Posts mais vistos

Mostrando postagens com marcador missionário. Mostrar todas as postagens

Divulgando nossa família - vídeo 2

By : Kadu



Este é o segundo vídeo de divulgação de nossa família em missões. Assista completo, divulgue, ore, comprometa-se!
O primeiro vídeo você encontra aqui no blog ou direto no youtube: https://youtu.be/5d4TallquZ0

Nossos contatos:
Emails: ka_du2@yahoo.com.br e lilyanekm@yahoo.com.br
Facebook, procure-nos por: Kaly Oliveira e Lilyane Molina de Oliveira
Whatsapp e telefone: +55 19 983399067 ou +55 19 982533338

Dados bancários: 

Caixa Econômica Federal
Conta Poupança (operação 013): 00037968-3
Agência: 4004
Carlos Eduardo R. G. B. de Oliveira
ou
Conta Poupança (operação 013): 00003189-4
Agência: 2861
Lilyane Kreyci Molina

Banco Bradesco
Conta Poupança: 1000443-8
Agência: 2646-8
Carlos Eduardo R. G. B. de Oliveira

Paypal: lilyanekm@yahoo.com.br

Site JOCUM Vigo: http://www.ywamvigo.com/en/home/

Cartas para um Novo Missionário: Acendendo o Fogo

By : Kadu
postagem original no blog Beyond Imagination, em 19, janeiro, 2014. 
por Catherine Rivard

Querido Novo Missionário,
Eu estava sentada na minha barraquinha da Wycliffe no hall de entrada do auditório da faculdade e não prestava muita atenção, provavelmente tentando escrever mais algumas notas de agradecimento. Era semana de missões em sua escola, mas a essa altura a maioria dos estudantes já tinha se dispersado para as suas aulas, e eu podia escutar alguns músicos se aquecendo nas salas de ensaio do outro lado do corredor. Estava calmo.
E então você veio. Você se sentou perto de mim com sua lista de perguntas, e eu fiquei maravilhada com seu discernimento, sua ânsia de se preparar para esse caminho que Deus havia te chamado.
Chegando ao final de nossa conversa, você olhou pra mim, com uma última pergunta. “Mais cedo, eu escutei o palestrante, um missionário, e ele passou todo seu tempo descrevendo a angústia, e dores, e sofrimento, e desastres que acometeram ele e sua família. E então ele terminou a conversa com um enorme sorriso e gritou, 'você também deveria se tornar um missionário!' ”
Você balançou sua cabeça espantado e disse: “Como ele consegue fazer aquilo?!”
De fato!  Como ele consegue fazer aquilo? Como eu posso fazer isso? Penso em tantos momentos, seja se tratando de tentar pegar uma comida nova em meu caminho, seja encarar a aranha gigante no chuveiro, ou ainda tentar encontrar as palavras certas em minhas habilidades linguísticas limitadas para compartilhar a verdade de Deus ou dizer tchau de novo e de novo. É claro, nós somos mandados a fazer isso, e francamente, eu acho a experiência no exterior bem legal.
Mas isso não é suficiente
Como ele consegue? Porque Deus acendeu um fogo em seu coração, e não fazer isso ou significa ser consumido pelas chamas ou significa tremer ao tentar escapar dessas chamas. Pois quando Deus te chama pra isso, Ele te habilita à isso e te dá a mais profunda alegria nisso.
E permanecer com Ele no meio desse fogo, permitindo-O te usar a despeito de seus defeitos e falhas em amar e alcançar as pessoas pelas quais Ele morreu, bem, isso é glorioso, porque nesses momentos não se trata de você e do que você pode fazer ou onde você pode ir e o que deixa para trás. Nunca se tratou disso. Porque toda dor e agonia (que em ultima instância marca a vida de qualquer ser errante nesse mundo caído), mesmo sendo lamentável, e real e digna de cada lágrima, parece sumir diante dEle e diante daquele fogo. E um dia, essas lágrimas irão cessar, e você irá permanecer com Ele em alegria e não apenas para ver os frutos de como Ele usou sua vida, mas vendo-O, aquEle que moldou você, te santificou e te levou até Ele mesmo, naquela vida.
É assim que ele consegue – ou, ao menos, como eu consigo.
E é assim que você pode, meu amigo.
Juntos, olhamos pra fora pela janela, por todo hall de entrada, não haviam mais palavras, e eu fiquei imaginando no que você estava pensando ou seu eu te aterrorizei completamente para sequer se aventurar no campo missionário. O campus estava começando a despertar de novo e os alunos pegavam suas mochilas em um dos ombros, duas meninas de cabelos encaracolados conversavam em um canto. Você também pegou sua mochila, depois olhou pra mim, sorriu e me deu um leve aceno.

E eu percebi que o fogo havia sido aceso em você também.

