Posts mais vistos

Mostrando postagens com marcador propósito. Mostrar todas as postagens

Deus é Soberano?

By : Kadu

Estive ontem visitando uma igreja que não havia estado ainda.
Lugar agradável, grande, em reformas (como 95% das igrejas no Brasil!), com gente animada.
Fiquei até feliz. Já tem um tempo que não vou em igrejas assim.
Mas, não estou aqui pra falar da igreja em particular...
No momento de músicas, uma das canções me chamou atenção. Uma canção antiga, do Fernandinho, "O Meu Deus é Soberano". Como estou num momento particular de ouvir sobre a soberania de Deus em minha vida, essa simples letra me chamou muita atenção:

O Deus de Abraão, de Isaque e Jacó
É o mesmo hoje
O Deus de Moisés, de Josué
É o mesmo hoje

Ele levanta os mortos
Sara e cura os feridos
O Deus que desde a eternidade esta no controle
O Deus que desde a eternidade esta no controle

O meu Deus é soberano
O meu Deus é soberano
Se o meu coração parar de bater
Ele sopra em minhas narinas e me traz de volta a vida

Fiquei pensando nos nomes citados na música e na maneira como eles viveram..., na entrega em devoção àquele Deus que ainda não era tão íntimo como é de nós hoje: o Espírito mora em nós!!
Pensava também que mesmo tendo menos acesso e ouvindo bem menos diretamente de Deus, eles continuaram, resolutos, rumo à direção que a voz de Deus havia dado. Apesar de qualquer circunstância, de quantas foram as vezes que pensaram ou foram instruídos por outros a desistirem, eles continuaram firmes e decididos, porque haviam ouvido a direção na voz de Deus.
E a soberania de Deus se mostrava em cada instante que as circunstâncias mentiam: "não dá", "não pode", "não tem como"...
Ele curava os feridos, ele sustentava quando tinha, ele surpreendia com milagres, surpreendia também com momentos em que, aparentemente, nada acontecia..., ainda assim, era soberano. Quando a fome e a sede apareceram no deserto, Ele foi soberano! Quando o cutelo foi levantado pra matar o filho único, o da promessa, Ele foi soberano! Quando havia um mar a frente, impedindo a caminhada, Ele foi soberano! Quando estava para adentrar a Terra Prometida, cumprindo a promessa de Deus, e foi impedido pelo próprio Deus..., Ele continuou soberano!
Será que estou disposto a arriscar tudo, TUDO mesmo, em direção àquele que é soberano, como canto na canção? Será que entendo o acesso e a intimidade que tenho com Deus, meu Paizão, a ponto de dar valor pra Sua voz, ouvida diariamente por meus ouvidos? Será que, ainda que as circunstâncias mintam, e até a música minta e Ele não soprar nada em minhas narinas, eu continuarei entendendo que Ele é soberano, Ele é Deus sobre minha vida? Será que meu valor está firmado em quem Ele é, ou naquilo que posso ver, imaginar ou controlar das circunstâncias em minha vida?
E, não, não estou falando do conceito de Soberania de maneira fatalista..., nem pense nisso!
Só quero alertar pra algo que tem se passado comigo e pode estar acontecendo contigo também: ainda que as circunstâncias, até mesmo a morte, apareça em sua vida, você continua entendendo que Deus está no controle de sua vida?
Se não, pode ser que seu relacionamento com Ele está um pouco quebrado..., não por Ele, mas por você mesmo!!
Entenda onde está nesse momento, porque está acontecendo o que está acontecendo, e o que Deus está querendo te mostrar com tudo isso..., talvez seja pra você sair dessa..., talvez seja pra você continuar nessa sob outra ótica..., Deus sabe..., e quer compartilhar contigo!!
O Deus de Abraão, Isaque, Jacó, Moisés e Josué, e de tantos outros chamados pelo nome, está querendo te mostrar que Ele quer se relacionar com você, de maneira mais íntima ainda que estes nomes..., só você e Ele!!!

O grande impulso de Deus

By : Kadu


"Eis que subimos para Jerusalém." - Lucas 18.31

Jerusalém, na vida do Senhor, foi o lugar onde ele atingiu o ponto culminante da vontade do Pai. "Não procuro a minha própria vontade e, sim, a daquele que me enviou."Esse foi o interesse dominante durante sua vida inteira, e tudo com que ele se deparou pelo caminho, alegrias ou tristezas, sucessos ou fracassos, nunca o desviaram do seu propósito. "Manifestou no semblante a intrépida resolução de ir para Jerusalém".
A coisa mais importante a lembrar é que subimos para Jerusalém para cumprir o propósito de Deus, e não o nosso próprio. Naturalmente, nossos anseios nos pertencem; mas na vida cristã não temos objetivos próprios. Fala-se tanto, hoje em dia, de nossas decisões por Cristo, nossa determinação de sermos cristãos, nossas decisões a favor disso e daquilo, mas o que se ressalta no Novo Testamento é o aspecto do impulso da vontade de Deus em nós. "Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros". Não somos levados a um acordo consciente com o propósito de Deus; somos impelidos a cumprir os propósitos de Deus sem ter deles a mínima consciência. Não temos nenhuma noção do que Deus está pretendendo, e, à medida que prosseguimos, o propósito dele se torna cada vez mais vago. Temos a impressão de que Deus está errando o alvo porque somos por demais míopes, e não enxergamos aquilo a que Ele está visando. No começo da vida cristã, temos nossas próprias idéias sobre o objetivo de Deus: "Eu tenho que ir para aqui ou para ali", " Deus chamou-me para fazer um trabalho todo especial", e vamos, e fazemos, mas o forte impulso de Deus permanece. O trabalho que realizamos não tem nenhuma importância; comparado com o grande impulso de Deus, não passa de meros andaimes. "Tomando consigo os doze" - ele nos chama o tempo todo. Há muito mais do que o que recebemos até agora.
 

Texto estraído do livro "Tudo para Ele", de Oswald Chambers, ed. Betânia, 3-agosto págs. 169-170.

Pra enxergar o que temos que enxergar...

By : Kadu


Ontem estive meditando e Deus me trouxe algumas coisas a mente que gostaria de compartilhar pra que vocês pudessem estar orando por nós.
Tem muitas coisas se passando conosco e muitas idéias vem a mente. Várias realidades novas, contato com gente nova, possibilidades novas, necessidades então, nem se fala..., e também temos sido confrontados cara a cara com nosso chamado, nossa vocação e as palavras que Deus sempre tem nos trazido, desde muito tempo.
Tudo isso faz com que possamos olhar pra onde não devemos e não olhar pra onde Ele quer que olhemos. E o que Ele me disse é pra que eu estivesse atento, com os olhos fechados praquilo que não temos que olhar e abertos para o que temos que enxergar.
E quando me falou de cegueira e de abrir de olhos, creio que tenha a ver com responsabilidades..., que nós possamos estar atentos pra assumir responsabilidades que realmente temos que assumir, segundo a direção de Deus pra nós. Pode ser muito fácil, mas não menos errado, assumir várias responsabilidades, que não são de Deus pra nós. Ore por isso pra nos ajudar ok???
Também pude estar hoje em Badajóz, participando de uma reunião com o Junior. Ele se reuniu com um casal de líderes de jovens e adolescentes na cidade. Ele dominicano e ela da Eslováquia. Eles estão a frente de um coral de crianças que tem participado de vários eventos e evangelizado através disso. Orem por eles também, pra que a visão deles se amplie cada vez mais pra influenciar a cidade que eles estão já há 12 anos. A cidade de Badajóz tem também poucas igrejas, sendo que uma delas é a maior de toda a região de Extremadura, com aproximadamente 100 pessoas.
Mantenham contato amigos..., precisamos de vocês!!!

Você já pensou em morrer?

By : Kadu

Nunca foi e nunca será assunto fácil e comum: a morte! Ainda mais se a morte se refere a nós mesmos.
Sabemos de vários momentos onde a morte não foi desejada, não foi entendida, não era bem vinda!! Existem momentos onde preferíamos morrer à viver, o matar ao deixar viver. Outras vezes vemos sofrimento de entes queridos, pessoas próximas e refletimos sobre a possibilidade de "Deus levá-lo logo", como remédio pra tanta dor.
A verdade é que realmente há melhor aproveitamento estar num funeral do que numa casa onde há festa. Exatamente pela reflexão que o luto proporciona, ainda que seja o luto dos outros!
A bíblia também nos fala de algumas mortes. Mortes onde até Jesus, o próprio Deus, chorou. Mortes que poderiam ser evitadas, se talvez a verdade e a generosidade tivessem sido praticadas (Atos 5:1-11).
Mas, a mais fascinante, continua sendo a proposta por Cristo. Aquela de sermos crucificados com Ele.
A maior morte de todas foi oferecida, de graça, na troca pela minha vida. Costuma dizer que a cruz não tinha o tamanho de Cristo, mas o meu..., nem mesmo a coroa de espinhos era do tamanho da cabeça de Jesus, mas da minha cabeça.
Esse fato me faz pensar nos maníacos, pedófilos, estupradores, condenados à prisão perpétua ou à morte pelo mundo afora. Talvez, nos dias de hoje, Jesus morreria numa cadeira elétrica ou numa sala escura e fétida, numa solitária na prisão. E isso, no lugar até desses maníacos!!!!
Imagino Ele, o Ungido de Deus, chegando nesses mais tristes lugares, com os piores, dos piores, e dizendo: "Amigo, sai daí..., vai viver a vida..., deixa que eu tomo te lugar nessa acusação..., eu assumo as consequências finais!".
Pois é..., morte que gerou vida! Vida pra todos nós!
Há um grande mistério na vida: a morte. Por incrível que pareça, a morte é um combustível essencial para a vida. A morte de Cristo, trouxe vida a todos nós. A morte de uma semente, gera uma árvore frutífera. A morte do gado, gera carne pra nossos almoços. As mortes sociais e financeiras de nossos pais nos trouxeram a vida que temos.
Jesus também nos convida pra esse estilo de vida. Renúncia, morte, carregar a cruz, crucificar-se com Cristo, morrer para as coisas daqui de baixo..., todos termos presentes no Novo Testamento..., convites do nosso Deus a nós!
Pra quê?? Pra gerar vida!!
É necessário que saibamos entender os processos de nossas vidas que muitas vezes nos levam a morrer. E, talvez, ao invés de reclamarmos de todos eles, começarmos a perceber onde isso tem gerado vida!
Talvez, a morte do seu tempo pra si mesmo, coisa que você deve reclamar tanto, está gerando tempo de qualidade pra outras pessoas..., vida!!
Talvez a morte financeira de todos nós seja a solução pra vida de tantas pessoas que sofrem com a desigualdade do mundo capitalista que estamos inseridos!
Talvez a morte do seu ego gere um pedido de perdão que trará restauração de relacionamentos..., mais vida aí!
Talvez morrer pra uma promoção ou uma nova vaga de emprego gere mais um empregado feliz que estava há meses sem emprego, sem sustento e provisão pra sua família..., vida!
Pense bem..., nos momentos e circunstâncias que já passou ou está passando exatamente agora que parecem morte, parecem péssimos..., talvez estejam roubando sua alegria e te fazendo criticar tudo e todos, matando pessoas por aí..., talvez este momento de morte seja pra trazer vida!! É só você que não está enxergando as coisas pela perspectiva correta!!

Pelo que decido: ESTRUTURA ou PROPÓSITO?

By : Kadu
O povo de Israel viveu por 430 anos no Egito, no meio de uma das civilizações mais antigas da História da Humanidade, segundo Êxodo 12:40. E consideremos um fato: 4 séculos não é pouco tempo, não é verdade?! Em 4 séculos muitas coisas acontecem, descobertas se realizam, avanços são acionados, gerações mudam dando espaço a outras, enfim, é tempo grande, é tempo longo que nossa finita vida humana não consegue acompanhar. Nosso máximo é conseguir viver uns 70 a 80 anos, e isso dependendo da qualidade de vida pela qual optamos.

A civilização egípcia é referência na História como berço de desenvolvimento de tecnologias, como um protótipo de muitas invenções que mudariam o curso da humanidade mais tarde, desde técnicas de irrigação até a descoberta de propriedades medicinais de plantas e ervas, assim como o difundir do uso de essências que provocavam bons odores tanto em corpos vivos como mortos começou nessa época, e muito mais tarde a França veio ocupar a cadeira de melhor fabricante de perfumes. Em pensar que tudo começou tão bem antes dos franceses e do inverno europeu. Mas enfim, muitas descobertas que foram patenteadas séculos mais tarde e se tornaram patrimônio de alguns países chamados desenvolvidos tiveram seu laboratório inicial lá nessa terrinha ao norte do continente africano.

Tanto desenvolvimento e possibilidades, todavia o povo de Israel passou a maior parte do tempo vivido ali numa condição impossível de se associar a desenvolvimento. Por séculos eles foram escravos, e tinham por função amassar barro com os próprios pés. Talvez a imagem que podemos resgatar para ter uma idéia do que de fato eles faziam é a de um homem que caminha exatamente em cima do próprio passo dado anteriormente. Isso nos provoca a sensação de “nunca sair do lugar”. Milhares de milhares de passos foram dados que nunca levaram os israelitas a lugar nenhum durante séculos de História. Não era um grupo que dava um passo após o outro, mas sim, um passo sobre o outro. A cada dia, passo sobre passo, e muito barro foi amassado no Egito, muitos tijolos que deram forma a templos luxuosos estiveram debaixo dos pés dos israelitas, e provavelmente muitos de seus corpos se misturaram ao material que de maneira tão imponente ganhou a forma das conhecidas pirâmides do Egito.

O Egito oferecia ESTRUTURA, para um tempo tão distante do nosso, essa Nação já era referência em termos de Medicina, Astronomia, Tecnologia, Agricultura, Matemática, etc. E foi nesse tipo de cenário que os nossos conterrâneos de fé viveram tempos longos que chamamos de séculos, e seria consistente pontuar que eles viveram lá como ESCRAVOS. Mas com Moisés isso mudou, o menino salvo das águas agora fora enviado pelo grande EU SOU para libertar seu povo da escravidão do Egito. Que maravilha, depois de séculos de correntes, mesmo quando elas se mostram na forma de trabalho forçado, os pés, as mãos, os corpos poderiam ser livres. É, o corpo poderia ser livre do Egito, mas e a mente?

Desde que atravessaram o Mar Vermelho os israelitas deixaram muito claro que além de escravos por conta do trabalho forçado no Egito eles também haviam desenvolvido um outro tipo de escravidão muito mais nociva. Os israelitas se tornaram escravos da ESTRUTURA, e você pode pensar como estrutura todo sistema desenvolvido que forneça tudo aquilo que acreditamos ser necessário para “sobreviver”, mesmo que isso impossibilite qualquer nuance de desenvolvimento. Ocorreram 2 momentos durante o êxodo que deixam clara a falta de perspectiva do povo, mesmo depois de uma onda de milagres que invadiu a terra do Egito. Em Êxodo 14 temos a narrativa da travessia do Mar Vermelho. Faraó e seu exército atrás com todo equipamento de última geração, na frente um Mar que para uma multidão de milhões de pessoas incluindo crianças e velhos parecia mais um oceano, e no meio um pessoal, que não era nem uma Nação ainda, por consequência não tinha nem exército organizado, e mesmo que tivesse, quem seriam eles diante da potência militar do momento? E por estarem no meio, entre o exército egípcio e o mar, o que havia em seus corações veio à tona. É sempre assim não é verdade?! Episódios de pressão e de tensão são elementos evidenciadores do que está abaixo do subsolo de nossas artérias coronárias, e não foi diferente com Israel. Tanto no capítulo 14:10-12 como no capítulo 16:2 e 3 de Êxodo o povo deixa clara a sua preferência pela escravidão originada pela estrutura (trabalho forçado, panelas de carne, pão) do que pela oportunidade gerada pela liberdade de crescerem e desenvolverem como Nação, empreendendo em seus próprios recursos.

Deus não estava apenas promovendo um translado geográfico para o povo hebreu, estava lhes propondo um PROPÓSITO que daria sentido a existência deles como indivíduos, como povo, como Nação. Um PROPÓSITO que não se encerraria com a libertação deles apenas, ou com a existência deles. Esse PROPÓSITO era maior do que eles, era mais alto que eles, mas, era vivível. Muitas vezes Deus nos propõe caminhos que não conseguimos entender inicialmente, mas que são perfeitamente transitáveis, mesmo quando as placas aparecem de forma escassa na trajetória. Assumir um propósito pelo qual se viver requer quebrar pactos de escravidão que estabelecemos com as estruturas que nos protegem, é verdade, mas nos protegem tanto que nos escravizam. A percepção de caminhos novos só se torna possível se tiramos de debaixo de nossos pés as estruturas que nos asseguram a rotina como o cumprimento de tarefas rotineiras que nos impedem de inovar (trabalho forçado aos egípcios), nos asseguram os recursos básicos já elaborados (a panela de carne e o pão) que muitas vezes nos impede de cultivar o trigo e produzir além do pão e criar o gado que nos fornece muito mais do que a carne apenas. Mas se a estrutura não existir para nos servir, nós passaremos toda nossa vida servindo a ela.

A liberdade tem um preço, e um alto preço, o AUTO-DESENVOLVIMENTO, o AUTO-CRESCIMENTO. Não mais a estrutura dita até onde posso crescer e desenvolver, mas o entendimento que temos do propósito de Deus para nossa vida associado ao acionar do nosso potencial. A Lei do Deus que FALA e SE RELACIONA precisaria ser internalizada por aquele povo, e não ditada por um Tirano. O texto de Êxodo 19:3-7 clarifica o propósito de Deus em relação ao povo de Israel, o porquê eles estavam sendo dirigidos a uma terra que mana leite e mel, terra trabalhável, mas que precisaria de mãos que arregaçassem as mangas e ordenhariam esse leite e cultivariam esse mel. Eles continuariam trabalhando, e teriam até mais trabalho, mas não seriam escravos de uma estrutura. Esse texto esclarece que eles não seriam escravos, em Deus eles tinham IDENTIDADE e um DESTINO (um propósito para existir).

A 1ª geração que saiu do Egito fez a sua decisão, morreram no deserto, o saudosismo da estrutura escrava os engessou de tal maneira que não conseguiram nem mesmo reconhecer que o livramento recebido viera do grande EU SOU, morreram no pecado, morreram na ingratidão, morreram na estrutura sem dar resposta concreta ao legado de desenvolvimento para o qual estavam sendo convocados. Morreram sem entender que as estruturas servem aos propósitos, mas a estrutura não é capaz de dar identidade e nem um propósito pelo qual viver. Estruturas despendem recursos, propósito implica em coração e mente em concordância sobre os projetos e planos que em Sua soberania Deus desejou que eu fosse e que eu fizesse. Isso basta! O restante, inclusive a estrutura, é conseqüência.

E eu e você, pelo que decidimos: Pela estrutura ou pelo propósito?


por Hellen Santos da Guia - hellen_guia@yahoo.com.br

- Copyright © UM por todos... - Date A Live - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -