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Pastor se suicida momentos antes do culto

By : Kadu

Originalmente postado no site ExtremoGospel.com

Um pastor da Geórgia e pai de dois filhos, que uma vez confessou que às vezes “não sinto que Deus esteja me ouvindo“, suicidou-se em frente de sua casa, enquanto sua esposa e filhos e 800 membros da congregação o esperavam para o culto na igreja no domingo.

De acordo com o Canal 13 WMAZ, Rev. Teddy Parker Jr., 42 anos, de Bibb Mount Zion Baptist Church, em Macon, Geórgia, foi encontrado por sua esposa, Larrinecia Parker, de 38 anos, na garagem de sua casa com um tiro disparado por ele mesmo.

Lakesia Toomer, um oficial da igreja, disse ao WMAZ, “Consideramos este um assunto privado entre a família e a família da igreja BMZ. Pedimos que o público respeite a nossa privacidade neste momento”.

Russell Rowland, um membro da igreja que empregou o irmão do pastor em sua empresa de jardinagem, disse ao The Christian Post em uma entrevista por telefone de que o pastor havia mandado sua esposa e suas duas filhas para a igreja antes dele na manhã de domingo e todos o estavam esperando para pregar a mensagem da manhã.

“Como ele não apareceu, foram procura-lo”, disse Rowland. “Estou muito surpreso porque não pregava isso. Pregava totalmente contra. É algo que a congregação não entende muito bem.”

Rowland explicou que os membros da igreja se reuniram na segunda-feira à noite e a atmosfera era “solene”.

“Todo mundo está chocado agora. Acredito que muitas pessoas estão tentando entender por que isso aconteceu. Estamos orando ao Senhor para obtermos orientação sobre isso”, disse ele.

A família do pastor encontra-se devastada sem entender o porquê isso aconteceu. O relatório do incidente do escritório do Xerife do Condado de Houston mostra que o suicídio foi relatado às 13:30 domingo.

Rowland descreve o seu pastor como um “homem muito feliz, carinhoso que se preocupava com as pessoas, especialmente com as crianças. Era um bom homem“, que o inspirou e não mostrava sinais de problemas financeiros ou de outro tipo. A igreja estava indo bem e estavam no processo de construção de uma nova igreja.

No entanto, um vídeo publicado em 2010 no You Tube, tem chamado à atenção de que talvez o religioso estivesse mostrando algum sinal.

No vídeo em seu sermão intitulado de “Enfrentando sua tempestade com confiança“, Parker mostrou suas lutas com a sua caminhada na fé.

“Sabe que um monte de vezes, nos sentimos que quando estamos passando por coisas e é tanto que não há ninguém ali conosco. E Adivinhem? Deus quer que você se sinta desta maneira. Sei que vocês foram salvos a muito tempo. Sei que são super espirituais e são verdadeiros santos, mas há momentos em sua vida, não sei quanto a vocês, mas há momentos em minha vida em que estou passando por algumas coisas que não posso sentir que Deus está lá”, confessou.

“Tento orar, mas não sinto que Deus está me ouvindo. Procuro servir, mas não me sinto que Deus está me usando. E há momentos em tua vida quando Deus se retira intencionalmente, ele não se retira para deixar-te, mas se retira para que possas crescer e amadurecer”, acrescentou, em uma mostra de respiração.

Rowland continuou: “Ninguém pode saber o que estava em sua mente quando ele fez isso”

Quando perguntado como se sentia a respeito de Deus e de sua fé, agora que seu pastor tinha tomado sua vida, Rowland disse que não vai parar de acreditar.

“Eu ainda acredito na minha fé. Eu ainda acredito em Deus. Eu ainda acredito em todos os seus ensinamentos (pastor). Acredito no que o pastor Parker foi me ensinando. Como eu disse, essa é uma das razões pelas quais eu sou um membro do que a igreja, por causa dele e nada mudou. estou no temor agora e eu estou querendo saber o que aconteceu com ele. Eu não posso dizer, você sabe. acho que é entre ele e o Senhor. Tudo o que eu puder fazer é orar “, disse ele.

Fonte: Christian post

Sua opinião: Você acredita que um cristão, que comete suicídio vai para o céu ou inferno?

O sândalo e o machado

By : Kadu
Anos quarenta. Cabelos brancos e os solenes casaco preto e calça listrada, traje usual dos homens da geração anterior. De quando em quando ele aparecia lá em casa, nos meus dias de menino. Geralmente portava duas grandes valises, pesadas de tanto vidro que levavam; eram quadrinho simples, feitos com gravuras recolhidas em toda porta e coladas sobre um fundo branco no qual se escrevia com normógrafo e lápis crayon, frases bonitas, muitas das quais versículos bíblicos; o contorno era uma largo passe-partout preto. 
Ele fora pastor dos meus avós e morava então na região serrana do estado. Jubilado, viajava para visitar antigas ovelhas. Para ajudar na singela aposentadoria, vendia os quadrinhos. Lembro-me da imagem de um deles: uma caravela em um mar revolto; de outro, só recordo a legenda: "Seja como o sândalo, que perfuma o machado que o fere".
Essas imagens sempre se acendem em minha memória lembrando-me do cuidado que devemos dispensar àqueles que se dedicam à pregação do evangelho. É verdade que, de modo geral, os novos tempos trouxeram melhor e mais confortável situação - mais compatível com a dignidade da alta missão que desempenham - para os pastores locais.
Dói-me o coração, no entanto, ver que na maioria das vezes o mesmo não acontece com os missionários. Não sei por que a igreja, como um todo, não costuma prover o sustento dos missionários em moldes semelhantes aos dos pastores locais. Antes, obrigam-lhe a cavar o próprio sustento nas muitas comunidades que visitam para divulgar o trabalho.
A pulverização das fontes de sustento traz o desconforto de o missionário normalmente ter de sacrificar as férias no Brasil (quando missionários no exterior), para visitar, em outras cidades, as igrejas que o sustentam, a fim de lembrar-lhes que ele ainda está vivo e trabalhando. Ademais, acontece por vezes de o sustento ser suspenso por motivos diversos: durante o período de férias do missionário, sob a alegação de que a manutenção é apenas para o campo; porque a igreja local resolveu priorizar construções ou reformas; ou, ainda, porque houve mudança de pastor da igreja local e o novo não tem visão missionária.
Será que, egoisticamente, estamos pensando que missionários são como madeira de sândalo, e nos comprazemos em ficar perfumados enquanto os ferimos?

Texto extraído da Revista Ultimato, edição março-abril 2012, de autoria Antonio Carlos W. C. de Azeredo, presbítero da Igreja Presbiteriana Nacional, em Brasília, e membro do Conselho de Evangelismo e Missões da mesma Igreja.

Meu comentário é que já escrevi algum tempo atrás sobre isso e sofri com algumas respostas, muitas não postadas como comentário, talvez por medo das pessoas se identificarem.
Creio que, no momento em que o missionário precisar de tratamento médico-psiquiátrico por entrar em "parafuso" sem ter tempos de qualidade em férias e lazer no seu trabalho, aí sim começarão a compreender essas necessidades financeiras. Talvez seja tarde demais...
E ainda tem gente que manda dinheiro pros péssimos "pastores" televisivos manterem seus milionários programas e padrão de vida com jatinhos, mansões, carrões, roupas de grife..., sejamos mais inteligentes e auto-críticos pra responder a pergunta final do texto: "Será que, egoisticamente, estamos pensando que missionários são como madeira de sândalo, e nos comprazemos em ficar perfumados enquanto os ferimos?"

O bom pastor

By : Kadu


Mais alguns dias e será o Natal. Natal do bom pastor. Ou pelo menos deveria ser...
Influenciados pelos pastores negligentes de nossa época, perdemos a noção do que seja um bom pastor. Mas, ao contrário do que possamos imaginar, isso não é prerrogativa nossa. Vem de muito tempo. Israel também teve muitos pastores, governantes, que se descuidavam do seu rebanho, o povo..., tal qual como hoje!
O texto bíblico de Zacarias 11:4-17 mostra a realidade de Israel, cujos cuidadores eram seus verdadeiros inimigos. Os encarregados de pastorear o rebanho não tinham a mínima percepção para a miséria do povo. Antes, tiravam proveito pessoal da situação e, depois, diziam: "Graças a Deus! Ficamos ricos" (v. 5). Engraçado como a história se repete hoje não é mesmo? Olha só pra TV, por exemplo: quais igrejas estão aí e crescendo sem parar? O que elas pregam?
Diante dessa situação, Deus mesmo se dispõe a cuidar do rebanho. Ele se oferece para ser o bom pastor que reúne suas ovelhas. Amém!! Ufa..., ainda bem não é?
No entanto, esbarra na incredulidade do povo. Acostumado com a injustiça e a corrupção, ninguém reconhece a oferta dos bons serviços. Mais uma vez, exatamente como é hoje. Já dizia 2 Timóteo 4:3-4 "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas". Infelizmente...
Por isso, oferecem-lhe, simbolicamente, como recompensa trinta moedas de prata (v. 12), valor de um escravo..., muito distante do salário de um governante, ou de um bispo/pastor/apóstolo das igrejas de hoje.



O Natal está próximo. Somos lembrados de que, neste dia, nasceu o Messias que disse de si mesmo: "Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (João 10:11) . DÁ A SUA VIDA..., não se aproveita da sua vida!
Será que acreditamos nEle ou nos de hoje em dia? Ou estamos tão acostumados com os maus pastores de hoje que também este (o verdadeiro bom pastor) perdeu a credibilidade? Se você está incrédulo, eu lhe digo: neste (o Cristo) você pode confiar!
Ele não é qualquer pastor. Ele é o próprio Deus que se fez gente e veio morar entre nós, não explorou ninguém e não ficou rico. Muito pelo contrário, ficou muito pobre e deu a vida pelo rebanho.

Obs: meditação baseada na meditação diária (16 de dezembro) do livro Castelo Forte ano 2005, eds.  Concórdia e Sinodal.

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Igreja ou igreja? (i minúsculo ou I maiúsculo?) Qual a verdadeira?

By : Kadu


Ontem estive mais uma vez num serviço público de uma igreja (com i minúsculo) e constatei, mais uma vez, uma série de coisas estranhas ao que tenho lido naquele livro antigo, cheio de outros livros, conhecido como bíblia sagrada. Também recebi um informativo de outra igreja (também com i minúsculo), da mesma denominação, falando praticamente as mesmas coisas, em tons mais ameaçadores...
Muitas palavras que soam, ao menos pra mim, manipulativas. Creio firmemente que não deva ser essa a intenção real do dirigente, porém, ele mesmo deve estar impregnado dessas coisas que são faladas por todos os lados. "Qual manipulação?", você deve estar perguntando! Pois aí vai, e julgue você mesmo:
"Aqui é a casa de Deus! Aqui Deus se manifesta, de fato! Dizer que não precisamos da igreja (no texto que recebi estava com i maiúsculo, porém claramente se referindo à instituição e não ao Corpo de Cristo) é diabólico e antibíblico (citando Hebreus 10:25 e a velha aliança de Salmos 122:1). Ausentar-se da igreja é dizer que a Casa do Senhor não é tão importante assim pra mim! Ausentar-se da mesma pode ser desastroso e doloroso no futuro!"
Essas e outras bobagens mais..., só não consigo entender onde é possível ter embasamento (correto!) bíblico pra isso!! A falta de conhecimento e de pensamento crítico das coisas ao nosso redor continua nos fazendo vítimas inconscientes de pessoas e instituições que nos dominam e escravizam pra se manterem vivas

Um pastor presbiteriano certa vez disse que deveríamos manter lealdade e compromisso em primeiro lugar é com Cristo, mesmo existindo a filiação e lealdade à projetos institucionais. Parece não ser tão assim a realidade de hoje...
Coloco abaixo um texto de um livro que muitos deveriam lê-lo, com cuidado, é claro! É resposta a uma pergunta feita com frequência por diversas pessoas que questionam essas coisas acima...

"Pergunta: NÓS NÃO DEVERÍAMOS ESTABELECER UM COMPROMISSO COM DETERMINADA INSTITUIÇÃO?
Resposta: A idéia de compromisso com determinada instituição é repetida com tamanha frequência que a maioria de nós chega a acreditar que ela se encontra em algum trecho da bíblia. Mas eu nunca a encontrei. Muitos de nós fomos levados a crer que se não tivéssemos a "cobertura do grupo" cairíamos no erro ou em pecado. Mas será que isso não acontece também no interior da nossa igreja particular?
Sei de muita gente que, apesar de não pertencer a qualquer instituição, não só desenvolve um relacionamento em grande profundidade com Deus como estabelece com outros crentes ligações mais intensas do que as manteria dentro da instituição. Eu (o autor) não perdi nem um pouco da minha paixão por Jesus ou do meu apreço por sua Igreja (essa com i maiúsculo). Pelo contrário, ambos aumentaram muito, e com grande rapidez, nos últimos anos.
As Escrituras nos encorajam, isso sim, a sermos devotados uns aos outros, independentemente de qualquer instituição. Jesus deu a entender que sempre que duas ou três pessoas se reunirem em Seu nome Ele estará entre elas.
Claro que pode ser útil participar regularmente de determinada instituição. Mas nos enganamos totalmente quando acreditamos que a comunhão só se dá por frequentarmos o mesmo evento juntos regularmente ou por pertencermos à mesma organização. A comunhão se dá quando as pessoas partilham suas jornadas rumo ao conhecimento de Jesus e consiste numa partilha livre e honesta, numa preocupação genuína com o bem dos outros e o estímulo mútuo para seguir Jesus, não importando o caminho pelo qual Ele nos conduza."
Extraído do livro: Porque você não quer mais ir à igreja?, de Wayne Jacobsen e Dave Coleman, editora Sextante. Um livro de fácil aquisição e leitura agradável, mas extremamente profundo e crítico!


Será que alguém poderia se levantar e dizer o sentido correto de igreja pra esse povo??? Será que não fazemos confusão com o original da palavra igreja com o que dizemos ser igreja? Será que também não fazemos confusão com Igreja de Cristo, Corpo de Cristo, Casa de Deus, com instituição tal, denominação X, congregação Y??
Qual é a verdadeira?
Será que não faltam perguntas pra esse povo pensar?
Me ajudem...



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Alexandre

By : Kadu

Conhecíamos Alexandre há mais de cinco anos. Chegou com 20 e poucos, com o cérebro já detonado pelo crack. Durante o curso de discipulado foi alcançando coerência, e, ao fim de seis meses, voltou à sua casa para fazer vesitbular, ciente do que queria: ser piloto missionário. Terminou o ensino médio, inspirou o pai a estudar e fizeram vestibular juntos. o pai passou em direito - Alexandre, ainda tratando de ser lúcido, não.
Vieram outras crises; a razão saía por uma fresta da janela, ficava uma algaravia religiosa indecifrável. Nas crises, ele nos visitava para longas conversas. Nunca foi mau o rapaz. Eu sempre lhe sabia gentil, apesar das incoerências. Meu marido tinha ouvidos para lhe decifrar as angústias no meio da verborragia. Aconselhava, ouvia.
Nos últimos meses, Alexandre começou a observar minha filha que se tornava menina moça e a notar-lhe a beleza florescendo. Ligava às três da manhã falando da menina que vira no balanço, de suas amiguinhas, do toque puro que lhe deu na perna, de como Deus ama os anjos. Meu instinto de mãe se põe de guarda. Aviso às coleguinhas e, quando Alexandre vem, eu o acompanho ao redor da floresta que circunda a comunidade.
Na terça-feira a bicicleta com adesivo Yokohama para na minha porta. Nesse dia Reinaldo está com pressa. Explica pro Alexandre:
- Tô de saída. Tenho reunião com pastores na cidade.
O rapaz insiste, mais transtornado que nunca na esperança absurda que tem em Reinaldo.
- Você é meu pai, meu pastor, eu preciso de você.
Reinaldo começa a se irritar. Explica que não dá. Alexandre implora.
- Deixa eu voltar pra viver aqui com vocês.
- Como? Você se droga, anda por aqui observando nossas crianças e me liga de madrugada falando nelas. Como posso confiar pra te deixar morar aqui?
- Não vou fazer nada com elas, só quero ser como elas, nascer de novo numa família de Deus, Reinaldo. Eu quero ser de Deus e não sei como, será que elas me ajudam?
- Hoje não posso. Tô atrasado demais. Olha, já fizemos tudo o que podíamos por você. Agora acabou.
- Como acabou? Não acaba não, olha.
E mostrou um rolo de papel higiênico que tinha nas mãos.
Reinaldo se irritou com aquele rolo - me contou depois -, mesmo assim segurou a ponta enquanto o menino desenrolava lentamente tirando de dentro uma bíblia pequena amarfanhada, pra ler o Salmo 136.
- Olha o que a Bíblia fala: "Rendei graças ao Senhor, porque seu amor dura para sempre".
E assim foi lendo parado no sol quente ao lado do carro o Salmo todo enquanto Reinaldo tetava lhe dizer que estava atrasado, que era pastor, que conhecia a Bíblia, que voltasse depois ou nem isto.
Foi-se o pastor pra reunião e o garoto em desespero para a estrada quente de bicicleta. Reinaldo disse que ainda o viu quando voltava, pedalando, percebendo o carro, mas nem o parou de novo como seria seu costume. Virou o rosto como se dissesse: "Olhe, você, meu pastor, não me ouviu, deixou que seu amor acabasse, sendo que o amor de Deus nunca acaba".
Acabou também naquela tarde a história de Alexandre e sua busca po Deus. Na manhã seguinte sua irmã nos ligou, chamando para o velório. O rapaz se matou na tarde anterior nas rodas de uma arreta de carga depois de duas outras tentativas. Choramos eu e Reinaldo muitas lágrimas de angústia, desespero e culpa, e ainda choro enquanto escrevo isto. Por nós, e por todos os Alexandres da vida que encontram na rua os levitas e não os samaritanos.



Bráulia Ribeiro, missionária em Porto Velho, RO, é autora de Chamado Radical 
(Editora Ultimato)
braulia.ribeiro@uol.com.br



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Comentário meu: ..., ..., ..., e só...

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