas..., talvez em Colossenses capítulo primeiro..., lê lá!
Ah, como quero fazer um esforço na direção do entendimento das coisas que rolam ao meu redor, vivendo próximo à realidade, agindo com o auxílio do Espírito de Deus, em prol da transformação radical da sociedade ao meu redor..., ah sim quero!!!
E você, quer também?
Tenho estudado bastante para os últimos trabalhos e provas da faculdade e um dos temas me chama bastante atenção, no módulo de formação cidadã: filosofia da práxis.
Dentro de muitas coisas estranhas ao cristianismo que vemos nos círculos de filósofos, esse tema da filosofia me chama bastante atenção.
Falando de cidadania, direitos que todos cidadãos devem ter, vemos que sujeitos atentos às transformações sociais, cientes dos processos históricos, em condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que compõe a sociedade e dispostos a trabalhar de maneira plena, podem ajudar muito no processo da formação de cidadania.
A filosofia da práxis ajuda muito nesse processo. O "rapaz" que dedica um bom tempo falando dessa tal filosofia e que estudamos de maneira particular na faculdade é Gramsci.
Resumindo bastante, ele diz que os oprimidos precisam tomar consciência, e em seguida se libertar das forças que os oprimem. Pra isso se faz necessário um processo constante de reflexão, crítica e ação. Todos juntos, de maneira simultânea.
Primeiro porque não podemos simplesmente tomar ações práticas, na inércia do movimento corrente, pois assim estaríamos agindo segundo as ideologias dominantes. Nem mesmo se eximir de qualquer tipo de teoria, já que, pra ele, ação e conhecimento são inseparáveis.
A teoria também não podia ser separada do processo ativo, já que é necessário estar com a "mão na massa", no meio da sociedade, pra não pensar em coisas que não são concretas, ou não fazem parte da realidade, fugindo de qualquer suposição, mas sim pensar aquilo que se conhece.
Um teólogo chamado Casiano Floristán, também defende essa idéia da práxis. Ele a coloca no cenário cristão como propulsora para a expansão da cidadania e dos direitos dos cidadãos.
Diz ele que a legitimidade da práxis se dá na medida em que valoriza o povo e possibilita a elevação da consciência crítica e trasnformadora, fazendo o caminho que separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva.
E o que isso tem a ver comigo ou com você???
Pelo que conheço, cristianismo, segundo Jesus, não igreja x ou y, vai de encontro com questões como partilha, igualdade, fraternidade, amor, justiça, etc..., certo? Se você não pensa assim talvez não precise mais ler a partir daqui, abraço!!
Como eu tenho me envolvido com questões de cidadania, desenvolvimento comunitário, justiça social (ainda muito pouco, confesso!), tenho buscado maior entendimento. E creio que a práxis deve ser algo a ser realmente pensado e incorporado na maneira de viver o cristianismo.
Cristãos, totalmente comprometidos com Jesus, pensando de maneira crítica o andar da sociedade, se envolvendo com a comunidade que está inserido e buscando influenciar o povo a pensar criticamente e não só isso, mas agindo conforme aquilo que se tem criticado, em prol da melhora da condição de vida das pessoas ao redor, trazendo justiça e direitos, desenvolvendo cidadania e trazendo dignidade pra população..., enfim: cristianismo prático e teórico andando juntos..., isso, com absoluta certeza, devemos perseguir.
Ainda não sabe o que tem a ver com você? Quem sabe o termo "missões" te faça refletir!? Ainda não?
E o que é isso de filosofia da práxis senão Missão Integral?!!?? O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Já ouviu essa frase?? Já ouviu falar de pacto de Lausanne?? Provavelmente a liderança da sua denominação estava lá assinando esse pacto...
Creio que precisamos mesmo de mais conhecimento e aliar aquilo que já temos com a prática. Lembrando do amor sacrificial de Cristo em prol do "homem todo" próximo. Em algum momento já li que Cristo veio reconciliar consigo mesmo todas as coisas..., talvez em Colossenses capítulo primeiro..., lê lá!
Ah, como quero fazer um esforço na direção do entendimento das coisas que rolam ao meu redor, vivendo próximo à realidade, agindo com o auxílio do Espírito de Deus, em prol da transformação radical da sociedade ao meu redor..., ah sim quero!!!E você, quer também?
Deus é Soberano?
By : KaduEstive ontem visitando uma igreja que não havia estado ainda.
Lugar agradável, grande, em reformas (como 95% das igrejas no Brasil!), com gente animada.
Fiquei até feliz. Já tem um tempo que não vou em igrejas assim.
Mas, não estou aqui pra falar da igreja em particular...
No momento de músicas, uma das canções me chamou atenção. Uma canção antiga, do Fernandinho, "O Meu Deus é Soberano". Como estou num momento particular de ouvir sobre a soberania de Deus em minha vida, essa simples letra me chamou muita atenção:
O Deus de Abraão, de Isaque e Jacó
É o mesmo hoje
O Deus de Moisés, de Josué
É o mesmo hoje
Ele levanta os mortos
Sara e cura os feridos
O Deus que desde a eternidade esta no controle
O Deus que desde a eternidade esta no controle
O meu Deus é soberano
O meu Deus é soberano
Se o meu coração parar de bater
Ele sopra em minhas narinas e me traz de volta a vida
Fiquei pensando nos nomes citados na música e na maneira como eles viveram..., na entrega em devoção àquele Deus que ainda não era tão íntimo como é de nós hoje: o Espírito mora em nós!!
Pensava também que mesmo tendo menos acesso e ouvindo bem menos diretamente de Deus, eles continuaram, resolutos, rumo à direção que a voz de Deus havia dado. Apesar de qualquer circunstância, de quantas foram as vezes que pensaram ou foram instruídos por outros a desistirem, eles continuaram firmes e decididos, porque haviam ouvido a direção na voz de Deus.
E a soberania de Deus se mostrava em cada instante que as circunstâncias mentiam: "não dá", "não pode", "não tem como"...
Ele curava os feridos, ele sustentava quando tinha, ele surpreendia com milagres, surpreendia também com momentos em que, aparentemente, nada acontecia..., ainda assim, era soberano. Quando a fome e a sede apareceram no deserto, Ele foi soberano! Quando o cutelo foi levantado pra matar o filho único, o da promessa, Ele foi soberano! Quando havia um mar a frente, impedindo a caminhada, Ele foi soberano! Quando estava para adentrar a Terra Prometida, cumprindo a promessa de Deus, e foi impedido pelo próprio Deus..., Ele continuou soberano!