Seria a Europa ainda um campo missionário? ou O que significa “conhecer” a Cristo? - parte 2

By : Kadu

Se um missionário for trabalhar entre os Fulas, ou Fulanis, da África Ocidental, poderá ter a certeza de estar a evangelizar um povo não alcançado. Posso falar disso com conhecimento porque trabalhei entre eles por 12 anos e plantei uma igreja em território Fula. Mas o que isso quer dizer? O que significa dizer que os Fulas são um povo não alcançado? Há cristãos Fulas? Sim! Pela graça de Deus há. Há Igrejas entre Fulas cuja maioria é formada por esta etnia e respeita seus costumes e cultura? Sim! Pela graça de Deus há. Então porque são um povo não alcançado? Porque o número de crentes e de igrejas é muito pequeno e não tem condições de encarar o desafio da “nação” Fula. Ao todo, os Fulas serão cerca de 40 milhões em 17 países da África Ocidental. Não temos a noção de quantos cristãos existirão entre eles, mas serão na casa das centenas, espelhados numa vasta região. Há necessidade de alcance desse povo em todas as áreas. Há necessidade de missionários de todo tipo e perfil. Missionários de longo prazo. Missionários de carreira que se dediquem a aprender língua, cultura e que passem pelo menos 10 anos a trabalhar para plantar uma igreja que se possa auto-propagar. Como os Fulas há ainda muitos povos não alcançados no mundo. 

O que dizer das grandes nações não alcançadas? Índia e China? A carência é grande, mas a realidade em termos de evangelho também é diferente. Na Índia há 1 bilião de pessoas, mas há mais de 25 milhões de cristãos evangélicos. Há estados na Índia quase sem cristãos, mas há estados como Arunachal Pradesh, Kerala, Goa ou Manipur em que os cristãos são mais de 25% da população, em Mizoram são 87% e em Nagaland serão 90% da população. Isso significa que há desafios tremendos mas também uma igreja nacional forte para fazer o trabalho (estamos usando dados seguros e fiáveis fornecidos pela Intercessão Mundial, Operation World. Na China, os números são difíceis de confirmar, mas fala-se em mais de 100 milhões de crentes. A Igreja nas casas é um movimento diverso mas poderoso. O desafio da China é tremendo mas há toda uma força nacional para fazer o trabalho. Os Missionário nesses contextos serão, em sua maioria, formadores de liderança e capacitadores, mais do que plantadores de igrejas. Há grande necessidade, mas também há uma igreja nacional para fazer a obra e com a qual se pode e se deve trabalhar.

O Brasil tem uma realidade diferente. Segundo as estatísticas, os evangélicos no Brasil serão mais de 50 milhões. Mesmo que muitos desses sejam nominais e muitas dessas igrejas não sejam muito fiéis na pregação de um evangelho puro, ainda assim teremos uma força nacional evangélica enorme. E o que isso significa? O Brasil é um país alcançado? Sim! O que quer dizer que não precisa de evangelização? Não! Há muitas necessidades no Brasil. Bolsões de grande resistência, povos indígenas por alcançar, centros urbanos extremamente carentes. Será o Brasil um campo para missionários de outras nações? A Igreja brasileira precisa de missionários de fora? Não deveria, mas ainda precisa. Há áreas para melhorar, há treinamento a ser feito, há regiões mais remotas onde a igreja teima em não ir. E o Senhor da seara envia para onde quer. O Brasil não será prioridade missionária e poderá ter uma igreja responsável pela sua nação, mas ainda assim beneficiará de obreiros certos em áreas específicas para abençoar o país.

E a Europa? Será campo missionário? Não é a Europa um continente cristão? Não são os cristãos 71% da sua população? Precisaria a Europa ainda de missionários? Não será esse povo uma gente já conhecedora do evangelho? Se voltarmos aos números teremos que dizer: Não! Olhando para a realidade do evangelho, sabemos que a África tem 17,7% de evangélicos, a América do Norte 26,8%, a América Latina 16,7%, a Ásia 3,5% e a Europa 2,5%. É o continente com menor percentagem de crentes no mundo! A verdade dos números parte nossos corações. Denominações inteiras têm na Europa o número de crentes que as igrejas grandes no Brasil contam em seu rol. A maioria das igrejas conta com algumas dezenas de membros, muitas vezes já idosos e sem forças para o trabalho. 

A igreja na Europa está em sofrimento e por vezes nos cuidados intensivos. Países que foram enviadores de missionários são hoje campo fértil para o Islamismo, as religiões orientais e o ateísmo. Templos são vendidos para fazer bares, igrejas fecham as portas regularmente por falta de gente e de pastores. Na República Checa, onde nasceu o grande movimento missionário morávio os evangélicos são 0,7% da população. Na Holanda, berço dos baptistas, contamos hoje com cerca de 10 mil membros na União Batista. E esta é uma convenção batista “forte”, porque em Portugal somos pouco mais de 4 mil, na Áustria 1.600, na Bélgica 1.200, na Finlândia 1.100, Na Suíça 1.030, na Eslovénia 120, Na Lituânia 250, Na Bósnia 200 (dados da Aliança Batista Mundial

O que queremos mostrar com isso? Que, à semelhança da pequena igreja entre os Fulas, a igreja na Europa não tem força para caminhar sozinha. Que a igreja no velho continente precisa de ajuda em todas as áreas. Que a Europa ainda é um campo missionário.


Não queremos diminuir a necessidade de nenhuma região do globo nem minimizar os esforços de qualquer obreiro em qualquer região. Nosso objectivo é apenas despertar a igreja para a realidade da missão na Europa e a urgência de alcançar os europeus para o verdadeiro evangelho de Jesus.

Texto de autoria de Joed VenturiniPastor da Terceira Igreja Baptista de Lisboa, Mestre em Missiologia,Médico especialista em Medicina Tropical, Escritor.
Postado originalmente no blog do autor, clique aqui para visualizar.

Seria a Europa ainda um campo missionário? ou O que significa “conhecer” a Cristo? - parte 1

By : Kadu

Um dos princípios clássicos de missões foi estabelecido pelo Apóstolo Paulo, logo no começo da obra de missões, e é o de anunciar a Cristo onde ele ainda não é conhecido (II Coríntios 10:16). Esta será uma das bases para se falar em “povos não alcançados” que se tornou uma das máximas de missões com a definição da janela 10/40 como alvo prioritário de missões. Faz sentido que as organizações missionárias e as igrejas invistam em campos onde o evangelho não é conhecido. Cristo deve ser anunciado onde ainda não é conhecido. Mas essas afirmações levantam algumas questões e uma das mais importantes é a que fazemos no título: o que significa conhecer a Cristo? Até que ponto um ou outro campo pode ser descartado como campo missionário?
Já estive em aldeias na África Subsariana onde as pessoas nunca tinham ouvido a história do natal ou a descrição da crucificação ou a maravilha da ressurreição. Certamente eram um povo não alcançado pelo evangelho. Ali fazia muito sentido ter missionários. Mas, o que queremos dizer quando falamos de conhecer a Jesus? Alguém que sabe que Natal é nascimento de Jesus e que ele morreu numa cruz se categoriza como conhecendo a Cristo? Nesse caso podemos parar de evangelizar o Brasil. Não faz sentido ter uma organização de missões nacionais num país em que mais de 20% da população é evangélica e há pregação contínua na TV e rádio e Internet. O Brasil é um país sobejamente alcançado. Mas será mesmo? Saber que Natal é comemoração do nascimento de Jesus e que ele morreu numa cruz é conhecer a Cristo? Nesse caso boa parte da população muçulmana do mundo estaria alcançada porque sabem quem é Issa (Jesus) e conhecem algo de sua vida. Por essa linha de pensamento também estaria alcançada toda a classe média no Japão, pois têm cultura mais ocidentalizada. China e Índia também serão já alcançados, porque saber do Natal e da Páscoa é conhecimento geral básico mesmo na Ásia. Mas serão eles alcançados? 
E aqui voltamos à questão: o que significa conhecer Jesus? Lembro-me de ir assistir ao filme “Código da Vinci”, uma obra de ficção que inclui pretensos factos históricos. E, no entanto, ao sair do cinema ouvi um casal a conversar e a senhora a dizer com ar muito convicto: “afinal, foi isso que aconteceu!”. Minha surpresa foi enorme ao perceber que ela estava a falar de Jesus, que no filme é representado de modo bem diferente dos evangelhos. Demonstrou não conhecer Jesus. Isso aconteceu em Lisboa, Portugal, um país nominalmente cristão e já evangelizado… ou será que não? 
Na nossa ansiedade por alcançar os que nunca ouviram de Cristo temos tomado decisões em relação a missões que excluem certos campos como a Europa, como se já fossem evangelizados. Mas a grande maioria da população na Europa, apesar de ter um conhecimento superficial da figura de Jesus, nunca ouviu uma exposição clara e direta do evangelho. Não se pode dizer que conhecem a Cristo. Nunca foram expostos à salvação bíblica.
Foi Leslie Newbigin que começou a alertar para a nova realidade da Europa Pós-Cristã como campo missionário. Depois de trabalhar por muitos anos na Índia, ele voltou à Grã Bretanha, uma terra supostamente cristã e ficou perplexo de perceber que seu país se tornara avesso a Cristo e ignorante do evangelho. Ele concluiu que a Inglaterra era novamente um campo missionário. Não é por acaso que a Europa é o continente com a menor percentagem de evangélicos no mundo. Os europeus não conhecem o Jesus das escrituras.
Acresce outra dificuldade. Temos, como cristãos, muita experiência em alcançar culturas e povos não cristãos e pré cristãos. Temos uma missiologia avançada para lidar com a introdução de Cristo para povos que o desconhecem por inteiro. Mas nunca antes o Cristianismo lidou com a necessidade de evangelizar uma cultura pós-cristã. Sabemos falar de Jesus a quem nunca ouviu falar dele. Mas na Europa a sensação é: “Conhecemos Jesus, sabemos o que é o Cristianismo, já o experimentamos e para nós não serve” E diante disso não temos ainda uma missiologia capaz. 
No tempo do Novo Testamento os romanos eram muito liberais em relação a religião. Havia bastante liberdade para praticar fosse o que fosse. Os cultos eram assunto particular. Cultus privatus, algo que é apenas problema seu. Apenas não o imponha a seu vizinho e ficaremos felizes. Nessa realidade o Cristianismo era apenas mais uma religião. Mas tinha a vantagem de ser uma novidade, algo fresco e viçoso, algo nunca antes visto. Foi quando o Cristianismo deixou clara a sua alegação de fé única para salvação que a perseguição surgiu. Se fosse mais uma não havia problema. Alegar ser a única salvadora é que não era aceitável.
Hoje vivemos algo semelhante. A cultura pós moderna se tornou relativista e nesse contexto vale tudo. Mas religião é coisa privada e não se deve impor. O problema é que a fé cristã não é mais novidade mas é vista como retrograda, antiquada, já testada e sem apelação. E sua alegação de ser “a verdade” leva a acusações de fanatismo e intolerância. Essa é a visão que a Europa tem da igreja hoje. E diante disso respondemos: O europeu conhece Cristo? Não! Tem noções históricas, em geral erradas e alguns conceitos vagas, mas não conhece a verdade bíblica e nem o evangelho salvador. Nesse contexto a Europa é ainda, ou novamente, campo missionário? Certamente! E dos mais árduos onde o trabalho é lento e exige persistência e paciência. Necessitamos de uma missiologia para esta Europa pós cristã e de gente com coragem para enfrentar uma sociedade cínica, maligna e avessa a Deus. 
Sim, a Europa é campo missionário.

Texto de autoria de Joed VenturiniPastor da Terceira Igreja Baptista de Lisboa, Mestre em Missiologia,Médico especialista em Medicina Tropical, Escritor.
Postado originalmente no blog do autor, clique aqui para visualizar.

Divulgando nossa família em missões

By : Kadu


Esse é um vídeo com um resumo super breve a respeito de nossa vida em missões, desde o início. Muitos episódios ficaram de fora pois não caberia em poucos minutos. Buscamos ser muito honestos, não buscando comover e manipular, nem mesmo demonstrar super-heróis missionários, o que seria fake. Esse somos nós, a família Oliveira, caminhando com Deus, nos erros e acertos, sempre com o coração apontado para a direção do Paizão. Se deseja caminhar conosco, entra em contato:

Emails: ka_du2@yahoo.com.br
              lilyanekm@yahoo.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/kaly.oliveira.9
                    https://www.facebook.com/lilyane.moli...
Whatsapp: +5519983399067

7 maneiras de orar por um missionário

By : Kadu

via https://maisnomundo.org/


1. Ore para que as portas sejam abertas
Cl 4.2, 3a

Portas abertas nem sempre são garantia de que os missionários chegarão aos corações das pessoas. Muitos missionários trabalham em países de acesso difícil. Mas “portas abertas” incluem mais do que somente acesso às nações e grupos de pessoas. Cada coração também necessita estar aberto e receptivo à verdade de Deus.

2. Ore por ousadia para testemunhar
Ef 6.19

Missionários são pessoas normais que temem dor e rejeição tanto quanto qualquer outra pessoa. Quando se deparam com oposição, eles precisam da força que vem de Deus para ajudá-los a permanecer firmes.

3. Ore para que a Palavra de Deus seja propagada
2 Ts 3.1

Obstáculos precisam ser removidos para permitir que a Palavra de Deus seja espalhada rápida e livremente. Remover obstáculos implica resistência resoluta na guerra espiritual. Assim como Arão e Hur sustentara os braços de Moisés na batalha contra os amalequitas (cf. Êxodo 17.12), você pode sustentar os braços cansados de missionários por meio de suas orações.

4. Ore por proteção
2 Ts 3.2

Portas abertas em países de difícil acesso podem também gerar perigo e dano pessoal para os missionários que entram naquelas áreas. Pessoas resistentes ao Evangelho podem expressar sua resistência de forma direta e, muitas vezes, nociva.

5. Ore pelo ministério
Rm 15.31

Cooperação e parcerias são essenciais ao ministério e vitais ao progresso do trabalho. Ore para que o ministério e a atitude do missionário sejam dignos de aceitação.

6. Ore por direcionamento de Deus
Rm 15.32a

Muitos missionários realizam viagens nacionais e internacionais frequentemente. Seus meios de transporte variam de país para país e, às vezes, envolvem situações tensas.

7. Ore por refrigério
Rm 15.32b

Missionários enfrentam muitas das mesmas pressões que você enfrenta na vida, como esmagadora carga de trabalho, conflitos em relacionamentos e incertezas financeiras. Às vezes, entretanto, missionários lutam com essas questões sozinhos, sem a amizade e o apoio de outros cristãos. Morar e trabalhar em outra cultura acrescenta um elemento que pode esgotar a vitalidade física, emocional e espiritual deles.

