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Papo de louco!
By : Kadu
É por esse povo que acho que não estou louco..., ou que devo estar muito louco como eles.
Tenho falado praticamente essas mesmas palavras que eles usam já há algum tempo. Não me comparo a esses caras, estou precisando viver muito ainda pra poder me comparar a eles, mas me sinto na mesma "vibe", no mesmo caminho..., e como queria estar ali no banco de trás, trocando ideias e aprendendo mais com estes dois malucos.
É muito interessante o que eles conversam, e de muita relevância pra nos alfinetar e nos fazer pensar..., vale a pena cada minuto!
Ah, pra quem não os conhece e acha que são algum "mané" qualquer:
Ariovaldo Jr., clique aqui, e não, ele não é filho de Ariovaldo Ramos!
Diniz Braga, é fotógrafo e missinário, líder do Avalanche Missões Urbanas.
Assuma sua responsabilidade pelo Brasil!!
By : Kadu
"Quando
ia chegando, vendo a cidade, chorou e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma,
ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos.
Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e,
por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos
dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a
oportunidade da tua visitação.
Depois,
entrando no templo, expulsou os que ali vendiam, dizendo-lhes: Está escrito:
A minha
casa será casa de oração.
Mas vós a
transformastes em covil de salteadores.
Diariamente,
Jesus ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas e os
maiorais do povo procuravam eliminá-lo; contudo, não atinavam em como fazê-lo,
porque todo o povo, ao ouvi-lo, ficava dominado por ele." Lucas 19:41-48
Creio que
nosso país tem vivido a algum tempo cercado de trincheiras inimigas, com o
cerco completamente apertado de todos os lados, arrasando conosco e com nossos
filhos. Realmente, se pensarmos em termos de divisão de áreas (saúde, governo,
economia, família,etc...) não tem ficado pedra sobre pedra em nossa nação.
Estamos arrasados em quase todos os índices indicativos, mas estes são
maquiados com uma linda máscara de belos estádios, belos eventos e espetáculos,
belas paisagens em nossas praias passando nas novelas da Globo...
Como Jesus
olhando para Jerusalém, quando olhamos para nosso Brasil dá vontade de
chorar..., e devemos chorar mesmo! Creio que esse choro é o que estamos vendo
acontecer Brasil afora! O choro, o grito, o lamento..., o protesto! Protestamos
porque choramos quando olhamos para os tais índices..., choramos enquanto a
saúde agoniza na maior parte do Brasil. Choramos enquanto nosso governo, que se
diz "dos trabalhadores", do "povo", que anos atrás também
chorou ao ver o Brasil e saiu a protestar, agora enche o bolso de dinheiro e
celebra, com direito a champanhe e caviar, o fato de o "povo", os
"companheiros trabalhadores", "os revolucionários", terem
assumido o poder! Ah, que bom, o poder! Agora o poder é do "povo"!
Ah...
Mas pra que
é que queriam o poder mesmo? Pra tê-lo! E só! Agora é que se põe a prova o que
se reivindicou nas ruas, de cara pintada, tomando borrachada. E qual o
resultado da prova? "Ih, dá zero pra eles!!! "
Meus
queridos, não adianta só chorar e lamentar sobre Jerusalém. Nem adianta somente
expulsar os vendilhões do templo, o covil de salteadores em que o Brasil se
transformou. Brasilzão, não adianta só fazer passeata, levantar bandeiras,
pintar a cara, ter gritos de ordem, cantar no teto de Brasília, fechar a Paulista,
interromper a grande Copa..., se depois de tudo isso apenas, como resultado, sobrar
um monte de lixo nas ruas, fogo nos pneus, vidraças quebradas, ficha suja pelas
detenções, olhos cegos pelas balas de borracha, marcas de cacetete nas pernas.

E me
preocupo, não com o que está sendo feito, mas com a responsabilidade que o povo
tá ousando reivindicar sobre si. Temos realmente noção do que estamos
reivindicando? Será que depois que a poeira baixar vamos arregaçar as mangas e
fazer diferente? Será que essa geração que hoje se levanta, e que estava
"adormecida" mas, como "gigantes pela própria natureza"
acordaram, vai fazer alguma coisa na prática pra mudar tudo o que está errado?
