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Mude o mundo: Ouça a palavra profética de Deus para hoje
By : KaduTrecho extraído do livro "Desafiando os limites da fé", Irmão André, ed. Mundo Cristão, págs. 25 a 29 |
Se pretendemos mudar o mundo para Deus, precisamos começar a atentar nas palavras que ele nos transmite pelas Escrituras.
Muitas vezes lemos no Antigo Testamento que "a palavra do Senhor veio a" determinado profeta. A tarefa dos profetas era ouvir o que Deus dizia e então anunciá-lo, em palavras e atos, onde quer que Deus os mandasse ir. A maior parte dos profetas da Bíblia não eram homens especialmente treinados ou altamente instruídos, que recebiam um chamado no seu último ano de seminário. Eram na sua maioria gente simples - como eu e você -, que obedeciam a Deus no dia-a-dia. E no entanto, quando anunciavam a mensagem de Deus, eram capazes de erguer e derrubar reinos inteiros. Seu ministério exerceu assim grande impacto.
Ser profético hoje não implica ter audiência com líderes mundiais. Significa simplesmente cumprir a Grande Comissão de Jesus: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28:19). Fazemos isso em resposta ao chamado do Espírito Santo por meio das Escrituras. Traduzindo, somos proféticos quando satisfazemos três condições:
1. Conhecemos a Deus e seu caráter segundo o que é ensinado na Bíblia.
2. Temos uma mensagem que afetará a vida das pessoas.
3. Temos um lugar onde anunciá-la.
Como os profetas do Antigo Testamento não possuíam a Bíblia, tinham de ouvir a mensagem diretamente de Deus. Hoje podemos consultar sua Palavra para conhecê-lo e saber o que ele quer de nós. À medida que nos embebemos das Escrituras e de orações, aprofunda-se nossa relação com Cristo. E por meio da Bíblia, ele começa a gravar em nós como e onde ele quer que anunciemos sua mensagem.
Deus falou-me na minha primeira viagem ao mundo comunista por meio de dois versículos de Apocalipse 3. No versículo 2, ele disse o seguinte à igreja que lutava contra grandes dificuldades em Sardes: "Consolida o resto que estava para morrer". E no versículo 8, falou à igreja de Filadélfia: "Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar". Nenhuma dessas passagens diz: André, eu o estou nomeando contrabandista de Bíblias para a Rússia". Mas como eu já vinha estudando a Bíblia, orando e partilhando minha fé com aqueles à minha volta, e tinha disposição de ir aonde Deus quisesse que eu fosse, esses versículos me despertaram para a grande necessidade dos cristãos que viviam por trás da Cortina de Ferro. Foi assim que nasceu o ministério do Portas Abertas.
Quando nos dedicamos às Escrituras e à oração, é importante que não nos desviemos na tentativa de definir se recebemos um chamado oficial de Deus ou se temos uma clara indicação de que estamos fazendo a vontade de Deus. É muito fácil se enredar na paralisia da análise a ponto de deixar de agir.
A maioria das pessoas muitas vezes acalenta a ideia de que Deus deve ter um chamado especial para nós, deve ter determinado para nós um propósito específico, e assim precisamos descobrir que propósito é esse. Se não ouvimos tal chamado de Deus, então ele não nos selecionou para um serviço especial, e podemos então somente levar nossas vidas como parasitas do reino, vivendo um dia monótono e insignificante atrás do outro. Mas precisamos entender que essa ideia é nossa, e não de Deus.
Jamais devemos considerar nossos sonhos de sucesso e realização como o propósito de Deus para nós; ser propósito pode muito bem ser exatamente o contrário. O desígnio de Deus, seu propósito para nós, é o processo. Ele quer que nos concentremos no agora. Oswald Chambers o expressou muito bem ao dizer: "A instrução de Deus é para já, e não para daqui a pouco. Seu propósito é para este minuto, não para algum momento futuro. Nada temos que ver com o porvir da obediência; entendemos mal quando pensamos no porvir. O que os homens chamam de instrução e preparação, Deus chama de propósito... Se percebermos que a obediência é o propósito, então cada momento é prévio".
Um homem certa vez abordou o grande pregador Charles Spurgeon com um pergunta:
- Li um versículo da Bíblia que me tem incomodado, pois não consegui compreendê-lo.
- Você deve se considerar feliz por ter tal problema - respondeu Spurgeon. - Pois são todos os versículos bíblicos que compreendi que me incomodam!
Deus nos dá nas Escrituras uma revelação plena da sua natureza e do seu caráter. E nos deu também uma ordem inequivocamente clara de anunciar tanto ele quanto sua Palavra àqueles que não a ouviram. De que mais precisamos? Se nos concentrarmos em obedecer-lhe diariamente - onde quer que estejamos - , ele nos levará aonde deseja que vamos, e às pessoas que deseja que alcancemos.
Ora, quando analisamos um pouco mais detidamente os lugares onde Deus mandou os profetas bíblicos anunciar sua mensagem, aprendemos algo mais sobre o que significa ser profético. Na maioria dos casos, eles foram enviados a lugares onde sua mensagem não seria bem recebida. Onde eles tinham de remar contra a índole da cultura popular. Onde muitas vezes tinham de sofrer graves consequências por proclamar a mensagem de Deus. Onde eram frequentemente ridicularizados como loucos.
Todos podemos nos perguntar: Será que estou disposto a anunciar a mensagem de Deus nesse tipo de lugar? E mais: Será que tenho consciência de que minha escola ou local de trabalho, quem sabe minha própria casa, poderia ser esse lugar?