Parceiros em oração

O apóstolo Paulo foi um missionário e um homem de oração. Ele orou por aqueles que estavam sem Cristo, pelos cristãos e pelas novas igrejas estabelecidas sob seu ministério.
“Recomendo-lhes, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que se unam a mim em minha luta, orando a Deus em meu favor”. (Rm 15.30 NVI)
Paulo sabia que a oração trazia resultados:
“Ele continuará nos livrando, enquanto vocês nos ajudam com as suas orações. Assim muitos darão graças por nossa causa, pelo favor a nós concedido em resposta às orações de muitos.” (2 Co 1.10b e 11 – NVI)
Em sua carta, Paulo faz pedidos específicos de oração para que os cristãos orassem. Como companheiro de oração com aqueles que são chamados a ir, você também provocará um impacto que pode alcançar o mundo todo. Os pedidos de oração de Paulo mostram como orar com entendimento e eficácia, mas não para nisso. Então, ore. Ore para que um dia, todos os povos ao redor do mundo tenham em breve a Palavra de Deus na língua que lhes fala ao coração.
- See more at: https://maisnomundo.org/7-maneiras-de-orar-por-um-missionario/#sthash.7hUkR1gR.dpuf

Loren Cunningham - Um chamado para VOCÊ!

By : Kadu


Primeiro de uma série de vídeos da entrevista com Loren Cunningham, fundador de Jovens Com Uma Missão, durante o Jocum em Família de 2013 em Caldas Novas/GO. 

Produção: Central Mídia Jocum
Entrevista: Hiago Angelucci
Tradução: Felipe Delfim
Edição e legendas: Eduardo Serrati

Site: http://www.centralmidiajocum.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/CMJocum
Twitter: http://twitter.com/centralmidia

Onde há fé e onde não há? - pensando em missões...

