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Barcos e Lírios
By : Kadu
Penso, paro, sonho e logo me arrisco
pela doce serenata que cantas para mim o sol adormece.
O céu se torna claro, calmo e carente de atenção,
pano de fundo para minha oração.
O que dizer? Grande tem sido suas obras.
Ouço um sussurro ao pé do ouvido pela manhã me dizer:
Não temas, espere, caminhe, EU SOU.
A segurança me envolve de sonhos
à sombra de suas asas eu descanso e confio.
Teu amor lança fora meus medos e me torna
vivo na verdade da luz.
Por fim, acabo mesmo por não temer,
nem a morte, nem a sorte,
nem a cruz, nem o recomeço.

Me deito novamente e me deleito em tua graça.
A noite me abraça, envolvendo-me em um sonho
de barcos e lírios. Enfim, a esperança.
Poesia feita pelo mano, mestre e pastor Gustavo Torres, novo integrante deste blog.
Seja bem vindo meu querido!
Fidelidade
By : Kadu![]() |
texto do meu querido mano Danilo Ladentim |
Deus em cada página, em cada verso, em cada letra da sua palavra nos mostra sua fidelidade. Histórias, momentos de tensão se transformando em alívio; momentos de guerra se transformando em momentos de paz.
Em Mateus, capitulo 7 -13, Jesus em sua imensa graça e paciência nos mostra em sua palavra, duas opções de escolha. Ele estava falando sobre as 2 estradas, os 2 caminhos. " Entrai pela porta estreita ( larga é a porta, e espaçoso, o caminho que leva a perdição, e sã muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado o caminho que nos conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela".
Esta palavra diz tudo sobre nós como igreja hoje. Parece simples esse versículo, parece até jargão de escola dominical, mas retrata um estilo de vida de muitos de nós. Quantos de nós preferimos a porta larga, aquilo que é mais espaçoso. Queremos o que é visivel, o que dá prazer, o que nos acomoda, o que nos leva pra mais perto de nós mesmos. Queremos o que é mais fácil. Vivemos num aconchegante lar evangélico, enganando até a pessoa do espelho a nossa frente. Queremos o que é mais folgado, conveniente, rápido. Preferimos um caminho onde tudo é descartável, luxuoso, orgulhoso, onde as coisas tomam o lugar das pessoas, onde a moral não existe, onde o amor não transforma, onde a palavra não vivifica.
Ao longo da história, Deus, o próprio Deus nos mostra sua fidelidade. Mas e a nossa fidelidade? Onde está a nossa fidelidade para com Deus?
Se você ler o capitulo 5 de Josué, você vai perceber um mandamento de Deus. A palavra de Deus diz que naquele tempo...tempo em que o povo de Israel tinham provado o amor e a bondade de Deus. Constantes lutas, provações, tempos de promessas, vitórias sobre numerosos inimigos, de comer do maná, de ver o mar se abrindo, do Jordão de secando, de Deus conduzindo seu povo a terra prometida...foi nesse tempo, que Deus manda Josué circuncidar de novo os filhos de Israel antes da batalha em Jericó. Os que haviam saído do Egito tinham sido circuncidados, mas morreram pelo caminho durante a longa jornada e os que haviam nascido no meio do caminho ainda o haviam sido. Antes de entrar em Gilgal, que significa "terra de descanso", era necessário sacrificio novamente. Deus estava chamando o povo para rever suas alianças, reafirmar e repensar seus atos de fidelidade para com Ele.
Para que desfrutemos do descanso de Deus em sua essência, é preciso sacrifício. Podemos até desfrutar da plenitude do poder de Deus, mas para desfrutar do lugar de descanso do Pai é necessario sacrificio. Por isso Deus nos mostra a opção da porta estreita. O caminho que Deus nos propõe é difícil, é percebido por poucos olhos. Se não procurarmos atentamente, podemos até passar por perto, mas não vamos percebê-la. Assim como no deserto, as marcas da fidelidade de Deus podem ir sendo enterradas pela areia durante o caminho.
O caminho da vida é apertado, é marcado por lutas diárias, é um caminho que nos tira sangue, que marca nossa pele. Nós continuaremos usufruindo da fidelidade de Deus , porque Ele nunca irá nos abandonar, mas se queremos provar de um cristianismo verdadeiro, é preciso sangue, é preciso morte.
A cada luta que passo em minha casa, seja ela qual for, olho para o lado e vejo a fidelidade de Deus. Se olho para trás e analiso minha vida como um todo, vejo a mão fiel de Deus me conduzindo por um caminho bom. E essas lutas me fazem lembrar sempre, que sou eu que preciso, hoje, renovar meu compromisso pessoal com Ele, meus votos e minha aliança de fidelidade.
Jesus marcou a pele e derramou seu sangue em nosso favor...agora é nossa vez de derramarmos sangue e marcarmos nossa pele em amor a ELE.
Meditação: Você busca recursos pra sobrar?
By : KaduMateus 6:25-34 e Êxodo 16
Assim como podemos ver em Êxodo 16, creio que hoje Deus quer mostrar que nossa preocupação deve ter como alvo obedecê-Lo e aprender a obedecê-Lo na caminhada. As demais coisas vão ser acrescentadas, inclusive o descanso.
Com certeza gastamos muito tempo correndo atrás do que comer e do que vestir. Gastamos mais tempo de qualidade buscando essas coisas do que buscando entender Deus e aprender a obedecê-Lo.
O que Ele diz, é algo que Ele já tentava ensinar para os israelitas no deserto. “Até quando vocês se recusarão a obedecer meus mandamentos e às minhas instruções?”, era, e é o que Deus está dizendo. Porque, como os israelitas, há um caminho pra trilharmos, há um lugar pra chegarmos, há algo pra aprender no caminho. E é nisso que devemos focar. As coisas periféricas devem continuar sendo periféricas. Como diria Brennan Manning: “A genialidade da religião está em tornar secundárias aquilo que é primário e primárias as coisas secundárias”. Se você é como eu, que busca escapar de todo tipo de religiosidade, de ensinamento comum e “enquadrado” sobre a vida com Deus, pode também ser como eu no caso de acabar se prendendo a esse estilo de vida em vários momentos.
Deus tem maná e codornizes pra alimentar seu povo diariamente, a porção exata. Deus tem inclusive o descanso pra dar, sem que tenhamos que preocupar com qualquer tipo de trabalho ou situação que envolva pensar em nos manter, alimentar, vestir, comprar, possuir, etc. Ele também dá na medida certa, segundo nossas necessidades.
No êxodo do Egito não havia roupas novas, mas havia a melhor roupa do mundo: aquela que crescia junto com eles e não se desgastava jamais, permanecendo sempre como nova! Se o povo, no deserto, recolhesse comida a mais para seu dia, ela estragava, dava bicho, cheirava mal.
É exatamente o que Deus quer falar hoje: recolher demais, além das necessidades, para um futuro, é não confiar que ele cuida de nós sempre, inclusive do nosso futuro.
“Basta a cada dia o seu mal”.
Se está diante de nós, com facilidade de acesso, algo além daquilo que é necessidade, antes de tudo devemos perguntar a Deus pra quê, ou pra quem é aquilo. Porque não precisamos de sobras nem reservas, precisamos do essencial! O que sobra deve estar faltando pra alguém. E se continuar comigo vai estragar, criar bixo, cheirar mal! Você deve saber bem do que Deus está falando.
Esse Deus comunitário pode estar colocando em suas mãos algo além do que necessita, pra que olhe comunitariamente e entregue pra quem está necessitado e não conseguiu enxergar as codornizes e o maná pra ir recolhê-lo. Talvez essa entrega voluntária faça com que a comunidade consiga perceber o maná ao seu redor. E assim, o Reino de Deus e a sua justiça são instalados na comunidade “ e as demais coisas... são acrescentadas”.
Lindo isso! Perceber o cuidado de Deus conosco, se preocupar em percebê-Lo e obedecê-Lo no caminho, entendendo as necessidades, repartindo e dando exemplo pra comunidade, fazendo que a comunidade perceba quem Ele é e como Ele cuida de todos, implantando o Reino de Deus, realizando Sua justiça, vendo as demais coisas sendo acrescentadas enquanto vivemos todos em direção ao alvo, ao prêmio da soberana vocação em Cristo Jesus! Essa é a lição de hoje!
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Nossa fragilidade aqui... (Espanha)
By : KaduÉ engraçado ver como ficamos quando confrontados com uma nova realidade em nossas vidas. Realidade que te envolve por completo, não te deixando escapar.
Por exemplo, ser envolvido por uma nova cultura, nova língua, novos rostos, novas pessoas, novas comidas, novas paisagens, novos horários, etc...
Parece que toda sua experiência e qualquer ponta de orgulho ou superioridade se esvai como um punhado de água por entre os dedos. Ficamos desnudados e precisamos correr de algo que foge ao nosso controle pra nos agarrar em algo que nos faça sentir seguros novamente. Aí percebemos que nossas seguranças todas estavam ligadas a coisas tão sólidas quanto uma gelatina.
É assim que me sinto aqui, de primeira. Estou correndo, agora, pra me colocar aos pés de Deus, pra segurar nas mãos da verdadeira segurança, que é, ao mesmo tempo, externa a mim dentro de mim.
Estou olhando pra mim mesmo e vendo minha fragilidade, que nem o tempo, a maturidade, as experiências, os estudos, etc..., não puderam tornar-me independente ou mais forte que tudo ao meu redor..., sou tão fraco como uma criança aqui..., e isso me traz humildade pra correr atrás do Paizão e reviver muitas coisas, repensar tantas outras e me agarrar verdadeiramente àquilo que me traz segurança.
Essa tem sido a primeira impressão daquilo que Deus tem nos falado aqui. E a primeira palavra é que Ele nos guiará e nos aconselhará no caminho que devemos andar, que está no Salmo 32.
Vamos seguindo..., e deixando vocês saberem de nossas novidades!!
Abraços e orem por nós!!
Por exemplo, ser envolvido por uma nova cultura, nova língua, novos rostos, novas pessoas, novas comidas, novas paisagens, novos horários, etc...
Parece que toda sua experiência e qualquer ponta de orgulho ou superioridade se esvai como um punhado de água por entre os dedos. Ficamos desnudados e precisamos correr de algo que foge ao nosso controle pra nos agarrar em algo que nos faça sentir seguros novamente. Aí percebemos que nossas seguranças todas estavam ligadas a coisas tão sólidas quanto uma gelatina.
É assim que me sinto aqui, de primeira. Estou correndo, agora, pra me colocar aos pés de Deus, pra segurar nas mãos da verdadeira segurança, que é, ao mesmo tempo, externa a mim dentro de mim.
Estou olhando pra mim mesmo e vendo minha fragilidade, que nem o tempo, a maturidade, as experiências, os estudos, etc..., não puderam tornar-me independente ou mais forte que tudo ao meu redor..., sou tão fraco como uma criança aqui..., e isso me traz humildade pra correr atrás do Paizão e reviver muitas coisas, repensar tantas outras e me agarrar verdadeiramente àquilo que me traz segurança.
Essa tem sido a primeira impressão daquilo que Deus tem nos falado aqui. E a primeira palavra é que Ele nos guiará e nos aconselhará no caminho que devemos andar, que está no Salmo 32.
Vamos seguindo..., e deixando vocês saberem de nossas novidades!!
Abraços e orem por nós!!
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Click (mais um processo!!)
By : KaduMuita coisa boa dá pra tirar dessa história.
Tem um momento que acho que é especial. O (ou a) personagem vivida pelo Adam vai conversar com o tal Morty (aquele que arruma o controle remoto universal pra ele!) sobre passar direto alguns "capítulos" de sua vida, pra não ter que passar pelo processo longo da espera e do trabalho cansativo pra conseguir o tal cliente que vai lhe proporcionar ser sócio da empresa que ele trabalha. Ele pergunta ainda o que Morty acha e a resposta dele é que ele é quem tinha o controle nas suas mãos..., agora ele é quem decide!!
Ele já havia usado o controle remoto e tinha visto os "benefícios" de passar direto por alguns momentos que ele julgava serem ruins ou chatos. Sempre com seu próprio senso de julgamento, é claro! Aí ele vê que vai demorar mais do que ele imaginava sua promoção à sócio da empresa..., pronto!!! Tá aí a oportunidade de usar o controle remoto de novo, talvez no momento mais especial e marcante de sua vida (de novo, segundo seu próprio julgamento!). Afinal, são só alguns meses e, como ele mesmo diz, ele vai perder somente algumas irritaçõezinhas da esposa, etc...
Interessante que ele já havia ficado assustado ao perceber que passando direto por alguns "capítulos" de sua vida o faziam perder alguns momentos que eram realmente importantes, principalmente para o desenvolvimento de suas relações familiares. Mas, o que importa mais??? Quem vence sempre na nossa batalha pela justiça??
Mais uma vez olho pra mim mesmo e me procuro nesse meio. Onde é que busco ansiosamente por esse controle remoto universal da minha vida??? Onde é que quero ter o controle de decidir por quais processos passar e quais tenho que pular, ao alcance de um clique!? Porque tenho essa ância de não passar por determinados processos demorados ou chatos, que são determinados pelo meu próprio senso de julgamento?
Creio que a resposta possa ser falta de confiança em quem eu (disse) que entreguei o controle da minha vida! Por não confiar nEle não consigo esperar..., por não esperar pulo capítulos essenciais da minha vida, estando, como Adam, somente de corpo presente, mas não de alma..., no piloto automático, como diz Morty.
Quando pulo capítulos passo direto pelos relacionamentos, sem dar devida importância à eles, me relacionando no piloto automático..., não há profundidade em nenhuma atitude, em nenhuma palavra. Não aproveito os momentos..., não extraio o máximo de cada momento..., não aprendo com as dificuldades..., não aprendo nada!!!! Perco os momentos graciosos da vida..., os simples e marcantes!! Não percebo os olhares e gestos de carinho das pessoas ao meu redor me dando força na caminhada..., nem mesmo da minha esposa, parte mais importante de mim!!! Esqueço que sou um com ela..., faço dela apenas mais uma comigo!!
Deus..., é complicado..., mas não quero pular capítulos por causa do meu senso de justiça!! Quero acordar todas as manhãs e entregar minha vida e caminhar diariamente pra você!! Quero aprender a confiar mais na sua justiça e em suas vontades em mim!! Quero aprender a viver o hoje, todo dia..., o amanhã trará os seus cuidados!! Não quero colocar minha vida no piloto automático quando julgar não ser importante tal momento!! Quero aprender a olhar mais para os relacionamentos ao meu redor..., às pessoas que vão contribuindo pra essa caminhada..., e que também precisam de mim de corpo, e alma, e coração...
Enfim..., quero passar pelo processo!!!!
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...mais sobre o meu hoje...
By : KaduHoje pela manhã tivemos culto aqui na base e ouvi nosso camarada falando sobre Exodo 13, quando Deus mostra um caminho mais longo, pelo deserto, pra que o povo saia do Egito.
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
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Sobre o Novo (meu quebra-cabeças sendo montado)
By : KaduEsse dias tem um quebra-cabeça meio que sendo montado na minha cabeça..., várias coisas que tenho lido, ouvido, orado, pensado tem se encaixado..., algumas com certa dificuldade. Talvez ainda falte peças, talvez eu esteja querendo encaixar peças que não servem ainda, precisando de outras pra dar certo..., o que sei é que esse texto da Hellen é mais uma peça do quebra-cabeça..., escuro, como no último post. Lê aí e comenta!!
by Hellen Braga – Setembro de 2009
Eu não sei você, mas minha relação com tudo o que se chama Novo não é muito fácil. A assimilação desse vocábulo que envolve tudo que é processo que desencadeia as propriedades de uma novidade envolve sofreres para mim, muitas vezes sonorizados e por outras silenciados. Mas, tudo bem, vejamos o que podemos construir de ponte para eu não começar de fato a acreditar que eu sou a única que lido com o NOVO assim. Certamente existem aqueles para quem eu tiro o chapéu (“tá vendo, até minha expressão que denota reconhecimento irrigado por admiração é antiga”) que se preparam para o Novo, vivem esperando por ele, vivem em função dele, a atualmente construir o Novo se tornou uma atividade altamente rentável. Eita gente boa, de peito aberto, de mente aberta, que sente o cheiro do Novo mesmo quando ele está se insinuando de longe apenas, ou mesmo quando ele nem se insinua essa gente traz o Novo "na marra" à existência. Eu confesso minha fraqueza, sei lidar melhor com o que já conheço. Na verdade, nem sei se é isso de fato que justifica minha complicada relação com o Novo, mas enfim, como a gente às vezes precisa ter algum tipo de explicação ... risos, elaborei a minha.
Mas esse negócio de Novo tem me intrigado, me tomado horas do meu sono. Por vezes fico olhando meu marido dormir e penso: “Por que não posso dormir tranquilamente como ele, e pensar nessas coisas no horário comercial?” E desde que ouvi um amigo que afirma “odiar pregar” falar sobre Josué capítulo 3, eu tornei o trecho dos versos 1 ao 6 material de meditação e de perturbação paralelamente e nem sempre nesta ordem. Lembrei do William Wilberforce, ele tem me ajudado em momentos de angústia, não sou a única, quando arguido por seu mordomo se havia encontrado Deus, e o mano William afirma que Deus o havia encontrado e que seu mordomo não fazia idéia do quanto isso era desconfortável. É, estou exatamente desse jeito ... DESCONFORTÁVEL, minha real expectativa é que não esteja nessa condição sem ter sido achada por Deus como o William porque senão estarei realmente em apuros.
O Josué, ou quem resolveu contribuir registrar um pouco da saga desse guerreiro hebreu, permitiu que a história dele e a etapa que estava para começar com o povo de Israel se associasse ao Novo. Ele não iria "pegar carona" no know-how de Moisés, precisou construir seus próprios caminhos para chegar na cara da terra prometida. Ele até conhecia a trajetória mais curta para entrar em Canaã, mas com esse negócio de Novo o que “já nos era conhecido” vai literalmente para o espaço, ou como diria uma expressão antiga: “Vai pra cucuia!!!” Tô rindo aqui enquanto escrevo e pensando, “caraca, como tem coisa antiga dentro de mim, nem as expressões tem encontrado substituição”, na verdade tento casar o meu antigo com o Novo o tempo inteiro. Mas Deus não deu essa moleza para Josué não. O povo já íntimo da Nuvem e da Coluna de Fogo e o próprio Josué tiveram que rasgar seus mapas, quem os lideraria diretamente a partir daquele momento de introdução na tão sonhada terra prometida seria a Arca da Aliança. Se Deus queria promover um movimento de popularização da Arca, de fato Ele conseguiu. Engraçado, podemos tomar nossas experiências como nossa referência de orientação para o futuro, mas é a presença de Deus que nos lidera para frente e para o futuro, as experiências ajudam no processo mas não determinam se vamos de fato chegar nesse futuro. Josué e o povo por quem ele se tornara responsável estavam vivendo um período de transição, e acho que já perdi as contas das vezes que ouvi ou li sobre estarmos vivendo em tempos de transição, chego a pensar que na verdade esse lance de estabilidade é uma parada assim tipo “o santo gral”, um lance muito procurado mas não achado, mas enfim, só estava tentando esticar um pouco mais meus neurônios mas pela hora seria exigir demais que fossem mais longe, então me permita continuar na minha linha de raciocínio e simplesmente te afirmar que a História sempre está em transição, até porque nosso descanso não é aqui, então com isso estabilidade ficará para outra etapa da vida da maioria de nós (eu espero)– a eternidade, de preferência com Deus. Diante do Novo ou nos pautamos em nossas experiências ou seguimos a Arca, não tem jeito. E para piorar a minha situação nessa questão de lidar com o “tal do Novo” a orientação recebida é que o povo, na verdade todo mundo, mantivesse uma determinada distância da Arca porque precisavam conhecer o caminho em que haveriam de ir. E o autor para esmagar de vez toda minha tentativa de construir alguma segurança, resolveu dar uma valorizada no texto afirmando que por tal caminho eles NUNCA haviam passado antes. “Fala sério! Além de entrar numa terra que eles só tinham a promessa, ainda teriam que submeter-se a mais aventuras no tal do caminho Novo”. Será que Deus consideraria o meu parecer de que caminhos já conhecidos são mais seguros? Tudo bem, já sei o que você respondeu, não fico ofendida não.
Interessante, desde a minha adolescência quando li Josué pela 1ª vez essa "paradinha" de manter distância da Arca me chamou atenção, ficou como uma “pulga atrás da orelha” (olha aí mais uma pérola), uma PD (Passagem Difícil) como chamamos na Escola de Estudos Bíblicos, ou pessoalmente PDPM (Passagem Difícil Pra Mim). Distância nunca teve conotação boa, né? Deus queria guiar o povo, mas ao mesmo tempo queria distância do povo, que “parada sinistra”(xiii saiu, e eu nem sei se o local é adequado para o uso). Desculpe, mas levei anos para capturar uma lição aqui, certamente você já havia “manjado” que por trás dessa distância estabelecida a mensagem que estava sendo acionada não era INACESSIBILIDADE. Deus não proporia o Novo e daria uma de Inacessível, “tipo” se virem porque agora estou ocupado, descubram por si mesmos o Novo caminho, esse tipo de ação não regula com o caráter Dele. É galera, levei anos para só agora entender que a distância comunicava exatamente o ACESSO a todos. Todos mesmo de longe poderiam ver a Arca da Aliança e serem guiados por ela ao Novo caminho pelo qual nunca haviam passado antes. Todos teriam visibilidade e não apenas um grupo privilegiado. VISIBILIDADE, gostei desse termo que expressa a forma como o Deus do Novo caminha comigo. O caminho Novo que Ele me propoe não é só meu ou de um grupo, é de todos, todos tem a oportunidade da visibilidade. O Deus que me guia, guia você. Gosto dessa atitude integradora do Pai.
É, a Arca propõe caminhos inéditos, de fato inusitados, por vezes assustadores pra mim. Normalmente esses caminhos não possuem precedentes para nos garantirmos neles. Tenho sonhado com coisas, momentos e oportunidades que nunca havia ambicionado antes. Isso dá um “frio na barriga” (ah não é possível que tenham aposentado essa expressão que decodifica tão bem a minha reação quando tenho que lidar com o que eu não planejei ter no meu roteiro). O Novo que não tem precedentes não fornece modelos paralelos a fim de serem ativados (só de pensar nisso fico apavorada, você não porque certamente você é uma pessoa resolvida, eu tenho meus enguiços). De fato, naquilo que chamamos Novo o único precedente que temos é o elemento que nos guiou até ele – a Arca, ou para os íntimos, a presença de Deus. Me veio à mente a confusão que aconteceu no mundo quando os navegantes que lideravam as grandes embarcações em alto mar eram guiados pelas “estrelas no céu”, sempre para o Norte, e uns tais de chineses ... risos, inventaram a bússola, mas quem acabou ficando com os louros foram os europeus ... questão antiga essa, mais antiga do que meu enguiço com o Novo. A bússola era um trequinho com 2 agulhas magnéticas, na verdade o nome bússola significa “pequena caixa”, e é exatamente isso o que ela é. Uma caixinha (claro que atualmente é mais sofisticada do que quando foi inventada, mas de qualquer forma continua cumprindo efetivamente sua vocação – indicar direção). Uma das agulhas de metal orientada por magnetismo sempre indica o Norte e a outra agulha também orientada por magnetismo indica a posição real. Não parece não, mas esse “negocinho” deu o que falar. Você acredita que homens treinados e experientes em ler a imensidão dos céus e guiar suas embarcações pela posição das estrelas iriam engolir facilmente que “naquela caixinha” estava a orientação correta que os fariam chegar a seus destinos? É sempre tem os otimistas que aguardam com ansiedade por uma novidade. Não penso que a bússola tenha sido introduzida no mundo das navegações sem nenhum tipo de resistência. Mas aquela caixinha pequena deu início a um Novo tempo no mundo. A humanidade deve à bússola todo o processo de expansionismo marítimo e comercial. Caraca!!!! Houve tempos que Deus guiou homens pelo mar através das estrelas, depois Ele permitiu que um pequeno instrumento os liderasse aos seus destinos – a bússola. Será que Deus tá querendo me liderar através da bússola e eu ainda estou agarrada à leitura das estrelas? Me deixar guiar pelas novas bússolas significa não olhar mais para as estrelas? É como diz a galera “tô bolada aí!”. Embarcações gigantescas sendo guiadas por uma caixinha. Um futuro sem precedentes sendo liderado por uma Presença. Preciso dar outros rumos ao meu entendimento sobre o Novo, ficar olhando para as estrelas nesse momento em que as bússolas já existem e estão disponíveis pode complicar consideravelmente minha rota. Tenho medo, mas o Novo tem uma essência, e a essência do Novo definitivamente não é a novidade por si só. O novo tem origem, tem nascedouro. O caminho Novo pelo qual o povo de Israel nunca havia passado antes tinha gênese – a Presença. O Novo divorciado da Presença é só mais um modelo vazio, “tipo” o sucesso meteórico de uma banda de rock que ninguém viu, ou ouviu mas afirmam ter feito um sucesso danado. Mas o Novo associado com a Presença tem significado, tem uma construção a executar, normalmente tem peso de benefício para a humanidade, tem peso de eternidade para muitos. Tem tempo de duração estipulado, depois se transforma em antigo porque já cumpriu o seu papel, já satisfez ao seu chamado. Mas o Novo quando associado à Presença é legítimo, não é mera cópia, ou informaticamente falando, não é um “download qualquer”de tempos passados, é único. Pode mudar as expressões, as cores, os formatos, mas a essência – Não, essa não. Talvez a melhor maneira que eu tenha no momento para representar o que tenho aprendido sobre o Novo gerado pela Presença e liderado por ela, é que quando olho para a História dos camaradas que rasgaram seus mapas para serem liderados pela Arca, ou para os que já “sacaram”, pela própria presença do Deus que tece a História de forma interativa com os homens, é que o Novo de Deus é legítimo, é igual as “sandálias havaianas”, elas já existem em torno de 40 anos, seu diferencial era ser um calçado feito de borracha, inicialmente circulou no mercado com as cores básicas e a tradicional branquinha. Ao longo dos anos as havaianas já ganharam inúmeras roupagens, virou objeto de grife, caro, deixou de calçar apenas os pés dos pobres e ganhou os pés das celebridades, mas ainda é dito sobre elas: A concorrência bem que tentou, mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que “não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”.
O caminho Novo que parece que Deus está me propondo é legítimo, pode ganhar cores e formatos diferentes em estações específicas de minha existência, mas continua tendo Gênese Nele, apenas Nele, somente Nele. Certamente isso tem me feito começar a tratar o Novo de forma menos animista e mais relacional. Mas devo confessar, ainda tenho medo.
Um desabafo da madruga por Hellen Braga (hellen_guia@yahoo.com.br)
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Caminhando no escuro...
By : KaduTem um camarada aqui na base que diz que Deus é escuro. Calma, não é racismo ou coisa parecida não!! É que ele diz que andar com Deus é andar no escuro..., dar um passo em “falso”.
Há muito o que se aprender com isso ainda. Tenho tido algumas várias experiências nesses últimos dias e não dá pra reclamar porque sei que faz parte das minhas orações: conhecer a Deus. Conhecer o “escuro”!!
Hoje Rai falou mais um pouco aqui no culto da base (Rai é missionária de Jocum também há 16 anos, trabalhando no Rio de Janeiro com diversos projetos). A fala dela de hoje foi sobre o viver abstrato e não concreto com Deus. A pergunta dela: há como você provar seu relacionamento com Deus pra alguém?? Não!! E isso é tudo o que temos na maioria das vezes.
Em Abraão vemos esse relacionamento abstrato, com o “escuro”. Quem iria acreditar, naquele tempo, que um Deus o visitou, na presença de dois anjos que comeram com ele, e ainda prometeu que depois de velho ele teria um filho, e, “pior”, que esse filho seria o início de uma nação exclusiva de Deus. Aiaiaiai!!! Como assim rapaz??? Cê ta loco Abrão??? Fica na sua aí maluco!!
O que Abrão tinha pra provar para os outros que o perguntariam?? Nada concreto!! Fé!!! Certeza do que se espera!! Abstrato!!!
Hoje temos tudo documentado e vivido já. A experiência já se passou e sabemos o final dessa história, mas quase nunca paramos pra pensar na dimensão disso pra época. Imagina só eu chegar hoje numa igreja cheia de expectativa sobre minhas experiências com Deus e começar a pregar com essa fala: - Gente, hoje tenho que lhes falar sobre algo de muito importante que tenho vivido e que aconteceu de maneira super especial. Um ser sobrenatural me visitou! E ele me revelou coisas novas!! Sabe o Deus que nós conhecemos e cultuamos?? Ele me disse que esse bondoso Deus é parte dele..., mas ele é maior que todos..., e trouxe novidades!! Disse que eu teria um filho!! Gente, o que vocês não sabem, mas tenho aqui os exames pra provar, é que sou estéril..., e é irreversível!! Mas ele me disse que me daria um filho..., e ainda mais, esse meu filho ia começar uma nova família, que seria maior e mais poderosa que todas as outras, mostrando seu esplendor!!!
Vocês, no mínimo iriam levantar e ir embora, correto??? Imagina só Abrão falando isso(mais ou menos isso né?) na época?? Praticamente criando um novo conceito de fé, num “novo” Deus, que queria um povo só pra ele, e que ali estaria o esplendor dele..., e isso viria de um casal de mais de 90 anos de idade, tendo filho. Acho que já escrevi isso né??