Em Londres vi o que chamam de homem-sanduíche - um cara que pendura grandes placas na frente e atrás de si, pintadas com um versículo bíblico. Não é exatamente meu método preferido de evangelização, mas certamente capta a atenção das pessoas. Ouvi falar de um desses homens que anunciava o versículo "Sou bobo de Cristo (cf. 1 Co 4:10: "Nós somos loucos por causa de Cristo") na parte da frente. As pessoas que olhavam provavelmente concordavam com a afirmação. Mas quando passavam por ele e se viravam para ver o que estava escrito atrás, liam: "Você é bobo de quem?"
Todo mundo é bobo de alguém - seja Marx, Mao, Maomé, ou simplesmente de si mesmo. Então porque não ser bobo de Cristo?
Amor intenso do Pai
By : Kadu
Os últimos
meses tem sido intensos demais pra nós. Temos até feito poucas coisas, mas
temos vivido muitas e recebido muitas da parte do Pai. Muitas dessas não foram
tão agradáveis de se viver no momento, mas, como pais que agora somos, temos
aprendido que amamos nossa filha quando a disciplinamos, fazendo o que não soa
agradável pra ela no momento, tanto quanto a amamos quando damos o que ela
quer. Temos revisto muitas coisas sobre amor, sobre o amor de Deus, o amor que
Ele deixou pra que amássemos uns aos outros.
Isso requis
de nós reconhecimento de muitas falhas, muitos erros, muitos equívocos que
cometíamos como família. E uma das coisas que ficou foi priorizar ao máximo o
relacionamento um com o outro e a nossa paternidade sobre a Yasmin. Resolvendo
primeiro as coisas internas e depois..., o depois vem depois!
Meditando e
questionando Deus esses dias sobre essas coisas, li uma passagem sobre as
viagens missionárias de Paulo, e seus planos pra ir pra Ásia, por exemplo.
Apesar de ter tanta vontade, o Esípirito o impedia. O que ele fazia? Parava,
lamentava, chorava, pedia perdão para seus discípulos, apoiadores e
sustentadores? Ele simplesmente continuava..., sabia que Deus estava o tempo
todo com ele, o tempo todo o guiando. Ainda que seus planos desse errado, ele
continuava.
Sinto hoje
que foi realmente o Espírito que nos impediu de voltarmos pra lá agora. Apesar
de um pouco relutante, nosso desejo era ficar lá. Mas tudo
"conspirou" (Espírito impedindo) pelo contrário. Apesar de ter
pessoas maravilhosas lá, que aliás morremos de saudade, um ambiente super
família, gente que gosta da gente, que nos apoiou e nos apóia, um pastorzão
cuidando e investindo em nós, não nos adaptamos como família. Isso é, pra mim,
impressionante, pois era a terceira vez que estávamos indo pra lá, já
conhecíamos a terra, as pessoas, o ambiente, a língua, etc... Fomos super bem
recebidos, como mencionei. Tínhamos diversas oportunidades. Porém, como
família, não nos adaptamos. O Espírito nos impedindo pra olharmos para as
prioridades que Ele estava nos alertando e mostrando desde que decidimos sair
do Brasil: a família!
Enfim, além
dessas coisas, nosso sustento não atingiu um limite aceitável pra vivermos lá e
nossa documentação, que tinha prazo legal pra sair até dezembro, ainda não saiu.
Precisamos
continuar! Entendemos que não era frustração o que ocorreu. Entendemos que não
era que Deus não nos queria em missões. Entendemos que Deus disciplina os
filhos que ama, e demonstra todo seu amor quando algumas coisas planejadas por
nós não dão certo. Aprendi que podemos fazer nossos planos (não há nada de
errado nisso!), porém a resposta certa vem direto do Paizão. E percebemos que
isso nada tem a ver com escrever um projeto e esperar parados até que venha
algum sinal do céu sobre fazer ou não fazer, porque, na verdade, o que importa
não está no fazer, mas no processo, no relacionamento, na vida e no aprendizado
dia após dia com Papai. Assim como Paulo fazia, ia por aí, viajando, caminhando
e só não entrava de fato onde o Espírito impedia, devemos também fazer nossos
planos, caminhar, ir adiante, e crer que nesse relacionamento com o Pai Ele vai
nos dizer pra parar quando tiver que parar, mudar os rumos quando tiver que
mudar..., ou não falar nada quando tivermos caminhando no rumo certo: é só ir
adiante, afinal, já não disse que Ele que marchemos, "indo por todo o
mundo", não?
Seguimos
nosso rumo até o impacto de verão da base da Jocum de Floripa. Na verdade não
queríamos participar como staff, mas simplesmente como participantes, já que
queríamos conhecer o trabalho deles e receber um pouco mais do Pai, de maneira
bem anônima. Mas o Espírito nos impediu! Participamos como staff e desde o
princípio sendo convidados a servir, a trabalhar duro junto com eles. Foi
ótimo!!!! Estávamos precisando disso.
São tantos
os milagre que rolaram lá que só o povo de lá mesmo pra contar, afinal eles
participaram de cada milagre em nossa vida..., também somos eternamente gratos
a eles e já registramos isso no facebook, né galera!?
Mas o maior
milagre mesmo rolou em nós, como família. Naturalmente, o que mais priorizamos
nesse tempo, sem esforço ou mesmo sem ser intencional, foi a família. Nunca nos
demos tão bem em meio a tanto "caos", financeiro, de conforto
(dormimos numa sala de aula, em colchões infláveis, por 20 dias), de
relacionamentos (não somos tão bons ou rápidos em fazer amizade), etc...
E as
impressões que as pessoas tiveram de nós, as coisas e momentos que mais
conseguimos ministrar nas pessoas, não foi nada intencional, mas nossa vida
como família, nossa paternidade, a maneira como lidávamos um com o outro e
especialmente com a Yasmin..., pra nós isso foi fantástico!
Bom, pra
resumir e parar de escrever (sei que escrevo demais) o que queremos informar,
como toda a alegria do mundo é que estamos de mudança pra Floripa, crendo que
desta vez o Espírito não nos está impedindo, mas nos impelindo, e vamos
trabalhar naquilo que somos e fazemos servindo a base de Jocum dali e as
pessoas daquela cidade. Estamos partindo já nesse final de semana e contamos
com as orações e as parcerias que sempre tiveram conosco pra mais um reinício
de vida, de tantos que já tivemos.
Pra variar,
temos diversos desafios financeiros, por isso continuamos pedindo ajuda..., se
você que está lendo aqui quer se comprometer conosco e viver essa aventura
junto, entra em contato. Se quiser nos ofertar (temos pouco tempo pra arrumar o
suficiente pra mudarmos pra lá) não precisa nem entrar em contato, é só
depositar em uma das contas da Lily, abaixo:
Caixa Econômica Federal
Ag: 2861
Conta Poup:
3189-4 Op: 013
ou
Banco do
Brasil
Ag: 1844-9
C/C: 23.719-1
No mais, enorme abraço, um "muto bigadu" da Yasmin, e continuem orando!!
Assim que tivermos nosso endereço certinho passaremos pra todos vocês.
Kadu, Lily e Yasmin................
No mais, enorme abraço, um "muto bigadu" da Yasmin, e continuem orando!!
Assim que tivermos nosso endereço certinho passaremos pra todos vocês.
Kadu, Lily e Yasmin................
O lugar de segurança
By : KaduAs mudanças se fazem necessárias quando minhas respostas ou estão confusas, incertas ou são qualquer coisa diferente de em mim mesmo: minha estabilidade financeira, meu emprego, minha família, minha casa, meus amigos, meus vizinhos, minha base missionária, minha instituição-igreja, meu grupo de louvor, meu ministério, e por aí vai.
Estou encontrando, cada dia um pouquinho mais, meu lugar seguro. Pra isso muitos muros estão ruindo. Muros bonitos, bem construídos. Que me protegiam muito bem..., mas protegia tanto que acabava deixando Deus do outro lado também; me protegia até do meu Paizão!
Nesse encontro, dia a dia Deus vem tirando algo de mim. Engraçado porque o normal seria Ele ir agregando mais e mais coisas em mim, segundo o “dito-gospel-popular”. Tenho visto que o que tenho mesmo é que perder com Deus e de Deus pra que a Verdade sempre vença e até eu mesmo seja beneficiado. Um dia perco meus planos. No outro minha visão. Em mais um meus sonhos. Minha segurança e independência financeira. Minhas idéias. E poderia escrever um livro com aquilo que Ele tem tirado de mim. Ainda esses dias li uma frase que dizia que o centro da vontade de Deus, ao contrário do que muitos pensam, é o lugar mais perigoso do mundo. Começo a entender na prática o que é isso!
Tudo pra que possa estar seguro!! Parece estranho, não?
Quanto mais nu estou na presença de Deus (e Emanuel está presente em todos os lugares!) mais seguro estou. Isso porque segurança é uma palavra que deveria ser exclusiva dEle. Talvez nosso vocabulário humano tenha limitado demais o significado dessa palavra. Talvez não exista palavra pra traduzir exatamente o que é estar seguro em Deus. O que quero dizer é que segurança não pode entrar nem na mesma categoria daquilo que escrevi acima: emprego, finanças, amigos, igreja, ministério, casa, etc... Vai muito além disso! E talvez você só consiga entender quando perder tudo isso. Eu, por minha imensa estupidez, estou passando por esse processo pra entender isso.
Tudo aquilo que tem me segurado até hoje, do qual ralei muito pra conquistar e entender, tem tido um pedido todo especial, cheio de amor e carinho, do Paizão: deixa!? E, com muita dor e dificuldade eu tenho respondido que sim. Lágrimas não chegam..., nada fácil, se é que você pensa assim.
A idéia de Deus sobre segurança e benção, vitória, também é diferente da nossa, com certeza..., também tenho aprendido isso. Nossa cosmovisão não está tão alta que possa englobar o pensamento total de Deus. Ele não cabe em sua totalidade aqui. Afinal, por completo, quem conheceu os caminhos do Senhor? Ou sua mente?
E aí, não me venham falar: “Se Deus é bom, porque você sofre tanto?”, “ Porque você diz que tem que perder pra estar com Ele se Ele é dono e doador de todas as coisas?”, “O Amor, aquEle que se relaciona conosco como amigos não pode ser assim tão exigente, pode?”, “Deus nos fez pra sermos fortes, porque você está falando de perder? Como será seu testemunho diante das pessoas com essa teologia?”.
Essas são perguntas de quem busca entender Deus segundo sua cultura, sua vivência e sua própria cosmovisão, adequando Ele àquilo que NÓS conhecemos e entendemos. Ele, infelizmente pra muitos, não pode ser conhecido dessa maneira.
Nossa cosmovisão, nossa cultura, nossa vivência é que tem que se adequar à Ele, se submetendo àquilo que Ele revela de Si mesmo e de Sua vontade. E é aí que entra nossa dor!!
Porque exige muito de nós abrir nossa vida pra esse nível de relacionamento com Ele. Largar nosso entendimento de lado dói. Adequar nossa vida segundo um padrão absoluto e maior que nós, dói. E só dói porque estamos impregnados de nós mesmos. Estamos impregnados de nossa própria segurança, de nosso próprio conhecimento. Já tentou tirar super bonder de seus dedos quando você deixa cair e secar neles? Já vi casos de gente que teve que passar por cirurgia pra descolar dedos..., e isso dói! Talvez NOSSA segurança seja como cola super bonder derramada em nosso corpo todo..., não sai por nada. A não ser uma cirurgia realizada pelo Médico dos Médicos..., e dói! Mas quando estivermos desnudados do nosso super bonder, não há pra onde correr, precisamos de um padrão absoluto, maior que nós, imutável. Precisamos da verdadeira segurança. E ela não está em nós!!
Esse é o processo que eu queria convidar cada um que conheço a passar. Talvez pra não passar por ele sozinho..., porque dói!
Mas, vou te dizer, estou caminhando na fé que tenho nEle, naquilo que sempre falo, prego, canto e ouço outros fazendo-o também: que Ele é meu bem maior, Ele é minha segurança!
Essa é a minha esperança, e está bem segura..., nEle!
Em direção ao "Só eu e Ele, Ele em mim"
By : KaduMeditação 22/07/10
1 Tessalonicenses 2:2-6 e 4:3
Sinto que Deus está me levando só pra Ele, pra mais ninguém, pra mais nada. Está tirando todas as estruturas ao meu redor pra que minha preocupação, minha motivação ou qualquer coisa parecida não estejam baseadas nos outros, naquilo que não sou. Que aquilo que faço não seja por causa de outras pessoas, pra agradá-las, por ganância ao querer receber algo delas, por bajulação... Aquilo que faço deve vir daquilo que sou, inspirado em quem Deus quer que eu seja.
Ele me está levando a esse processo de santificação, de morrer pra mim mesmo..., até que sobre mesmo apenas eu..., e Ele..., Ele em mim!
O importante agora não são minhas perguntas do onde, como, porque, quando. O importante agora é chegar perto dEle e conhecê-Lo mais. Nesse processo Ele não vai me deixar errar no onde, como, porque ou quando..., a não ser que não esteja inteiro nesse processo e tenha que perceber ainda mais alguma coisa sobre isso. No caminhar de conhecê-Lo mais em mim Ele vai fazer de tudo pra me revelar quando estiver dando passos em falso, em caminho errado. Do contrário, que prossiga caminhando com Ele, nEle.
Nossa fragilidade aqui... (Espanha)
By : KaduÉ engraçado ver como ficamos quando confrontados com uma nova realidade em nossas vidas. Realidade que te envolve por completo, não te deixando escapar.
Por exemplo, ser envolvido por uma nova cultura, nova língua, novos rostos, novas pessoas, novas comidas, novas paisagens, novos horários, etc...
Parece que toda sua experiência e qualquer ponta de orgulho ou superioridade se esvai como um punhado de água por entre os dedos. Ficamos desnudados e precisamos correr de algo que foge ao nosso controle pra nos agarrar em algo que nos faça sentir seguros novamente. Aí percebemos que nossas seguranças todas estavam ligadas a coisas tão sólidas quanto uma gelatina.
É assim que me sinto aqui, de primeira. Estou correndo, agora, pra me colocar aos pés de Deus, pra segurar nas mãos da verdadeira segurança, que é, ao mesmo tempo, externa a mim dentro de mim.
Estou olhando pra mim mesmo e vendo minha fragilidade, que nem o tempo, a maturidade, as experiências, os estudos, etc..., não puderam tornar-me independente ou mais forte que tudo ao meu redor..., sou tão fraco como uma criança aqui..., e isso me traz humildade pra correr atrás do Paizão e reviver muitas coisas, repensar tantas outras e me agarrar verdadeiramente àquilo que me traz segurança.
Essa tem sido a primeira impressão daquilo que Deus tem nos falado aqui. E a primeira palavra é que Ele nos guiará e nos aconselhará no caminho que devemos andar, que está no Salmo 32.
Vamos seguindo..., e deixando vocês saberem de nossas novidades!!
Abraços e orem por nós!!
Por exemplo, ser envolvido por uma nova cultura, nova língua, novos rostos, novas pessoas, novas comidas, novas paisagens, novos horários, etc...
Parece que toda sua experiência e qualquer ponta de orgulho ou superioridade se esvai como um punhado de água por entre os dedos. Ficamos desnudados e precisamos correr de algo que foge ao nosso controle pra nos agarrar em algo que nos faça sentir seguros novamente. Aí percebemos que nossas seguranças todas estavam ligadas a coisas tão sólidas quanto uma gelatina.
É assim que me sinto aqui, de primeira. Estou correndo, agora, pra me colocar aos pés de Deus, pra segurar nas mãos da verdadeira segurança, que é, ao mesmo tempo, externa a mim dentro de mim.
Estou olhando pra mim mesmo e vendo minha fragilidade, que nem o tempo, a maturidade, as experiências, os estudos, etc..., não puderam tornar-me independente ou mais forte que tudo ao meu redor..., sou tão fraco como uma criança aqui..., e isso me traz humildade pra correr atrás do Paizão e reviver muitas coisas, repensar tantas outras e me agarrar verdadeiramente àquilo que me traz segurança.
Essa tem sido a primeira impressão daquilo que Deus tem nos falado aqui. E a primeira palavra é que Ele nos guiará e nos aconselhará no caminho que devemos andar, que está no Salmo 32.
Vamos seguindo..., e deixando vocês saberem de nossas novidades!!
Abraços e orem por nós!!
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O enorme valor..., das pessoas, não das coisas!
By : KaduGostaria de deixar registrado aqui um testemunho.
É sobre a viagem que vamos fazer no começo do ano. Você pode saber mais sobre ela clicando AQUI.
Estamos na fase de levantamento de sustento pra isso. Já estamos trabalhando há uns 2 meses nessa idéia e fizemos todos os primeiros passos: orarmos sobre, aceitarmos o desafio, conversas com nossa liderança e família, conversa com os líderes do projeto lá na Espanha, levantamento de necessidades, etc...