Será que estou disposto a arriscar tudo, TUDO mesmo, em direção àquele que é soberano, como canto na canção? Será que entendo o acesso e a intimidade que tenho com Deus, meu Paizão, a ponto de dar valor pra Sua voz, ouvida diariamente por meus ouvidos? Será que, ainda que as circunstâncias mintam, e até a música minta e Ele não soprar nada em minhas narinas, eu continuarei entendendo que Ele é soberano, Ele é Deus sobre minha vida? Será que meu valor está firmado em quem Ele é, ou naquilo que posso ver, imaginar ou controlar das circunstâncias em minha vida?
E, não, não estou falando do conceito de Soberania de maneira fatalista..., nem pense nisso!
Só quero alertar pra algo que tem se passado comigo e pode estar acontecendo contigo também: ainda que as circunstâncias, até mesmo a morte, apareça em sua vida, você continua entendendo que Deus está no controle de sua vida?
Se não, pode ser que seu relacionamento com Ele está um pouco quebrado..., não por Ele, mas por você mesmo!!
Entenda onde está nesse momento, porque está acontecendo o que está acontecendo, e o que Deus está querendo te mostrar com tudo isso..., talvez seja pra você sair dessa..., talvez seja pra você continuar nessa sob outra ótica..., Deus sabe..., e quer compartilhar contigo!!
O Deus de Abraão, Isaque, Jacó, Moisés e Josué, e de tantos outros chamados pelo nome, está querendo te mostrar que Ele quer se relacionar com você, de maneira mais íntima ainda que estes nomes..., só você e Ele!!!
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O grande impulso de Deus
By : Kadu"Eis que subimos para Jerusalém." - Lucas 18.31
Jerusalém, na vida do Senhor, foi o lugar onde ele atingiu o ponto culminante da vontade do Pai. "Não procuro a minha própria vontade e, sim, a daquele que me enviou."Esse foi o interesse dominante durante sua vida inteira, e tudo com que ele se deparou pelo caminho, alegrias ou tristezas, sucessos ou fracassos, nunca o desviaram do seu propósito. "Manifestou no semblante a intrépida resolução de ir para Jerusalém".
A coisa mais importante a lembrar é que subimos para Jerusalém para cumprir o propósito de Deus, e não o nosso próprio. Naturalmente, nossos anseios nos pertencem; mas na vida cristã não temos objetivos próprios. Fala-se tanto, hoje em dia, de nossas decisões por Cristo, nossa determinação de sermos cristãos, nossas decisões a favor disso e daquilo, mas o que se ressalta no Novo Testamento é o aspecto do impulso da vontade de Deus em nós. "Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros". Não somos levados a um acordo consciente com o propósito de Deus; somos impelidos a cumprir os propósitos de Deus sem ter deles a mínima consciência. Não temos nenhuma noção do que Deus está pretendendo, e, à medida que prosseguimos, o propósito dele se torna cada vez mais vago. Temos a impressão de que Deus está errando o alvo porque somos por demais míopes, e não enxergamos aquilo a que Ele está visando. No começo da vida cristã, temos nossas próprias idéias sobre o objetivo de Deus: "Eu tenho que ir para aqui ou para ali", " Deus chamou-me para fazer um trabalho todo especial", e vamos, e fazemos, mas o forte impulso de Deus permanece. O trabalho que realizamos não tem nenhuma importância; comparado com o grande impulso de Deus, não passa de meros andaimes. "Tomando consigo os doze" - ele nos chama o tempo todo. Há muito mais do que o que recebemos até agora.
Texto estraído do livro "Tudo para Ele", de Oswald Chambers, ed. Betânia, 3-agosto págs. 169-170.
O lugar de segurança
By : KaduAs mudanças se fazem necessárias quando minhas respostas ou estão confusas, incertas ou são qualquer coisa diferente de em mim mesmo: minha estabilidade financeira, meu emprego, minha família, minha casa, meus amigos, meus vizinhos, minha base missionária, minha instituição-igreja, meu grupo de louvor, meu ministério, e por aí vai.
Estou encontrando, cada dia um pouquinho mais, meu lugar seguro. Pra isso muitos muros estão ruindo. Muros bonitos, bem construídos. Que me protegiam muito bem..., mas protegia tanto que acabava deixando Deus do outro lado também; me protegia até do meu Paizão!
Nesse encontro, dia a dia Deus vem tirando algo de mim. Engraçado porque o normal seria Ele ir agregando mais e mais coisas em mim, segundo o “dito-gospel-popular”. Tenho visto que o que tenho mesmo é que perder com Deus e de Deus pra que a Verdade sempre vença e até eu mesmo seja beneficiado. Um dia perco meus planos. No outro minha visão. Em mais um meus sonhos. Minha segurança e independência financeira. Minhas idéias. E poderia escrever um livro com aquilo que Ele tem tirado de mim. Ainda esses dias li uma frase que dizia que o centro da vontade de Deus, ao contrário do que muitos pensam, é o lugar mais perigoso do mundo. Começo a entender na prática o que é isso!
Tudo pra que possa estar seguro!! Parece estranho, não?
Quanto mais nu estou na presença de Deus (e Emanuel está presente em todos os lugares!) mais seguro estou. Isso porque segurança é uma palavra que deveria ser exclusiva dEle. Talvez nosso vocabulário humano tenha limitado demais o significado dessa palavra. Talvez não exista palavra pra traduzir exatamente o que é estar seguro em Deus. O que quero dizer é que segurança não pode entrar nem na mesma categoria daquilo que escrevi acima: emprego, finanças, amigos, igreja, ministério, casa, etc... Vai muito além disso! E talvez você só consiga entender quando perder tudo isso. Eu, por minha imensa estupidez, estou passando por esse processo pra entender isso.
Tudo aquilo que tem me segurado até hoje, do qual ralei muito pra conquistar e entender, tem tido um pedido todo especial, cheio de amor e carinho, do Paizão: deixa!? E, com muita dor e dificuldade eu tenho respondido que sim. Lágrimas não chegam..., nada fácil, se é que você pensa assim.