By : Kadu

Sempre que penso em missões me vem a mente aquilo que eu creio que todos nós, cristãos brasileiros, temos sido formatados a pensar. 
Qual a primeira coisa que você pensa (imagem mental ou palavra) quando ouve algo sobre missões, ou quando ouve a palavra missionário? Posso fazer essa pergunta de leste a oeste, de norte a sul aqui no Brasil e a resposta invariavelmente será a mesma, salvo raras e boas exceções. Faça esse exercício aí, você que está lendo..., o que pensou?
Se você pensou em alguma das palavras a seguir, você é um cristão normal dentro do contexto brasileiro: África, China, muçulmanos, pobres, criancinhas famintas, local isolado e distante, fome, perseguição, índios, entrega de folhetos, teatro, impacto, favela, cadeia...
Tenho algo pra te dizer sobre isso: se você pensou alguma dessas coisas, você está certo, mas pode estar completamente errado também! Incrível? Não..., normal!
Mas porquê? Porque estamos constantemente com uma imagem trazida de uma experiência apenas, e encerramos todo o tema "missões" nisso. 
Pensamos assim: "Na minha igreja fazemos impactos de rua, entregamos folheto, pregamos na praça e damos comidas aos pobres..., isso é missões!". A resposta é sim, isso é, mas não, pois se dissermos que isso que é missão, e o resto? Se dissermos que ser missionário é ir pra China, e os outros países? Se dissermos que missões é pregar para os pobres, isso quer dizer que quem tem dinheiro não precisa ouvir as boas novas?
Uma coisa que aprendi estudando sobre missões é que ao encerrarmos a nossa definição de missões invariavelmente iremos deixar algo de fora, como bem diria David Bosch.
Mas isso não quer dizer que não devemos buscar definições sobre missões. E uma das melhores que já ouvi até hoje, que praticamente não se encerra em uma definição excludente, é de que "missões" é a proclamação exaustiva do evangelho nas fronteiras onde não há fé (conf. René Padilha).
Essa definição é importante pois não exclui ações específicas (palestra, folheto, impacto, teatro, conversa, esportes, mídia, etc.) nem localidades específicas, já que a fronteira não é mais geográfica nem social, mas simplesmente onde há fé e onde não há fé (isto é, crença e relacionamento correto com o único Deus e tudo o que diz respeito a ele). Isso pode se dar seja aqui, no meu vizinho, ou lá longe, no Sudão do Sul, no Curdistão. Isso pode ser através de teatros (onde seja realmente relevante!) ou através de estratégias mais sutis como o caso dos relacionamentos informais. Também pode ser entre os mais pobres somalis ou entre os ricos europeus e asiáticos.
Digo isso porque tenho passado por diversas comunidades, igrejas e pessoas diferentes, com doutrinas e costumes distintos, mas, quase que sempre, a definição sobre missões é sempre a mesma, e gira em torno da exclusividade dos termos que citei lá em cima. O que não for aquilo, não é missões!
Porque fazemos isso? Porque nos julgamos donos da verdade, donos da missão. Não compreendemos
ainda que Deus é o dono de missões e que, em primeiro lugar, ELE tem uma missão. Nós estamos debaixo da missão dEle, como coadjuvantes, que auxiliam no cumprimento da Sua missão no mundo! Isso quer dizer que, ainda que não façamos nossa parte, Ele continua sendo missionário e cumprindo Sua missão através dos Seus próprios meios! Isso também quer dizer que Ele não depende de nós pra cumprir a Sua missão! Isso quer dizer, ainda, que devemos dar graças ao Pai pelo enorme privilégio que Ele nos deu de sermos participantes disso!
Mas, enfim, ainda cremos na "missão da minha igreja", na "missão da minha organização", na "missão da minha denominação". E colocamos isso fora e até acima do Reino de Deus, por exemplo. Queremos muito mais um reino nosso, da nossa denominação, do que propriamente o Reino que dizemos proclamar.
Vamos pensar isso de maneira mais prática..., se hoje se levantar certo crente, compromissado com Deus, que estuda e medita na Palavra dia e noite, que trabalha e dá bons frutos onde está, dizendo que ouviu Deus o chamar pra ser missionário de carreira, como respondemos? Com questões coerentes sobre o onde, como, porque, certo? Digamos então que sua resposta seja: quero trabalhar com artes na Itália. "Ah tá..., tá bom!"
Agora vem outro, crente, que ora em línguas, dá o dízimo, anda de bíblia debaixo do braço é é super simpático com todos os velhinhos e crianças da igreja, além de chamar respeitosamente o pastor da igreja de reverendo (com isso quero formar aquela imagem de crente "externamente perfeito"). Esse crente, apesar de cantar no louvor, não participa de nenhum projeto social, de nenhuma viagem missionária, de nenhum impacto, a não ser que vá cantar e ministrar lá no palco, porque, diz ele, que esse é seu dom. Seus frutos não são aparentes, não tem nenhum discípulo, ao contrário, tem vários desafetos no grupo de louvor que faz parte, porque acham ele meio "estrela demais". Porém, seu "testemunho" perante os que não o conhecem mais intimamente (não fazem parte do grupo de louvor) é muito bom. Ele fala lá suas besteiras teológicas de vez em quando lá no púlpito, mas vá lá, tá aprendendo. Agora, como num passe de mágica, ele também se diz chamado para missões..., e o melhor, vai pra África, trabalhar com as criancinhas "remelentas" das fotos que ele colocou no seu powerpoint!!
Qual dos dois tem maior probabilidade de levantar parcerias e compreensão para seu chamado?
Infelizmente temos que ver o "despreparado-mas-irrepreensível-gospel" ir para o campo, causar mais estrago do que gerar frutos que permanecem, e ver o rapazinho compromissado com Deus ficar penando pra talvez fazer um trabalho de curto prazo com o que foi chamado a fazer.
Com isso não quero dizer que a África não precisa de missionários, que as crianças famintas não precisam de pessoas trabalhando com elas, de maneira alguma. Conheço pessoas sérias, compromissadas com Deus, com trabalhos extremamente relevantes nesses contextos. Mas até eles não escolheram esse "campo" por conta da visibilidade que terão ao trabalhar nesses contextos..., sequer escolheram esses contextos, mas oraram, ouviram o chamado específico de Deus e simplesmente tem obedecido.
Tem agência fechando as portas pra quem não foi chamado pra ir pra campos como por exemplo da antiga Janela 10-40. Será que Deus está errando ao chamar pessoas pra outras localidades então?? "Poxa Deus, sacanagem, você tá querendo estragar missões, atrasar nossa vida? Você não entendeu ainda que o foco é a Janela 10-40 Deus?"
Com pensamento e atitudes como essas, temos mais afastado as pessoas de pensar em missões do que aproximado-as de algo que é essencial a vida cristã. Infelizmente!
Conheço muitas pessoas que não foram chamadas pra serem missionárias em países financeiramente pobres, pessoas que talvez nunca pisarão nos países da Janela 10-40 pra fazer missões, mas que através de seu ministério, sua dedicação, seu trabalho árduo, sua obediência a Deus, tem gerado frutos bons e que permanecem, incluindo alguns frutos que acabam por entender seu chamado pra essas localidades e geram muitos outros frutos ali. Talvez, muitos desses missionários que hoje trabalham no continente africano, ou com os pobres e famintos mundo afora, ou nos países fechados, no meio dos muçulmanos, entre os índios, nas favelas e prisões, etc., não estariam aí, dando muito fruto, se não fosse algum missionário (des)obediente que os discipulou, treinou, encorajou, ensinou e despertou pra esses trabalhos, e que nunca pisou ou pisará nesses países!
Devemos compreender que até mesmo Paulo, aquele que chamamos de pai das missões estrangeiras (apesar de que nosso Deus, através do tempo tem sido o verdadeiro Pai das missões estrangeiras desde a eternidade) não olhava para missões dessa nossa maneira de hoje. Em seu ministério ele foi muito mais
estratégico ao ir e trabalhar em cidades com características cosmopolitas, ricas ou proeminentes, cidades a partir de onde poderia fazer com que o ministério frutificasse muito mais, do que simplesmente ir pra alguém pobre ou diferente socialmente dele mesmo...
Devemos compreender que as fronteiras geográficas e sociais que devemos ultrapassar na proclamação do evangelho são onde há fé e onde não há fé. Sendo assim, num tempo globalizado, em que podemos ir daqui para o Japão em um segundo (através da internet) ou em algumas horas (de avião), onde as fronteiras geográficas são facilmente ultrapassadas, onde podemos encontrar um pobre morando do nosso lado direito, e um rico morando como vizinho esquerdo, devemos fazer a pergunta correta ao se pensar em missões: onde Deus ainda não é Rei? É aí que vou investir! E se, por acaso, Deus te trouxer algum chamado específico, se você estiver pensando em ser ou adotar um missionário, avalie o desafio de trabalho e ministério através dessa pergunta, e não daquilo que está sendo "moda" cristã hoje em dia ou daquilo que minhas experiências (ou da minha denominação/hagência/doutrina) colocam como expectativa missionária.
Porque se seu vizinho crente está indo pra África levar comida para as criancinhas famintas(porque ouviu e quer obedecer o chamado do Pai) mas você ouviu de Deus que é pra ir para o Havaí discipular outros crentes a compreender os desafios das fronteiras onde não há fé, vocês não são concorrentes, mas co-participantes do avanço do evangelho e da implantação do Reino de Deus nessa terra!

Projeto Humanitário no Níger

By : Kadu
Algumas (bem poucas!) vezes me surpreendo positivamente com a TV aberta..., essa foi uma das surpresas!!
Sei que no fundo do coração do Danilo Gentili ainda existe uma fagulha do fogo que Deus um dia fez mover a vida dele..., oremos por ele, até mais do que pelo Xand.

Governo do Senegal, Presidente Dilma Rousseff, Itamaraty: Libertação de missionários brasileiros presos no Senegal

By : Kadu


Fazemos um apelo para o governo do Senegal que liberte os cidadãos brasileiros José Dílson da Silva e Zeneide Moreira Novais, presos desde novembro de 2012 por acusações comprovadamente infundadas, após apurações realizadas pelas autoridades locais. Mesmo inocentes de tais acusações, permanecem ainda encarcerados, com o habeas corpus negado.
Apelamos também às autoridades públicas do Brasil, à Presidenta Dilma Rousseff, à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e ao Itamaraty, que intervenham em favor da liberdade imediata desses dois compatriotas que estão sofrendo nessa nação irmã por prestarem ajuda humanitária através de um projeto social que oferece abrigo, alimentação e ensino para crianças e jovens de rua. 
Não podemos admitir que pessoas que empenham suas vidas junto aos desfavorecidos e excluídos sejam vítimas de tamanha injustiça!
José Dílson trabalha há 21 anos no continente africano (13 anos em Guiné Bissau e há quase 8 anos no Senegal) como membro e dirigente da ONG ABC (Aide Internatinale Aux Enfants) e da APMTS (Associação Presbiteriana de Missões Transculturais no Senegal).

Cristão engajado na causa dos pobres e necessitados da África, Zé Dílson tem participado e realizado às seguintes ações:
Em Gunié Bissau: 
•Ajudou a construir uma das maiores escolas de Guiné Bissau (Escola JOCUM). Desde 1991 milhares de crianças já foram beneficiadas, atualmente com 700 alunos inscritos. 
•Construiu vários centros nutricionais, com o apoio do PAM, ADRA e outras organizações, distribuindo diariamente alimentação para mais de 300 grávidas e crianças com desnutrição na cidade de Gabu e arredores.

No Senegal: 
•Criou a Escola ABC, que apoia e beneficia centenas de famílias através da educação de seus filhos. Esta escola hoje conta com 200 alunos inscritos, da pré-escola até o quarto ano. Crianças do ensino elementar recebem alimentação diariamente, estudando em tempo integral das 8 às 15 horas. 
•Contribui na inserção social através do esporte, com quatro escolinhas de futebol em Dakar e no interior, nas quais participam 120 meninos. 
•Fundou o Projeto Obadias, que conta com um orfanato-escola para meninos em situação de abandono social. O projeto contribui para o desenvolvimento humano e social de menores que viviam nas ruas do Senegal, oferecendo abrigo, alimentação e ensino.

No dia 06 de Novembro de 2012, José Dílson e Zeneide (diretora do abrigo de menores que faz parte do Projeto Obadias) foram detidos na cidade de Mbour e posteriormente enviados a um presídio na cidade de Thies. Eles foram presos após a queixa do pai de um dos jovens apoiados pelo projeto, desconte de ver o filho tornar-se cristão.
José Dilson mora com sua esposa e filhos dentro do Projeto Obadias, numa zona rural de Dakar, e nunca teve problema de ordem judiciária ou passagem pela policia. No momento, se encontra com a saúde debilitada, pois sofre de diabetes, compartilhando a cela com dezenas de outros presos em condições que fazem agravar o seu estado físico.
Que perigos José Dilson e Zeneide podem oferecer para a sociedade senegalesa que lhes negou a liberdade provisória?
Apelamos para que a justiça do Senegal faça valer os direitos desses brasileiros que tanto amam seu país e lhes conceda liberdade e anistia imediatas.