Ou vai expulsar todo mundo do templo e deixar o templo vazio?

Sou contra
os protestos? Não! Sou contra ir pras ruas? Não! Sou contra o vandalismo? Claro
que sim! Sou contra o partidarismo político por trás dos protestos? Totalmente
sim! Sou contra parar tudo pra que todo mundo dê atenção ao que se está sendo
reivindicado? Não!
Entendo que
tem muita gente realmente despertando e que esses tempos vão marcar o restante
da vida destes, que depois de tudo vão ralar pra fazer diferença, mas temo que
sejam a grande minoria e que daqui algum tempo a poeira realmente baixe e a
maioria esmague essa minoria de novo e tudo volta ao "(a)normal",
apenas com líderes diferentes, partidos diferentes no poder.


Por fim,
uma história real contada por uma pessoa que com certeza estaria aí nas ruas
protestando (se fosse daqui!) mas que trabalhou e ainda trabalha não só pra
conscientizar e ensinar as pessoas que é possível ter uma nação melhor,
transformada, mas pra que ele mesmo seja essa transformação, o indiano Vishal
Mangalwadi, reformador social, colunista político, escritor e palestrante. Ele
nos faz pensar em nosso Brasil atual e nossas reivindicações, nossas
responsabilidades perante elas.
Ele conta
essa história depois de ouvir de um indiano, que mal falava inglês, que era
possível ser empresário de sucesso na Inglaterra. Quando Vishal pergunta como
isso é possível, este indiano, sr. Singh, lhe responde: "Porque lá todos
confiam em você." E segue-se a história:
"Poucos
meses depois, Ruth e eu estávamos na Holanda falando em uma conferência anual
de uma das maiores instituições de caridade daquele país. Em uma das tardes,
nosso anfitrião, o Dr. Jan van Barneveld, disse-me: "Venha, vamos buscar
leite." Nós dois fomos até a fazenda de gado leiteiro cruzando a bela
paisagem holandesa, com lindas árvores. Eu nunca tinha visto tanto leite! Havia
uma centena de vacas, porém não havia funcionários no local, e tudo parecia
incrivelmente limpo e organizado. Na Índia nós tínhamos uma pequena fábrica de
laticínios, mas contávamos com dois funcionários e o local era sujo e
malcheiroso.
O contraste
chamou minha atenção, porque na região onde eu morava, pelo menos 75% das
mulheres gastavam por volta de uma a duas horas recolhendo esterco com suas
próprias mãos, depois colocavam tudo em cestos, que então carregavam sobre suas
cabeças até seus quintais onde, mais tarde, transformariam o esterco em
combustível para cozinhar.
A fábrica
de laticínios holandesa, que visitei, me surpreendeu porque ninguém estava lá
para ordenhar as vacas. Eu nunca tinha ouvido falar de máquina que ordenhassem
vacas e despejassem o leite em um enorme tanque. Entramos na sala do leite e
ninguém estava lá para vender o leite. Eu esperava que Jan tocasse um sino, mas
ele apenas entrou, abriu a torneira, colocou sua jarra e a encheu. Então ele
foi até um peitoril, baixou um pote cheio de dinheiro, tirou sua carteira,
colocou vinte moedas de florim holandês, pegou o troco, guardou em seu bolso,
devolveu o pote ao seu lugar, pegou a jarra e começou a andar. Eu estava
atordoado!
"Cara",
eu lhe disse: "se você fosse um indiano, você pegaria o leite e o
dinheiro." Jan riu.
(...)
De volta à
Holanda, naquele momento de riso, eu então compreendi o que o sr. Singh estava
tentando me explicar no avião para Londres. Se eu saísse com o leite e o
dinheiro, o proprietário do leite teria que contratar uma vendedora. Quem
pagaria por ela? Eu, o consumidor!
No entanto,
se os consumidores são desonestos, porque o fornecedor seria honesto? Ele
provavelmente acrescentaria água ao leite para aumentar o volume. Sendo um
ativista, eu protestaria que o leite foi adulterado, e o governo teria de
contratar inspetores de leite. Mas quem pagaria pelos inspetores? Eu, o
contribuinte!
Se o
consumidor e o fornecedor são desonestos, porque é que os inspetores seriam
honestos? Eles seria subornados pelos fornecedores. Se não recebessem suborno,
eles usariam uma lei ou outra para se certificar de que a venda ficaria
atrasada o suficiente para fazer coalhar o leite não refrigerado. Quem pagaria
pelo suborno? Inicialmente, o fornecedor, mas eventualmente o consumidor.
Até então,
eu teria pagado o leite, a vendedora, a água, o inspetor e o suborno, e não
teria dinheiro suficiente para comprar chocolate para adicionar ao leite. E sem
chocolate, meus filhos não gostam de leite. Consequentemente eles não seriam
tão fortes como as crianças holandesas!
Depois de
pagar por todas essas coisas, a chance de sobrar algum dinheiro para levar meus
filhos ao cinema sábado à noite e comprar sorvete pra eles, se resumiria a
zero. A pessoa que faz e vende sorvete aumenta muito o valor do leite, enquanto
a vendedora, a água, os fiscais e o suborno não aumentam em nada seu valor. Ao
pagar por tudo isso simplesmente contribuo com o meu pecado: a minha propensão
em cobiçar e roubar o dinheiro e o leite do meu vizinho. O alto preço do pecado
impede que sobre dinheiro para o sorvete. Minha cultura de desconfiança e
desonestidade rouba-me o dinheiro que poderia ser usado para proporcionar uma
vida melhor para os meus filhos e emprego produtivo para os meus vizinhos.

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Vishal Mangalwadi,
O futuro do nosso país...
By : KaduEstou aqui estudando Teologia Bíblica do Antigo Testamento, ouvindo João Alexandre..., cd's antigos. Me ajudam a focar e pensar melhor. Mas, perdi o foco..., quando tocou a música: Pra cima, Brasil.
Em tempos de eleição, onde estamos mais discutindo sobre quem NÃO deve governar, sobre quem tem errado mais, etc..., fico pensando na minha, na nossa responsabilidade perante a sociedade, perante nossa própria cultura.
Quantos de nós se "embrenham" nessas discussões políticas somente em ano, pior, em semestre ou mês, de eleições!? Mas, por exemplo, quando o "assunto político" é o papel de bala que você e eu jogamos no chão, ninguém discute..., muitas desculpas surgem pra nossos "atos políticos".
Esse pequeno "assunto político" polui, tem alguns anos pra se desintegrar, deixa o local feio, mostra desrespeito com outras pessoas que passam pelo lugar, desrespeito por quem limpa o lugar, falta de responsabilidade ambiental, pode gerar naqueles que te seguem (porque, mesmo não querendo, muitos de nós somos formadores de opinião!) uma conduta igualmente errada, custa aos cofres públicos mais dinheiro com a limpeza e programas de re-educação socio-ambiental (dinheiro que poderia estar sendo usado pra curar seu vizinho doente, dependente do SUS), etc, etc, etc, e infindáveis etcs...
Mas o importante é não votar na Dilma, porque ela foi assasina e ladra, no Serra porque ele só fala em saúde e vai beneficiar só os ricos, na Marina porque ela é feinha e fragilzinha, no Plínio porque ele é velho e não tem chance, e nos outros porque nem lembramos o nome dos coitados...
Realmente é disso que o Brasil precisa!!! Ô!!
Qual é gente..., prestem atenção em quem cada um de nós somos, quais são os princípios que regem nossas vidas, em quem e no quê realmente cremos..., preste atenção no "pequeno e insignificante assunto político" chamado papel de bala. Quem sabe dentro de alguns anos os políticos não terão quase nada pra fazer, a não ser administrar o que já estará acontecendo de bom..., acontecendo porque a revolução social e política começou dentro do coração de cada um, e o reflexo será o que de bom vai estar "rolando" Brasil afora.
Chega de dar tanto poder aos políticos, simplesmente pra correr de suas próprias responsabilidades! Seu voto não deve ser porque alguém vai fazer isso e aquilo de novidade para o Brasil crescer e melhorar, mas deve ser porque você já está vendo a sociedade ao ser redor melhorar por pequenas ações que VOCÊ contribuiu e "tal" ou "tal" candidato vai simplesmente administrar essa situação!
Outra música do João Alexandre fala: "Transformar o mundo é questão de compromisso..., é muito mais e tudo isso".
Como será o futuro do nosso país?
Você tem compromisso com quem?? Com o que??
Só pra complementar: existe um Reino que funciona muito bem..., tem princípios políticos extremamente coerentes, de liberdade e responsabilidade, onde a justiça funciona de maneira excelente, a saúde não é empecilho pra ninguém, todos tem oportunidades iguais, e pobreza não é marca de quem é excluído..., onde as fraquezas tem as maiores atenções e o que vai bem continua indo..., quer saber qual é??
Se quiser te digo...
E aí vai a letra da música em questão:
Do nosso país?
Surge a pergunta no olhar
E na alma do povo
Cada vez mais cresce a fome
Nas ruas, nos morros
Cada vez menos dinheiro
Pra sobreviver
Onde andará a justiça
Outrora perdida?
Some a resposta na voz
E na vez de quem manda
Homens com tanto poder
E nenhum coração
Gente que compra e que vende
A moral da nação
Brasil olha pra cima
Existe uma chance
De ser novamente feliz
Brasil há uma esperança!
Volta teus olhos pra Deus,
Justo Juiz!
Como será o futuro
Do nosso país?
Obs: esse post faz parte do conteúdo que teremos num seminário intensivo que vamos ministrar no feriado de 2 de novembro..., quer saber mais, como participar, etc? Entre no site:
Um pouco mais sobre cidadania, política, instituições e liberdade...
By : KaduEstou pensando bastante nestes últimos dias sobre cidadania, questões ligadas às leis e ao comportamento humano, etc... Como estamos preparando um seminário ligado à missão integral e ao evangelho integral, temos discutido muito sobre esses temas.
A pergunta que mais tenho feito a mim mesmo é: porque precisamos tanto disso? Esse “disso” são as instituições e institucionalizações que nos rodeiam como forma de “regular” ou regulamentar nossas vidas. E essa pergunta chego a fazer pra Deus também, talvez pensando ser Ele o “culpado” disso tudo. A resposta, sempre que paro pra pensar nela, se volta para o ser humano e sua independência de Deus.
A culpa está em nós porque não queremos andar debaixo de simples princípios morais que trazem pra nós liberdade ao invés de prisão. Princípios relacionados à maneira de Deus tratar com a raça humana.
Fomos criados com extrema liberdade, no jardim do Éden, pra vivermos em perfeita comunhão com Deus e com tudo aquilo que Ele nos deu pra cuidar. Ali, estávamos perfeitamente “limitados” pela liberdade do nosso relacionamento com o Pai. Tudo se resumia, maravilhosamente bem, em amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Acontece que o filho de Deus pecou (Adão e Eva). E decidiu deliberadamente viver assim. Os princípios de amor estavam agora em algum lugar que não mais no coração do homem. E isso precisava ser resgatado, pra que o homem pudesse continuar a sua vida na perfeita liberdade anteriormente vivida. Assim, algumas coisas precisaram ser instituídas, alguns regulamentadores de comportamento (vou chamar assim) para proteção do próprio homem e pra que, de alguma maneira, o homem ainda conseguisse visualizar a liberdade de antes.
Mas o homem desobedeceu de novo. Mais uma vez, esses princípios não foram suficientes. O ser humano encontrou outra brecha e ali se meteu.
Algum tempo depois se instituíram as leis mosaicas e levíticas. Mais uma vez, a grande intenção do Pai era continuar apontando pra necessidade que o homem tinha de viver o resumo daquele monte de leis, algo vivido num passado distante de maneira plena: a liberdade de se amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. Mas o homem, esperto, continuou na sua independente jornada..., e encontrou mais brechas.
E, ainda que o próprio Filho único de Deus descesse à terra, algo que de fato aconteceu, nós, seres humanos, continuaríamos envoltos em nossa independência, presos à ela. A isso, a essa prisão, curiosamente chamamos de liberdade. E assim continuamos nossa corrida, já nem lembrando tanto do princípio, tão distante, quando, pra sermos livres, não precisávamos criar leis que protegessem essa liberdade, mas simplesmente viveríamos debaixo das esquecidas máximas: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmos. E estamos assim, até hoje..., tendo que criar lei contra palmadas em crianças, porque essa lei “protege” a liberdade das crianças.
Veja só..., cada ato humano continua por mostrar o quanto é importante voltarmos as máximas instituídas por Deus pra nossa proteção. Cada vez que vejo uma nova lei, como a das palmadas, sendo instituída, vejo o tanto que Deus quer nos proteger da prisão em que nos encontramos. (Não quero aqui discutir a relevância ou concordância com essa lei, mas simplesmente foi a que me lembrei agora!)
“Ah, mas Deus sempre fala pra nós obedecermos isso e aquilo e aquilo outro..., ele sempre fala pra obedecermos aos governantes, os pais, os mestres, considerar os outros superiores a nós mesmos, sermos submissos, etc... Isso é uma prisão sem fim!! As instituições só nos aprisionam!!”, é o que mais ouço.
Deus continua querendo nos proteger e nos levar a ver a perfeita liberdade que podemos viver em completa submissão e obediência aos seus preceitos e àquilo que Ele instituiu.
Ele não permite a criação da lei da (contra) palmada, por exemplo, pra aprisionar o homem. O homem se aprisionou de tal maneira que não consegue entender a máxima do amor ao próximo como a si mesmo, o amor à criança como a si mesmo, e acaba por usar da palmada com falta de amor, como maneira de se mostrar simplesmente superior e assim abusa dessa autoridade de pai, mãe ou responsável que tem. E isso vira costume. E não há mais limite. “Alguém tem que “pagar essa conta”. Vamos criar um limitador?”; cria-se uma nova lei.
Outro exemplo simples: por não pensarmos no próximo como em nós mesmos, não respeitamos suas propriedades. Roubamos, pichamos, destruímos, vandalizamos..., o que fazer quando não há limites? Criamos outra lei!
Se houvesse um mínimo de moral ainda no ser humano, não haveria mais necessidade de criação de leis. Leis que pretendem proteger a liberdade de alguém, mas que aprisionam ainda mais..., protegem, mas deveriam ser entendidas como provisórias, até que entendêssemos a não necessidade mais delas.
Se obedecêssemos àquilo que Deus tem permitido ser instituído, e que Ele acaba por assinar embaixo como forma de proteger a raça humana, as leis diminuiriam, até se extinguirem.
Por exemplo, a população carcerária no Brasil só aumenta. É comum ouvir nos noticiários que há superlotação, que não há mais vagas, que precisam aumentar os presídios. Mas porquê? Existem tantas leis que protegem nossa liberdade..., porque cada vez mais tem gente sendo presa? Gente que até concorda com essas leis, porque crê que também vão proteger a liberdade delas..., porquê? A culpa não é das leis, mas dos seres humanos que não as cumprem, e não as cumprem porque não querem ser submissos àquilo que Deus instituiu..., é, a população carcerária daqui a pouco vai ser maior do que a normal..., e todos nós continuaremos presos!!