O próximo passo é esse mesmo. Enquanto oramos e continuamos buscando direção sobre como fazer, como vai ser o tempo que passaremos lá, etc..., corremos atrás de pessoas que possam nos ajudar.
Pra quem já passou por isso sabe como é essa etapa. Além de ser muito gostoso pelas surpresas que Deus faz, é também muito difícil. O choro é companhia constante nessa etapa.
E isso porque é complicado para as pessoas entenderem essa etapa. Todo mundo acha lindo os testemunhos dos missionários. A maneira como eles lidam com as situações, como as vitórias chegam, como é a aventura de andar dessa maneira..., acham lindo a maneira como Deus fala e nós obedecemos. Mas quando chega na hora do envolvimento, principalmente financeiro, não são muitos os que acham bonito. Normal..., já estou acostumando! Faz parte do desafio e sei que fui eu que escolhi viver assim!
O que me deixa triste mesmo, com mais lágrimas nos olhos, é a falta de pessoas nesse processo e no nosso dia a dia. Sempre fui muito "pessoas"..., sempre gostei de estar junto e que outros estivessem juntos. Não é diferente com a Lily. Nossa casa, apesar de pequenininha e com pouco a oferecer, fazemos questão de preencher com pessoas..., sempre que existe uma pequena possibilidade convidamos pessoas pra irem lá. Também nos fazemos de convidados também pra ir na casa dos amigos..., hehehehe!! Faz parte!
Porém, estávamos sentindo falta disso. Muitos sumiram..., até mesmo pela distância, fato compreensível! Mas muitos sumiram até da facilidade da internet, email, msn, orkut, blogs, etc... Telefone então, nem se fala!
E isso me deixa triste. Posso conviver com as dificuldades financeiras da carreira que escolhi trilhar, mas é muito difícil conviver sem pessoas!!
Esse fato, inclusive, é o maior obstáculo para os missionários em geral. Muitos não desistem por falta de dinheiro, mas por falta de pessoas, de amigos. Isso realmente mata um missionário!
Bom, o testemunho é que nessa última semana, que estamos passando de férias em Campinas, nossa terra natal, vimos muitos amigos de longa data..., que fazia tempo que não víamos ou gastávamos tempo de qualidade com eles. Mauro, Dri e família, pr. Vini e Sara, Gugão, Thiago e Bianca, Thiga com sua nova (e muito jóia!) namorada, meu tio Zé Paulo e prima Bruna, Leandro e família, Dina, etc...
Além daqueles que conhecíamos, não tínhamos muito contato, mas tivemos conversas agradáveis também!!
Com certeza, tem algo de muito especial de Deus nisso! Ainda estou orando, mas tenho certeza que tem algo de muito profundo que Deus quer falar conosco com essas situações!
O que já sabemos é que Ele está respondendo nossas orações e orações de nossos intercessores. Essas conversas trouxeram envolvimento..., pessoas com desejo de investir em nossas vidas, querendo absorver algo de nós e trocar experiências..., parece que ano que vem será repleto de novidades em nossa caminhada missionária!
Ainda assim fica a parte de finanças, que não deixa de ser complicado. E Deus também tem surpreendido nas respostas. Ontem meus pais estavam na igreja, uma das que mais apóiam nosso trabalho, e ouviram e viram coisas surpreendentes e maravilhosas da parte do Pai. Nosso querido amigo César, que cuida daquela igreja como seminarista, colocou em seu coração de ofertar um valor pra nós..., e alto. A comunidade ali não é abastada, não tem dinheiro sobrando. É um bairro simples, de gente simples e humilde, com necessidades iguais e em muitas ocasiões bem maiores que as nossas. E ali, naquele domingo, em poucas pessoas, eles levantaram o valor exato que César tinha no coração. Não pelo valor, mas o coração deles é totalmente transparente quando vamos lá e dá pra sentir que o que importou mesmo nessa oferta é o tamanho do coração deles ao se envolver conosco, quando nem mesmo estávamos lá!!
Estávamos em outra igreja, vendo cantata de Natal que o irmão da Lily estava participando, também revendo pessoas e recebendo convites e contatos sem falar nem fazer nada, e quando chegamos em casa soubemos disso.
Como dá pra ver, são muitas coisas em poucos dias. Ainda não parei direito pra processar tudo. Apenas queria deixar aqui registrado! Deus tem nos surpreendido..., e não com instituições, não com prosperidade financeira, não com milagres na área da saúde, não com carro ou casa novos..., simplesmente com pessoas..., com amigos e irmãos, cientes de que juntos formamos um corpo!
Ainda estamos orando e temos certeza de que há algo ainda mais profundo pra aprender com Deus sobre tudo isso e vamos postar aqui..., por enquanto, pra que faça diferença direta em você, fica a nossa pergunta: ao quê você tem dado mais valor? Qual o valor que as pessoas tem pra você? Qual o valor que VOCÊ dá para as pessoas ao seu redor?
Fica o convite pra meditar sobre isso...
Aprendendo com minha gata!
By : KaduEstou tendo uma aula sobre renúncia nesses dias..., e não é nenhum curso não. Deus mesmo que tá me "pegando de jeito".
Depois de uma ótima conversa com minha esposa pude entender mais algumas coisas sobre ela, sua vida, seus anseios. Você pode até achar estranho, mas é isso mesmo. Aprender sobre ela é uma constante na minha vida. Já são 8 anos e meio juntos, namorando, noivos e casados, sendo quase 3 anos de casado. Pra alguns parece pouco, pra outros parece muito..., o fato é que pra uma relação de amizade normalmente não achamos que conheceremos mais muita coisa sobre o amigo com 8 anos de convivência. Imagina só com sua própria esposa, na intimidade do casamento e tal!!?
Mas, SIM, prossigo em conhecê-la e amo essa aventura!!
E cada algo novo que conheço dela é um aprendizado pra mim. Ela me ensina coisas tão profundas às vezes até sem nenhuma palavra!!
Uma das últimas coisas que aprendi foi sobre renúncia. Não vou dizer aqui exatamente como foi, mas foi lindo demais!! Libertador demais!! E ela trouxe mais luz do que tudo o que já vivi como renúncia, tudo o que já vi e ouvi nas aulas que temos aqui na Jocum e mais, tudo o que já disse e ensinei sobre isso!!
Porque esse post então..., só pra registrar em que pé estou, como anda o processo do Pai na minha vida..., pra dar crédito e elogiar minha querida e linda esposa e pra que meus queridos amigos-leitores possam orar por mim.
Também quero, desde o começo desse blog, expor meus conflitos, meus pensamentos, coisas que acontecem comigo, mesmo depois de alguns anos em missões. Talvez, assim como eu mesmo penso algumas vezes, você também possa pensar que certas "categorias" de pessoas ganham certa maturidade e experiência que não passam mais por alguns conflitozinhos tidos como bobos ou imaturos. Pois é..., passam sim!!
Estou aqui pra me desnudar também, mostrando esse meu lado...
Sei que quem passa por aqui e lê, que não são muitos, tem "coração" o suficiente pra entender e orar por mim!
E fico extremamente feliz por ter minha gata ao meu lado!! Que eu continue aprendendo contigo princesa!
O custo da renúncia
By : KaduEstava lendo uma matéria da revista Ultimato esses dias e, como era de se esperar, minha mente começou a rodar. Soma-se a isso várias conversas que ando tendo aqui na base com minha esposa e outras pessoas.
Tem coisas que eu leio que facilmente acho pessoas pra encaixar, mas tem outras que não tem como dar essa escapada..., é comigo mesmo! Pode servir pra você também, então resolvi escrever.
Antes dá uma olhada nesse texto:
"O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou."
Mateus 13:44 - 46
Tem muitas coisas pra rolar ano que vem na minha vida. Muitas dessas não são coisas legais e simples assim. São legais, mas meio complicadinhas. E eu sei que fui em quem escolheu esse estilo de vida. Fui eu quem escolheu servir a Deus dessa maneira, seguir essa carreira. O que pode acontecer ano que vem não é novo também! Além de já ter acontecido comigo desde o início sabia que poderia ocorrer várias vezes. E o que é?
A mudança, o movimento!
Missionário que é missionário não fica muito tempo parado, a não ser que seja chamado pra algo específico que o faça parar num lugar, num trabalho. E eu não tenho esse chamado. Então sei que ano que vem pode vir mais uma avalanche de coisas novas e de mudanças, em prol do movimento de Deus pra minha vida. É assim mesmo! Já aconteceu antes..., e não creio que será a última vez.
O que acontece é que já estávamos, eu e minha esposa, praticamente acostumados e ambientados onde e como estamos. São 2 anos e meio aqui. Porém mais uma mudança parece se fazer necessária e parece estar despontando no horizonte.
O fato de estarmos já acomodados aqui é que me preocupa na hora da mudança. A renúncia é grande e, apesar de não ser a primeira vez, não nos acostumamos ainda. E a renúncia parece doer também! Não é um simples mudar de rumos..., pode ser mudar de ambiente, de casa, de cultura, de amigos, de país, de língua, de trabalho, etc... Ainda não sei exatamente o que será todo esse movimento, mas pode ser isso tudo.
E é aí que entra a dificuldade da renúncia!
E você deve estar concordando comigo: renunciar é mesmo difícil! Toda mudança, todo movimento que leva a grandes mudanças é complicado!
Mas aí fica a minha pergunta: é pra ser assim?
Lendo esse texto e pensando no custo para o discípulo de Cristo penso que o que realmente torna as coisas difíceis pro meu lado é que não estou dando o valor devido ao tesouro escondido nem à pérola de grande valor.
Nem todas as minhas posses, que são poucas, podem ter mais valor do que o tesouro escondido. Penso que para esses das parábolas não tenha havido dificuldade alguma para o movimento. E não é porque ele vendeu tudo o que tinha que eu posso dizer que não houve renúncia. Imagino as posses que ele tinha: quantas eram, qual o tamanho de todas elas, a importância de cada uma, o que cada uma produzia, o que cada posse "contava" de história, o suor pra conquista de cada uma, etc... E ele não vendeu tudo pra conquistar várias coisas de volta, mas pra trocar por algo que ele considerava de muito maior valor. Assim deve ser com o Reino dos céus! Assim deve ser comigo em relação ao chamado de Deus!

Se for assim pra mim, as dificuldades serão mínimas. E meu termômetro pra saber o valor que dou para o Reino e para aquilo que Deus traz pra mim do Reino é o quanto de dificuldade e dor sinto pra renunciar o que tenho e seguir em direção àquilo que Deus me propôs.
Preciso dar o devido valor ao tesouro que ele me permitiu encontrar e à pérola que ele me mostrou..., assim minhas renúncias serão de grande valor, mas de pouco sofrimento, dor ou dificuldade! O Reino é maior e mais valioso que qualquer das minhas posses, sejam físicas, sejam emocionais, sejam qualquer outra coisa!
E pra você as renúncias são difíceis também?
Você tem dado mais valor pra quê?
...mais sobre o meu hoje...
By : KaduHoje pela manhã tivemos culto aqui na base e ouvi nosso camarada falando sobre Exodo 13, quando Deus mostra um caminho mais longo, pelo deserto, pra que o povo saia do Egito.
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
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"Frustrações" e "Êxitos" - Rm. 8:28
By : KaduNa vida temos muitos momentos de “frustração”. Nesses momentos repensamos, “pulamos fora” de onde estamos, mudamos o rumo, ou simplesmente ferimos a nós mesmos, os outros e a Deus. Também temos muitos momentos de “êxito” e isso parece ser o que nos impulsiona pra continuar caminhando, indo em frente na direção que já estávamos, afinal, “em time que está ganhando não se mexe”. Também, inevitavelmente ferimos alguém nesse “êxito”.
Até aí, tudo normal. O problema é que mesmo nestes dois momentos o centro de tudo, o ponto de partida e a chegada, têm a ver estritamente conosco. A vida hoje é super corrida. O tempo passa depressa. O amanhã já foi, o agora já passou também. E na nossa visão estamos sempre perdendo tempo.
O que não sabemos é que esse conceito, esse julgamento é só nosso. Muitas vezes nos apoiamos em conceitos e julgamentos doutrinários, teologicamente corretos, afinal existem doutrinas e teologias pra todos os gostos e aplicamos em nós aquela que julgamos ser melhor pra nós. Novamente: NÓS julgamos! Ainda que esses conceitos e julgamentos estejam biblicamente alicerçados, o julgamento final é sempre nosso.
E assim seguimos em frente. De “frustração” em “frustração”, de “êxito” em “êxito”. Chega um momento que cansamos!! Desanimamos! Aí sim, nos sentimos realmente frustrados!! Aí a minha conotação de frustração perde as aspas, porque essa sim é real..., não está baseada em suposições ou julgamentos que EU criei.
Com certeza, esse é o ponto onde há também o verdadeiro êxito, aqui também já sem aspas. O êxito de Deus sobre nós.
Só que nesse real momento de frustração e êxito não dá pra simplesmente ir levando. É tempo de parar..., de, como no livro, ir pra Cabana trocar uma idéia com Papai, Sarayu e Jesus Cristo. Aí vamos descobrir que o nosso maior problema somos nós mesmos. Nossa (falsa)segurança em antecipar o futuro, fazer os julgamentos do que é bom ou mal no presente e viver o possível pra não haver “frustração” e sim “êxito”. Inclusive como se isso fosse o ponto final de nossas pobres vidas.
Olha pra sua vida..., vê aí se não é exatamente isso que você também faz!! Levando em consideração somente o que você mesmo julga ser correto. Criando toda a sua história, seu próprio futuro, através do antecipar das situações, sejam elas de risco ou comuns, e ir se preparando, com todas as suas “seguras” ferramentas pra chegar ao seu “seguro” ponto final.
A minha pergunta é: onde está Deus?? O bom Deus? O que julga corretamente todas as coisas? O que faz com que todas as coisas, TODAS, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus? Que sabe todos os processos que devemos passar no presente pra chegarmos no futuro que Ele sabe que é melhor pra nós? O que tem o tempo a seu favor? Em quem temos confiado?
Sabe, eu e a Lily temos nos deparado com essa situação nesses dias. São dias que rapidamente declaramos como os mais inúteis de nossas vidas porque estávamos olhando para o “muito” que não estávamos fazendo e poderíamos fazer. Porque se tivéssemos o controle dessas situações nesse momento, saberíamos como agir e já tínhamos planejado onde chegar com tudo isso. Mas a pergunta quando paramos na real frustração(sem aspas) era: onde está o bom Deus?
Porque se estamos agindo assim, só podemos ver o mal Deus. Afinal, não é possível que Ele tenha desejado isso pra minha vida..., que isso esteja realmente acontecendo!!! Isso não está exatamente me fazendo bem!
Esse mesmo tempo que julgamos ser inútil é o tempo que o julgamento de Deus diz ser o mais útil. Mas preferimos ficar com nosso julgamento. E aí nossas escolhas têm realmente definido nosso destino. E nessa caminhada (sem sentido) rumo ao nosso destino, vamos ver, no final, que não valeu à pena..., mais frustração. Cíclico, não?
Temos aprendido a colocar todas essas perguntas em discussão com os três grandes camaradas, amigão que é um..., seja lá o nome que você, sua doutrina, sua teologia ou sua religião quiser dar pra eles.
E nessa discussão temos visto as duas enormes palavras: simplicidade e dificuldade. Tão simples: entregar pra Ele. Tão difícil: entregar pra Ele.
Nessa “corrida teológica pós-moderna” (se é que esse termo é correto de se usar!) vemos muitas, enormes e velozes mudanças na maneira de se pensar pra se explicar o mais simples: entregar pra Ele.
É lógico que isso é recheado de significados práticos, mas nada muda o fato de ser simples..., e difícil!
O que, na prática, eu e a Lily temos tentado fazer? Confiar nEle em todas as situações, não usando mais o nosso senso de julgamento sobre o que é bom ou mal..., afinal, a dor, a dificuldade, o sofrimento, as situações inesperadas de falta de grana, de não conseguir fazer aquilo que realmente desejamos, de ter pessoas da sua própria família sofrendo “injustiças”, doenças, morte, etc..., podem até soar como mal pra nós, mas o julgamento de Deus pode ser que isso é exatamente o bom, o melhor de Deus!! E temos preferido o julgamento de Deus..., ou pelo menos tentado viver assim!
Nossas escolhas vão passar a ser baseada no senso de justiça de Deus, não nosso, da nossa teologia, das “doutrinas” dos tele-evangelistas (que em sua maioria odiamos!!), ou no momento que estamos passando.
Assim, “frustração” vai passar a ser frustração real..., ou talvez ela mesma (a frustração com aspas), o êxito real. E o “êxito” passará a ser êxito real..., ou ainda ele mesmo (o êxito com aspas), a frustração real. E tudo isso vai estar dentro do processo que temos vivido com Deus, e todas as coisas, TODAS, vão realmente cooperar para o nosso bem!!!
Se tudo isso não tem a ver com o amor dos três camaradas, o Grande Amigo, por nós, não sei dizer mais nada...
Até aí, tudo normal. O problema é que mesmo nestes dois momentos o centro de tudo, o ponto de partida e a chegada, têm a ver estritamente conosco. A vida hoje é super corrida. O tempo passa depressa. O amanhã já foi, o agora já passou também. E na nossa visão estamos sempre perdendo tempo.
O que não sabemos é que esse conceito, esse julgamento é só nosso. Muitas vezes nos apoiamos em conceitos e julgamentos doutrinários, teologicamente corretos, afinal existem doutrinas e teologias pra todos os gostos e aplicamos em nós aquela que julgamos ser melhor pra nós. Novamente: NÓS julgamos! Ainda que esses conceitos e julgamentos estejam biblicamente alicerçados, o julgamento final é sempre nosso.
E assim seguimos em frente. De “frustração” em “frustração”, de “êxito” em “êxito”. Chega um momento que cansamos!! Desanimamos! Aí sim, nos sentimos realmente frustrados!! Aí a minha conotação de frustração perde as aspas, porque essa sim é real..., não está baseada em suposições ou julgamentos que EU criei.
Com certeza, esse é o ponto onde há também o verdadeiro êxito, aqui também já sem aspas. O êxito de Deus sobre nós.
Só que nesse real momento de frustração e êxito não dá pra simplesmente ir levando. É tempo de parar..., de, como no livro, ir pra Cabana trocar uma idéia com Papai, Sarayu e Jesus Cristo. Aí vamos descobrir que o nosso maior problema somos nós mesmos. Nossa (falsa)segurança em antecipar o futuro, fazer os julgamentos do que é bom ou mal no presente e viver o possível pra não haver “frustração” e sim “êxito”. Inclusive como se isso fosse o ponto final de nossas pobres vidas.
Olha pra sua vida..., vê aí se não é exatamente isso que você também faz!! Levando em consideração somente o que você mesmo julga ser correto. Criando toda a sua história, seu próprio futuro, através do antecipar das situações, sejam elas de risco ou comuns, e ir se preparando, com todas as suas “seguras” ferramentas pra chegar ao seu “seguro” ponto final.
A minha pergunta é: onde está Deus?? O bom Deus? O que julga corretamente todas as coisas? O que faz com que todas as coisas, TODAS, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus? Que sabe todos os processos que devemos passar no presente pra chegarmos no futuro que Ele sabe que é melhor pra nós? O que tem o tempo a seu favor? Em quem temos confiado?
Sabe, eu e a Lily temos nos deparado com essa situação nesses dias. São dias que rapidamente declaramos como os mais inúteis de nossas vidas porque estávamos olhando para o “muito” que não estávamos fazendo e poderíamos fazer. Porque se tivéssemos o controle dessas situações nesse momento, saberíamos como agir e já tínhamos planejado onde chegar com tudo isso. Mas a pergunta quando paramos na real frustração(sem aspas) era: onde está o bom Deus?
Porque se estamos agindo assim, só podemos ver o mal Deus. Afinal, não é possível que Ele tenha desejado isso pra minha vida..., que isso esteja realmente acontecendo!!! Isso não está exatamente me fazendo bem!
Esse mesmo tempo que julgamos ser inútil é o tempo que o julgamento de Deus diz ser o mais útil. Mas preferimos ficar com nosso julgamento. E aí nossas escolhas têm realmente definido nosso destino. E nessa caminhada (sem sentido) rumo ao nosso destino, vamos ver, no final, que não valeu à pena..., mais frustração. Cíclico, não?
Temos aprendido a colocar todas essas perguntas em discussão com os três grandes camaradas, amigão que é um..., seja lá o nome que você, sua doutrina, sua teologia ou sua religião quiser dar pra eles.
E nessa discussão temos visto as duas enormes palavras: simplicidade e dificuldade. Tão simples: entregar pra Ele. Tão difícil: entregar pra Ele.
Nessa “corrida teológica pós-moderna” (se é que esse termo é correto de se usar!) vemos muitas, enormes e velozes mudanças na maneira de se pensar pra se explicar o mais simples: entregar pra Ele.
É lógico que isso é recheado de significados práticos, mas nada muda o fato de ser simples..., e difícil!
O que, na prática, eu e a Lily temos tentado fazer? Confiar nEle em todas as situações, não usando mais o nosso senso de julgamento sobre o que é bom ou mal..., afinal, a dor, a dificuldade, o sofrimento, as situações inesperadas de falta de grana, de não conseguir fazer aquilo que realmente desejamos, de ter pessoas da sua própria família sofrendo “injustiças”, doenças, morte, etc..., podem até soar como mal pra nós, mas o julgamento de Deus pode ser que isso é exatamente o bom, o melhor de Deus!! E temos preferido o julgamento de Deus..., ou pelo menos tentado viver assim!
Nossas escolhas vão passar a ser baseada no senso de justiça de Deus, não nosso, da nossa teologia, das “doutrinas” dos tele-evangelistas (que em sua maioria odiamos!!), ou no momento que estamos passando.
Assim, “frustração” vai passar a ser frustração real..., ou talvez ela mesma (a frustração com aspas), o êxito real. E o “êxito” passará a ser êxito real..., ou ainda ele mesmo (o êxito com aspas), a frustração real. E tudo isso vai estar dentro do processo que temos vivido com Deus, e todas as coisas, TODAS, vão realmente cooperar para o nosso bem!!!
Se tudo isso não tem a ver com o amor dos três camaradas, o Grande Amigo, por nós, não sei dizer mais nada...