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Razão versus (ou junto com) Emoção
By : Kadu
Estive pensando nos sentimentos, emoções. Nos nossos, nos que vemos em outros..., naqueles provocados, nos que provocamos!
Como diria Roberto Carlos: são tantas emoções!!
No péssimo evangelho que tem sido pregado por aí também são tantas emoções!!
Tenho percebido que sem emoções já não se faz um culto. Sem os sentimentos aflorados já não há mais pregações, músicas, orações, relacionamentos, curas..., tudo é feito com a receita dos sentimentos e emoções expostos com muito choro, riso, grunhido, chu, chê, chi, caras de piedade ou contorcidas, etc...
E a razão?? Aquela do tal culto racional?? Aafff..., tá longe hein!! Afinal, a letra mata! Pelo menos é o que dizem por aí.
O importante é o espírito mover ou o mover do espírito, seja lá o que isso queira dizer!!
Por exemplo, quando vemos algo como o que aconteceu no Haiti algum tempo atrás o que fazemos? Sentimos. Dó, pena, nojo, medo, angústia, tristeza, pavor..., tudo vira emoção: choro, ansiedade, revira o estômago!!
Aí, daqui a pouco a mídia inventa outra notícia grande que, como uma âncora, puxa todo nossos sentimentos e emoções pra outro lado. Logo esquecemos o pobre e coitado Haiti.
Enquanto sentimos, fazemos um esforço pra, ao menos, orar um pouquinho sobre eles. Afinal, minha oração é puro sentimento, choro, falo umas línguas estranhas (estranhas até pra Deus!), derramos lágrimas com gritos, unção do riso vem, etc e tal...
Algo além??? Nada!!
O sentimentalismo que toma conta dos evangélicos gospel não traduz o que é o verdadeiro evangelho. As emoções não transformam realidades!! Na verdade elas são só um alerta de que algo de diferente está acontecendo. Veja bem, não sou contra os sentimentos e as emoções, nem mesmo contra expressá-los, porém temos que saber qual é o seu lugar. Aquele famoso "equilíbrio" de que muitos falam.
Os sentimentos e emoções tem que provocar uma reação. Eles não podem ser a reação em si. Eles só nos param, não nos colocam em movimento. Mas não sabemos disso, afinal, o importante é sentir o mover!
Sentiu aí?? Ui..., arrepiou!! Hehehehehehe...
O Haiti continua lá, desolado, destruído, faminto, sedento, triste, caído e precisando do principal: AMOR! Expressões prática do amor e não o sentimento do amor! Sentir todo mundo sente..., mas os sentimentos de amor não reconstruíram nem tem ajudado a reconstruir Angola depois de anos de guerra civil! Tampouco estão ajudando a reconstruir e reformular a vida social e espiritual dos que sofreram com os tsunamis, 11 de setembro, guerra no Iraque, etc...
O problema é que não gostamos de usar a cabeça, a razão. E assim, não transformamos realidades! A realidade dos Haiti's da vida continuam a mesma. A realidade do cenário de missões pouco muda! A realidade nas nossas igrejas, pior, tem mudado pra mal!
Mas nós sentimos muito por isso! Ficamos tristes. Choramos e oramos no mover do espírito! Algo mais? Não!
Que possamos voltar a razão, essa é minha oração. Que saibamos colocar os sentimentos e as emoções no devido lugar delas, mas que a reação à elas seja a prática de algo que possa transformar tais situações. Que nós mesmo possamos nos transformar, não pelos sentimentos, mas pela renovação da nossa mente..., creio que assim poderemos transformar realidades e dizer que somos, de fato, cristãos comprometidos com o evangelho!
Que possamos sentir menos, nos emocionar menos, não porque isso faz mal, mas porque já o fizemos demais. E que possamos sair do estado de letargia causado pelas emoções para um estado de mover prático e altruísta, impactando sociedades através do AMOR de Deus, promovendo seu Reino por onde pudermos passar. Que mudemos a cara dos Haitis, Angolas, favelas brasileiras, igrejas-instituições, comunidades carentes, políticas nacionais, sistemas de saúde, através da atuação prática, gerada, talvez pelos sentimentos que um dia afloraram, mas que agora deram lugar às atitudes!
Esse sim, é o verdadeiro evangelho! E é por isso que desejo viver e lutar pra que outros também possam enxergar e passar a viver! Vem comigo?
Série: Reflexões Teológicas: Meio Ambiente, parte 3
By : KaduAgora, com tudo o que já escrevi e postei aqui, assista a esse vídeo e dê uma olhada na postura de uma criança canadense, que discursou na conferência da ONU aqui no Rio de Janeiro, em junho de 1992, conferência que ficou conhecida com ECO 92, ou Conferência das Nacões Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD). Essa garota praticamente calou todo o auditório presente com seu discurso extremamente coerente.
Abaixo, texto extraído do Wikipédia sobre a conferência:
A Conferência do Rio consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade de os países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável. Naquele momento, a posição dos países em desenvolvimento tornou-se mais bem estruturada e o ambiente político internacional favoreceu a aceitação pelos países desenvolvidos de princípios como o das responsabilidades comuns, mas diferenciadas. A mudança de percepção com relação à complexidade do tema deu-se de forma muito clara nas negociações diplomáticas, apesar de seu impacto ter sido menor do ponto de vista da opinião pública.
A ECO-92 frutificou a elaboração dos seguintes documentos oficiais:
Obs: vale a pena o debate sobre esse tema, mesmo datando do distante ano de 1992. A pergunta que fica: o que e quanto mudou de lá pra cá? Que diferença isso faz na sua vida em particular???