Modelo de mensagem enviada:

Para: 
Macky Sall, Presidente do Senegal 
El Hadji Abdoul Aziz Ndiaye, Embaixador do Senegal no Brasil 
Katia Gilaberte, Embaixadora do Brasil em Dacar 
Embaixada do Brasil em Dacar 
Antonio Patriota, Ministro das Relações Exteriores do Brasil 
Dilma Rousseff, Presidente do Brasil 
Por favor, intervenham pela libertação imediata do José Dílson da Silva e Zeneide Moreira Novais, presos injustamente desde novembro de 2012 no Senegal. O governo brasileiro e o Itamaraty já intervieram com muito mais efetividade em outros casos para pedir a extradição de brasileiros no exterior. Este caso tem um agravante: eles são inocentes e são missionários que atuam há mais de 20 anos em causas humanitárias no continente africano. O José Dílson tem diabetes e outros problemas de saúde que estão se agravando nas condições insalubres do presídio. Por favor, tomem uma ação efetiva de alto nível para que o governo do Senegal liberte os dois missionários.
Atenciosamente, 
[Seu nome]

Como fazer isso na prática?
Entre no site e assine a petição:

http://www.change.org/pt-BR/peti%C3%A7%C3%B5es/governo-do-senegal-presidente-dilma-rousseff-itamaraty-liberta%C3%A7%C3%A3o-de-mission%C3%A1rios-brasileiros-presos-no-senegal?utm_campaign=share_button_action_box&utm_medium=facebook&utm_source=share_petition

E o ciclo se repete..., ou não?

By : Kadu
"...em 1837 chegou ao Brasil o missionário americano, metodista, Daniel Kidder, que viajou extensamente pelo país fazendo distribuição de Bíblias. Como fruto desse trabalho chegou a ser organizada uma Igreja Metodista, no Rio de Janeiro, com aproximadamente 40 membros. Esse trabalho, porém, foi desativado em 1841, devido à falta de envio de recursos financeiros pela missão norte-americana, patrocinadora do sustento dos missionários, e também por dificuldades de saúde enfrentada por esses, que se viram obrigado a deixar o país."




Estava estudando e li sobre isso no curso de teologia..., as coisas parecem meio cíclicas, ou não?

Crônica do Semeador

By : Kadu

Estou eu aqui, estudando Teologia Bíblica do Plantio de Igrejas, do meu curso de Teologia, e me deparo com essa linda crônica, escrita pelo excelente Ronaldo Lidório na Revista Ultimato, no ano de 2008. Excelente conexão do meu professor e bem pertinente para o momento que eu, Lily e Yasmin estamos passando atualmente.
Por isso, deleite-se!!


Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126 lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus, visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos.
Alguns lutam a vida inteira contra problemas maiores que eles. É a seca do sertão que causa fome, miséria e exclusão social, do corpo e da mente. As famílias carentes e outras sem teto que parecem se multiplicar a cada dia nas grandes cidades. A enfermidade e epidemias que assolam, sem piedade, justamente os lugares com menos assistência de saúde.
Alguns trabalham longe, aprendendo línguas complexas, estudando a cultura de um povo diferente, com clima diferente, sempre mais um lugar a chegar e uma nova barreira a ultrapassar. Outros trabalham perto, lutam nas selvas de pedra. Seu povo não alcançado encontra-se em condomínios fechados, no frenesi das ruas, hospitais lotados, escolas e cárceres. Falam de Jesus e saem de casa orando por oportunidades diárias - e não as perde.
O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E é certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, alguém a ajudar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate, a enfermidade que chega, o abraço que não chega, o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.
Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos esta viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto não desistimos, olhando o horizonte que se aproxima e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.

Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor.
Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma semente há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos àquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, você é incapaz, o povo nunca muda, o problema é grande demais, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.
Lançamos as sementes que o Senhor nos deu e quase sempre há um preço alto a pagar, por isto choramos enquanto semeamos. Tenho observado os semeadores. Uma enfermeira brasileira atendeu 221 pessoas em um só dia na África sob um calor de 42 graus durante 17 horas ininterruptas. Era uma epidemia que chegava e os próximos dias seriam mais difíceis. No Marrocos um missionário Britânico, para trabalhar com os moradores do lixo, passou também a viver no lixo, durante anos e anos. Um jovem Ganense viajou todo seu país alertando sobre a AIDS, de bicicleta e só, com um sorriso nos lábios. Era ele mesmo portador do HIV. Um pregador de rua, falando em uma praça em Manaus, incansável durante horas em uma segunda feira a tarde. Gritava e dizia: hoje é meu dia de folga, e estou aqui e não em casa porque vocês são importantes para Deus. As sementes são diferentes. Para lançá-las é preciso chorar pois freqüentemente há um preço a pagar. Um pagou com o suor, outro com a abnegação, ainda outro dedicou seu tempo e o último entregava seu único dia de folga. Pague o preço, lance a semente e sirva a Jesus.
Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha.
Andar e chorar é cumprir a missão. É também um grande privilégio. Um dia você voltará... mas talvez não seja hoje. Se você pensou em desistir da sua caminhada e o coração, abatido, não encontra mais prazer em semear, olhe para o alto e faça um compromisso com seu Deus: mesmo chorando, andarei um pouco mais! Sim, haverá o dia de voltar... mas ainda não chegou. Na força do Senhor continue a caminhar... e chorar... e semear... e sorrir, porque estamos aqui, na lavoura do Pai. Não há lugar melhor.

- Copyright © UM por todos... - Date A Live - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -