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Querida Igreja, estes são os motivos pelos quais as pessoas realmente estão te deixando
By : KaduUm olhar duro e honesto nos motivos que as pessoas realmente estão se afastando da igreja.
Estar do outro lado do Exodo é ruim, não é? Eu vejo o pânico na sua
face Igreja. Eu sei do terror dentro de você quando você olha as estatísticas e
escuta as histórias e verifica as pesquisas sobre as saídas. Eu te vejo
desesperadamente lutando pra fazer o controle de danos sobre os indecisos, e
pra fabricar paixão nos que estão saindo, e eu quero te ajudar. Você deve
pensar que sabe porque as pessoas estão te deixando, mas eu não tenho tanta
certeza que você sabe. Você pensa que é por que a “cultura” está tão perdida,
tão perversa, tão além de qualquer ajuda que assim eles estão todos indo
embora. Você acredita que eles se tornaram surdos pra ouvir a voz de Deus;
correndo atrás de dinheiro, e sexo, e coisas materiais. Você pensa que os gays,
e os muçulmanos, e os ateístas, e os pop stars fizeram tanto estrago na
moralidade do mundo que todo mundo está abandonando a fé em massa.
Mas estas não são as razões pelas quais as pessoas estão deixando
você. Eles não são o problema, Igreja. Você é o problema. Deixe-me elaborar
isso em 5 pontos...
1. Suas produções de domingo tem sido bem desgastantes
O palco, e as luzes, e as bandas, e as telas de vídeo, tem todas se
tornado barulhos brancos pra aqueles que realmente querem encontrar a Deus.
Isso tudo é como doce para os olhos e ouvidos por uma hora, porém tem tão pouca
relevância na vida diária das pessoas que mais e mais delas estão deixando de
gostar disso. Sim, as músicas são legais e o show é ótimo, mas ultimamente os
domingos de manhã não estão realmente fazendo a diferença nas terças de tarde
ou nas quintas de noite, quando as pessoas estão lutando com as confusões, as
bagunças, as coisas dolorosas nas trincheiras da vida; aqueles lugares onde os
shows de rock não ajudam. Podemos ter entretenimento em qualquer lugar. Até que
você possa nos dar algo além de uma peça de performance com temática Cristã –
alguma coisa que nos permita ter espaço, e respirar, e ter conversas e
relacionamentos – muitos de nós estarão indo dormir e ficarão distantes.
2. Você fala numa língua estrangeira
Igreja, você fala e fala e fala, mas você isso usando uma linguagem
morta. Você está mantendo pra si palavras empoeiradas que não ressoam nos
ouvidos das pessoas, não percebendo que só dizer essas palavras mais alto não é
a resposta. Todos os chavões religiosos que costumavam funcionar 20 anos atrás
não funcionam mais. Essa linguagem interna espiritualizada pode te trazer algum
consolo num mundo exterior que está em transformação, mas essas coisas são só
uma abreviação religiosa preguiçosa, e mantém as pessoas normais distantes.
Eles precisam que vocês falem numa língua que eles podem entender. Há uma
mensagem que vale a pena compartilhar, mas é complicado escutá-la acima de suas
verbalizações pirotécnicas. As pessoas não precisam se deslumbrar com palavras
grandes e igrejeiras, e com quadros escatológicos e sistemas teológicos. Fale
com eles diretamente sobre amor, e alegria, e perdão, e morte, e paz, e Deus, e
eles serão todo ouvidos. Continue com o discurso igrejeiro (gospel) e logo você
vai estar falando pra um quarto vazio.
3. Sua visão não vai além do seu prédio.
O cafézinho, os bancos aconchegantes, as luzes “high-tech”, a badalada
ala das crianças, e o centro de jovens super legal são todos de primeira
linha... e caros. De fato, a maior parte do seu tempo, dinheiro e energia
parecem ser pra atrair as pessoas pra onde você está ao invés de alcançá-las
onde elas já estão. Ao invés de simplesmente pisar lá fora pela vizinhança ao
seu redor e fazer parcerias com as coisas incríveis que já estão acontecendo, e
as bonitas coisas que Deus já está fazendo, você parece se contentar em criar
uma franquia da sua marca particular das coisas-de-Jesus, e esperar pelo mundo
pecador bater na sua porta. Seu maior campo missionário está a apenas alguns
quilometros, (ou alguns metros) do seu campus e você ainda sequer percebeu
isso. Você deseja alcançar as pessoas que está perdendo? Saia do prédio.
4. Você escolhe as piores batalhas.
Nós sabemos que você gosta de lutar, Igreja. Isso é óbvio. Quando você
quer, você pode ir à guerra com o melhor que tem. O problema é, suas batalhas
são muito pequenas. Protestos fast-food, indignação com lojas de passatempo, e
campanhas conta programas de reality shows na TV podem produzir alguma coisa
urgente e atividades no Twitter dos de dentro para os já-convencidos, mas são
nada para as pessoas aqui fora com os benditos sapatos no chão. Todos os dias
nós vemos um mundo sufocado pela pobreza, e racismo, e violência, e
intolerância/fanatismo, e fome; e em face dessas coisas, você fica muito,
assustadoramente tranquilo. Nós adoraríamos que você fosse tão corajosa quanto
nessas batalhas, porque aí sim nos sentiremos como caminhando com você; aí sim
nos sentiremos indo pra guerra junto com você. Igreja, nós precisamos que você
pare de ser fomentadora de guerra com aquilo que é trivial e pacifista em face
do que é terrível.
5.Seu amor não se parece com amor
Amor parece ser algo importante pra você mas não estamos vendo isso na
vida real. De fato, mais e mais, seu tipo de amor parece ser incrivelmente
seletivo e decididamente restrito; filtrando toda a ralé espiritual, o que
infelizmente incluí muitíssimo de nós. Parece uma grande propaganda
“pega-otário”; fazendo o comercial de uma festa do “venha como você está”, mas
nos fazendo saber, quando já estivermos dentro, que na real não podemos vir
como estamos. Nós vemos um Jesus na Bíblia que saía com vagabundos imorais e
prostitutas, e com os párias, e os amava ali mesmo, mas isso não parece ser sua
especialidade na recepção. Igreja, você consegue nos amar se não assinalarmos
todos os campos doutrinários e ainda não tivermos descoberto nossa teologia?
Não parece que sim. Você pode nos amar se xingarmos, bebermos e fizermos
tatuagens e, Deus me livre, votar na Dilma? Nós temos dúvidas sobre isso. Você
pode nos amar se não tivermos certeza de como definimos o amor, e o casamento,
e Céu, e Inferno? Com certeza não nos sentimos assim. Do que sabemos sobre
Jesus, achamos que ele se parece com o amor. Infelizmente, não achamos que você
se parece muito com Ele.
Isso é parte do porque as pessoas estão te deixando, Igreja.
Essas palavras podem te deixar muito, muito nervosos, e você estar
querendo pular num movimento instintivo pra se defender ou atacar essas
posições linha por linha, mas esperamos que você não faça isso. Esperamos que
você se sente em quietude com essas palavras por um momento, porque quer você
acredite que isso está certo ou errado, isso é real pra nós, e esse é o ponto.
Nós somos os que estão indo embora.
Queremos ter importância pra você.
Queremos que você nos ouça antes de
debater conosco.
Nos mostre que seu amor e que seu Deus
é real.
Igreja, nos dê um motivo pra ficar.
Não é você, sou eu.
Isso é o que parece que você está
falando, Igreja.
Eu tentei compartilhar meu coração com você; o meu coração e o de
milhares e milhares de outros como eu que estão indo pra longe, pra que você
saiba o dano que você está fazendo e o legado de dor que você está deixando, e
aparentemente, você não é o problema.
(O que, é claro, continua sendo um problema).
Eu te transmiti minha frustração com sua privilegiada retórica
religiosa, e você me respondeu copiando e colando textos bíblicos aleatórios e
recortados, sobre a “Noiva de Cristo” e o “sangue do Cordeiro”, insistindo que
o problema real é minha “ignorância bíblica”, e sugerindo que eu apenas preciso
me arrepender e ter uma boa Concordância (seja lá o que for isso). Eu te fiz
saber o quão julgado e ridículo eu me sinto quando estou com você, muito mais
como um sem-teto, um pecador de fora, me sinto na periferia de suas comunidades
interiores de julgamentos frequentes, e você continuou me dizendo o quão
“perdido” estou, o quão desesperadamente “apaixonado pelo meu pecado” eu devo
estar pra deixar você, me lembrando que eu nunca na verdade pertenci realmente
a você. Em face a todas essas denúncias e reclamações, você deixou claro que o
problema real é que ou eu sou pecador, ou herético, imoral, tolo, sem luz,
egoísta, consumista ou ignorante.
Droga, tem muitos dias que eu nem tenho certeza que discordo de você.
Talvez você esteja certa Igreja.
Talvez eu seja o problema.
Talvez seja eu, mas eu é tudo o que sou capaz de ser agora, e é aí que
eu realmente esperava que você fosse ao meu encontro.
É aqui, no meu falho, ferrado, ferido, em estado de choque, cheio de
dúvidas, desiludido eu, que eu tenho esperado por você pra chegar com toda sua
implacável e audaciosa coisa “amor de Jesus” que eu tanto ouvi sobre, e tornar
isso real. Igreja, eu sei o quanto você menospreza a palavra Tolerância, mas
agora mesmo, eu realmente preciso que você me tolere; que tolere aqueles de nós
que, por todo tipo de razões você pode achar que não justificam, estão brigando
pra permanecer. Estamos tão cansados de nos sentirmos como nada mais que uma
agenda religiosa, um argumento pra vencer, um ponto a fazer, uma causa pra
defender, uma alma pra salvar. Queremos ser mais que um enfeite no seu cinto da
salvação; outro número pra encher seus posts no Twitter e seus papéis de
estatísticas de final de ano. Precisamos ser mais que adereços de apelos nos
cultos, que recebem seus aplausos e cumprimentos pelo corredor, e então
esquecidos assim que a música acabar. Temos orado por você, pra que pare de nos
evangelizar, de pregar pra nós, de nos julgar, de diagnosticar nosso pecado,
tempo o suficiente pra simplesmente nos escutar...