Então, pensando lá em Abrão de novo, devemos pensar na questão das suas necessidades também. Ele demonstrava que não era um cara com as mesmas necessidades que eu hoje. Nem mesmo em relação à promessa de Deus. Se fosse assim imagina só a ansiedade e as loucuras que ele faria e seria relatado na bíblia!? Mas ele não..., colocava suas necessidades unicamente no relacionamento com Deus. Foi a própria Sarai que lhe ofereceu um filho da escrava..., não foi ele que correu atrás de um filho. Ou seja, nem de um filho ele não tinha necessidade. Mesmo sabendo da promessa que faria dele um grande povo ele não correu atrás de cumprir essa promessa de qualquer maneira ou morreu de ansiedade pela demora no cumprimento da promessa. Antes, colocava sua necessidade no relacionamento com Deus, somente. Quando as coisas começavam a apertar, Deus aparecia a ele e lhe trazia forças pra caminhar mais um pouco. E ele sustentava a promessa de Deus pra ele através de seu relacionamento com Deus. E de novo a pergunta: que prova ele tem de tudo isso?? Abstrato!!!! Escuro!!! Fé!!!!
Trago isso pra minha vida..., cheio de ansiedades que sou, devido à minha visão de necessidades e de promessas que ainda não se cumpriram.
Primeiro, tenho que corrigir minha visão de necessidades. Minhas cobranças e ansiedades diminuirão bastante e poderei acalmar minha alma diante dEle. Assim, só vai me restar meu relacionamento com Ele. E ainda assim tudo continua abstrato, a não ser meu relacionamento com Ele, que é concreto. Só não consigo provar nada pra ninguém sobre esse concreto relacionamento. Mas sei que tenho.
Depois tenho que repensar minha fé. Minha confiança. Talvez minha visão de necessidades seja deficiente porque minha fé não está colocada na pessoa certa. O mesmo do post anterior: meu “deus-umbigo” ainda reina!!
Paizão, qual sua visão de necessidades pra mim?? Me ajuda a me relacionar contigo da maneira certa, visando a necessidade certa. Que a fé e a confiança que eu tiver seja na pessoa certa. E, se eu cair, como sei que vou, que eu ainda caminhe com você, nesse mesmo relacionamento sincero e confiante, com graça, perdão e arrependimento.
E que andar no abstrato não seja o incorreto na minha maneira de pensar. Que eu ame caminhar em VOCÊ..., caminhar no escuro, confiante na amizade com você!!!
Há muito o que se aprender com isso ainda. Tenho tido algumas várias experiências nesses últimos dias e não dá pra reclamar porque sei que faz parte das minhas orações: conhecer a Deus. Conhecer o “escuro”!!
Hoje Rai falou mais um pouco aqui no culto da base (Rai é missionária de Jocum também há 16 anos, trabalhando no Rio de Janeiro com diversos projetos). A fala dela de hoje foi sobre o viver abstrato e não concreto com Deus. A pergunta dela: há como você provar seu relacionamento com Deus pra alguém?? Não!! E isso é tudo o que temos na maioria das vezes.
Em Abraão vemos esse relacionamento abstrato, com o “escuro”. Quem iria acreditar, naquele tempo, que um Deus o visitou, na presença de dois anjos que comeram com ele, e ainda prometeu que depois de velho ele teria um filho, e, “pior”, que esse filho seria o início de uma nação exclusiva de Deus. Aiaiaiai!!! Como assim rapaz??? Cê ta loco Abrão??? Fica na sua aí maluco!!
O que Abrão tinha pra provar para os outros que o perguntariam?? Nada concreto!! Fé!!! Certeza do que se espera!! Abstrato!!!
Hoje temos tudo documentado e vivido já. A experiência já se passou e sabemos o final dessa história, mas quase nunca paramos pra pensar na dimensão disso pra época. Imagina só eu chegar hoje numa igreja cheia de expectativa sobre minhas experiências com Deus e começar a pregar com essa fala: - Gente, hoje tenho que lhes falar sobre algo de muito importante que tenho vivido e que aconteceu de maneira super especial. Um ser sobrenatural me visitou! E ele me revelou coisas novas!! Sabe o Deus que nós conhecemos e cultuamos?? Ele me disse que esse bondoso Deus é parte dele..., mas ele é maior que todos..., e trouxe novidades!! Disse que eu teria um filho!! Gente, o que vocês não sabem, mas tenho aqui os exames pra provar, é que sou estéril..., e é irreversível!! Mas ele me disse que me daria um filho..., e ainda mais, esse meu filho ia começar uma nova família, que seria maior e mais poderosa que todas as outras, mostrando seu esplendor!!!
Vocês, no mínimo iriam levantar e ir embora, correto??? Imagina só Abrão falando isso(mais ou menos isso né?) na época?? Praticamente criando um novo conceito de fé, num “novo” Deus, que queria um povo só pra ele, e que ali estaria o esplendor dele..., e isso viria de um casal de mais de 90 anos de idade, tendo filho. Acho que já escrevi isso né??
Então, pensando lá em Abrão de novo, devemos pensar na questão das suas necessidades também. Ele demonstrava que não era um cara com as mesmas necessidades que eu hoje. Nem mesmo em relação à promessa de Deus. Se fosse assim imagina só a ansiedade e as loucuras que ele faria e seria relatado na bíblia!? Mas ele não..., colocava suas necessidades unicamente no relacionamento com Deus. Foi a própria Sarai que lhe ofereceu um filho da escrava..., não foi ele que correu atrás de um filho. Ou seja, nem de um filho ele não tinha necessidade. Mesmo sabendo da promessa que faria dele um grande povo ele não correu atrás de cumprir essa promessa de qualquer maneira ou morreu de ansiedade pela demora no cumprimento da promessa. Antes, colocava sua necessidade no relacionamento com Deus, somente. Quando as coisas começavam a apertar, Deus aparecia a ele e lhe trazia forças pra caminhar mais um pouco. E ele sustentava a promessa de Deus pra ele através de seu relacionamento com Deus. E de novo a pergunta: que prova ele tem de tudo isso?? Abstrato!!!! Escuro!!! Fé!!!!
Trago isso pra minha vida..., cheio de ansiedades que sou, devido à minha visão de necessidades e de promessas que ainda não se cumpriram.
Primeiro, tenho que corrigir minha visão de necessidades. Minhas cobranças e ansiedades diminuirão bastante e poderei acalmar minha alma diante dEle. Assim, só vai me restar meu relacionamento com Ele. E ainda assim tudo continua abstrato, a não ser meu relacionamento com Ele, que é concreto. Só não consigo provar nada pra ninguém sobre esse concreto relacionamento. Mas sei que tenho.
Depois tenho que repensar minha fé. Minha confiança. Talvez minha visão de necessidades seja deficiente porque minha fé não está colocada na pessoa certa. O mesmo do post anterior: meu “deus-umbigo” ainda reina!!
Paizão, qual sua visão de necessidades pra mim?? Me ajuda a me relacionar contigo da maneira certa, visando a necessidade certa. Que a fé e a confiança que eu tiver seja na pessoa certa. E, se eu cair, como sei que vou, que eu ainda caminhe com você, nesse mesmo relacionamento sincero e confiante, com graça, perdão e arrependimento.
E que andar no abstrato não seja o incorreto na minha maneira de pensar. Que eu ame caminhar em VOCÊ..., caminhar no escuro, confiante na amizade com você!!!
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"Frustrações" e "Êxitos" - Rm. 8:28
By : KaduNa vida temos muitos momentos de “frustração”. Nesses momentos repensamos, “pulamos fora” de onde estamos, mudamos o rumo, ou simplesmente ferimos a nós mesmos, os outros e a Deus. Também temos muitos momentos de “êxito” e isso parece ser o que nos impulsiona pra continuar caminhando, indo em frente na direção que já estávamos, afinal, “em time que está ganhando não se mexe”. Também, inevitavelmente ferimos alguém nesse “êxito”.
Até aí, tudo normal. O problema é que mesmo nestes dois momentos o centro de tudo, o ponto de partida e a chegada, têm a ver estritamente conosco. A vida hoje é super corrida. O tempo passa depressa. O amanhã já foi, o agora já passou também. E na nossa visão estamos sempre perdendo tempo.
O que não sabemos é que esse conceito, esse julgamento é só nosso. Muitas vezes nos apoiamos em conceitos e julgamentos doutrinários, teologicamente corretos, afinal existem doutrinas e teologias pra todos os gostos e aplicamos em nós aquela que julgamos ser melhor pra nós. Novamente: NÓS julgamos! Ainda que esses conceitos e julgamentos estejam biblicamente alicerçados, o julgamento final é sempre nosso.
E assim seguimos em frente. De “frustração” em “frustração”, de “êxito” em “êxito”. Chega um momento que cansamos!! Desanimamos! Aí sim, nos sentimos realmente frustrados!! Aí a minha conotação de frustração perde as aspas, porque essa sim é real..., não está baseada em suposições ou julgamentos que EU criei.
Com certeza, esse é o ponto onde há também o verdadeiro êxito, aqui também já sem aspas. O êxito de Deus sobre nós.
Só que nesse real momento de frustração e êxito não dá pra simplesmente ir levando. É tempo de parar..., de, como no livro, ir pra Cabana trocar uma idéia com Papai, Sarayu e Jesus Cristo. Aí vamos descobrir que o nosso maior problema somos nós mesmos. Nossa (falsa)segurança em antecipar o futuro, fazer os julgamentos do que é bom ou mal no presente e viver o possível pra não haver “frustração” e sim “êxito”. Inclusive como se isso fosse o ponto final de nossas pobres vidas.
Olha pra sua vida..., vê aí se não é exatamente isso que você também faz!! Levando em consideração somente o que você mesmo julga ser correto. Criando toda a sua história, seu próprio futuro, através do antecipar das situações, sejam elas de risco ou comuns, e ir se preparando, com todas as suas “seguras” ferramentas pra chegar ao seu “seguro” ponto final.
A minha pergunta é: onde está Deus?? O bom Deus? O que julga corretamente todas as coisas? O que faz com que todas as coisas, TODAS, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus? Que sabe todos os processos que devemos passar no presente pra chegarmos no futuro que Ele sabe que é melhor pra nós? O que tem o tempo a seu favor? Em quem temos confiado?
Sabe, eu e a Lily temos nos deparado com essa situação nesses dias. São dias que rapidamente declaramos como os mais inúteis de nossas vidas porque estávamos olhando para o “muito” que não estávamos fazendo e poderíamos fazer. Porque se tivéssemos o controle dessas situações nesse momento, saberíamos como agir e já tínhamos planejado onde chegar com tudo isso. Mas a pergunta quando paramos na real frustração(sem aspas) era: onde está o bom Deus?
Porque se estamos agindo assim, só podemos ver o mal Deus. Afinal, não é possível que Ele tenha desejado isso pra minha vida..., que isso esteja realmente acontecendo!!! Isso não está exatamente me fazendo bem!
Esse mesmo tempo que julgamos ser inútil é o tempo que o julgamento de Deus diz ser o mais útil. Mas preferimos ficar com nosso julgamento. E aí nossas escolhas têm realmente definido nosso destino. E nessa caminhada (sem sentido) rumo ao nosso destino, vamos ver, no final, que não valeu à pena..., mais frustração. Cíclico, não?
Temos aprendido a colocar todas essas perguntas em discussão com os três grandes camaradas, amigão que é um..., seja lá o nome que você, sua doutrina, sua teologia ou sua religião quiser dar pra eles.
E nessa discussão temos visto as duas enormes palavras: simplicidade e dificuldade. Tão simples: entregar pra Ele. Tão difícil: entregar pra Ele.
Nessa “corrida teológica pós-moderna” (se é que esse termo é correto de se usar!) vemos muitas, enormes e velozes mudanças na maneira de se pensar pra se explicar o mais simples: entregar pra Ele.
É lógico que isso é recheado de significados práticos, mas nada muda o fato de ser simples..., e difícil!
O que, na prática, eu e a Lily temos tentado fazer? Confiar nEle em todas as situações, não usando mais o nosso senso de julgamento sobre o que é bom ou mal..., afinal, a dor, a dificuldade, o sofrimento, as situações inesperadas de falta de grana, de não conseguir fazer aquilo que realmente desejamos, de ter pessoas da sua própria família sofrendo “injustiças”, doenças, morte, etc..., podem até soar como mal pra nós, mas o julgamento de Deus pode ser que isso é exatamente o bom, o melhor de Deus!! E temos preferido o julgamento de Deus..., ou pelo menos tentado viver assim!
Nossas escolhas vão passar a ser baseada no senso de justiça de Deus, não nosso, da nossa teologia, das “doutrinas” dos tele-evangelistas (que em sua maioria odiamos!!), ou no momento que estamos passando.
Assim, “frustração” vai passar a ser frustração real..., ou talvez ela mesma (a frustração com aspas), o êxito real. E o “êxito” passará a ser êxito real..., ou ainda ele mesmo (o êxito com aspas), a frustração real. E tudo isso vai estar dentro do processo que temos vivido com Deus, e todas as coisas, TODAS, vão realmente cooperar para o nosso bem!!!
Se tudo isso não tem a ver com o amor dos três camaradas, o Grande Amigo, por nós, não sei dizer mais nada...
Até aí, tudo normal. O problema é que mesmo nestes dois momentos o centro de tudo, o ponto de partida e a chegada, têm a ver estritamente conosco. A vida hoje é super corrida. O tempo passa depressa. O amanhã já foi, o agora já passou também. E na nossa visão estamos sempre perdendo tempo.
O que não sabemos é que esse conceito, esse julgamento é só nosso. Muitas vezes nos apoiamos em conceitos e julgamentos doutrinários, teologicamente corretos, afinal existem doutrinas e teologias pra todos os gostos e aplicamos em nós aquela que julgamos ser melhor pra nós. Novamente: NÓS julgamos! Ainda que esses conceitos e julgamentos estejam biblicamente alicerçados, o julgamento final é sempre nosso.
E assim seguimos em frente. De “frustração” em “frustração”, de “êxito” em “êxito”. Chega um momento que cansamos!! Desanimamos! Aí sim, nos sentimos realmente frustrados!! Aí a minha conotação de frustração perde as aspas, porque essa sim é real..., não está baseada em suposições ou julgamentos que EU criei.
Com certeza, esse é o ponto onde há também o verdadeiro êxito, aqui também já sem aspas. O êxito de Deus sobre nós.
Só que nesse real momento de frustração e êxito não dá pra simplesmente ir levando. É tempo de parar..., de, como no livro, ir pra Cabana trocar uma idéia com Papai, Sarayu e Jesus Cristo. Aí vamos descobrir que o nosso maior problema somos nós mesmos. Nossa (falsa)segurança em antecipar o futuro, fazer os julgamentos do que é bom ou mal no presente e viver o possível pra não haver “frustração” e sim “êxito”. Inclusive como se isso fosse o ponto final de nossas pobres vidas.
Olha pra sua vida..., vê aí se não é exatamente isso que você também faz!! Levando em consideração somente o que você mesmo julga ser correto. Criando toda a sua história, seu próprio futuro, através do antecipar das situações, sejam elas de risco ou comuns, e ir se preparando, com todas as suas “seguras” ferramentas pra chegar ao seu “seguro” ponto final.
A minha pergunta é: onde está Deus?? O bom Deus? O que julga corretamente todas as coisas? O que faz com que todas as coisas, TODAS, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus? Que sabe todos os processos que devemos passar no presente pra chegarmos no futuro que Ele sabe que é melhor pra nós? O que tem o tempo a seu favor? Em quem temos confiado?
Sabe, eu e a Lily temos nos deparado com essa situação nesses dias. São dias que rapidamente declaramos como os mais inúteis de nossas vidas porque estávamos olhando para o “muito” que não estávamos fazendo e poderíamos fazer. Porque se tivéssemos o controle dessas situações nesse momento, saberíamos como agir e já tínhamos planejado onde chegar com tudo isso. Mas a pergunta quando paramos na real frustração(sem aspas) era: onde está o bom Deus?
Porque se estamos agindo assim, só podemos ver o mal Deus. Afinal, não é possível que Ele tenha desejado isso pra minha vida..., que isso esteja realmente acontecendo!!! Isso não está exatamente me fazendo bem!
Esse mesmo tempo que julgamos ser inútil é o tempo que o julgamento de Deus diz ser o mais útil. Mas preferimos ficar com nosso julgamento. E aí nossas escolhas têm realmente definido nosso destino. E nessa caminhada (sem sentido) rumo ao nosso destino, vamos ver, no final, que não valeu à pena..., mais frustração. Cíclico, não?
Temos aprendido a colocar todas essas perguntas em discussão com os três grandes camaradas, amigão que é um..., seja lá o nome que você, sua doutrina, sua teologia ou sua religião quiser dar pra eles.
E nessa discussão temos visto as duas enormes palavras: simplicidade e dificuldade. Tão simples: entregar pra Ele. Tão difícil: entregar pra Ele.
Nessa “corrida teológica pós-moderna” (se é que esse termo é correto de se usar!) vemos muitas, enormes e velozes mudanças na maneira de se pensar pra se explicar o mais simples: entregar pra Ele.
É lógico que isso é recheado de significados práticos, mas nada muda o fato de ser simples..., e difícil!
O que, na prática, eu e a Lily temos tentado fazer? Confiar nEle em todas as situações, não usando mais o nosso senso de julgamento sobre o que é bom ou mal..., afinal, a dor, a dificuldade, o sofrimento, as situações inesperadas de falta de grana, de não conseguir fazer aquilo que realmente desejamos, de ter pessoas da sua própria família sofrendo “injustiças”, doenças, morte, etc..., podem até soar como mal pra nós, mas o julgamento de Deus pode ser que isso é exatamente o bom, o melhor de Deus!! E temos preferido o julgamento de Deus..., ou pelo menos tentado viver assim!
Nossas escolhas vão passar a ser baseada no senso de justiça de Deus, não nosso, da nossa teologia, das “doutrinas” dos tele-evangelistas (que em sua maioria odiamos!!), ou no momento que estamos passando.
Assim, “frustração” vai passar a ser frustração real..., ou talvez ela mesma (a frustração com aspas), o êxito real. E o “êxito” passará a ser êxito real..., ou ainda ele mesmo (o êxito com aspas), a frustração real. E tudo isso vai estar dentro do processo que temos vivido com Deus, e todas as coisas, TODAS, vão realmente cooperar para o nosso bem!!!
Se tudo isso não tem a ver com o amor dos três camaradas, o Grande Amigo, por nós, não sei dizer mais nada...