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...mais sobre o meu hoje...
By : KaduHoje pela manhã tivemos culto aqui na base e ouvi nosso camarada falando sobre Exodo 13, quando Deus mostra um caminho mais longo, pelo deserto, pra que o povo saia do Egito.
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
O povo estava preparado pra guerra, como diz o verso 18, porém, um verso antes o próprio Deus diz que é melhor eles não irem pela rota mais curta, porque era terra dos filisteus e: "Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito".
É engraçado como muitas vezes me acho preparado e ornamentado para a guerra. Com armas que até o próprio Deus pode ter me dado (conf. 12:36). E mesmo assim me vejo andando no deserto..., sem saber qual caminho ao certo tomar. Sem saber o próximo passo..., caminhando no escuro!!
Mais uma vez tenho me visto assim. Caiu como uma luva a palavra de hoje de manhã!
Deus tendo que me levar para um caminho diferente do mais curto, mais fácil, só pra me preservar constante e duradouramente(?) no caminho. Mais uma vez vejo que Deus continua mais interessado no processo, na caminhada, ainda que ela tenha que ser a mais longa, a mais difícil, pelo deserto..., e mesmo que essa não seja a rota original..., e ainda mais, mesmo que eu me ache preparado pra enfrentar os filisteus do caminho mais curto. Ele sabe me preservar..., como já ouvi uma vez: é melhor chegar mais longe do que mais rápido!!
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Caminhando no escuro...
By : KaduTem um camarada aqui na base que diz que Deus é escuro. Calma, não é racismo ou coisa parecida não!! É que ele diz que andar com Deus é andar no escuro..., dar um passo em “falso”.
Há muito o que se aprender com isso ainda. Tenho tido algumas várias experiências nesses últimos dias e não dá pra reclamar porque sei que faz parte das minhas orações: conhecer a Deus. Conhecer o “escuro”!!
Hoje Rai falou mais um pouco aqui no culto da base (Rai é missionária de Jocum também há 16 anos, trabalhando no Rio de Janeiro com diversos projetos). A fala dela de hoje foi sobre o viver abstrato e não concreto com Deus. A pergunta dela: há como você provar seu relacionamento com Deus pra alguém?? Não!! E isso é tudo o que temos na maioria das vezes.
Em Abraão vemos esse relacionamento abstrato, com o “escuro”. Quem iria acreditar, naquele tempo, que um Deus o visitou, na presença de dois anjos que comeram com ele, e ainda prometeu que depois de velho ele teria um filho, e, “pior”, que esse filho seria o início de uma nação exclusiva de Deus. Aiaiaiai!!! Como assim rapaz??? Cê ta loco Abrão??? Fica na sua aí maluco!!
O que Abrão tinha pra provar para os outros que o perguntariam?? Nada concreto!! Fé!!! Certeza do que se espera!! Abstrato!!!
Hoje temos tudo documentado e vivido já. A experiência já se passou e sabemos o final dessa história, mas quase nunca paramos pra pensar na dimensão disso pra época. Imagina só eu chegar hoje numa igreja cheia de expectativa sobre minhas experiências com Deus e começar a pregar com essa fala: - Gente, hoje tenho que lhes falar sobre algo de muito importante que tenho vivido e que aconteceu de maneira super especial. Um ser sobrenatural me visitou! E ele me revelou coisas novas!! Sabe o Deus que nós conhecemos e cultuamos?? Ele me disse que esse bondoso Deus é parte dele..., mas ele é maior que todos..., e trouxe novidades!! Disse que eu teria um filho!! Gente, o que vocês não sabem, mas tenho aqui os exames pra provar, é que sou estéril..., e é irreversível!! Mas ele me disse que me daria um filho..., e ainda mais, esse meu filho ia começar uma nova família, que seria maior e mais poderosa que todas as outras, mostrando seu esplendor!!!
Vocês, no mínimo iriam levantar e ir embora, correto??? Imagina só Abrão falando isso(mais ou menos isso né?) na época?? Praticamente criando um novo conceito de fé, num “novo” Deus, que queria um povo só pra ele, e que ali estaria o esplendor dele..., e isso viria de um casal de mais de 90 anos de idade, tendo filho. Acho que já escrevi isso né??
Então, pensando lá em Abrão de novo, devemos pensar na questão das suas necessidades também. Ele demonstrava que não era um cara com as mesmas necessidades que eu hoje. Nem mesmo em relação à promessa de Deus. Se fosse assim imagina só a ansiedade e as loucuras que ele faria e seria relatado na bíblia!? Mas ele não..., colocava suas necessidades unicamente no relacionamento com Deus. Foi a própria Sarai que lhe ofereceu um filho da escrava..., não foi ele que correu atrás de um filho. Ou seja, nem de um filho ele não tinha necessidade. Mesmo sabendo da promessa que faria dele um grande povo ele não correu atrás de cumprir essa promessa de qualquer maneira ou morreu de ansiedade pela demora no cumprimento da promessa. Antes, colocava sua necessidade no relacionamento com Deus, somente. Quando as coisas começavam a apertar, Deus aparecia a ele e lhe trazia forças pra caminhar mais um pouco. E ele sustentava a promessa de Deus pra ele através de seu relacionamento com Deus. E de novo a pergunta: que prova ele tem de tudo isso?? Abstrato!!!! Escuro!!! Fé!!!!
Trago isso pra minha vida..., cheio de ansiedades que sou, devido à minha visão de necessidades e de promessas que ainda não se cumpriram.
Primeiro, tenho que corrigir minha visão de necessidades. Minhas cobranças e ansiedades diminuirão bastante e poderei acalmar minha alma diante dEle. Assim, só vai me restar meu relacionamento com Ele. E ainda assim tudo continua abstrato, a não ser meu relacionamento com Ele, que é concreto. Só não consigo provar nada pra ninguém sobre esse concreto relacionamento. Mas sei que tenho.
Depois tenho que repensar minha fé. Minha confiança. Talvez minha visão de necessidades seja deficiente porque minha fé não está colocada na pessoa certa. O mesmo do post anterior: meu “deus-umbigo” ainda reina!!
Paizão, qual sua visão de necessidades pra mim?? Me ajuda a me relacionar contigo da maneira certa, visando a necessidade certa. Que a fé e a confiança que eu tiver seja na pessoa certa. E, se eu cair, como sei que vou, que eu ainda caminhe com você, nesse mesmo relacionamento sincero e confiante, com graça, perdão e arrependimento.
E que andar no abstrato não seja o incorreto na minha maneira de pensar. Que eu ame caminhar em VOCÊ..., caminhar no escuro, confiante na amizade com você!!!
Há muito o que se aprender com isso ainda. Tenho tido algumas várias experiências nesses últimos dias e não dá pra reclamar porque sei que faz parte das minhas orações: conhecer a Deus. Conhecer o “escuro”!!
Hoje Rai falou mais um pouco aqui no culto da base (Rai é missionária de Jocum também há 16 anos, trabalhando no Rio de Janeiro com diversos projetos). A fala dela de hoje foi sobre o viver abstrato e não concreto com Deus. A pergunta dela: há como você provar seu relacionamento com Deus pra alguém?? Não!! E isso é tudo o que temos na maioria das vezes.
Em Abraão vemos esse relacionamento abstrato, com o “escuro”. Quem iria acreditar, naquele tempo, que um Deus o visitou, na presença de dois anjos que comeram com ele, e ainda prometeu que depois de velho ele teria um filho, e, “pior”, que esse filho seria o início de uma nação exclusiva de Deus. Aiaiaiai!!! Como assim rapaz??? Cê ta loco Abrão??? Fica na sua aí maluco!!
O que Abrão tinha pra provar para os outros que o perguntariam?? Nada concreto!! Fé!!! Certeza do que se espera!! Abstrato!!!
Hoje temos tudo documentado e vivido já. A experiência já se passou e sabemos o final dessa história, mas quase nunca paramos pra pensar na dimensão disso pra época. Imagina só eu chegar hoje numa igreja cheia de expectativa sobre minhas experiências com Deus e começar a pregar com essa fala: - Gente, hoje tenho que lhes falar sobre algo de muito importante que tenho vivido e que aconteceu de maneira super especial. Um ser sobrenatural me visitou! E ele me revelou coisas novas!! Sabe o Deus que nós conhecemos e cultuamos?? Ele me disse que esse bondoso Deus é parte dele..., mas ele é maior que todos..., e trouxe novidades!! Disse que eu teria um filho!! Gente, o que vocês não sabem, mas tenho aqui os exames pra provar, é que sou estéril..., e é irreversível!! Mas ele me disse que me daria um filho..., e ainda mais, esse meu filho ia começar uma nova família, que seria maior e mais poderosa que todas as outras, mostrando seu esplendor!!!
Vocês, no mínimo iriam levantar e ir embora, correto??? Imagina só Abrão falando isso(mais ou menos isso né?) na época?? Praticamente criando um novo conceito de fé, num “novo” Deus, que queria um povo só pra ele, e que ali estaria o esplendor dele..., e isso viria de um casal de mais de 90 anos de idade, tendo filho. Acho que já escrevi isso né??
Então, pensando lá em Abrão de novo, devemos pensar na questão das suas necessidades também. Ele demonstrava que não era um cara com as mesmas necessidades que eu hoje. Nem mesmo em relação à promessa de Deus. Se fosse assim imagina só a ansiedade e as loucuras que ele faria e seria relatado na bíblia!? Mas ele não..., colocava suas necessidades unicamente no relacionamento com Deus. Foi a própria Sarai que lhe ofereceu um filho da escrava..., não foi ele que correu atrás de um filho. Ou seja, nem de um filho ele não tinha necessidade. Mesmo sabendo da promessa que faria dele um grande povo ele não correu atrás de cumprir essa promessa de qualquer maneira ou morreu de ansiedade pela demora no cumprimento da promessa. Antes, colocava sua necessidade no relacionamento com Deus, somente. Quando as coisas começavam a apertar, Deus aparecia a ele e lhe trazia forças pra caminhar mais um pouco. E ele sustentava a promessa de Deus pra ele através de seu relacionamento com Deus. E de novo a pergunta: que prova ele tem de tudo isso?? Abstrato!!!! Escuro!!! Fé!!!!
Trago isso pra minha vida..., cheio de ansiedades que sou, devido à minha visão de necessidades e de promessas que ainda não se cumpriram.
Primeiro, tenho que corrigir minha visão de necessidades. Minhas cobranças e ansiedades diminuirão bastante e poderei acalmar minha alma diante dEle. Assim, só vai me restar meu relacionamento com Ele. E ainda assim tudo continua abstrato, a não ser meu relacionamento com Ele, que é concreto. Só não consigo provar nada pra ninguém sobre esse concreto relacionamento. Mas sei que tenho.
Depois tenho que repensar minha fé. Minha confiança. Talvez minha visão de necessidades seja deficiente porque minha fé não está colocada na pessoa certa. O mesmo do post anterior: meu “deus-umbigo” ainda reina!!
Paizão, qual sua visão de necessidades pra mim?? Me ajuda a me relacionar contigo da maneira certa, visando a necessidade certa. Que a fé e a confiança que eu tiver seja na pessoa certa. E, se eu cair, como sei que vou, que eu ainda caminhe com você, nesse mesmo relacionamento sincero e confiante, com graça, perdão e arrependimento.
E que andar no abstrato não seja o incorreto na minha maneira de pensar. Que eu ame caminhar em VOCÊ..., caminhar no escuro, confiante na amizade com você!!!
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Pelo que decido: ESTRUTURA ou PROPÓSITO?
By : KaduO povo de Israel viveu por 430 anos no Egito, no meio de uma das civilizações mais antigas da História da Humanidade, segundo Êxodo 12:40. E consideremos um fato: 4 séculos não é pouco tempo, não é verdade?! Em 4 séculos muitas coisas acontecem, descobertas se realizam, avanços são acionados, gerações mudam dando espaço a outras, enfim, é tempo grande, é tempo longo que nossa finita vida humana não consegue acompanhar. Nosso máximo é conseguir viver uns 70 a 80 anos, e isso dependendo da qualidade de vida pela qual optamos.
A civilização egípcia é referência na História como berço de desenvolvimento de tecnologias, como um protótipo de muitas invenções que mudariam o curso da humanidade mais tarde, desde técnicas de irrigação até a descoberta de propriedades medicinais de plantas e ervas, assim como o difundir do uso de essências que provocavam bons odores tanto em corpos vivos como mortos começou nessa época, e muito mais tarde a França veio ocupar a cadeira de melhor fabricante de perfumes. Em pensar que tudo começou tão bem antes dos franceses e do inverno europeu. Mas enfim, muitas descobertas que foram patenteadas séculos mais tarde e se tornaram patrimônio de alguns países chamados desenvolvidos tiveram seu laboratório inicial lá nessa terrinha ao norte do continente africano.
Tanto desenvolvimento e possibilidades, todavia o povo de Israel passou a maior parte do tempo vivido ali numa condição impossível de se associar a desenvolvimento. Por séculos eles foram escravos, e tinham por função amassar barro com os próprios pés. Talvez a imagem que podemos resgatar para ter uma idéia do que de fato eles faziam é a de um homem que caminha exatamente em cima do próprio passo dado anteriormente. Isso nos provoca a sensação de “nunca sair do lugar”. Milhares de milhares de passos foram dados que nunca levaram os israelitas a lugar nenhum durante séculos de História. Não era um grupo que dava um passo após o outro, mas sim, um passo sobre o outro. A cada dia, passo sobre passo, e muito barro foi amassado no Egito, muitos tijolos que deram forma a templos luxuosos estiveram debaixo dos pés dos israelitas, e provavelmente muitos de seus corpos se misturaram ao material que de maneira tão imponente ganhou a forma das conhecidas pirâmides do Egito.
O Egito oferecia ESTRUTURA, para um tempo tão distante do nosso, essa Nação já era referência em termos de Medicina, Astronomia, Tecnologia, Agricultura, Matemática, etc. E foi nesse tipo de cenário que os nossos conterrâneos de fé viveram tempos longos que chamamos de séculos, e seria consistente pontuar que eles viveram lá como ESCRAVOS. Mas com Moisés isso mudou, o menino salvo das águas agora fora enviado pelo grande EU SOU para libertar seu povo da escravidão do Egito. Que maravilha, depois de séculos de correntes, mesmo quando elas se mostram na forma de trabalho forçado, os pés, as mãos, os corpos poderiam ser livres. É, o corpo poderia ser livre do Egito, mas e a mente?
Desde que atravessaram o Mar Vermelho os israelitas deixaram muito claro que além de escravos por conta do trabalho forçado no Egito eles também haviam desenvolvido um outro tipo de escravidão muito mais nociva. Os israelitas se tornaram escravos da ESTRUTURA, e você pode pensar como estrutura todo sistema desenvolvido que forneça tudo aquilo que acreditamos ser necessário para “sobreviver”, mesmo que isso impossibilite qualquer nuance de desenvolvimento. Ocorreram 2 momentos durante o êxodo que deixam clara a falta de perspectiva do povo, mesmo depois de uma onda de milagres que invadiu a terra do Egito. Em Êxodo 14 temos a narrativa da travessia do Mar Vermelho. Faraó e seu exército atrás com todo equipamento de última geração, na frente um Mar que para uma multidão de milhões de pessoas incluindo crianças e velhos parecia mais um oceano, e no meio um pessoal, que não era nem uma Nação ainda, por consequência não tinha nem exército organizado, e mesmo que tivesse, quem seriam eles diante da potência militar do momento? E por estarem no meio, entre o exército egípcio e o mar, o que havia em seus corações veio à tona. É sempre assim não é verdade?! Episódios de pressão e de tensão são elementos evidenciadores do que está abaixo do subsolo de nossas artérias coronárias, e não foi diferente com Israel. Tanto no capítulo 14:10-12 como no capítulo 16:2 e 3 de Êxodo o povo deixa clara a sua preferência pela escravidão originada pela estrutura (trabalho forçado, panelas de carne, pão) do que pela oportunidade gerada pela liberdade de crescerem e desenvolverem como Nação, empreendendo em seus próprios recursos.
Deus não estava apenas promovendo um translado geográfico para o povo hebreu, estava lhes propondo um PROPÓSITO que daria sentido a existência deles como indivíduos, como povo, como Nação. Um PROPÓSITO que não se encerraria com a libertação deles apenas, ou com a existência deles. Esse PROPÓSITO era maior do que eles, era mais alto que eles, mas, era vivível. Muitas vezes Deus nos propõe caminhos que não conseguimos entender inicialmente, mas que são perfeitamente transitáveis, mesmo quando as placas aparecem de forma escassa na trajetória. Assumir um propósito pelo qual se viver requer quebrar pactos de escravidão que estabelecemos com as estruturas que nos protegem, é verdade, mas nos protegem tanto que nos escravizam. A percepção de caminhos novos só se torna possível se tiramos de debaixo de nossos pés as estruturas que nos asseguram a rotina como o cumprimento de tarefas rotineiras que nos impedem de inovar (trabalho forçado aos egípcios), nos asseguram os recursos básicos já elaborados (a panela de carne e o pão) que muitas vezes nos impede de cultivar o trigo e produzir além do pão e criar o gado que nos fornece muito mais do que a carne apenas. Mas se a estrutura não existir para nos servir, nós passaremos toda nossa vida servindo a ela.
A liberdade tem um preço, e um alto preço, o AUTO-DESENVOLVIMENTO, o AUTO-CRESCIMENTO. Não mais a estrutura dita até onde posso crescer e desenvolver, mas o entendimento que temos do propósito de Deus para nossa vida associado ao acionar do nosso potencial. A Lei do Deus que FALA e SE RELACIONA precisaria ser internalizada por aquele povo, e não ditada por um Tirano. O texto de Êxodo 19:3-7 clarifica o propósito de Deus em relação ao povo de Israel, o porquê eles estavam sendo dirigidos a uma terra que mana leite e mel, terra trabalhável, mas que precisaria de mãos que arregaçassem as mangas e ordenhariam esse leite e cultivariam esse mel. Eles continuariam trabalhando, e teriam até mais trabalho, mas não seriam escravos de uma estrutura. Esse texto esclarece que eles não seriam escravos, em Deus eles tinham IDENTIDADE e um DESTINO (um propósito para existir).
A 1ª geração que saiu do Egito fez a sua decisão, morreram no deserto, o saudosismo da estrutura escrava os engessou de tal maneira que não conseguiram nem mesmo reconhecer que o livramento recebido viera do grande EU SOU, morreram no pecado, morreram na ingratidão, morreram na estrutura sem dar resposta concreta ao legado de desenvolvimento para o qual estavam sendo convocados. Morreram sem entender que as estruturas servem aos propósitos, mas a estrutura não é capaz de dar identidade e nem um propósito pelo qual viver. Estruturas despendem recursos, propósito implica em coração e mente em concordância sobre os projetos e planos que em Sua soberania Deus desejou que eu fosse e que eu fizesse. Isso basta! O restante, inclusive a estrutura, é conseqüência.
E eu e você, pelo que decidimos: Pela estrutura ou pelo propósito?
por Hellen Santos da Guia - hellen_guia@yahoo.com.br
A civilização egípcia é referência na História como berço de desenvolvimento de tecnologias, como um protótipo de muitas invenções que mudariam o curso da humanidade mais tarde, desde técnicas de irrigação até a descoberta de propriedades medicinais de plantas e ervas, assim como o difundir do uso de essências que provocavam bons odores tanto em corpos vivos como mortos começou nessa época, e muito mais tarde a França veio ocupar a cadeira de melhor fabricante de perfumes. Em pensar que tudo começou tão bem antes dos franceses e do inverno europeu. Mas enfim, muitas descobertas que foram patenteadas séculos mais tarde e se tornaram patrimônio de alguns países chamados desenvolvidos tiveram seu laboratório inicial lá nessa terrinha ao norte do continente africano.
Tanto desenvolvimento e possibilidades, todavia o povo de Israel passou a maior parte do tempo vivido ali numa condição impossível de se associar a desenvolvimento. Por séculos eles foram escravos, e tinham por função amassar barro com os próprios pés. Talvez a imagem que podemos resgatar para ter uma idéia do que de fato eles faziam é a de um homem que caminha exatamente em cima do próprio passo dado anteriormente. Isso nos provoca a sensação de “nunca sair do lugar”. Milhares de milhares de passos foram dados que nunca levaram os israelitas a lugar nenhum durante séculos de História. Não era um grupo que dava um passo após o outro, mas sim, um passo sobre o outro. A cada dia, passo sobre passo, e muito barro foi amassado no Egito, muitos tijolos que deram forma a templos luxuosos estiveram debaixo dos pés dos israelitas, e provavelmente muitos de seus corpos se misturaram ao material que de maneira tão imponente ganhou a forma das conhecidas pirâmides do Egito.
O Egito oferecia ESTRUTURA, para um tempo tão distante do nosso, essa Nação já era referência em termos de Medicina, Astronomia, Tecnologia, Agricultura, Matemática, etc. E foi nesse tipo de cenário que os nossos conterrâneos de fé viveram tempos longos que chamamos de séculos, e seria consistente pontuar que eles viveram lá como ESCRAVOS. Mas com Moisés isso mudou, o menino salvo das águas agora fora enviado pelo grande EU SOU para libertar seu povo da escravidão do Egito. Que maravilha, depois de séculos de correntes, mesmo quando elas se mostram na forma de trabalho forçado, os pés, as mãos, os corpos poderiam ser livres. É, o corpo poderia ser livre do Egito, mas e a mente?
Desde que atravessaram o Mar Vermelho os israelitas deixaram muito claro que além de escravos por conta do trabalho forçado no Egito eles também haviam desenvolvido um outro tipo de escravidão muito mais nociva. Os israelitas se tornaram escravos da ESTRUTURA, e você pode pensar como estrutura todo sistema desenvolvido que forneça tudo aquilo que acreditamos ser necessário para “sobreviver”, mesmo que isso impossibilite qualquer nuance de desenvolvimento. Ocorreram 2 momentos durante o êxodo que deixam clara a falta de perspectiva do povo, mesmo depois de uma onda de milagres que invadiu a terra do Egito. Em Êxodo 14 temos a narrativa da travessia do Mar Vermelho. Faraó e seu exército atrás com todo equipamento de última geração, na frente um Mar que para uma multidão de milhões de pessoas incluindo crianças e velhos parecia mais um oceano, e no meio um pessoal, que não era nem uma Nação ainda, por consequência não tinha nem exército organizado, e mesmo que tivesse, quem seriam eles diante da potência militar do momento? E por estarem no meio, entre o exército egípcio e o mar, o que havia em seus corações veio à tona. É sempre assim não é verdade?! Episódios de pressão e de tensão são elementos evidenciadores do que está abaixo do subsolo de nossas artérias coronárias, e não foi diferente com Israel. Tanto no capítulo 14:10-12 como no capítulo 16:2 e 3 de Êxodo o povo deixa clara a sua preferência pela escravidão originada pela estrutura (trabalho forçado, panelas de carne, pão) do que pela oportunidade gerada pela liberdade de crescerem e desenvolverem como Nação, empreendendo em seus próprios recursos.
Deus não estava apenas promovendo um translado geográfico para o povo hebreu, estava lhes propondo um PROPÓSITO que daria sentido a existência deles como indivíduos, como povo, como Nação. Um PROPÓSITO que não se encerraria com a libertação deles apenas, ou com a existência deles. Esse PROPÓSITO era maior do que eles, era mais alto que eles, mas, era vivível. Muitas vezes Deus nos propõe caminhos que não conseguimos entender inicialmente, mas que são perfeitamente transitáveis, mesmo quando as placas aparecem de forma escassa na trajetória. Assumir um propósito pelo qual se viver requer quebrar pactos de escravidão que estabelecemos com as estruturas que nos protegem, é verdade, mas nos protegem tanto que nos escravizam. A percepção de caminhos novos só se torna possível se tiramos de debaixo de nossos pés as estruturas que nos asseguram a rotina como o cumprimento de tarefas rotineiras que nos impedem de inovar (trabalho forçado aos egípcios), nos asseguram os recursos básicos já elaborados (a panela de carne e o pão) que muitas vezes nos impede de cultivar o trigo e produzir além do pão e criar o gado que nos fornece muito mais do que a carne apenas. Mas se a estrutura não existir para nos servir, nós passaremos toda nossa vida servindo a ela.
A liberdade tem um preço, e um alto preço, o AUTO-DESENVOLVIMENTO, o AUTO-CRESCIMENTO. Não mais a estrutura dita até onde posso crescer e desenvolver, mas o entendimento que temos do propósito de Deus para nossa vida associado ao acionar do nosso potencial. A Lei do Deus que FALA e SE RELACIONA precisaria ser internalizada por aquele povo, e não ditada por um Tirano. O texto de Êxodo 19:3-7 clarifica o propósito de Deus em relação ao povo de Israel, o porquê eles estavam sendo dirigidos a uma terra que mana leite e mel, terra trabalhável, mas que precisaria de mãos que arregaçassem as mangas e ordenhariam esse leite e cultivariam esse mel. Eles continuariam trabalhando, e teriam até mais trabalho, mas não seriam escravos de uma estrutura. Esse texto esclarece que eles não seriam escravos, em Deus eles tinham IDENTIDADE e um DESTINO (um propósito para existir).
A 1ª geração que saiu do Egito fez a sua decisão, morreram no deserto, o saudosismo da estrutura escrava os engessou de tal maneira que não conseguiram nem mesmo reconhecer que o livramento recebido viera do grande EU SOU, morreram no pecado, morreram na ingratidão, morreram na estrutura sem dar resposta concreta ao legado de desenvolvimento para o qual estavam sendo convocados. Morreram sem entender que as estruturas servem aos propósitos, mas a estrutura não é capaz de dar identidade e nem um propósito pelo qual viver. Estruturas despendem recursos, propósito implica em coração e mente em concordância sobre os projetos e planos que em Sua soberania Deus desejou que eu fosse e que eu fizesse. Isso basta! O restante, inclusive a estrutura, é conseqüência.
E eu e você, pelo que decidimos: Pela estrutura ou pelo propósito?
por Hellen Santos da Guia - hellen_guia@yahoo.com.br