Abaixo, texto extraído do Wikipédia sobre a conferência:
A Conferência do Rio consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade de os países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável. Naquele momento, a posição dos países em desenvolvimento tornou-se mais bem estruturada e o ambiente político internacional favoreceu a aceitação pelos países desenvolvidos de princípios como o das responsabilidades comuns, mas diferenciadas. A mudança de percepção com relação à complexidade do tema deu-se de forma muito clara nas negociações diplomáticas, apesar de seu impacto ter sido menor do ponto de vista da opinião pública.
A ECO-92 frutificou a elaboração dos seguintes documentos oficiais:
- A Carta da Terra;
- três convenções
- uma declaração de princípios sobre florestas;
- a Declaração do Rio sobre Ambiente e Desenvolvimento; e
- a Agenda 21 (base para que cada país elabore seu plano de preservação do meio ambiente).
Obs: vale a pena o debate sobre esse tema, mesmo datando do distante ano de 1992. A pergunta que fica: o que e quanto mudou de lá pra cá? Que diferença isso faz na sua vida em particular???
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Série: Reflexões Teológicas - Meio Ambiente, parte 1
By : KaduA cada dia que passo penso mais nessas questões de vocação e relação com o meio ambiente, na crise que vivemos em relação à natureza.
Creio que, principalmente pela proximidade das eleições, e por ter uma candidata com uma certa evidência no tratar dessas questões, também são muitos os brasileiros que estão pensando e debatendo sobre tudo isso. Soma-se a esse momento o que ocorre no mundo todo, com tanta tragédia natural como terremotos, furacões, secas extremas de um lado, enchentes e inundações de outro, tsunamis, aquecimento global, etc...
Costumo pensar que estes momentos de crise são, na verdade, momentos de grande oportunidade para propagação do Reino de Deus e da boa nova, que envolve também questões ambientais; o evangelho integral, para o homem todo, para todos os homens.
Infelizmente, ainda estamos apenas no campo dos debates, que também são poucos, e os debates tem girado em torno do mesmo tema: consumismo. O próprio consumismo sem princípios trouxe toda essa crise. Ao invés de se discutir o domínio responsável, ou, melhor definindo, a mordomia do mundo e de toda sua fonte de riquezas naturais, continua-se discutindo apenas o que diz respeito ao consumismo. Estuda-se novas formas de continuar consumindo muito, num domínio sem princípios, com um pouco menos de impacto ambiental. Mas não porque queremos ser mordomos, administradores daquilo que temos como nosso, e sim pra que as fontes de consumo não cessem, trazendo crises econômicas, etc...
Mas como tratar desses temas de maneira a não tratar apenas no quesito superficial do consumismo? Apenas o cristianismo, através do entendimento integral e bíblico daquilo que realmente é o mundo, a natureza, o meio ambiente e o quem é o ser humano em suas relações com esse mesmo mundo, natureza e meio ambiente, podem proporcionar um debate na direção certa, de se encontrar motivos verdadeiros pra crise ecológica que vivemos.
Temos respostas para as questões de quem nós somos e pra quê nós somos, o que é a natureza e pra quê ela foi criada. E essas respostas estão fundamentadas nos princípios que envolvem o ser criado a imagem e semelhança de Deus, a Imago Dei. Discutir esse termo tanto vai trazer resposta sobre o uso responsável, a dominação consciente, a mordomia altruísta do mundo criado ao nosso redor, como também respostas para nosso ser e nossa função no projeto de Deus em relação ao mundo e às pessoas que vivem nele.
Numa sociedade individualista, que diz que o ser humano vale o que possui, que entende a natureza como serva/escrava daquilo que a sociedade dita como correto, e que nunca se satisfaz, crendo que cada vez mais tem que possuir e/ou consumir, pelo simples fato de possuir/consumir, imagine o impacto de se descobrir: que somos criados por um Deus que nos fez, por graça, do nada, que preparou um ambiente perfeito pra vivermos, onde cada um de nós teria responsabilidades e deveres, além dos favores que dali viriam e seriam plenamente suficientes, que teríamos pessoas a nossa volta para não vivermos sós, de maneira individualista, mas em sociedade, sempre respeitando e obedecendo, em constante gratidão, ao Criador e doador disso tudo.
Não há nenhuma filosofia, religião, conceito, ciência que possa trazer tamanho impacto. Não há força maior do que o relacionamento com Deus, que ecoa no relacionamento com o próximo, com a natureza criada e consigo mesmo, percebendo e compreendendo quem somos, pra quê somos, o que fazer, etc...
Penso que também precisamos compreender mais sobre a queda e o que ocasionou o rompimento desse relacionamento integral com Deus. Saber que o que vivemos em relação à natureza é fruto desse rompimento, que hoje nos faz olhar para o mundo como nosso servo, fonte inesgotável daquilo que desejamos, fonte de consumo. Saber que nosso relacionamento impessoal, cada vez mais egoísta e afastado de outros seres humanos, num utilitarismo insaciável, também reflete na maneira como olhamos a natureza, até mesmo as terras que são posse dos outros, de outros países, comunidades e culturas. Saber que a crise de identidade pela qual o mundo atual passa, não sabendo se são hetero, homo, ou qualquer coisa que envolva o “amor livre”, vivendo a crise de trabalhar pra ganhar dinheiro e consumir ou trabalhar onde se pode “viver” mais, tendo mais prazer, fazendo diferença, distinguir família e seu papel nela, etc., tudo isso está relacionado ao rompimento com Deus, que impede de nos enxergarmos como realmente somos, mas faz com que sempre queiramos (desde Adão e Eva que queriam ser como Deus e não quem Deus os fez pra ser!) ser outro alguém, um ídolo criado em nosso coração, e assim nunca vivamos plenamente o que fomos criados pra viver, causando conseqüências na crise ambiental; saber que todas essas coisas influenciam diretamente no caos que o mundo vive e na falta de respostas plausíveis, não pra “tapar o sol com a peneira”, mas pra resolver de maneira permanente e integral problemas como a questão da crise ambiental e ecológica.