A idéia de Deus sobre segurança e benção, vitória, também é diferente da nossa, com certeza..., também tenho aprendido isso. Nossa cosmovisão não está tão alta que possa englobar o pensamento total de Deus. Ele não cabe em sua totalidade aqui. Afinal, por completo, quem conheceu os caminhos do Senhor? Ou sua mente?
E aí, não me venham falar: “Se Deus é bom, porque você sofre tanto?”, “ Porque você diz que tem que perder pra estar com Ele se Ele é dono e doador de todas as coisas?”, “O Amor, aquEle que se relaciona conosco como amigos não pode ser assim tão exigente, pode?”, “Deus nos fez pra sermos fortes, porque você está falando de perder? Como será seu testemunho diante das pessoas com essa teologia?”.
Essas são perguntas de quem busca entender Deus segundo sua cultura, sua vivência e sua própria cosmovisão, adequando Ele àquilo que NÓS conhecemos e entendemos. Ele, infelizmente pra muitos, não pode ser conhecido dessa maneira.
Nossa cosmovisão, nossa cultura, nossa vivência é que tem que se adequar à Ele, se submetendo àquilo que Ele revela de Si mesmo e de Sua vontade. E é aí que entra nossa dor!!
Porque exige muito de nós abrir nossa vida pra esse nível de relacionamento com Ele. Largar nosso entendimento de lado dói. Adequar nossa vida segundo um padrão absoluto e maior que nós, dói. E só dói porque estamos impregnados de nós mesmos. Estamos impregnados de nossa própria segurança, de nosso próprio conhecimento. Já tentou tirar super bonder de seus dedos quando você deixa cair e secar neles? Já vi casos de gente que teve que passar por cirurgia pra descolar dedos..., e isso dói! Talvez NOSSA segurança seja como cola super bonder derramada em nosso corpo todo..., não sai por nada. A não ser uma cirurgia realizada pelo Médico dos Médicos..., e dói! Mas quando estivermos desnudados do nosso super bonder, não há pra onde correr, precisamos de um padrão absoluto, maior que nós, imutável. Precisamos da verdadeira segurança. E ela não está em nós!!
Esse é o processo que eu queria convidar cada um que conheço a passar. Talvez pra não passar por ele sozinho..., porque dói!
Mas, vou te dizer, estou caminhando na fé que tenho nEle, naquilo que sempre falo, prego, canto e ouço outros fazendo-o também: que Ele é meu bem maior, Ele é minha segurança!
Essa é a minha esperança, e está bem segura..., nEle!
Em direção ao "Só eu e Ele, Ele em mim"
By : KaduMeditação 22/07/10
1 Tessalonicenses 2:2-6 e 4:3
Sinto que Deus está me levando só pra Ele, pra mais ninguém, pra mais nada. Está tirando todas as estruturas ao meu redor pra que minha preocupação, minha motivação ou qualquer coisa parecida não estejam baseadas nos outros, naquilo que não sou. Que aquilo que faço não seja por causa de outras pessoas, pra agradá-las, por ganância ao querer receber algo delas, por bajulação... Aquilo que faço deve vir daquilo que sou, inspirado em quem Deus quer que eu seja.
Ele me está levando a esse processo de santificação, de morrer pra mim mesmo..., até que sobre mesmo apenas eu..., e Ele..., Ele em mim!
O importante agora não são minhas perguntas do onde, como, porque, quando. O importante agora é chegar perto dEle e conhecê-Lo mais. Nesse processo Ele não vai me deixar errar no onde, como, porque ou quando..., a não ser que não esteja inteiro nesse processo e tenha que perceber ainda mais alguma coisa sobre isso. No caminhar de conhecê-Lo mais em mim Ele vai fazer de tudo pra me revelar quando estiver dando passos em falso, em caminho errado. Do contrário, que prossiga caminhando com Ele, nEle.
O que você valoriza?
By : Kadu O que você valoriza? (extraído do Fala Pastor da Ig. Bola de Neve)
Há alguns dias, assisti aos depoimentos de um surfista profissional, ganhador de vários títulos, um sharper renomado e um empresário do automobilismo e considerei as suas histórias. Chamou-me a atenção, especialmente o fato de que, apesar das conquistas, da fama e da (consequente) recompensa financeira, esses homens não se sentiam completos até que tivessem tido um encontro com Jesus. É disso que quero tratar hoje.
A Bíblia Sagrada instrui, no capítulo 12 do Evangelho de Lucas (nas palavras de Jesus) a que nos acautelemos da avareza “[p]orque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (v. 15b). Esse texto mantém-se atual porque aborda a cultura do materialismo, vigente nas sociedades de todos os tempos.
No mundo em que vivemos, por exemplo, infelizmente, cultiva-se o pensamento de que quanto mais possuirmos e conquistarmos, em termos materiais, mais seremos felizes. Com isso, não são poucos os que cedem espaço para um monstro interior, que, à medida que se agiganta, transforma-os em pessoas superficiais e consumistas, que colocam na aquisição de bens (de uma peça de roupa a uma propriedade) a chave para os sentimentos de paz, amor e felicidade.
De fato, o dinheiro pode traduzir-se em sensações de prazer e bem-estar. No entanto, como enfatizado por Jesus, o homem não vale por aquilo que possui. Assim, o engano da idéia de que o dinheiro é tudo está no apego e amor a ele. O homem deve ser medido por aquilo que é, sendo, certamente, o seu caráter o determinante do seu valor.
De fato, o dinheiro pode traduzir-se em sensações de prazer e bem-estar. No entanto, como enfatizado por Jesus, o homem não vale por aquilo que possui. Assim, o engano da idéia de que o dinheiro é tudo está no apego e amor a ele. O homem deve ser medido por aquilo que é, sendo, certamente, o seu caráter o determinante do seu valor.
Por exemplo, o dinheiro revela-se inútil diante de um casamento destruído, uma doença incurável, o descontrole emocional, a perda dos amigos, a solidão e tantas outras mazelas, nas quais a prosperidade financeira não pode interferir. E sabemos que a idéia dos egípcios de que as riquezas levadas consigo para o túmulo lhes garantiria a felicidade eterna há muito demonstrou-se enganosa.
A chave está, assim, no questionamento daquilo que valorizamos e, principalmente, em colocarmos o aspecto espiritual da nossa existência acima das outras coisas. Um outro fato é que o valor que temos não é medido pelos homens e seus padrões de julgamento, mas por Deus. É o Pai quem determina a nossa identidade e o nosso valor. O que temos a fazer, então, é buscarmos um encontro com ele. Nele estarão os valores eternos e a essência da felicidade.
A chave está, assim, no questionamento daquilo que valorizamos e, principalmente, em colocarmos o aspecto espiritual da nossa existência acima das outras coisas. Um outro fato é que o valor que temos não é medido pelos homens e seus padrões de julgamento, mas por Deus. É o Pai quem determina a nossa identidade e o nosso valor. O que temos a fazer, então, é buscarmos um encontro com ele. Nele estarão os valores eternos e a essência da felicidade.
Em Cristo,
Ap. Rina (Igreja Bola de Neve)
O que eu posso fazer por missões?
By : KaduDeus formou para si um povo para o adorar e também para ser luz para as nações. Aqueles que são chamados do mundo são enviados de volta a ele como testemunhas. Proclamar o evangelho é uma tarefa de todos. A evangelização dos povos é uma tarefa imperativa, intransferível e impostergável. A grande questão é: o que eu posso fazer por missões? Como posso participar dessa gloriosa e urgente empreitada? Onde eu me enquadro no projeto de Deus para alcançar aqueles por quem Cristo morreu?
Em primeiro lugar, eu posso orar por missões. A oração toca o mundo inteiro. Ela não tem fronteiras geográficas, barreiras lingüísticas nem preconceitos culturais. Pela oração podemos nos envolver com os povos da terra; pela oração podemos inflamar nosso coração pela obra de Deus; pela oração podemos sustentar espiritualmente os missionários que estão na linha de frente. Não existe obra missionária vitoriosa sem oração. Não existem obreiros fortes e poderosamente usados por Deus sem intercessão. A oração é um dos mais importantes trabalhos que a igreja pode fazer por missões, pois quando a igreja ora, o próprio Deus age com poder na realização da sua obra. Pela oração vem o poder do Espírito Santo à igreja. Pela oração as portas para a evangelização são abertas. Pela oração os missionários são encorajados. As coisas mais importantes que Deus realiza na terra, ele o faz mediante as orações do seu povo.
Em segundo lugar, eu posso contribuir para missões. A devoção do nosso coração é medida pela liberalidade do nosso bolso. Não há coração aberto onde o bolso está fechado. A Bíblia diz que onde está o nosso tesouro, aí estará também o nosso coração. Não há amor por missões onde a contribuição missionária inexiste. O nosso amor por Deus e pela sua obra é proporcional à disposição que temos para investir na evangelização dos povos. O melhor investimento que podemos fazer é contribuir com missões, pois quem ganha almas é sábio. Quem contribui com missões faz uma semeadura com colheita garantida e de resultados eternos. Não podemos separar nossa espiritualidade da contribuição. Quando entregamos o dízimo de Deus e ofertamos com alegria, estamos nos tornando cooperadores de Deus na implantação do seu reino. Quando sustentamos missionários em nossa Pátria e fora dela, estamos segurando a corda para que outros desçam para resgatar vidas, aonde jamais poderíamos chegar. A igreja é um corpo. Um membro não pode fazer todas as atividades. Logo, cada membro deve cooperar com os outros membros para que todo o corpo seja suprido. Deus dá à sua igreja diversos e diferentes dons. Todos são missionários; uns devem ir, outros devem ficar, mas todos devem contribuir.
Em terceiro lugar, eu posso ir fazer missões. Na igreja primitiva Deus separou os melhores obreiros e os enviou a pregar. A igreja enviadora ficou na retarguarda e eles foram desbravando campos, ganhando vidas para Cristo e plantando igrejas. Em menos de cinqüenta anos, o Império Romano foi evangelizado. Hoje, os desafios são enormes. Há portas abertas em todo o mundo e também portas que estão sendo fechadas. Devemos rogar ao Senhor da seara que envie trabalhadores para a sua seara. Nós e nossos filhos podemos ser levantados e enviados por Deus para pregar sua santa Palavra, aqui, ali e além fronteira. Fazer a obra de Deus não é um sacrifício, mas um privilégio. Carlos Studd disse acertadamente: “Se Jesus Cristo é Deus e ele deu sua vida por mim, nenhum sacrifício é grande demais que eu faça por amor a ele”. Nenhuma missão na terra é mais nobre, mais importante, mais urgente e mais compensadora. Ser embaixador de Deus é uma posição mais honrosa do que ocupar os mais altos escalões dos governos terrenos.
Rev. Hernandes Dias Lopes
Religiosidade Institucionalizada
By : Kaduartigo extraído da revista Cristianismo Hoje
O Evangelho de Deus em nossas vidas demanda não algumas pequenas reformas ou ajustes, mas uma grande e tremenda revolução
Muitos autores e conferencistas têm apontado para o perigo da institucionalização que ronda desde nossas comunidades locais até denominações inteiras. O problema é real e sua influência tem multiplicado o número de comunidades cristãs frias e apáticas, que vivem em torno de rituais vazios, normas de procedimento e da mera manutenção de suas tradições. Em tais igrejas, não existe qualquer sinal da vitalidade gerada pelo anúncio e compreensão do Evangelho transformador de Jesus, muito menos entusiasmo pelo engajamento na missão por ele dada a sua igreja. Este perigo, no entanto, não deve ser visto como uma espécie de energia negativa, impessoal, ou uma epidemia que se propaga nos cantos escuros da igreja, contaminando silenciosamente suas estruturas e levando-a à morte.
O perigo da institucionalização alcança e afeta as estruturas de uma comunidade local ou de uma denominação, através de homens e mulheres que, sem discernimento e cuidado para com o desenvolvimento de uma espiritualidade sadia e consistente a partir da obra de Jesus e seus ensinamentos, passam a desenvolver uma religiosidade institucionalizada. Nos tempos de Jesus, os maiores representantes deste tipo religiosidade eram os fariseus. Por diversas vezes, Jesus teve que confrontá-los por causa do seu apego compulsivo às tradições, da preocupação excessiva com o exterior, do zelo e dedicação para com as estruturas e do orgulho e confiança que depositavam na performance religiosa. Eles viam a si mesmos como responsáveis e juízes de tudo e de todos. Hoje, como ontem, a religiosidade institucionalizada continua sendo um inimigo íntimo a espreitar a vida dos crentes. É ela que acaba com a vitalidade do Evangelho de Jesus mesmo naqueles que começaram muito bem a jornada cristã. Da mesma forma, move igrejas do engajamento na missão deixada pelo Filho de Deus em direção à mera manutenção das estruturas.
A religiosidade institucionalizada leva ao apego compulsivo às tradições, em detrimento do engajamento na missão e no serviço às pessoas. Um exemplo típico nas Escrituras é o episódio em que Jesus cura um enfermo e os fariseus protestam porque o milagre aconteceu num sábado. É que demonstravam preocupação excessiva com a aparência exterior em detrimento da construção consistente de um caráter interior – não é à toa que oravam em praças públicas a fim de ser vistos pelas pessoas, mas foram chamados por Jesus de “sepulcros caiados”.
O orgulho em relação à performance religiosa em detrimento da confiança única e exclusiva na maravilhosa graça e amor de Deus é outro indício do problema. Existe um grande desconforto para com o conceito da graça, como o demonstrado pela reação do filho mais velho na parábola de Lucas 15. Mas bem mais importante do que identificar o problema ou diagnosticar a enfermidade é conhecer os meios para prevenir-se e a própria cura para o mesma. A consciência de que este é um perigo que ronda nossas vidas mais do que possamos imaginar ou desejar é o primeiro passo para evitá-lo. Mas esta consciência deve nos conduzir a um processo de constante cuidado para com as bases sobre as quais estamos construindo nossa espiritualdade.
Algumas perguntas podem contribuir grandemente para nossa própria avaliação e crescimento. A primeira delas é: temos crescido na compreensão da graça e do amor de Deus para conosco? Ou somos mais conscientes desta graça hoje do que há um ano atrás? Estamos mais certos agora acerca do amor de Deus do que antes? Isso tem nos levado a uma relação de mais devoção e intimidade com o Senhor? E em qual medida isso tudo tem impactado e transformado nossas vidas? As pessoas que nos cercam percebem nossa fé através de nossas palavras e atitudes? Temos nos tornado mais parecidos com Jesus ou não?
Mas o que fazer quando identificamos que o mal da religiosidade institucionalizada não é uma ameaça, mas já é uma enfermidade presente em nós? Neste caso, precisamos redescobrir o Evangelho de Deus que nos é oferecido em Jesus. Na medida em que trazemos às nossas mentes a consciência do que foi feito por nós e aos nossos corações, a convicção surpreendente do grande amor de Deus por nós, as amarras da institucionalização da fé passam a se romper e somos libertados.
Quanto o Evangelho de Deus entra em contato com nossas estruturas desfuncionais e deformadas, elas são rompidas. O Evangelho de Deus em nossas vidas demanda não algumas pequenas reformas ou ajustes, mas uma grande e tremenda revolução. Por isso, este Evangelho nos liberta da religiosidade institucionalizada, colocando novamente nossa confiança na graça e no amor do Senhor e nos convidando ao engajamento na missão.
Reflexão: Legalismo X Liberdade, quem está com a razão?
By : KaduEste é um exercício que fiz na faculdade de teologia que estou cursando, baseado na espiritualidade de Paulo, utilizando também a letra da música de João Alexandre, "Tudo é Vaidade" como apoio..., o resultado é o que está abaixo, depois da letra da música:
Vaidade no comprimento da saia, no cumprimento da lei
Vaidade exigindo prosperidade por ser o filho do Rei
Vaidade se achando a igreja da história
Vaidade Pentecostal
Vivendo e correndo atrás do vendo, tudo é vaidade
Vaidade juntando a fé e a vergonha
Chamando todos de irmãos
Vaidade de quem esconde a verdade
Por ter o povo nas mãos
Vaidade buscando Deus em si mesmo
Querendo fugir da cruz
Não crendo e sofrendo, perdendo tempo
Tudo é vaidade
Falsos chamados apostulados do lado oposto da fé
Dinheiro, saúde, felicidade aquele que tem contra aquele que é
Rádios, Tvs, auditórios lotados ouvindo o evangelho da marcha-a-ré
A morte se esconde atrás dos templos
Tudo é vaidade.
Extremos nunca foram a melhor opção em situação alguma. O extremo do conservadorismo, que faz as pessoas tomarem atitudes na extrema certeza e controle daquilo que estão fazendo, inclusive dos resultados, extremamente calculados, tem sido negado com o outro extremo, onde se faz o que quer, na hora que der vontade, sem cálculo algum de riscos, sem controle algum de qualquer coisa.
Não vejo verdade nem em um nemem outro. Acredito no equilíbrio. E creio que o cristianismo defendido por Paulo também é equilibrado em todas as suas formas de atuação. Sua espiritualidade prezava pelo conhecimento, pelos estudos, tanto que ele mesmo tinha muito conhecimento. Mas suas espiritualidade prezava, de igual modo, pela vida prática, onde muitas vezes o que é considerado sabedoria pra esse mundo deve ser considerado loucura, senão fica impossível viver aquilo em que ele cria ser o cristianismo verdadeiro.
Hoje também existem esses extremos, onde, por exemplo, o controle exercido por certos líderes faz com que pessoas se estribem pela extrema liberdade ou pelo extremo legalismo.
Talvez há de ser descrever melhor isso tudo, já que mesmo o que vemos de liberdade muitas vezes é mais uma das formas encobertas de um legalismo controlador: a lei é ser "livre"..., "como EU dito ser a tal liberdade", pensam alguns. Assim, tanto a liberdade é legalismo, quanto o legalismo é "liberdade".
Um dos grandes propósitos de se discutir tanto isso nas igrejas, infelizmente, tem sido o poder que o controle exercido sobre as pessoas traz. E em nossas instituições temos definido liberdade e legalismo em duas vertentes: liberdade é algo bom, que Deus fez, e que EU sei o que é pra MINHA instituição, que DEVE viver dessa maneira que EU digo ser a liberdade; legalismo é algo ruim e que as OUTRAS instituições pregam e ordenam para quem não vem à MINHA instituição, nem é MINHA ovelha, sendo que também posso ver legalismo nas atitudes daqueles que são contrários a MIM e a MINHA instituições e práticas.
Como diz a música "tudo é vaidade". E parece que é uma corrida mesmo..., todos estão lutando pra chegar em primeiro ao lugar da vaidade. Não percebem, porém, que estão correndo atrás do vento..., nunca vão chegar a lugar algum!
Vejo Paulo defendendo um cristianismo e uma espiritualidade livre. Já que em sua mente com certeza não havia essa confusão de termos.
Ele explica bem a liberdade, colocando porém o limite do amor ao próximo e do glorificar a Deus (cf. 1Co 10:23-33 e 1Co 13). Não há definição melhor pra liberdade que esses trechos de 1 Coríntios e Gálatas 5:13,14: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo com a ti mesmo".
Outra definição muito boa de liberdade, raramente é comentada devido ao que já escrevi sobre o pensamento religioso de hoje sobre liberdade, seria o que está descrito em Romanos (dentre outros trechos), no capítulo 6, que é a liberdade da carne, do pecado..., daquilo que nos leva à ter inclinações distantes da vontade e dos desígnios de Deus...,em Cristo Jesus somos livres dessa escravidão do pecado e da carne.
Lá em gálatas também entra uma ótima definição de onde está o equilíbrio da lei: no amor ao próximo como a si mesmo..., aí não há legalismo.
Porque, se fomos libertos por Cristo para a liberdade, para sermos justificados por meio da fé nEle, não devemos mais nos submeter à escravidão da Lei, "...visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei..." (Rm 3:20a). Em relação à lei e ao legalismo "...concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm 3:28).
Estamos agora debaixo da "lei do Espírito da Vida,em Cristo Jesus , [que] te livrou da lei do pecado e da morte" (Rm 8:2).
Como libertos em Cristo por esse Espírito da Vida, devemos saber que nossa busca deve ser pelas coisas do alto, não nas que são aqui da terra, não na vaidade que tende a dominar nossos corações. Tudo porque, como diz em Colossenses, nossa vida agora está oculta com Cristo em Deus.
O grande problema da pergunta "Legalismo X Liberdade, quem está com a razão?" é o fato de que nem sabemos exatamente definir legalismo ou liberdade. Não sabemos, tampouco, e generalizando, entender o que é ser livre em Cristo, e o que é se limitar, seguir ordenanças e mandamentos, por amor ao próximo e à Deus, com o desejo de glorificá-lo em todas as circunstâncias.
Em nossa sub-cultura gospel brasileira, que predomina nas instituições religiosas evangélicas, todos estão certos em suas definições de legalismo e liberdade. Não deixam, portanto, muita margem pra que se possa ser trabalhado esses termos, a não ser que a definição correta seja previamente estabelecida, pra início de qualquer discussão. Seria necessário também o equilíbrio e a humildade, deixando de lado toda e qualquer forma de vaidade, pra entender, discutir ou transformar qualquer forma de dominação exercida pelo legalismo e pela "liberdade".
Portanto, creio que a razão está no equilíbrio que advém do entendimento da definição correta dos termos "legalismo" e "liberdade", principalmente "liberdade", sempre centrados em Deus e na sua palavra, não ferindo seus preceitos.
Não vejo verdade nem em um nem
Hoje também existem esses extremos, onde, por exemplo, o controle exercido por certos líderes faz com que pessoas se estribem pela extrema liberdade ou pelo extremo legalismo.
Talvez há de ser descrever melhor isso tudo, já que mesmo o que vemos de liberdade muitas vezes é mais uma das formas encobertas de um legalismo controlador: a lei é ser "livre"..., "como EU dito ser a tal liberdade", pensam alguns. Assim, tanto a liberdade é legalismo, quanto o legalismo é "liberdade".
Um dos grandes propósitos de se discutir tanto isso nas igrejas, infelizmente, tem sido o poder que o controle exercido sobre as pessoas traz. E em nossas instituições temos definido liberdade e legalismo em duas vertentes: liberdade é algo bom, que Deus fez, e que EU sei o que é pra MINHA instituição, que DEVE viver dessa maneira que EU digo ser a liberdade; legalismo é algo ruim e que as OUTRAS instituições pregam e ordenam para quem não vem à MINHA instituição, nem é MINHA ovelha, sendo que também posso ver legalismo nas atitudes daqueles que são contrários a MIM e a MINHA instituições e práticas.
Como diz a música "tudo é vaidade". E parece que é uma corrida mesmo..., todos estão lutando pra chegar em primeiro ao lugar da vaidade. Não percebem, porém, que estão correndo atrás do vento..., nunca vão chegar a lugar algum!
Vejo Paulo defendendo um cristianismo e uma espiritualidade livre. Já que em sua mente com certeza não havia essa confusão de termos.
Ele explica bem a liberdade, colocando porém o limite do amor ao próximo e do glorificar a Deus (cf. 1Co 10:23-33 e 1Co 13). Não há definição melhor pra liberdade que esses trechos de 1 Coríntios e Gálatas 5:13,14: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo com a ti mesmo".
Outra definição muito boa de liberdade, raramente é comentada devido ao que já escrevi sobre o pensamento religioso de hoje sobre liberdade, seria o que está descrito em Romanos (dentre outros trechos), no capítulo 6, que é a liberdade da carne, do pecado..., daquilo que nos leva à ter inclinações distantes da vontade e dos desígnios de Deus...,
Lá em gálatas também entra uma ótima definição de onde está o equilíbrio da lei: no amor ao próximo como a si mesmo..., aí não há legalismo.
Porque, se fomos libertos por Cristo para a liberdade, para sermos justificados por meio da fé nEle, não devemos mais nos submeter à escravidão da Lei, "...visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei..." (Rm 3:20a). Em relação à lei e ao legalismo "...concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm 3:28).
Estamos agora debaixo da "lei do Espírito da Vida,
Como libertos em Cristo por esse Espírito da Vida, devemos saber que nossa busca deve ser pelas coisas do alto, não nas que são aqui da terra, não na vaidade que tende a dominar nossos corações. Tudo porque, como diz em Colossenses, nossa vida agora está oculta com Cristo em Deus.
O grande problema da pergunta "Legalismo X Liberdade, quem está com a razão?" é o fato de que nem sabemos exatamente definir legalismo ou liberdade. Não sabemos, tampouco, e generalizando, entender o que é ser livre em Cristo, e o que é se limitar, seguir ordenanças e mandamentos, por amor ao próximo e à Deus, com o desejo de glorificá-lo em todas as circunstâncias.
Em nossa sub-cultura gospel brasileira, que predomina nas instituições religiosas evangélicas, todos estão certos em suas definições de legalismo e liberdade. Não deixam, portanto, muita margem pra que se possa ser trabalhado esses termos, a não ser que a definição correta seja previamente estabelecida, pra início de qualquer discussão. Seria necessário também o equilíbrio e a humildade, deixando de lado toda e qualquer forma de vaidade, pra entender, discutir ou transformar qualquer forma de dominação exercida pelo legalismo e pela "liberdade".
Portanto, creio que a razão está no equilíbrio que advém do entendimento da definição correta dos termos "legalismo" e "liberdade", principalmente "liberdade", sempre centrados em Deus e na sua palavra, não ferindo seus preceitos.
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Pra que outros possam viver, vale a pena morrer... [Parte 2]
By : Kaducontinuação de ontem...
Quantos já foram a alguma campanha do negue-se a si mesmo? Campanha dos três passos para morrer? Ou a campanha das sete maneiras de amar o seu próximo como a si mesmo? Campanha dos quarenta dias de jejum pra que eu possa carregar a minha cruz? Não? Nunca foi? Por quê não? Ora, porque não é isso que é importante..., não é isso. Porque o importante é EU ter o carro do ano. Porque o importante é EU ser abençoado. O importante é EU mostrar o quão abençoado SOU..., preciso mostrar. Eu preciso mostrar!! Porque, afinal de contas, se ando de carro importado é porque Deus me deu, né, Deus me deu!! Porque é muito óbvio que Deus está muito mais se importando com o meu ego...
Eu sou, eu sou tão espiritual e abençoado, que é muito óbvio pra mim, - e é muito óbvio só pra mim -, que Deus está mais preocupado em colocar dinheiro nas minhas mãos, pra que eu possa comprar coisas caras e tolas, do que está preocupado em colocar recursos sobre os meus cuidados, pra que eu possa, de alguma maneira, aliviar a dor dos aflitos...
Porque Deus é tão bom pra mim, Deus é tão sábio, Ele é tão misericordioso, que Ele prefere que eu compre, PRA MIM, o meu centésimo par de sapatos, Ele prefere... é, Ele prefere que eu faça isso mais do que prefere que eu compre algumas marmitas pra dar de comer às crianças de rua.
Porque o importante é eu encher o meuceleiro até onde der. O importante é o MEU reino, é a MINHA justiça. Eu trabalhei! Eu suei!
Não, não, não, não..., não foi Deus quem me deu, não. Não, não foi Deus quem me abençoou, não. Não..., foi EU quem ganhei. É justo!! Eu trabalhei, é meu.
Porque o importante é eu viver como se não houvesse morte, - e Deus que me livre de pensar em morte..., coisa negativa não é Deus!! O importante é eu viver como se não houvesse morte, praque quando a minha hora chegar, eu venha a morrer como alguém que nunca quis viver.
Porque está escrito na palavra de Deus em Mc 8 e Mt16: "Então Jesus começou a ensinar-lhes que era necessário que o filho do homem sofresse muitas coisas e fosse rejeitado pelos líderes religiosos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos mestres da Lei. Fosse morto e, três dias depois, ressuscitasse. Ele falou claramente a este respeito. Então Pedro, chamando-o aparte, começou a repreendê-lo. (Vejam como desde o início, a igreja se escandalizou com a mensagem da morte) Jesus, porém, voltou-se, olhou para os seus discípulos e repreendeu Pedro, dizendo: "Arreda Satanás! Você não pensa nas coisas de Deus, mas nas coisas dos homens" ( Você não está de olho no reino de Deus, mas está de olho no reino dos homens!) Então Ele chamou a multidão e os discípulos e disse: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me" (Se quiser, se alguém quiser) Porquanto, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a vida por minha causa, achá-la-á. Pois o que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que dará o homem em troca da sua alma? Porque o filho do homem, o Filho de Deus há de vir na glória do Seu Pai, Ele há de voltar com Seus anjos"
E então retribuirá a cada um, conforme as suas obras.
E então retribuirá a cada um, conforme as suas obras.
Quem fizer de tudo para garantir a sua vida neste mundo, não merecerá a vida no outro. E quem fizer de tudo para garantir a sua vida no outro mundo, perderá a sua vida neste, perderá o controle da sua vida neste mundo. Quem viver de olho nos tesouros deste mundo, receberá somente aquilo que este mundo é capaz de dar. Mas quem viver com os olhos fixos no tesouro eterno, este receberá, este haverá de receber aquilo que a eternidade tem pra dar.
Entendam algo... Sabem por que existem religiosos fanáticos que se matam, que se suicidam, que dão as suas vidas para serem destruídas, sabe por quê? Porque eles estão pensando na eternidade, eles estão de olho na eternidade. E sabe por que vocês e recusa a negar-se a si mesmo e entregar o controle da sua vida a Deus? Porque você está pensando demais nesta vida. E mais, sabem por que é que estes fanáticos acabam dando as suas vidas? Porque eles passaram a vida toda, a vida inteira, ouvindo de seus mestres que morrer é algo valioso..., eles passaram a vida toda ouvindo de seus mestres que morrer é algo bom, é algo nobre, é algo honroso, que morrer gera vida. Gera vida.
Mas e a igreja? Mas onde está a igreja? Onde está a voz profética? Onde estão os que pregam a verdade? Onde estão os que pregam: "morram"? Onde estão os mestres de Deus a gritarem: "Morram! Morram! Pra viver, morram! Por amor a Cristo, morram! Por amar a Deus acima de tudo, morram!"..., onde estão? Porquê os missionários moravianos se vendiam como escravos, pra poderem pregar aos escravos? Porque alguém lhes ensinou que esta vida não vale a pena ser vivida se não for vivida pra Deus. Alguém lhes havia ensinado que, pra que outros pudessem viver, valia a pena morrer.