...ainda que nós sejamos o problema.
Ainda que nós sejamos a mulher pega em adultério, o seguidor que
duvida, ou o rebelde filho pródigo, ou o jovem cheio de demônios, não
conseguimos ser nada além disso nesse momento; e nesse momento, nós precisamos
um Igreja grande o suficiente, e forte o suficiente, e amável o suficiente; não
apenas pra que nós um dia sejamos eles, mas pra nós como somos, agora. Nós
continuamos crendo que Deus é grande o bastante, e forte o bastante, e amável o
bastante, ainda que você não venha a ser, e é por isso que ainda que nós
tenhamos ido pra longe, isso não quer dizer que estamos indo pra longe da fé; é
apenas que a fé agora mesmo parece ser mais acessível em outro lugar.
Eu sei que você vai argumentar dizendo que você está fazendo tudo isso
e dizendo tudo isso porque você ama e se preocupa conosco, mas daqui de onde
estamos, você precisa saber que isso parece muito menos com amor e cuidado, e
muito mais com espaço e silêncio:
Se alguém está frustrado, dizer a essa pessoa que ela está errado por
estar frustrada é, bem, extremamente frustrante.
Só sopra mais distância.
Se alguém compartilha que seu coração está machucado, esse alguém não
quer ouvir que ele não está certo de estar machucado. Isso é de parar a
conversa toda.
Se alguém lhe disser que está faminto por compaixão, e relacionamento,
e autenticidade, a última coisa que essa pessoa precisa é ser corrigida por
essa fome. É como um chute no traseiro no caminho pra fora da porta.
Então sim, Igreja, ainda que você esteja certa, ainda que nós estejamos totalmente errados – ainda que
sejamos todos insignificantes, egocêntricos, e hipócritas, e críticos, e (eu
vou dizer isso), “pecadores” – continuamos sendo aqueles que estão em busca de
um lugar onde podemos ser conhecidos e podemos pertencer; um lugar onde parece
que Deus vive, e vocês são aqueles que podem mostrar isso pra nós.
Ainda que o problema seja eu, é eu que você deveria estar alcançando,
Igreja.
Então, pelo amor de Deus; chega logo.
John Pavlovitz é um pastor / blogueiro de Wake Forest, Carolina do
Norte. Um veterano do ministério da igreja local com 18 anos de atuação, ele
atualmente escreve num blog chamado Stuff That Needs To Be Said (Coisas que precisam
ser ditas), e em janeiro está lançando uma comunidade cristã on-line chamado
The Table.
Algo que não fazemos com frequência..., mas deveríamos.
By : KaduVi esse vídeo como indicaçãodo meu grande amigo-irmão Leo Foregatto.
Quando vejo essas coisas sempre me pergunto: porque os cristão não estão fazendo isso??
Simplesmente sem palavras...
Quando vejo essas coisas sempre me pergunto: porque os cristão não estão fazendo isso??
Simplesmente sem palavras...
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Você já pensou em morrer?
By : Kadu
Nunca foi e nunca será assunto fácil e comum: a morte! Ainda mais se a morte se refere a nós mesmos.
Sabemos de vários momentos onde a morte não foi desejada, não foi entendida, não era bem vinda!! Existem momentos onde preferíamos morrer à viver, o matar ao deixar viver. Outras vezes vemos sofrimento de entes queridos, pessoas próximas e refletimos sobre a possibilidade de "Deus levá-lo logo", como remédio pra tanta dor.
A verdade é que realmente há melhor aproveitamento estar num funeral do que numa casa onde há festa. Exatamente pela reflexão que o luto proporciona, ainda que seja o luto dos outros!
A bíblia também nos fala de algumas mortes. Mortes onde até Jesus, o próprio Deus, chorou. Mortes que poderiam ser evitadas, se talvez a verdade e a generosidade tivessem sido praticadas (Atos 5:1-11).
Mas, a mais fascinante, continua sendo a proposta por Cristo. Aquela de sermos crucificados com Ele.
A maior morte de todas foi oferecida, de graça, na troca pela minha vida. Costuma dizer que a cruz não tinha o tamanho de Cristo, mas o meu..., nem mesmo a coroa de espinhos era do tamanho da cabeça de Jesus, mas da minha cabeça.
Esse fato me faz pensar nos maníacos, pedófilos, estupradores, condenados à prisão perpétua ou à morte pelo mundo afora. Talvez, nos dias de hoje, Jesus morreria numa cadeira elétrica ou numa sala escura e fétida, numa solitária na prisão. E isso, no lugar até desses maníacos!!!!
Imagino Ele, o Ungido de Deus, chegando nesses mais tristes lugares, com os piores, dos piores, e dizendo: "Amigo, sai daí..., vai viver a vida..., deixa que eu tomo te lugar nessa acusação..., eu assumo as consequências finais!".
Pois é..., morte que gerou vida! Vida pra todos nós!
Há um grande mistério na vida: a morte. Por incrível que pareça, a morte é um combustível essencial para a vida. A morte de Cristo, trouxe vida a todos nós. A morte de uma semente, gera uma árvore frutífera. A morte do gado, gera carne pra nossos almoços. As mortes sociais e financeiras de nossos pais nos trouxeram a vida que temos.
Jesus também nos convida pra esse estilo de vida. Renúncia, morte, carregar a cruz, crucificar-se com Cristo, morrer para as coisas daqui de baixo..., todos termos presentes no Novo Testamento..., convites do nosso Deus a nós!
Pra quê?? Pra gerar vida!!
É necessário que saibamos entender os processos de nossas vidas que muitas vezes nos levam a morrer. E, talvez, ao invés de reclamarmos de todos eles, começarmos a perceber onde isso tem gerado vida!
Talvez, a morte do seu tempo pra si mesmo, coisa que você deve reclamar tanto, está gerando tempo de qualidade pra outras pessoas..., vida!!
Talvez a morte financeira de todos nós seja a solução pra vida de tantas pessoas que sofrem com a desigualdade do mundo capitalista que estamos inseridos!
Talvez a morte do seu ego gere um pedido de perdão que trará restauração de relacionamentos..., mais vida aí!
Talvez morrer pra uma promoção ou uma nova vaga de emprego gere mais um empregado feliz que estava há meses sem emprego, sem sustento e provisão pra sua família..., vida!
Pense bem..., nos momentos e circunstâncias que já passou ou está passando exatamente agora que parecem morte, parecem péssimos..., talvez estejam roubando sua alegria e te fazendo criticar tudo e todos, matando pessoas por aí..., talvez este momento de morte seja pra trazer vida!! É só você que não está enxergando as coisas pela perspectiva correta!!
Sobre o Jesus que ninguém vê...
By : KaduEstive "vagando" pela internet e achei muito interessante o que li no blog da minha amiga de longa data, Carla, o Osmose Emocional. Como tem tudo a ver com o que tenho passado e meditado, mais uma vez vou copiar o que outros escreveram..., hehehehe..., não me entendam mal, não é preguiça não!
Estou lendo o livro "O Reino Entre Nós", ed. Ultimato, e meditado nas questões de desenvolvimento comunitário e tals..., por isso esse texto mexeu tanto comigo.
Segue abaixo então..., baseado no trecho de Mateus 25:31-46, "O Julgamento das Nações":
Não é com pouca frequência que se ouve o pedido de ver a Deus. "Abra os olhos do meu coração, quero te ver" é o refrão de um louvor bastante cantado em minha igreja. Ainda outro louvor muito cantado nos EUA diz "Eu quero tocar-te, eu quero ver sua face, eu quero conhece-Lo, Senhor". E quem não conhece o velho corinho "Rosto de Cristo", quem nunca admitiu que "eu também queria a mesma alegria, de tê-lo bem perto, bem juntinho a mim, olhar em seus olhos, serenos e meigos. Oh, como eu seria tão feliz assim!" Isso sem falar nos pedidos nas orações particulares, feitas nos santuários de nossos corações, entre louvores a Deus e pedidos pelo pão cotidiano a pequena petição que fazemos com a certeza de que não vai ser atendida até o Dia Final "Quero te ver, Senhor!"
Tudo isso se baseia na premissa de que ninguém sabe com o que Deus se parece, e que ninguém o viu.
Mas eu sei como é a aparência de Deus.
Deus tem péssima aparência. Face suja, mal tratada, muitas vezes enrugada pelos anos de dificuldades e queimada pela exposição ao sol. Mãos ásperas e duras, pés descalços ou de chinelo, sempre sujos e feridos. Trajando sempre roupas velhas, rasgadas, talvez tiradas do lixo. E isso não é tudo.
Eu já vi a imagem de Deus se travestindo, vendendo o corpo na rua. Eu vi o rosto de Deus na capa dos jornais, acusado de matar a família, euo vi nas ruas vendendo chiclete, eu a vi na frente da igreja pedindo esmolas e sendo ignorada pelos fiéis, eu vi a imagem de Deus em barrigas de mães de quinze anos de idade. Eu vi o rosto de Deus em lugares onde o povo de Deus jura que não vai, eu vi o rosto de Deus ser esfaqueado e baleado a queima-roupa nas manchetes.
Nós não realmente cremos no que está na Bíblia. Se a igreja realmente acreditasse na Bíblia, se as palavras de Jesus fossem levadas a sério, se nós realmente acreditássemos no que está escrito, todos estremeceriam de temor e um grito por misericórdia se faria em nossos corações.
Pois após subir aos céus, Jesus voltou a terra disfarçado. Ele pôs uma máscara, um disfarce de pobres e miseráveis e gays e drogados e prostitutas e famintos e loucos e condenados, e á igreja foi dada a tarefa de caçá-lo por onde quer que Ele fosse e dar de vestir e de comer e de beber a Ele. E nós temos feito absolutamente nada.
Pense nisso: Se cada ato de amor e solidariedade feito aos necessitados conta como se fosse feito a Jesus, e se ignorar e enxotar os necessitados equivale a maltratar a Deus, o que será da Igreja? Meu Deus, o que será de nós? Mesmo com explicação teológica 'A', ou detalhe escatológico 'B', as palavras de Jesus ressoam claramente: Assim como você ajudou aos outros, você ajudou a mim. Assim como você ignorou os outros, você ignorou a mim.
"Mas" alguém pode protestar "Se nós ajudarmos a todo mundo, vamos ficar pobres!" E daí? A pobreza nunca foi grande preocupação para Jesus e seus apóstolos (a riqueza, porém...).
Tudo isso se baseia na premissa de que ninguém sabe com o que Deus se parece, e que ninguém o viu.
Mas eu sei como é a aparência de Deus.
Deus tem péssima aparência. Face suja, mal tratada, muitas vezes enrugada pelos anos de dificuldades e queimada pela exposição ao sol. Mãos ásperas e duras, pés descalços ou de chinelo, sempre sujos e feridos. Trajando sempre roupas velhas, rasgadas, talvez tiradas do lixo. E isso não é tudo.
Eu já vi a imagem de Deus se travestindo, vendendo o corpo na rua. Eu vi o rosto de Deus na capa dos jornais, acusado de matar a família, euo vi nas ruas vendendo chiclete, eu a vi na frente da igreja pedindo esmolas e sendo ignorada pelos fiéis, eu vi a imagem de Deus em barrigas de mães de quinze anos de idade. Eu vi o rosto de Deus em lugares onde o povo de Deus jura que não vai, eu vi o rosto de Deus ser esfaqueado e baleado a queima-roupa nas manchetes.
Nós não realmente cremos no que está na Bíblia. Se a igreja realmente acreditasse na Bíblia, se as palavras de Jesus fossem levadas a sério, se nós realmente acreditássemos no que está escrito, todos estremeceriam de temor e um grito por misericórdia se faria em nossos corações.
Pois após subir aos céus, Jesus voltou a terra disfarçado. Ele pôs uma máscara, um disfarce de pobres e miseráveis e gays e drogados e prostitutas e famintos e loucos e condenados, e á igreja foi dada a tarefa de caçá-lo por onde quer que Ele fosse e dar de vestir e de comer e de beber a Ele. E nós temos feito absolutamente nada.
Pense nisso: Se cada ato de amor e solidariedade feito aos necessitados conta como se fosse feito a Jesus, e se ignorar e enxotar os necessitados equivale a maltratar a Deus, o que será da Igreja? Meu Deus, o que será de nós? Mesmo com explicação teológica 'A', ou detalhe escatológico 'B', as palavras de Jesus ressoam claramente: Assim como você ajudou aos outros, você ajudou a mim. Assim como você ignorou os outros, você ignorou a mim.
"Mas" alguém pode protestar "Se nós ajudarmos a todo mundo, vamos ficar pobres!" E daí? A pobreza nunca foi grande preocupação para Jesus e seus apóstolos (a riqueza, porém...).
"Mas, se ajudarmos todo mundo, vamos ser usados!" E daí? O Deus que nos ordenou virar a outra face e dar a capa se nos fosse tirado a túnica não se importa tanto com o fato de que alguém te usou como para o fato de que você recebeu tanto Dele, e não abriu mão de um afeminado centavo para ajudar os menos afortunados.
"Mas, se ajudarmos todo mundo vamos ser trouxas!" E daí? A sabedoria de Deus não é a loucura do mundo? Não é para viver pela fé? Porque não vivemos? Porque nós, filhos de Deus, somos tão mais apegados as posses materiais do que um budista :? Porque os católicos e os espíritas dão tanto para os carentes, e nossos pastores só se preocupam em receber os 10% exatos? Porque a entidade espírita que mais cresce, a LBV, é conhecida mundialmente por ajudar os pobres, e a entidade evangélica que mais cresce, a Igreja Universal, é conhecida principalmente por sua pilantragem? Porque?
Quando vamos ver que o homem santo não é somente aquele em que os outros conseguem ver a Deus, mas aquele que consegue ver a imagem Deus em todas as pessoas, e ver toda alma infeliz como um possível receptáculo da graça? Quando vamos deixar de ser mesquinhos, preocupados com ninharias de nossa vidinha na igreja enquanto o mundo inteiro grita de dor?
Não se enganem: a função principal da igreja é pregar o evangelho, disto não há dúvida. Mas, e depois de pregar e depois de levar vidas ao altar, o que mais fizemos? Alimentamos a Jesus hoje? Vestimos a Jesus hoje? Jesus foi preso semana passada: fomos visitá-lo? Jesus está vestido de mulher lá na praça hoje a noite, rodando a bolsa: quem irá tirá-lo dessa vida? A imagem de Deus está bêbada, caída na sarjeta: quem irá erguê-lá? Jesus está em seu leito de morte: porque ninguém foi consolá-lo ainda? E quem tomará conta de seus filhinhos?
Esqueça a revolução socialista, esqueça o capitalismo, esqueça o sistema político ou econômico que for. O mundo não mudará para melhor enquanto a igreja não se levantar e sair para alimentar Jesus.
Abra os olhos do meu coração
Abra os olhos do meu coração
Quero te ver... Quero te ver Senhor.
Querem ver Jesus? Ele está guardando o carro de vocês na rua.
Não se enganem: a função principal da igreja é pregar o evangelho, disto não há dúvida. Mas, e depois de pregar e depois de levar vidas ao altar, o que mais fizemos? Alimentamos a Jesus hoje? Vestimos a Jesus hoje? Jesus foi preso semana passada: fomos visitá-lo? Jesus está vestido de mulher lá na praça hoje a noite, rodando a bolsa: quem irá tirá-lo dessa vida? A imagem de Deus está bêbada, caída na sarjeta: quem irá erguê-lá? Jesus está em seu leito de morte: porque ninguém foi consolá-lo ainda? E quem tomará conta de seus filhinhos?
Esqueça a revolução socialista, esqueça o capitalismo, esqueça o sistema político ou econômico que for. O mundo não mudará para melhor enquanto a igreja não se levantar e sair para alimentar Jesus.
Abra os olhos do meu coração
Abra os olhos do meu coração
Quero te ver... Quero te ver Senhor.
Querem ver Jesus? Ele está guardando o carro de vocês na rua.
FONTE: http://www.ejesus.com.br
...mais sobre o meu hoje...
By : KaduHoje pela manhã tivemos culto aqui na base e ouvi nosso camarada falando sobre Exodo 13, quando Deus mostra um caminho mais longo, pelo deserto, pra que o povo saia do Egito.
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
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Sobre o Novo (meu quebra-cabeças sendo montado)
By : KaduEsse dias tem um quebra-cabeça meio que sendo montado na minha cabeça..., várias coisas que tenho lido, ouvido, orado, pensado tem se encaixado..., algumas com certa dificuldade. Talvez ainda falte peças, talvez eu esteja querendo encaixar peças que não servem ainda, precisando de outras pra dar certo..., o que sei é que esse texto da Hellen é mais uma peça do quebra-cabeça..., escuro, como no último post. Lê aí e comenta!!
by Hellen Braga – Setembro de 2009
Eu não sei você, mas minha relação com tudo o que se chama Novo não é muito fácil. A assimilação desse vocábulo que envolve tudo que é processo que desencadeia as propriedades de uma novidade envolve sofreres para mim, muitas vezes sonorizados e por outras silenciados. Mas, tudo bem, vejamos o que podemos construir de ponte para eu não começar de fato a acreditar que eu sou a única que lido com o NOVO assim. Certamente existem aqueles para quem eu tiro o chapéu (“tá vendo, até minha expressão que denota reconhecimento irrigado por admiração é antiga”) que se preparam para o Novo, vivem esperando por ele, vivem em função dele, a atualmente construir o Novo se tornou uma atividade altamente rentável. Eita gente boa, de peito aberto, de mente aberta, que sente o cheiro do Novo mesmo quando ele está se insinuando de longe apenas, ou mesmo quando ele nem se insinua essa gente traz o Novo "na marra" à existência. Eu confesso minha fraqueza, sei lidar melhor com o que já conheço. Na verdade, nem sei se é isso de fato que justifica minha complicada relação com o Novo, mas enfim, como a gente às vezes precisa ter algum tipo de explicação ... risos, elaborei a minha.
Mas esse negócio de Novo tem me intrigado, me tomado horas do meu sono. Por vezes fico olhando meu marido dormir e penso: “Por que não posso dormir tranquilamente como ele, e pensar nessas coisas no horário comercial?” E desde que ouvi um amigo que afirma “odiar pregar” falar sobre Josué capítulo 3, eu tornei o trecho dos versos 1 ao 6 material de meditação e de perturbação paralelamente e nem sempre nesta ordem. Lembrei do William Wilberforce, ele tem me ajudado em momentos de angústia, não sou a única, quando arguido por seu mordomo se havia encontrado Deus, e o mano William afirma que Deus o havia encontrado e que seu mordomo não fazia idéia do quanto isso era desconfortável. É, estou exatamente desse jeito ... DESCONFORTÁVEL, minha real expectativa é que não esteja nessa condição sem ter sido achada por Deus como o William porque senão estarei realmente em apuros.
O Josué, ou quem resolveu contribuir registrar um pouco da saga desse guerreiro hebreu, permitiu que a história dele e a etapa que estava para começar com o povo de Israel se associasse ao Novo. Ele não iria "pegar carona" no know-how de Moisés, precisou construir seus próprios caminhos para chegar na cara da terra prometida. Ele até conhecia a trajetória mais curta para entrar em Canaã, mas com esse negócio de Novo o que “já nos era conhecido” vai literalmente para o espaço, ou como diria uma expressão antiga: “Vai pra cucuia!!!” Tô rindo aqui enquanto escrevo e pensando, “caraca, como tem coisa antiga dentro de mim, nem as expressões tem encontrado substituição”, na verdade tento casar o meu antigo com o Novo o tempo inteiro. Mas Deus não deu essa moleza para Josué não. O povo já íntimo da Nuvem e da Coluna de Fogo e o próprio Josué tiveram que rasgar seus mapas, quem os lideraria diretamente a partir daquele momento de introdução na tão sonhada terra prometida seria a Arca da Aliança. Se Deus queria promover um movimento de popularização da Arca, de fato Ele conseguiu. Engraçado, podemos tomar nossas experiências como nossa referência de orientação para o futuro, mas é a presença de Deus que nos lidera para frente e para o futuro, as experiências ajudam no processo mas não determinam se vamos de fato chegar nesse futuro. Josué e o povo por quem ele se tornara responsável estavam vivendo um período de transição, e acho que já perdi as contas das vezes que ouvi ou li sobre estarmos vivendo em tempos de transição, chego a pensar que na verdade esse lance de estabilidade é uma parada assim tipo “o santo gral”, um lance muito procurado mas não achado, mas enfim, só estava tentando esticar um pouco mais meus neurônios mas pela hora seria exigir demais que fossem mais longe, então me permita continuar na minha linha de raciocínio e simplesmente te afirmar que a História sempre está em transição, até porque nosso descanso não é aqui, então com isso estabilidade ficará para outra etapa da vida da maioria de nós (eu espero)– a eternidade, de preferência com Deus. Diante do Novo ou nos pautamos em nossas experiências ou seguimos a Arca, não tem jeito. E para piorar a minha situação nessa questão de lidar com o “tal do Novo” a orientação recebida é que o povo, na verdade todo mundo, mantivesse uma determinada distância da Arca porque precisavam conhecer o caminho em que haveriam de ir. E o autor para esmagar de vez toda minha tentativa de construir alguma segurança, resolveu dar uma valorizada no texto afirmando que por tal caminho eles NUNCA haviam passado antes. “Fala sério! Além de entrar numa terra que eles só tinham a promessa, ainda teriam que submeter-se a mais aventuras no tal do caminho Novo”. Será que Deus consideraria o meu parecer de que caminhos já conhecidos são mais seguros? Tudo bem, já sei o que você respondeu, não fico ofendida não.
Interessante, desde a minha adolescência quando li Josué pela 1ª vez essa "paradinha" de manter distância da Arca me chamou atenção, ficou como uma “pulga atrás da orelha” (olha aí mais uma pérola), uma PD (Passagem Difícil) como chamamos na Escola de Estudos Bíblicos, ou pessoalmente PDPM (Passagem Difícil Pra Mim). Distância nunca teve conotação boa, né? Deus queria guiar o povo, mas ao mesmo tempo queria distância do povo, que “parada sinistra”(xiii saiu, e eu nem sei se o local é adequado para o uso). Desculpe, mas levei anos para capturar uma lição aqui, certamente você já havia “manjado” que por trás dessa distância estabelecida a mensagem que estava sendo acionada não era INACESSIBILIDADE. Deus não proporia o Novo e daria uma de Inacessível, “tipo” se virem porque agora estou ocupado, descubram por si mesmos o Novo caminho, esse tipo de ação não regula com o caráter Dele. É galera, levei anos para só agora entender que a distância comunicava exatamente o ACESSO a todos. Todos mesmo de longe poderiam ver a Arca da Aliança e serem guiados por ela ao Novo caminho pelo qual nunca haviam passado antes. Todos teriam visibilidade e não apenas um grupo privilegiado. VISIBILIDADE, gostei desse termo que expressa a forma como o Deus do Novo caminha comigo. O caminho Novo que Ele me propoe não é só meu ou de um grupo, é de todos, todos tem a oportunidade da visibilidade. O Deus que me guia, guia você. Gosto dessa atitude integradora do Pai.
É, a Arca propõe caminhos inéditos, de fato inusitados, por vezes assustadores pra mim. Normalmente esses caminhos não possuem precedentes para nos garantirmos neles. Tenho sonhado com coisas, momentos e oportunidades que nunca havia ambicionado antes. Isso dá um “frio na barriga” (ah não é possível que tenham aposentado essa expressão que decodifica tão bem a minha reação quando tenho que lidar com o que eu não planejei ter no meu roteiro). O Novo que não tem precedentes não fornece modelos paralelos a fim de serem ativados (só de pensar nisso fico apavorada, você não porque certamente você é uma pessoa resolvida, eu tenho meus enguiços). De fato, naquilo que chamamos Novo o único precedente que temos é o elemento que nos guiou até ele – a Arca, ou para os íntimos, a presença de Deus. Me veio à mente a confusão que aconteceu no mundo quando os navegantes que lideravam as grandes embarcações em alto mar eram guiados pelas “estrelas no céu”, sempre para o Norte, e uns tais de chineses ... risos, inventaram a bússola, mas quem acabou ficando com os louros foram os europeus ... questão antiga essa, mais antiga do que meu enguiço com o Novo. A bússola era um trequinho com 2 agulhas magnéticas, na verdade o nome bússola significa “pequena caixa”, e é exatamente isso o que ela é. Uma caixinha (claro que atualmente é mais sofisticada do que quando foi inventada, mas de qualquer forma continua cumprindo efetivamente sua vocação – indicar direção). Uma das agulhas de metal orientada por magnetismo sempre indica o Norte e a outra agulha também orientada por magnetismo indica a posição real. Não parece não, mas esse “negocinho” deu o que falar. Você acredita que homens treinados e experientes em ler a imensidão dos céus e guiar suas embarcações pela posição das estrelas iriam engolir facilmente que “naquela caixinha” estava a orientação correta que os fariam chegar a seus destinos? É sempre tem os otimistas que aguardam com ansiedade por uma novidade. Não penso que a bússola tenha sido introduzida no mundo das navegações sem nenhum tipo de resistência. Mas aquela caixinha pequena deu início a um Novo tempo no mundo. A humanidade deve à bússola todo o processo de expansionismo marítimo e comercial. Caraca!!!! Houve tempos que Deus guiou homens pelo mar através das estrelas, depois Ele permitiu que um pequeno instrumento os liderasse aos seus destinos – a bússola. Será que Deus tá querendo me liderar através da bússola e eu ainda estou agarrada à leitura das estrelas? Me deixar guiar pelas novas bússolas significa não olhar mais para as estrelas? É como diz a galera “tô bolada aí!”. Embarcações gigantescas sendo guiadas por uma caixinha. Um futuro sem precedentes sendo liderado por uma Presença. Preciso dar outros rumos ao meu entendimento sobre o Novo, ficar olhando para as estrelas nesse momento em que as bússolas já existem e estão disponíveis pode complicar consideravelmente minha rota. Tenho medo, mas o Novo tem uma essência, e a essência do Novo definitivamente não é a novidade por si só. O novo tem origem, tem nascedouro. O caminho Novo pelo qual o povo de Israel nunca havia passado antes tinha gênese – a Presença. O Novo divorciado da Presença é só mais um modelo vazio, “tipo” o sucesso meteórico de uma banda de rock que ninguém viu, ou ouviu mas afirmam ter feito um sucesso danado. Mas o Novo associado com a Presença tem significado, tem uma construção a executar, normalmente tem peso de benefício para a humanidade, tem peso de eternidade para muitos. Tem tempo de duração estipulado, depois se transforma em antigo porque já cumpriu o seu papel, já satisfez ao seu chamado. Mas o Novo quando associado à Presença é legítimo, não é mera cópia, ou informaticamente falando, não é um “download qualquer”de tempos passados, é único. Pode mudar as expressões, as cores, os formatos, mas a essência – Não, essa não. Talvez a melhor maneira que eu tenha no momento para representar o que tenho aprendido sobre o Novo gerado pela Presença e liderado por ela, é que quando olho para a História dos camaradas que rasgaram seus mapas para serem liderados pela Arca, ou para os que já “sacaram”, pela própria presença do Deus que tece a História de forma interativa com os homens, é que o Novo de Deus é legítimo, é igual as “sandálias havaianas”, elas já existem em torno de 40 anos, seu diferencial era ser um calçado feito de borracha, inicialmente circulou no mercado com as cores básicas e a tradicional branquinha. Ao longo dos anos as havaianas já ganharam inúmeras roupagens, virou objeto de grife, caro, deixou de calçar apenas os pés dos pobres e ganhou os pés das celebridades, mas ainda é dito sobre elas: A concorrência bem que tentou, mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que “não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”.
O caminho Novo que parece que Deus está me propondo é legítimo, pode ganhar cores e formatos diferentes em estações específicas de minha existência, mas continua tendo Gênese Nele, apenas Nele, somente Nele. Certamente isso tem me feito começar a tratar o Novo de forma menos animista e mais relacional. Mas devo confessar, ainda tenho medo.
Um desabafo da madruga por Hellen Braga (hellen_guia@yahoo.com.br)
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Velhas coisas novas...
By : KaduSempre é bom poder ver e ouvir sobre coisas novas. O problema é quando essas “coisas novas” mexem com nossa famosa “zona de conforto”.
E é isso o que tem acontecido nesse último mês! Muitas pessoas têm passado por aqui e tem nos trazido muita bagagem e muita informação que é nova pra nós. Simplesmente estamos tendo nossos olhos abertos pra realidade do que é missões hoje. E porque isso tem mexido com nossa “zona de conforto”?
Porque estamos percebendo o quanto que temos que estudar mais, trabalhar mais e de maneira diferente, pra sermos mais eficazes.
Até então estava ótimo, mas havia muita coisa cômoda, confortável em certos aspectos. E agora estamos nos vendo tendo que reavaliar muito dessa nossa caminhada e assumir mais responsabilidades.
Ao mesmo tempo que é um pouco difícil também é muito bom porque nos faz estar sempre andando em humildade, cientes de que tudo o que temos e fazemos vem de Deus e não de nós.
Com tudo isso temos visto que não dá pra viver como vivemos só com aquela antiga visão romântica de “quero ganhar o mundo pra Jesus”. Vai muito além disso!!
Nos ajude em oração pra que possamos passar por tudo isso e crescer sempre em nosso relacionamento com Deus.