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Pura Graça!

By : Kadu

"Com frequência me perguntam: "Brennan, como é possível você ter se tornado um alcoólatra depois de ter sido salvo?" É possível porque eu me senti deprimido e amargurado pela solidão e pelo fracasso, porque me senti desencorajado, incerto, esmagado pela culpa e tirei meus olhos de Jesus. Porque meu encontro com Cristo não me transfigurou num anjo. Porque a justificação pela graça significa que meu relacionamento com Deus foi consertado, não que me tornei o equivalente a um paciente sedado em cima de uma mesa." - Brennan Manning, no EXCELENTE livro Evangelho Maltrapilho, ed. Textus, pág.30-31.

Meu amigo Esperança e seu outro nome...

By : Kadu
Não me arrependo mais. Não paro mais. Não dependo mais. Não silencio mais. Não estou nem orando mais. Não leio mais. Não canto mais. Não reflito mais. Não penso, nem consigo escrever mais...
Não me contento mais. Não encontro sustento mais. Não me relaciono mais. Não olho mais para o céu, para as flores, para as pessoas. Não me emociono, nem choro mais...
Onde estou? Porque estou?
Pareço o clima atual, seco, árido, clamando por chuva..., se alegrando e contentando com pequenas gotas num intervalo de semanas...
Concluí que não sou mais eu, porém não é Cristo que vive em mim..., identidade virada de cabeça pra baixo..., não sei pra que ou porque digo sim, nem sei mais dizer não. Morri?
Esperança? Ainda bem que esse é o nome do meu amigo. Amigo que faz tempo que não vejo..., reflexo é que até coisas da nossa cultura atual, tão “necessárias” como o facebook, são pouco lembradas por mim; estou distante dos amigos..., estou distante do Amigo.
Mas, voltando a Esperança, Ele me (re)encontrou..., sim Ele, o Esperança.  Como aquele turbilhão de águas que há lá debaixo da terra, mesmo em tempos de seca (e que só nossos governantes não querem saber) também tem um turbilhão de águas dentro de mim, mas debaixo de muita coisa, muito entulho, porque tentei aterrar pra fazer uma estrada bonita, um atalho pra chegar nos meus queridos destinos.
Mas está lá..., basta cavar então? Não precisei! Uma gotinha de chuva de Esperança é capaz de derreter toda camada de terra do aterramento que criei. Você já viu água descendo no barro, removendo-o até que dá pra ver o que há por baixo? Pois foi assim..., e lá estava, um turbilhão de águas. Águas que limpam pra que eu me arrependa. Águas que me param pra trazer refrigério. Águas que me mostram o que meu corpo pede, pois tenho uma sede a ser saciada dentro de mim. Águas que vem tão forte que seu som é mais alto que o meu, e isso me silencia, e depois do silêncio vem a vontade de falar com o dono da água, então eu oro e leio a Bíblia. O som das águas me lembram canções das antigas, e eu canto..., canções que me faziam pensar, traziam palavras que reflexão, reflexões que me inspiram a fazer o que estou fazendo pra você ler...
Essas águas me saciam de tal forma que não tenho mais sede, e talvez, por sua verdadeira função, não me darão sede nunca mais. Águas que me trazem o que necessito, seja numa corrente ou onda, seja num barquinho, seja numa vara ou rede dentro dela..., águas que me lembram que nenhum homem é uma ilha, por isso corro de volta aos meus “próximos”. Águas tão belas e cristalinas, que percorrem
seu fluxo com tamanha graça e força, que me fazem lembrar da bela criação e de como tudo tem o seu lugar, e de como tudo reflete quem a Esperança é, assim reparo mais na voz da Esperança sussurrada por sua criação, suas criaturas. E isso me enche de paz e de alegria..., essas águas são tão fortes que sobem por dentro de mim e rolam dos meus olhos, pura emoção!

De “onde estou” passo a “com quem estou”; de “porque estou” a “pra que ou pra quem estou”! E tudo mudou..., porque a Esperança me encontrou, trocou uma ideia comigo, restaurou minha identidade, me recolocou no lugar e me preencheu mais uma vez..., e me ensinou que Graça é também seu nome!

Restauração

By : Kadu

Uma restauração atrás da outra é muito melhor do que um pecado atrás do outro

Hoje a vida continuamente sem pecado representa maus um alvo bonito do que uma história bonita. Amanhã, porém, quando trocarmos de corpo e de ambiente, seremos perfeitos assim como perfeito é o nosso Pai celestial. O apóstolo João sabia muito bem disso quando escreveu: "Estou lhes dizendo isso a fim de que vocês fiquem longe do pecado. Mas se vocês pecarem, existe alguém para interceder por vocês diante do Pai. O nome dele é Jesus Cristo, aquele que é tudo quanto é bom e que agrada completamente a Deus" (1 Jo 2.1, NBV). A história do povo de Israel e a história da Igreja corroboram essa verdade. É por isso que a porta da confissão de pecado é uma porta continuamente aberta: "Se afirmarmos que estamos livres do pecado, estaremos apenas enganando a nós mesmos. Uma declaração dessas é um erro absurdo. Mas, se admitirmos nossos pecados e os confessarmos, ele não vai deixar de nos atender: ele é fiel a si mesmo. Ele perdoará nossos pecados e nos purificará de todo erro" (1 Jo 1.8-9).
Tomemos o exemplo de Davi, aquele que disse honestamente ter mais pecados que cabelos na cabeça (Sl 40.12). No Salmo 26, ele proclama repetidas vezes a sua retidão. Diz que tem vivido com integridade, que continuamente segue a verdade e que tem lavados as mãos na inocência. Mas, no salmo anterior, ele se confessa pecador por várias vezes. Pede que Deus não se lembre dos pecados e das transgressões de sua juventude e suplica perdão pelos seus muitos pecados (Sl 25).
Na há de estranho na dupla experiência do salmista. Nós também somos assim. Acertamos e erramos. Erramos e acertamos. À semelhança de Pedro, um dia, confessamos com entusiasmo e convicção que Jesus é "o Cristo de Deus" (Lc 9.20) e, dias depois, declaramos sem inibição que nem sequer o conhecemos (Lc 22.57).
A vitória sobre o pecado é possível, mas não é fácil. Paulo fala sobre isso abertamente: "O que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer. Os dois são inimigos [...]" (Gl 5.17). São duas forças dentro de nós em conflito, em oposição, em briga, em guerra. Os dois modos de vida são diametralmente opostos entre si. Nenhum dos dois lados está disposto a ceder, a entregar os pontos, a fazer algum armistício. É uma luta civil sem tréguas, sem rendição e sem fim.
Não é a primeira vez que a ideia de um poder inimigo aparece na teologia bíblica. Na parábola do trigo e joio, Jesus conta que "certa noite, quando todos estavam dormindo, veio um inimigo, semeou no meio do trigo uma erva ruim, chamada joio, e depois foi embora" (Mt 13.25). Na explicação da parábola, Jesus é bem explícito: "O inimigo que semeia o joio é o próprio Diabo" (13.39).
Precisamos ser realistas, e não triunfalistas. Precisamos nos valer da Videira e do Espírito, e não só da boa intenção e dos bons propósitos. Ao mesmo tempo, devemos ter absoluta certeza de que a vitória final será de Jesus, a quem o Senhor Deus prometeu: "Sente-se do meu lado direito, até que eu ponha os seus inimigos debaixo dos seus pés" (Sl 110.1). Essa passagem messiânica é uma das mais transcritas no Novo Testamento. Jesus (Mt 22.44), Pedro (At 2:34-35), Paulo (1Co 15.25; Ef 1.20-22; Cl 3.1) e o escritor da epístola aos Hebreus fizeram uso dela.
Depois de qualquer comportamento duvidoso, a graça de Deus alcança-nos mais uma vez e somos colocados de volta na posição em que estávamos, desde que admitamos o erro e o confessemos com humildade. Isso não é outra coisa senão restauração. A benção da restauração não é só para grandes e longos pecados e, ou, escândalos. É para pequenos desvios, cometidos, como costumamos dizer, por pensamentos, palavra e obras. Uma restauração atrás da outra é muito melhor do que um pecado atrás do outro!

Texto extraído da revista Ultimato nº348 (maio-junho), págs. 25 e 26.

O último dia...

By : Kadu


















Lucas cap. 23

24Pilatos condenou Jesus à morte, como pediam. 25E soltou o homem que eles queriam — aquele que havia sido preso por causa de revolta e de assassinato. E entregou Jesus para fazerem com ele o que quisessem.
A crucificação de Jesus
Mateus 27.32-44; Marcos 15.21-32; João 19.17-27
26Então os soldados levaram Jesus. No caminho, eles encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, que vinha do campo. Agarraram Simão e o obrigaram a carregar a cruz, seguindo atrás de Jesus.
27Uma grande multidão o seguia. Nela havia algumas mulheres que choravam e se lamentavam por causa dele.28Jesus virou-se para elas e disse:
— Mulheres de Jerusalém, não chorem por mim, mas por vocês e pelos seus filhos! 29Porque chegarão os dias em que todos vão dizer: “Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, que nunca deram à luz e que nunca amamentaram!”30Chegará o tempo em que todos vão dizer às montanhas: “Caiam em cima de nós!” E dirão também aos montes: “Nos cubram!” 31Porque, se isso tudo é feito quando a lenha está verde, o que acontecerá, então, quando ela estiver seca?
32Levaram também dois criminosos para serem mortos com Jesus. 33Quando chegaram ao lugar chamado “A Caveira”, ali crucificaram Jesus e junto com ele os dois criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda.
34[Então Jesus disse:
— Pai, perdoa esta gente! Eles não sabem o que estão fazendo.]
Em seguida, tirando a sorte com dados, os soldados repartiram entre si as roupas de Jesus. 35O povo ficou ali olhando, e os líderes judeus zombavam de Jesus, dizendo:
— Ele salvou os outros. Que salve a si mesmo, se é, de fato, o Messias que Deus escolheu!
36Os soldados também zombavam de Jesus. Chegavam perto dele e lhe ofereciam vinho comum 37e diziam:
— Se você é o rei dos judeus, salve a você mesmo!
38Na cruz, acima da sua cabeça, estavam escritas as seguintes palavras: “Este é o Rei dos Judeus”.
39Um dos criminosos que estavam crucificados ali insultava Jesus, dizendo:
— Você não é o Messias? Então salve a você mesmo e a nós também!
40Porém o outro o repreendeu, dizendo:
— Você não teme a Deus? Você está debaixo da mesma condenação que ele recebeu. 41A nossa condenação é justa, e por isso estamos recebendo o castigo que nós merecemos por causa das coisas que fizemos; mas ele não fez nada de mau.
42Então disse:
— Jesus, lembre de mim quando o senhor vier como Rei!
43Jesus respondeu:
— Eu afirmo a você que isto é verdade: hoje você estará comigo no paraíso.
A morte de Jesus
Mateus 27.45-56; Marcos 15.33-41; João 19.28-30
44Mais ou menos ao meio-dia o sol parou de brilhar, e uma escuridão cobriu toda a terra até as três horas da tarde. 45E a cortina do Templo se rasgou pelo meio. 46Aí Jesus gritou bem alto:
— Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!
Depois de dizer isso, ele morreu. 47Quando o oficial do exército romano viu o que havia acontecido, deu glória a Deus, dizendo:
— De fato, este homem era inocente!
48Todos os que estavam reunidos ali para assistir àquele espetáculo viram o que havia acontecido e voltaram para casa, batendo no peito em sinal de tristeza. 49Todos os amigos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia ficaram de longe, olhando tudo aquilo.



Mateus cap. 27A morte de Judas
Atos 1.18-19
3Quando Judas, o traidor, viu que Jesus havia sido condenado, sentiu remorso e foi devolver as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos líderes judeus,4dizendo:
— Eu pequei, entregando à morte um homem inocente.
Eles responderam:
— O que é que nós temos com isso? O problema é seu.
5Então Judas jogou o dinheiro para dentro do Templo e saiu. Depois foi e se enforcou.
6Os chefes dos sacerdotes pegaram o dinheiro e disseram:
— Isto é dinheiro sujo de sangue, e é contra a nossa Lei pôr esse dinheiro na caixa das ofertas do Templo.
7Depois de conversarem sobre o assunto, resolveram usar o dinheiro para comprar o “Campo do Oleiro”, a fim de que servisse como cemitério para os não judeus. 8Por isso aquele campo é chamado até hoje de “Campo de Sangue”.9Assim aconteceu o que o profeta Jeremias tinha dito: “Eles pegaram as trinta moedas de prata, o preço que o povo de Israel tinha concordado em pagar por ele, 10e as usaram para comprar o campo do oleiro, como o Senhor me havia mandado fazer.”
Jesus diante de Pilatos
Marcos 15.2-5; Lucas 23.1-5; João 18.33-38a
11Jesus estava em pé diante do Governador, e este o interrogou, dizendo:
— Você é o rei dos judeus?
Jesus respondeu:
— Quem está dizendo isso é o senhor.
12Mas, quando foi acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos líderes judeus, Jesus não respondeu nada. 13Então Pilatos disse:
— Você não está ouvindo as acusações que estão fazendo contra você?
14Porém Jesus não disse nada, e o Governador ficou muito admirado com isso.
Jesus é condenado à morte
Marcos 15.6-15; Lucas 23.13-25; João 18.38b—19.16
15Em toda Festa da Páscoa, Pilatos costumava soltar um dos presos, a pedido do povo. 16Naquela ocasião estava preso um homem muito conhecido, chamado Jesus Barrabás.17Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos perguntou:
— Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este Jesus, que é chamado de Messias?
18Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinham inveja dele.
19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, a sua esposa lhe mandou o seguinte recado:
— Não tenha nada a ver com esse homem inocente porque esta noite, num sonho, eu sofri muito por causa dele.
20Os chefes dos sacerdotes e os líderes judeus convenceram a multidão a pedir ao governador Pilatos que soltasse Barrabás e condenasse Jesus à morte. 21Então o Governador perguntou:
— Qual dos dois vocês querem que eu solte?
— Barrabás! — responderam eles.
22Pilatos perguntou:
— Que farei então com Jesus, que é chamado de Messias?
— Crucifica! — responderam todos.
23Ele perguntou:
— Que crime ele cometeu?
Aí começaram a gritar bem alto:
— Crucifica!
24Então Pilatos viu que não conseguia nada e que o povo estava começando a se revoltar. Aí mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão e disse:
— Eu não sou responsável pela morte deste homem. Isso é com vocês.
25E toda a multidão respondeu:
— Que o castigo por esta morte caia sobre nós e sobre os nossos filhos!
26Então Pilatos soltou Barrabás, como eles haviam pedido. Depois mandou chicotear Jesus e o entregou para ser crucificado.
Os soldados zombam de Jesus
Marcos 15.16-20; João 19.2-3
27Depois os soldados de Pilatos levaram Jesus para o Palácio do Governador e reuniram toda a tropa em volta dele.28Tiraram a roupa de Jesus e o vestiram com uma capa vermelha. 29Fizeram uma coroa de ramos cheios de espinhos, e a puseram na sua cabeça, e colocaram um bastão na sua mão direita. Aí começaram a se ajoelhar diante dele e a caçoar, dizendo:
— Viva o Rei dos Judeus!
30Cuspiam nele, pegavam o bastão e batiam na sua cabeça. 31Depois de terem caçoado dele, tiraram a capa vermelha e o vestiram com as suas próprias roupas. Em seguida o levaram para o crucificarem.
A crucificação de Jesus
Marcos 15.21-32; Lucas 23.26-43; João 19.17-27
32Quando estavam saindo, os soldados encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33Eles chegaram a um lugar chamado Gólgota. (Gólgota quer dizer “Lugar da Caveira”.)34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Mas, depois que o provou, ele não quis beber. 35Em seguida os soldados o crucificaram e repartiram as suas roupas entre si, tirando a sorte com dados, para ver qual seria a parte de cada um. 36Depois disso sentaram ali e ficaram guardando Jesus.37Puseram acima da sua cabeça uma tabuleta onde estava escrito como acusação contra ele: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus.” 38Com Jesus, crucificaram também dois ladrões: um à sua direita e o outro à sua esquerda.
39Os que passavam por ali caçoavam dele, balançavam a cabeça e o insultavam, 40dizendo assim:
— Ei, você que disse que era capaz de destruir o Templo e tornar a construí-lo em três dias! Se você é mesmo o Filho de Deus, desça da cruz e salve-se a si mesmo!
41Os chefes dos sacerdotes, os mestres da Lei e os líderes judeus também caçoavam dele, dizendo:
42— Ele salvou os outros, mas não pode salvar a si mesmo! Ele é o Rei de Israel, não é? Se descer agora mesmo da cruz, nós creremos nele! 43Ele confiou em Deus e disse que era Filho de Deus. Vamos ver se Deus quer salvá-lo agora!
44E até os ladrões que foram crucificados com Jesus também o insultavam.
A morte de Jesus
Marcos 15.33-41; Lucas 23.44-49; João 19.28-30
45Ao meio-dia começou a escurecer, e toda a terra ficou três horas na escuridão. 46Às três horas da tarde, Jesus gritou bem alto:
— “Eli, Eli, lemá sabactani?” Essas palavras querem dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”
47Algumas pessoas que estavam ali ouviram isso e disseram:
— Ele está chamando Elias.
48Uma dessas pessoas correu e molhou uma esponja em vinho comum, pôs na ponta de um bastão e deu para Jesus beber. 49Mas outros disseram:
— Espere. Vamos ver se Elias vem salvá-lo!
50Aí Jesus deu outro grito forte e morreu.
51Então a cortina do Templo se rasgou em dois pedaços, de cima até embaixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram.52Os túmulos se abriram, e muitas pessoas do povo de Deus que haviam morrido foram ressuscitadas 53e saíram dos túmulos. E, depois da ressurreição de Jesus, entraram em Jerusalém, a Cidade Santa, onde muitos viram essas pessoas.
54O oficial do exército romano e os seus soldados, que estavam guardando Jesus, viram o terremoto e tudo o que aconteceu. Então ficaram com muito medo e disseram:
— De fato, este homem era o Filho de Deus!
55Algumas mulheres estavam ali, olhando de longe. Eram as que tinham acompanhado Jesus desde a Galileia e o haviam ajudado. 56Entre elas estavam Maria Madalena; Maria, a mãe de Tiago e de José; e a mãe dos filhos de Zebedeu.


Marcos cap. 15



15Então Pilatos, querendo agradar o povo, soltou Barrabás, como eles haviam pedido. Depois mandou chicotear Jesus e o entregou para ser crucificado.
Os soldados zombam de Jesus
Mateus 27.27-31; João 19.1-3
16Aí os soldados levaram Jesus para o pátio interno do Palácio do Governador e reuniram toda a tropa. 17Depois vestiram em Jesus uma capa vermelha e puseram na cabeça dele uma coroa feita de ramos cheios de espinhos. 18E começaram a saudá-lo, dizendo:
— Viva o Rei dos Judeus!
19Batiam na cabeça dele com um bastão, cuspiam nele e se ajoelhavam, fingindo que o estavam adorando. 20Depois de terem caçoado dele, tiraram a capa vermelha e o vestiram com as suas próprias roupas. Em seguida o levaram para fora a fim de o crucificarem.
A crucificação de Jesus
Mateus 27.32-44; Lucas 23.26-43; João 19.17-27
21No caminho, os soldados encontraram um homem chamado Simão, que vinha do campo para a cidade. Esse Simão, o pai de Alexandre e Rufo, era da cidade de Cirene. Os soldados obrigaram Simão a carregar a cruz de Jesus22e levaram Jesus para um lugar chamado Gólgota. (Gólgota quer dizer “Lugar da Caveira”.) 23Queriam dar a ele vinho misturado com um calmante chamado mirra, mas ele não bebeu. 24Em seguida os soldados o crucificaram e repartiram as suas roupas entre si, tirando a sorte com dados, para ver qual seria a parte de cada um. 25Eram nove horas da manhã quando crucificaram Jesus. 26Puseram em cima da cruz uma tabuleta onde estava escrito como acusação contra ele: “O Rei dos Judeus”.
27Com Jesus, crucificaram também dois ladrões: um à sua direita e o outro à sua esquerda. 28[Assim se cumpriu o que as Escrituras Sagradas dizem: “Ele foi tratado como se fosse um criminoso.”]
29Os que passavam por ali caçoavam dele, balançavam a cabeça e o insultavam assim:
— Ei, você que disse que era capaz de destruir o Templo e tornar a construí-lo em três dias! 30Pois desça da cruz e salve-se a si mesmo!
31Os chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei também caçoavam dele, dizendo:
— Ele salvou os outros, mas não pode salvar a si mesmo!32Vamos ver o Messias, o Rei de Israel, descer agora da cruz e então creremos nele!
E os ladrões que foram crucificados com Jesus também o insultavam.
A morte de Jesus
Mateus 27.45-56; Lucas 23.44-49; João 19.28-30
33Ao meio-dia começou a escurecer, e toda a terra ficou três horas na escuridão. 34Às três horas da tarde Jesus gritou bem alto:
— “Eloí, Eloí, lemá sabactani?” Essas palavras querem dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”
35Algumas pessoas que estavam ali ouviram isso e disseram:
— Escutem! Ele está chamando Elias!
36Alguém correu e molhou uma esponja em vinho comum, pôs na ponta de um bastão, deu para Jesus beber e disse:
— Esperem! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz!
37Aí Jesus deu um grito forte e morreu.
38Então a cortina do Templo se rasgou em dois pedaços, de cima até embaixo. 39O oficial do exército romano que estava em frente da cruz, vendo Jesus morrer daquele modo, disse:
— De fato, este homem era o Filho de Deus!
40Algumas mulheres também estavam ali, olhando de longe. Entre elas estavam Maria Madalena, Salomé e Maria, que era mãe de José e de Tiago, o mais moço. 41Essas mulheres tinham acompanhado e ajudado Jesus quando ele estava na Galileia. Além dessas, estavam ali muitas outras mulheres que tinham ido com ele para Jerusalém.




João cap. 19






Aí Pilatos mandou chicotear Jesus. 2Depois os soldados fizeram uma coroa de ramos cheios de espinhos, e a puseram na cabeça dele, e o vestiram com uma capa vermelha.3Chegavam perto dele e diziam:
— Viva o rei dos judeus!
E davam bofetadas nele. 4Aí Pilatos saiu outra vez e disse para a multidão:
— Escutem! Vou trazer o homem aqui para que vocês saibam que não encontro nenhum motivo para condená-lo!
5Então Jesus saiu com a coroa de espinhos na cabeça e vestido com a capa vermelha.
— Vejam! Aqui está o homem! — disse Pilatos.
6Quando os chefes dos sacerdotes e os guardas do Templo viram Jesus, começaram a gritar:
— Crucifica! Crucifica!
— Vocês que o levem e o crucifiquem! Eu não encontro nenhum motivo para condenar este homem! — repetiu Pilatos.
7A multidão respondeu:
— Nós temos uma Lei, e ela diz que este homem deve morrer porque afirma que é o Filho de Deus.
8Quando Pilatos ouviu isso, ficou com mais medo ainda.9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:
— De onde você é?
Mas Jesus não respondeu nada. 10Então Pilatos disse:
— Você não quer falar comigo? Lembre que eu tenho autoridade tanto para soltá-lo como para mandar crucificá-lo.
11Jesus respondeu:
— O senhor só tem autoridade sobre mim porque ela lhe foi dada por Deus. Por isso aquele que me entregou ao senhor é culpado de um pecado maior.
12Depois disso Pilatos quis soltar Jesus. Mas a multidão gritou:
— Se o senhor soltar esse homem, não é amigo do Imperador! Pois quem diz que é rei é inimigo do Imperador!
13Quando Pilatos ouviu isso, trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Calçada de Pedra”. (Em hebraico o nome desse lugar é “Gabatá”.) 14Era quase meio-dia da véspera da Páscoa. Pilatos disse para a multidão:
— Aqui está o rei de vocês!
15Mas eles gritaram:
— Mata! Mata! Crucifica!
Então Pilatos perguntou:
— Querem que eu crucifique o rei de vocês?
Mas os chefes dos sacerdotes responderam:
— O nosso único rei é o Imperador!
16Então Pilatos entregou Jesus aos soldados para ser crucificado, e eles o levaram.
A crucificação de Jesus
Mateus 27.32-44; Marcos 15.21-32; Lucas 23.26-43
17Jesus saiu carregando ele mesmo a cruz para o lugar chamado Calvário. (Em hebraico o nome desse lugar é “Gólgota”.)
18Ali os soldados pregaram Jesus na cruz. E crucificaram também outros dois homens, um de cada lado dele. 19-20Pilatos mandou escrever um letreiro e colocá-lo na parte de cima da cruz. Nesse letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus”. Muitas pessoas leram o letreiro porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. 21Então os chefes dos sacerdotes disseram a Pilatos:
— Não escreva: “Rei dos Judeus”; escreva: “Este homem disse: Eu sou o Rei dos Judeus”.
22— O que escrevi escrevi! — respondeu Pilatos.
23Depois que os soldados crucificaram Jesus, pegaram as roupas dele e dividiram em quatro partes, uma para cada um. Mas a túnica era sem costura, toda tecida numa só peça de alto a baixo. 24Por isso os soldados disseram uns aos outros:
— Não vamos rasgar a túnica. Vamos tirar a sorte para ver quem fica com ela.
Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem:
“Repartiram entre si as minhas roupas
e fizeram sorteio da minha túnica.”
E foi isso o que os soldados fizeram.
25Perto da cruz de Jesus estavam a sua mãe, e a irmã dela, e Maria, a esposa de Clopas, e também Maria Madalena.26Quando Jesus viu a sua mãe e perto dela o discípulo que ele amava, disse a ela:
— Este é o seu filho.
27Em seguida disse a ele:
— Esta é a sua mãe.
E esse discípulo levou a mãe de Jesus para morar dali em diante na casa dele.
A morte de Jesus
Mateus 27.45-56; Marcos 15.33-41; Lucas 23.44-49
28Agora Jesus sabia que tudo estava completado. Então, para que se cumprisse o que dizem as Escrituras Sagradas, disse:
— Estou com sede!
29Havia ali uma vasilha cheia de vinho comum. Molharam no vinho uma esponja, puseram a esponja num bastão de hissopo e a encostaram na boca de Jesus. 30Quando ele tomou o vinho, disse:
— Tudo está completado!
Então baixou a cabeça e morreu.
Um soldado fura o lado de Jesus
31Então os líderes judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos que tinham sido crucificados e mandasse tirá-los das cruzes. Pediram isso porque era sexta-feira e não queriam que, no sábado, os corpos ainda estivessem nas cruzes. E aquele sábado era especialmente santo. 32Os soldados foram e quebraram as pernas do primeiro homem que tinha sido crucificado com Jesus e depois quebraram as pernas do outro. 33Mas, quando chegaram perto de Jesus, viram que ele já estava morto e não quebraram as suas pernas. 34Porém um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. No mesmo instante saiu sangue e água.
35Quem viu isso contou o que aconteceu para que vocês também creiam. O que ele disse é verdade, e ele sabe que fala a verdade. 36Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem: “Nenhum dos seus ossos será quebrado.” 37E em outro lugar as Escrituras Sagradas dizem: “Eles olharão para aquele a quem atravessaram com a lança.”






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