Enquanto muitos parecem estar fascinados demais com mestres que pregam apenas vida nesta vida... mestres que distorcem o significado de "vida em abundância"..., apesar disso..., apesar disso, existem alguns remanescentes, existem ainda alguns que se recusam a se prostrar diante dos bezerros de ouro. Existem ainda alguns que se permitem ser afligidos por amor a Cristo. Alguns que entenderam a voz do Espírito de Cristo, do Cristo que deu o exemplo a ser seguido, não apenas em vida, mas na morte de cruz..., e são capazes de dizer: "Já não sou eu quem vivo, mas Cristo vive em mim..., Cristo vive em mim".
Amados, a vida é para os que creem, e os que creem não têm medo da morte, não devem ter medo da morte. Quem tem medo da morte não crê. E quem não crê, não viverá. E eis que a morte é o maior medidor da fé. Os que morrem são os que creem.
E termino com um texto bíblico que está em 2Tm 4:2-4, diz assim: "Pregue a palavra (Pregue A PALAVRA), esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. (Porquê?) Porque chegará o tempo em que não suportarão a sã doutrina (chegará o tempo em que não suportarão os caminhos de Deus, os pensamentos de Deus); ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo as suas próprias cobiças. E estes se recusarão a dar ouvidos à verdade..., se recusarão, voltando-se para as fábulas..., preferindo acreditar nos mentirosos finais felizes.
Que este não seja você, para a glória de Cristo Jesus. Amém!
Pra que outros possam viver, vale a pena morrer...
By : KaduSeguindo adiante em tudo o que temos passado, me veio a mente uma pregação que já ouvi umas 10 vezes pelo menos, e quem fala muito ao meu coração..., principalmente agora, com essas situações todas. Realmente tenho pensado nessa frase: "pra que outros possam viver, vale a pena morrer".
Agora de ângulo diferente, mais participativo do que nunca.
Por isso decidi colocar aqui no blog a transcrição completa dessa pregação..., é comprida, mas vale muito à pena! Por ser comprida também vou colocá-la em duas partes ok? Uma hoje e outra amanhã...
Então, aperte seus cintos e viaje bastante com Deus nessas palavras de Juliano Son, do ministério Livres para Adorar:
"Portanto, visto que temos este ministério pela misericórdia que nos foi dada, não desanimamos. Antes, renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; não usamos de engano, nem adulteramos a palavra de Deus. Ao contrário, mediante à clara exposição da verdade, recomendamo-nos à consciência de todos, diante de Deus. Pois não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor, e a nós como escravos de vocês, por causa de Jesus. De todos os lados somos pressionados, mas não desanimamos; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, pra que a vida de Jesus também seja revelada em nós. Pois nós que estamos vivos somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, pra que a Sua vida também se manifeste em nosso corpo. De modo que em nós atua a morte; mas em vocês, a vida. Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, é passageiro, mas o que não se vê é eterno."
Pra que outros possam viver, vale a pena morrer.
E nas palavras de 2Co 4 que nós acabamos de ler, pra que outros possam viver, não apenas vale a pena morrer, como deve-se morrer..., deve-se. Pra que outros possam viver, deve-se, é necessário morrer, pra que haja vida..., trazendo sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, pra que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo, pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, pra que a sua vida também se manifeste em nós, de modo que em nós atua a morte, pra que em vocês, pra que em outros, atue a vida.
E nas palavras de 2Co 4 que nós acabamos de ler, pra que outros possam viver, não apenas vale a pena morrer, como deve-se morrer..., deve-se. Pra que outros possam viver, deve-se, é necessário morrer, pra que haja vida..., trazendo sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, pra que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo, pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, pra que a sua vida também se manifeste em nós, de modo que em nós atua a morte, pra que em vocês, pra que em outros, atue a vida.
Assim como a semente que não morre, não germina..., assim como a semente que não morre é incapaz de gerar frutos, aquele que não morre é incapaz de gerar vida, incapaz...
Não fosse o sangue do Cordeiro, não fosse o sangue de todos os mártires que vieram antes de nós, não fossem aqueles que vivem como se não pertencessem a este mundo, não seríamos conhecedores das boas novas da vida..., não seríamos.
Mas, se as coisas são assim, se isso é verdade, se isso reflete a realidade, se o Senhor teve toda a intenção de dizer exatamente o que Ele disse, por que é então que não morremos? Por que é então que o mundo está cansado de ver uma igreja que deveria carregar a imagem da morte, mas não carrega..., não carrega. E não carrega porque ela mesma recusa-se a morrer. Se a ordem é essa... se a ordem é essa por que é então que não vemos mais vidas sendo geradas? Nações sendo alcançadas em meio à voluntária entrega da vida por parte daqueles que se dizem cristãos... por quê? Por quê?
Porque existe algo de muito errado em nosso meio. Existe algo de muito errado em meio aquilo que chamamos de evangelho do reino de Deus..., evangelho do reino de DEUS, não o evangelho do reino dos homens para os homens, não o evangelho do reino desta terra para esta terra, não o evangelho do seu reino pra você mesmo, para o seu próprio benefício..., mas o evangelhodo reino de Deus, para o benefício de Deus. E existe algo de muito errado porque estamos confundindo o evangelho do reino de Deus, que é para Deus, com outros evangelhos.
E o povo, por falta de líderes que preguem o que o povo precisa ouvir e não o que o povo quer ouvir..., o povo está adorando outros bezerros de ouro. E o grande bezerro de ouro dos nossos dias é a benção. O grande bezerro de ouro dos nossos dias é a vitória, é a conquista, é o bezerro da prosperidade, é a saúde, é o MEU bem-estar, é o MEU conforto, é a MINHA necessidade, é o MEU reino, é a MINHA vida.
Sete passos pra alcançar a benção aqui. Quarenta dias de jejum da vitória ali. Doze maneiras pra ser próspero um pouco mais adiante. E trezentas e dezoito formas pra VOCÊ fazer com que Deus faça aquilo que VOCÊ quer que Ele faça. Não importa se Ele queira fazer ou não..Porque, afinal, o modelo de Jesus: "Não seja feita a minha vontade, mas a sua", serve pra Jesus, serve pro Filhode Deus, não serve pra mim, não serve pra igreja.
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Pense nisso por enquanto..., se quiser, comente aqui nos formulários..., amanhã de manhã já vou postar a segunda parte.
Deus te abençoe..., do jeito dEle!!
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