Após o debate consciente devemos tomar ciência das atitudes que devem proceder daí. E juntarmos forças pra agir de maneira responsável, ainda que a grande maioria não pense assim, e buscar, senão resolver, mas ao menos mostrar ao mundo que é possível viver de outra maneira, minimizando os danos causados ao nosso planeta.
Creio que possam ser reforçadas as organizações que trabalham de maneira missionária nessa área, além da criação de muitas outras, que possam trabalhar de maneira intencional e específica nessa questão. O movimento missionário, embora trabalhe com pioneirismo em muitas frentes, pode ser maior nessa questão ambiental.
Filosofia da práxis e práxis cristã
By : KaduDecidi repostar esse antigo porque vi que ficou bom e tem gente ainda comentando sobre ele..., e também porque tem muito sentido com o seminário que vamos dar agora no feriado prolongado de 2 de novembro em Limeira-SP. Se você quiser participar do seminário, entre em contato conosco!
Tenho estudado bastante para os últimos trabalhos e provas da faculdade e um dos temas me chama bastante atenção, no módulo de formação cidadã: filosofia da práxis.
Dentro de muitas coisas estranhas ao cristianismo que vemos nos círculos de filósofos, esse tema da filosofia me chama bastante atenção.
Falando de cidadania, direitos que todos cidadãos devem ter, vemos que sujeitos atentos às transformações sociais, cientes dos processos históricos, em condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que compõe a sociedade e dispostos a trabalhar de maneira plena, podem ajudar muito no processo da formação de cidadania.
A filosofia da práxis ajuda muito nesse processo. O "rapaz" que dedica um bom tempo falando dessa tal filosofia e que estudamos de maneira particular na faculdade é Gramsci.
Resumindo bastante, ele diz que os oprimidos precisam tomar consciência, e em seguida se libertar das forças que os oprimem. Pra isso se faz necessário um processo constante de reflexão, crítica e ação. Todos juntos, de maneira simultânea.
Primeiro porque não podemos simplesmente tomar ações práticas, na inércia do movimento corrente, pois assim estaríamos agindo segundo as ideologias dominantes. Nem mesmo se eximir de qualquer tipo de teoria, já que, pra ele, ação e conhecimento são inseparáveis.
A teoria também não podia ser separada do processo ativo, já que é necessário estar com a "mão na massa", no meio da sociedade, pra não pensar em coisas que não são concretas, ou não fazem parte da realidade, fugindo de qualquer suposição, mas sim pensar aquilo que se conhece.
Um teólogo chamado Casiano Floristán, também defende essa idéia da práxis. Ele a coloca no cenário cristão como propulsora para a expansão da cidadania e dos direitos dos cidadãos.
Diz ele que a legitimidade da práxis se dá na medida em que valoriza o povo e possibilita a elevação da consciência crítica e trasnformadora, fazendo o caminho que separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva.
E o que isso tem a ver comigo ou com você???
Pelo que conheço, cristianismo, segundo Jesus, não igreja x ou y, vai de encontro com questões como partilha, igualdade, fraternidade, amor, justiça, etc..., certo? Se você não pensa assim talvez não precise mais ler a partir daqui, abraço!!
Como eu tenho me envolvido com questões de cidadania, desenvolvimento comunitário, justiça social (ainda muito pouco, confesso!), tenho buscado maior entendimento. E creio que a práxis deve ser algo a ser realmente pensado e incorporado na maneira de viver o cristianismo.
Cristãos, totalmente comprometidos com Jesus, pensando de maneira crítica o andar da sociedade, se envolvendo com a comunidade que está inserido e buscando influenciar o povo a pensar criticamente e não só isso, mas agindo conforme aquilo que se tem criticado, em prol da melhora da condição de vida das pessoas ao redor, trazendo justiça e direitos, desenvolvendo cidadania e trazendo dignidade pra população..., enfim: cristianismo prático e teórico andando juntos..., isso, com absoluta certeza, devemos perseguir.
Ainda não sabe o que tem a ver com você? Quem sabe o termo "missões" te faça refletir!? Ainda não?
E o que é isso de filosofia da práxis senão Missão Integral?!!?? O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Já ouviu essa frase?? Já ouviu falar de pacto de Lausanne?? Provavelmente a liderança da sua denominação estava lá assinando esse pacto...
Creio que precisamos mesmo de mais conhecimento e aliar aquilo que já temos com a prática. Lembrando do amor sacrificial de Cristo em prol do "homem todo" próximo. Em algum momento já li que Cristo veio reconciliar consigo mesmo todas as coisas..., talvez em Colossenses capítulo primeiro..., lê lá!
Ah, como quero fazer um esforço na direção do entendimento das coisas que rolam ao meu redor, vivendo próximo à realidade, agindo com o auxílio do Espírito de Deus, em prol da transformação radical da sociedade ao meu redor..., ah sim quero!!!
E você, quer também?
Tenho estudado bastante para os últimos trabalhos e provas da faculdade e um dos temas me chama bastante atenção, no módulo de formação cidadã: filosofia da práxis.
Dentro de muitas coisas estranhas ao cristianismo que vemos nos círculos de filósofos, esse tema da filosofia me chama bastante atenção.
Falando de cidadania, direitos que todos cidadãos devem ter, vemos que sujeitos atentos às transformações sociais, cientes dos processos históricos, em condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que compõe a sociedade e dispostos a trabalhar de maneira plena, podem ajudar muito no processo da formação de cidadania.
A filosofia da práxis ajuda muito nesse processo. O "rapaz" que dedica um bom tempo falando dessa tal filosofia e que estudamos de maneira particular na faculdade é Gramsci.
Resumindo bastante, ele diz que os oprimidos precisam tomar consciência, e em seguida se libertar das forças que os oprimem. Pra isso se faz necessário um processo constante de reflexão, crítica e ação. Todos juntos, de maneira simultânea.
Primeiro porque não podemos simplesmente tomar ações práticas, na inércia do movimento corrente, pois assim estaríamos agindo segundo as ideologias dominantes. Nem mesmo se eximir de qualquer tipo de teoria, já que, pra ele, ação e conhecimento são inseparáveis.
A teoria também não podia ser separada do processo ativo, já que é necessário estar com a "mão na massa", no meio da sociedade, pra não pensar em coisas que não são concretas, ou não fazem parte da realidade, fugindo de qualquer suposição, mas sim pensar aquilo que se conhece.
Um teólogo chamado Casiano Floristán, também defende essa idéia da práxis. Ele a coloca no cenário cristão como propulsora para a expansão da cidadania e dos direitos dos cidadãos.
Diz ele que a legitimidade da práxis se dá na medida em que valoriza o povo e possibilita a elevação da consciência crítica e trasnformadora, fazendo o caminho que separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva.
E o que isso tem a ver comigo ou com você???
Pelo que conheço, cristianismo, segundo Jesus, não igreja x ou y, vai de encontro com questões como partilha, igualdade, fraternidade, amor, justiça, etc..., certo? Se você não pensa assim talvez não precise mais ler a partir daqui, abraço!!
Como eu tenho me envolvido com questões de cidadania, desenvolvimento comunitário, justiça social (ainda muito pouco, confesso!), tenho buscado maior entendimento. E creio que a práxis deve ser algo a ser realmente pensado e incorporado na maneira de viver o cristianismo.
Cristãos, totalmente comprometidos com Jesus, pensando de maneira crítica o andar da sociedade, se envolvendo com a comunidade que está inserido e buscando influenciar o povo a pensar criticamente e não só isso, mas agindo conforme aquilo que se tem criticado, em prol da melhora da condição de vida das pessoas ao redor, trazendo justiça e direitos, desenvolvendo cidadania e trazendo dignidade pra população..., enfim: cristianismo prático e teórico andando juntos..., isso, com absoluta certeza, devemos perseguir.
Ainda não sabe o que tem a ver com você? Quem sabe o termo "missões" te faça refletir!? Ainda não?
E o que é isso de filosofia da práxis senão Missão Integral?!!?? O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Já ouviu essa frase?? Já ouviu falar de pacto de Lausanne?? Provavelmente a liderança da sua denominação estava lá assinando esse pacto...
Creio que precisamos mesmo de mais conhecimento e aliar aquilo que já temos com a prática. Lembrando do amor sacrificial de Cristo em prol do "homem todo" próximo. Em algum momento já li que Cristo veio reconciliar consigo mesmo todas as coisas..., talvez em Colossenses capítulo primeiro..., lê lá!

E você, quer também?
Reflexão: Legalismo X Liberdade, quem está com a razão?
By : KaduEste é um exercício que fiz na faculdade de teologia que estou cursando, baseado na espiritualidade de Paulo, utilizando também a letra da música de João Alexandre, "Tudo é Vaidade" como apoio..., o resultado é o que está abaixo, depois da letra da música:
Vaidade no comprimento da saia, no cumprimento da lei
Vaidade exigindo prosperidade por ser o filho do Rei
Vaidade se achando a igreja da história
Vaidade Pentecostal
Vivendo e correndo atrás do vendo, tudo é vaidade
Vaidade juntando a fé e a vergonha
Chamando todos de irmãos
Vaidade de quem esconde a verdade
Por ter o povo nas mãos
Vaidade buscando Deus em si mesmo
Querendo fugir da cruz
Não crendo e sofrendo, perdendo tempo
Tudo é vaidade
Falsos chamados apostulados do lado oposto da fé
Dinheiro, saúde, felicidade aquele que tem contra aquele que é
Rádios, Tvs, auditórios lotados ouvindo o evangelho da marcha-a-ré
A morte se esconde atrás dos templos
Tudo é vaidade.
Extremos nunca foram a melhor opção em situação alguma. O extremo do conservadorismo, que faz as pessoas tomarem atitudes na extrema certeza e controle daquilo que estão fazendo, inclusive dos resultados, extremamente calculados, tem sido negado com o outro extremo, onde se faz o que quer, na hora que der vontade, sem cálculo algum de riscos, sem controle algum de qualquer coisa.
Não vejo verdade nem em um nemem outro. Acredito no equilíbrio. E creio que o cristianismo defendido por Paulo também é equilibrado em todas as suas formas de atuação. Sua espiritualidade prezava pelo conhecimento, pelos estudos, tanto que ele mesmo tinha muito conhecimento. Mas suas espiritualidade prezava, de igual modo, pela vida prática, onde muitas vezes o que é considerado sabedoria pra esse mundo deve ser considerado loucura, senão fica impossível viver aquilo em que ele cria ser o cristianismo verdadeiro.
Hoje também existem esses extremos, onde, por exemplo, o controle exercido por certos líderes faz com que pessoas se estribem pela extrema liberdade ou pelo extremo legalismo.
Talvez há de ser descrever melhor isso tudo, já que mesmo o que vemos de liberdade muitas vezes é mais uma das formas encobertas de um legalismo controlador: a lei é ser "livre"..., "como EU dito ser a tal liberdade", pensam alguns. Assim, tanto a liberdade é legalismo, quanto o legalismo é "liberdade".
Um dos grandes propósitos de se discutir tanto isso nas igrejas, infelizmente, tem sido o poder que o controle exercido sobre as pessoas traz. E em nossas instituições temos definido liberdade e legalismo em duas vertentes: liberdade é algo bom, que Deus fez, e que EU sei o que é pra MINHA instituição, que DEVE viver dessa maneira que EU digo ser a liberdade; legalismo é algo ruim e que as OUTRAS instituições pregam e ordenam para quem não vem à MINHA instituição, nem é MINHA ovelha, sendo que também posso ver legalismo nas atitudes daqueles que são contrários a MIM e a MINHA instituições e práticas.
Como diz a música "tudo é vaidade". E parece que é uma corrida mesmo..., todos estão lutando pra chegar em primeiro ao lugar da vaidade. Não percebem, porém, que estão correndo atrás do vento..., nunca vão chegar a lugar algum!
Vejo Paulo defendendo um cristianismo e uma espiritualidade livre. Já que em sua mente com certeza não havia essa confusão de termos.
Ele explica bem a liberdade, colocando porém o limite do amor ao próximo e do glorificar a Deus (cf. 1Co 10:23-33 e 1Co 13). Não há definição melhor pra liberdade que esses trechos de 1 Coríntios e Gálatas 5:13,14: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo com a ti mesmo".
Outra definição muito boa de liberdade, raramente é comentada devido ao que já escrevi sobre o pensamento religioso de hoje sobre liberdade, seria o que está descrito em Romanos (dentre outros trechos), no capítulo 6, que é a liberdade da carne, do pecado..., daquilo que nos leva à ter inclinações distantes da vontade e dos desígnios de Deus...,em Cristo Jesus somos livres dessa escravidão do pecado e da carne.
Lá em gálatas também entra uma ótima definição de onde está o equilíbrio da lei: no amor ao próximo como a si mesmo..., aí não há legalismo.
Porque, se fomos libertos por Cristo para a liberdade, para sermos justificados por meio da fé nEle, não devemos mais nos submeter à escravidão da Lei, "...visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei..." (Rm 3:20a). Em relação à lei e ao legalismo "...concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm 3:28).
Estamos agora debaixo da "lei do Espírito da Vida,em Cristo Jesus , [que] te livrou da lei do pecado e da morte" (Rm 8:2).
Como libertos em Cristo por esse Espírito da Vida, devemos saber que nossa busca deve ser pelas coisas do alto, não nas que são aqui da terra, não na vaidade que tende a dominar nossos corações. Tudo porque, como diz em Colossenses, nossa vida agora está oculta com Cristo em Deus.
O grande problema da pergunta "Legalismo X Liberdade, quem está com a razão?" é o fato de que nem sabemos exatamente definir legalismo ou liberdade. Não sabemos, tampouco, e generalizando, entender o que é ser livre em Cristo, e o que é se limitar, seguir ordenanças e mandamentos, por amor ao próximo e à Deus, com o desejo de glorificá-lo em todas as circunstâncias.
Em nossa sub-cultura gospel brasileira, que predomina nas instituições religiosas evangélicas, todos estão certos em suas definições de legalismo e liberdade. Não deixam, portanto, muita margem pra que se possa ser trabalhado esses termos, a não ser que a definição correta seja previamente estabelecida, pra início de qualquer discussão. Seria necessário também o equilíbrio e a humildade, deixando de lado toda e qualquer forma de vaidade, pra entender, discutir ou transformar qualquer forma de dominação exercida pelo legalismo e pela "liberdade".
Portanto, creio que a razão está no equilíbrio que advém do entendimento da definição correta dos termos "legalismo" e "liberdade", principalmente "liberdade", sempre centrados em Deus e na sua palavra, não ferindo seus preceitos.
Não vejo verdade nem em um nem
Hoje também existem esses extremos, onde, por exemplo, o controle exercido por certos líderes faz com que pessoas se estribem pela extrema liberdade ou pelo extremo legalismo.
Talvez há de ser descrever melhor isso tudo, já que mesmo o que vemos de liberdade muitas vezes é mais uma das formas encobertas de um legalismo controlador: a lei é ser "livre"..., "como EU dito ser a tal liberdade", pensam alguns. Assim, tanto a liberdade é legalismo, quanto o legalismo é "liberdade".
Um dos grandes propósitos de se discutir tanto isso nas igrejas, infelizmente, tem sido o poder que o controle exercido sobre as pessoas traz. E em nossas instituições temos definido liberdade e legalismo em duas vertentes: liberdade é algo bom, que Deus fez, e que EU sei o que é pra MINHA instituição, que DEVE viver dessa maneira que EU digo ser a liberdade; legalismo é algo ruim e que as OUTRAS instituições pregam e ordenam para quem não vem à MINHA instituição, nem é MINHA ovelha, sendo que também posso ver legalismo nas atitudes daqueles que são contrários a MIM e a MINHA instituições e práticas.
Como diz a música "tudo é vaidade". E parece que é uma corrida mesmo..., todos estão lutando pra chegar em primeiro ao lugar da vaidade. Não percebem, porém, que estão correndo atrás do vento..., nunca vão chegar a lugar algum!
Vejo Paulo defendendo um cristianismo e uma espiritualidade livre. Já que em sua mente com certeza não havia essa confusão de termos.
Ele explica bem a liberdade, colocando porém o limite do amor ao próximo e do glorificar a Deus (cf. 1Co 10:23-33 e 1Co 13). Não há definição melhor pra liberdade que esses trechos de 1 Coríntios e Gálatas 5:13,14: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo com a ti mesmo".
Outra definição muito boa de liberdade, raramente é comentada devido ao que já escrevi sobre o pensamento religioso de hoje sobre liberdade, seria o que está descrito em Romanos (dentre outros trechos), no capítulo 6, que é a liberdade da carne, do pecado..., daquilo que nos leva à ter inclinações distantes da vontade e dos desígnios de Deus...,
Lá em gálatas também entra uma ótima definição de onde está o equilíbrio da lei: no amor ao próximo como a si mesmo..., aí não há legalismo.
Porque, se fomos libertos por Cristo para a liberdade, para sermos justificados por meio da fé nEle, não devemos mais nos submeter à escravidão da Lei, "...visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei..." (Rm 3:20a). Em relação à lei e ao legalismo "...concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm 3:28).
Estamos agora debaixo da "lei do Espírito da Vida,
Como libertos em Cristo por esse Espírito da Vida, devemos saber que nossa busca deve ser pelas coisas do alto, não nas que são aqui da terra, não na vaidade que tende a dominar nossos corações. Tudo porque, como diz em Colossenses, nossa vida agora está oculta com Cristo em Deus.
O grande problema da pergunta "Legalismo X Liberdade, quem está com a razão?" é o fato de que nem sabemos exatamente definir legalismo ou liberdade. Não sabemos, tampouco, e generalizando, entender o que é ser livre em Cristo, e o que é se limitar, seguir ordenanças e mandamentos, por amor ao próximo e à Deus, com o desejo de glorificá-lo em todas as circunstâncias.
Em nossa sub-cultura gospel brasileira, que predomina nas instituições religiosas evangélicas, todos estão certos em suas definições de legalismo e liberdade. Não deixam, portanto, muita margem pra que se possa ser trabalhado esses termos, a não ser que a definição correta seja previamente estabelecida, pra início de qualquer discussão. Seria necessário também o equilíbrio e a humildade, deixando de lado toda e qualquer forma de vaidade, pra entender, discutir ou transformar qualquer forma de dominação exercida pelo legalismo e pela "liberdade".
Portanto, creio que a razão está no equilíbrio que advém do entendimento da definição correta dos termos "legalismo" e "liberdade", principalmente "liberdade", sempre centrados em Deus e na sua palavra, não ferindo seus preceitos.
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Meditando em Portugal...
By : Kadubaseado em Mateus 7:21-23
Se nem todo o que chama Jesus de Senhor entrará no Reino dos céus, mas somente quem fizer sua vontade, o que é a sua vontade?
Logo abaixo Jesus ainda fala que “naquele dia” muitos dirão pra Ele que fizeram várias coisas no nome dEle, e ainda assim Ele não as reconhecerá. Então, essas coisas não são a vontade dEle, certo? Porém, as coisas ali descritas tem total ligação com o que é adotado como cristianismo hoje como: profetizar no nome de Jesus, expulsar demônios em nome de Jesus, realizar muitos milagres em nome de Jesus.
Me trouxe alguma confusão pensar nisso.
Fazer a vontade de Jesus não tem nada a ver com religião ou religiosidade. Pra esses, Jesus diz que eles estão praticando o mal.
Fiquei pensando na questão das missões aqui na Europa. Lembrei que religião tem a ver com cuidado e atenção àqueles que são excluídos socialmente, incapazes e inválidos perante a sociedade, como os órfãos e as viúvas, nem contados nas estatísticas. Tem muito a ver com os pobres. Mas e a Europa?? Onde entra?
Porque muito do que vejo sendo feito aqui tem a ver com religião. E aqui não existem pobres dessa maneira. Muito provavelmente existem os muito excluídos e tal. Também pensei sobre a vida de um homem não consistir na quantidade de bens que ele possui, por isso já pensei melhor na questão da pobreza e dependência, já que é mais questão de mentalidade do que de possessão de bens.
E aí, como alcançar a Europa? Porque tanta dificuldade?
Como a grande maioria não é excluído, não é pobre, nos veríamos sendo igreja só de viúvas e órfãos (aqueles que desejassem ser igreja!) ou dos poucos excluídos socialmente e inválidos.
Percebi que meu pensamento é assim tão limitado porque continua condicionado à questão religiosa. Da igreja-institucional.
Não consegui imaginar que a vontade de Jesus é que façamos adeptos de nossas religiões. O que vejo é que Ele quer que cuidemos daqueles que necessitam de cuidados..., dos doentes, não dos sãos. E isso não está condicionado à aceitação ou não dele caminha comigo na minha igreja-instituição, nem mesmo se converter a Cristo. Estaria fazendo um mal tremendo sendo sectarista, partidário, exclusivista..., o Reino de Deus não é assim. Quantas coisas Jesus fez pra pessoas que nunca quiseram saber dEle..., e mesmo assim Ele o fez. Não tinha a ver com seguí-Lo, mas com fazer a vontade do Pai. Era disso que Ele se alimentava. Antes de tudo, Ele não queria discípulos, queria fazer a vontade do Pai.
O grande mal é sempre pensar em religião, em alcance como proselitismo. O interesse do Pai está mais em fazermos o bem a todos, em todos os momentos. Darmos frutos, e sermos conhecidos por esses frutos. Aí sim, entraremos no Reino dos céus, porque aí sim estaremos fazendo a vontade do Pai.
Equilíbrio
By : KaduCreio que equilíbrio é uma palavra bem importante pra vida do ser-humano em geral.
Falando em cristianismo então, a palavra ganha muita importância!
Isso porque vemos questões como espiritualidade, culto, músicas, louvor, dons espirituais, liderança e muitas outras, ganhando definições extremamente prejudiciais no nosso meio.
É tão prejudicial que pessoas se unem pra discutir o indiscutível, criando assim brigas intermináveis, e a falta de unidade se instala facilmente.
Fiquei pensando sobre isso e tenho chegado a conclusão que tem muito a ver com falta de conhecimento. E a bíblia já nos alerta sobre o perecer por falta de conhecimento há muito tempo.
Essa falta de conhecimento pode vir por diversos fatores: preguiça, instrução, manipulação, etc...
Não nos movemos em direção à verdade e ainda barramos outros nesse caminhar simplesmente porque não temos conhecimento.
Isso eu digo porque creio que o conhecimento leva a prática. Se conheço algo que pode transformar minha vida, devo criar um movimento prático com aquilo..., é plausível e natural que seja assim.
Agora, se busco conhecimento mas não tenho o desejo de colocá-lo em movimento, na prática, aí posso ser descrito como alguém de má-fé, com certeza!!
Conhecimento sem movimento?? Pra mim não dá!
Buscar estudos e conhecimento simplesmente pra tê-los, sem que eles possam ser usados na prática nem façam diferença alguma no meu viver atual só acabam por trazer mais morte pra minha vida e pras pessoas ao redor. Conhecimento demais incha!! O ego infla!! O orgulho aumenta e aí já viu neh? O próximo passo é a queda!!!
Agora, assim como quando me alimento, com o propósito de praticar um exercício fazendo bem a minha saúde, também funciona com o conhecimento: quando o adquiro devo me mover em prática pra que ele surta efeitos positivos na minha vida e na vida de outros ao meu redor!
Espiritualidade sadia não é aquela sem conhecimento!! Nem aquela em que o conhecimento existe mas não é posto em prática!! Aí deve haver o equilíbrio: conhecimento com a prática!
O que acontece é que nem desse fato algumas pessoas tem conhecimento: de que o conhecimento deve ser equilibrado com a prática do outro lado da balança. Isso porque são ensinados a dar valor supremo ao conhecimento em si. Talvez e muito provavelmente, são até manipulados pra que seja assim.

Quantas vezes fui manipulado e repliquei isso pra que as coisas caminhem assim?
Filosofia da práxis e práxis cristã
By : KaduDecidi repostar esse antigo porque vi que ficou bom e tem gente ainda comentando sobre ele..., e também porque tem muito sentido com o seminário que vamos dar agora no feriado prolongado de 2 de novembro em Limeira-SP. Se você quiser participar do seminário, entre em contato conosco!
Tenho estudado bastante para os últimos trabalhos e provas da faculdade e um dos temas me chama bastante atenção, no módulo de formação cidadã: filosofia da práxis.
Dentro de muitas coisas estranhas ao cristianismo que vemos nos círculos de filósofos, esse tema da filosofia me chama bastante atenção.
Falando de cidadania, direitos que todos cidadãos devem ter, vemos que sujeitos atentos às transformações sociais, cientes dos processos históricos, em condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que compõe a sociedade e dispostos a trabalhar de maneira plena, podem ajudar muito no processo da formação de cidadania.
A filosofia da práxis ajuda muito nesse processo. O "rapaz" que dedica um bom tempo falando dessa tal filosofia e que estudamos de maneira particular na faculdade é Gramsci.
Resumindo bastante, ele diz que os oprimidos precisam tomar consciência, e em seguida se libertar das forças que os oprimem. Pra isso se faz necessário um processo constante de reflexão, crítica e ação. Todos juntos, de maneira simultânea.
Primeiro porque não podemos simplesmente tomar ações práticas, na inércia do movimento corrente, pois assim estaríamos agindo segundo as ideologias dominantes. Nem mesmo se eximir de qualquer tipo de teoria, já que, pra ele, ação e conhecimento são inseparáveis.
A teoria também não podia ser separada do processo ativo, já que é necessário estar com a "mão na massa", no meio da sociedade, pra não pensar em coisas que não são concretas, ou não fazem parte da realidade, fugindo de qualquer suposição, mas sim pensar aquilo que se conhece.
Um teólogo chamado Casiano Floristán, também defende essa idéia da práxis. Ele a coloca no cenário cristão como propulsora para a expansão da cidadania e dos direitos dos cidadãos.
Diz ele que a legitimidade da práxis se dá na medida em que valoriza o povo e possibilita a elevação da consciência crítica e trasnformadora, fazendo o caminho que separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva.
E o que isso tem a ver comigo ou com você???
Pelo que conheço, cristianismo, segundo Jesus, não igreja x ou y, vai de encontro com questões como partilha, igualdade, fraternidade, amor, justiça, etc..., certo? Se você não pensa assim talvez não precise mais ler a partir daqui, abraço!!
Como eu tenho me envolvido com questões de cidadania, desenvolvimento comunitário, justiça social (ainda muito pouco, confesso!), tenho buscado maior entendimento. E creio que a práxis deve ser algo a ser realmente pensado e incorporado na maneira de viver o cristianismo.
Cristãos, totalmente comprometidos com Jesus, pensando de maneira crítica o andar da sociedade, se envolvendo com a comunidade que está inserido e buscando influenciar o povo a pensar criticamente e não só isso, mas agindo conforme aquilo que se tem criticado, em prol da melhora da condição de vida das pessoas ao redor, trazendo justiça e direitos, desenvolvendo cidadania e trazendo dignidade pra população..., enfim: cristianismo prático e teórico andando juntos..., isso, com absoluta certeza, devemos perseguir.
Ainda não sabe o que tem a ver com você? Quem sabe o termo "missões" te faça refletir!? Ainda não?
E o que é isso de filosofia da práxis senão Missão Integral?!!?? O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Já ouviu essa frase?? Já ouviu falar de pacto de Lausanne?? Provavelmente a liderança da sua denominação estava lá assinando esse pacto...
Creio que precisamos mesmo de mais conhecimento e aliar aquilo que já temos com a prática. Lembrando do amor sacrificial de Cristo em prol do "homem todo" próximo. Em algum momento já li que Cristo veio reconciliar consigo mesmo todas as coisas..., talvez em Colossenses capítulo primeiro..., lê lá!
Ah, como quero fazer um esforço na direção do entendimento das coisas que rolam ao meu redor, vivendo próximo à realidade, agindo com o auxílio do Espírito de Deus, em prol da transformação radical da sociedade ao meu redor..., ah sim quero!!!
E você, quer também?
Comenta aí, ok? CLIQUE AQUI PRA ISSO!
Tenho estudado bastante para os últimos trabalhos e provas da faculdade e um dos temas me chama bastante atenção, no módulo de formação cidadã: filosofia da práxis.
Dentro de muitas coisas estranhas ao cristianismo que vemos nos círculos de filósofos, esse tema da filosofia me chama bastante atenção.
Falando de cidadania, direitos que todos cidadãos devem ter, vemos que sujeitos atentos às transformações sociais, cientes dos processos históricos, em condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que compõe a sociedade e dispostos a trabalhar de maneira plena, podem ajudar muito no processo da formação de cidadania.
A filosofia da práxis ajuda muito nesse processo. O "rapaz" que dedica um bom tempo falando dessa tal filosofia e que estudamos de maneira particular na faculdade é Gramsci.
Resumindo bastante, ele diz que os oprimidos precisam tomar consciência, e em seguida se libertar das forças que os oprimem. Pra isso se faz necessário um processo constante de reflexão, crítica e ação. Todos juntos, de maneira simultânea.
Primeiro porque não podemos simplesmente tomar ações práticas, na inércia do movimento corrente, pois assim estaríamos agindo segundo as ideologias dominantes. Nem mesmo se eximir de qualquer tipo de teoria, já que, pra ele, ação e conhecimento são inseparáveis.
A teoria também não podia ser separada do processo ativo, já que é necessário estar com a "mão na massa", no meio da sociedade, pra não pensar em coisas que não são concretas, ou não fazem parte da realidade, fugindo de qualquer suposição, mas sim pensar aquilo que se conhece.
Um teólogo chamado Casiano Floristán, também defende essa idéia da práxis. Ele a coloca no cenário cristão como propulsora para a expansão da cidadania e dos direitos dos cidadãos.
Diz ele que a legitimidade da práxis se dá na medida em que valoriza o povo e possibilita a elevação da consciência crítica e trasnformadora, fazendo o caminho que separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva.
E o que isso tem a ver comigo ou com você???
Pelo que conheço, cristianismo, segundo Jesus, não igreja x ou y, vai de encontro com questões como partilha, igualdade, fraternidade, amor, justiça, etc..., certo? Se você não pensa assim talvez não precise mais ler a partir daqui, abraço!!
Como eu tenho me envolvido com questões de cidadania, desenvolvimento comunitário, justiça social (ainda muito pouco, confesso!), tenho buscado maior entendimento. E creio que a práxis deve ser algo a ser realmente pensado e incorporado na maneira de viver o cristianismo.
Cristãos, totalmente comprometidos com Jesus, pensando de maneira crítica o andar da sociedade, se envolvendo com a comunidade que está inserido e buscando influenciar o povo a pensar criticamente e não só isso, mas agindo conforme aquilo que se tem criticado, em prol da melhora da condição de vida das pessoas ao redor, trazendo justiça e direitos, desenvolvendo cidadania e trazendo dignidade pra população..., enfim: cristianismo prático e teórico andando juntos..., isso, com absoluta certeza, devemos perseguir.
Ainda não sabe o que tem a ver com você? Quem sabe o termo "missões" te faça refletir!? Ainda não?
E o que é isso de filosofia da práxis senão Missão Integral?!!?? O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Já ouviu essa frase?? Já ouviu falar de pacto de Lausanne?? Provavelmente a liderança da sua denominação estava lá assinando esse pacto...
Creio que precisamos mesmo de mais conhecimento e aliar aquilo que já temos com a prática. Lembrando do amor sacrificial de Cristo em prol do "homem todo" próximo. Em algum momento já li que Cristo veio reconciliar consigo mesmo todas as coisas..., talvez em Colossenses capítulo primeiro..., lê lá!

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