Se Adão e Eva tivessem caminhado em submissão ao amor a Deus sobre todas as coisas e amor ao próximo como si mesmos, em perfeita liberdade, não seria necessário Deus colocar regras a mais pra proteger a liberdade deles. E, se eles não tivessem desobedecido a tais ordens a mais, instituídas por Deus para protegê-los, não seria necessário ainda mais leis pra limitar o povo que deles viria. Não seria necessário criar os dez mandamentos e toda a variedade de pequenas regras para o povo de Israel ser protegido e voltar a buscar a liberdade que Deus queria tanto lhes dar. Talvez, se em algum momento o povo se voltasse pra Deus e vivesse submisso a todas as novas regras e leis instituídas a cada geração com a permissão de Deus, eles perceberiam o que Paulo escreveu, que o resumo da lei é o amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E assim, as leis acabariam por diminuir, e não aumentar..., se tornariam obsoletas, desnecessárias..., e aí voltaríamos a viver como no Éden: com perfeita e plena liberdade!! Refletiria em nós hoje, tantos anos depois!!
Vejo que a intenção de Deus, ao permitir que sejam instituídas sempre novas regras, leis, instituições – como: políticas, regras de consumo, leis na economia, igrejas pra “regulamentarem” (no sentido não de censura, de proibição, mas de demonstração do que é o correto) a postura cristã, código de defesa disso e daquilo, etc... – sempre foi que acabássemos por descobrir a não necessidade de tantas regras e instituições (incrível não?)..., porque, no final das contas, passaríamos a ser regulamentados “apenas” por: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
É por causa do pecado e da independência do ser humano que existem as novas instituições regulamentadoras da sociedade, não por causa de Deus. Não creio que esse sempre foi o plano de Deus..., aliás, creio que nunca foi o plano inicial de Deus. Mas, por que queria proteger o homem, respeitando aquilo que Ele também instituiu, de dar o governo do mundo ao próprio homem, Ele permitiu que tudo isso fosse instituído. E nós, sim, devemos ser submissos àquilo que Ele instituiu e permitiu ser instituído, exatamente pra que possamos perceber a não necessidade de nada disso, e até que tudo isso se extinga, a ponto de condicionarmos nossas vidas e voltarmos a plena liberdade do jardim do Éden.
Difícil demais agir assim??
O bom de tudo isso..., pra ficar claro, evidente, óbvio, que Deus se adianta a todas as coisas, não chega atrasado pra resolver o que se tornou problemático, e que há solução pra essa dificuldade de agir assim, é que Deus enviou a solução pra tudo isso desde a eternidade: Jesus Cristo! Ele já veio garantir nossa volta à plena liberdade no relacionamento com Deus! O que fazemos em submissão agora não é pra que possamos alcançar esse objetivo..., o que fazemos em total obediência, é resultado, é reação, à ação de Deus de nos garantir um futuro certo, cheio de paz, cheio de liberdade! Ele nos amou primeiro, lembra?
Nosso trabalho ficou ainda mais fácil na questão da obediência. Agora obedecemos não mais pra alcançar um resultado, mas pra mostrar, refletir ao mundo que o resultado já foi alcançado..., o fim já é certo!

É claro que não estou aqui dizendo daquilo que é instituído por culpa do homem, pelo próprio homem, pra aumentar a prisão e sofrimento do homem, sem qualquer submissão à vontade de Deus. Desde que Deus deu ao homem o governo do mundo, Ele não interfere realmente em tudo o que é instituído. Não porque não tenha o poder, como pensam alguns, mas exatamente o oposto: porque tem todo o poder, inclusive de permitir que o homem se estribe em seus próprios caminhos, ainda que sejam caminhos que levem à morte. À essas instituições e institucionalizações, à essas regras e leis, devemos resistir, mostrando ser submissos à algo maior, mais poderoso, e que pode trazer liberdade.
Afinal, lei que proíbe a leitura da bíblia, não deve ter vindo mesmo de Deus, mas lei que proíbe que eu mate meu vizinho, não há como não me submeter..., ela existe pra me trazer liberdade e pra que eu estabeleça liberdade na sociedade em que vivo.
Instituição igreja que promova o bem, que pratique ações sociais de desenvolvimento, que esteja firmada no amor, na partilha, na luta pela igualdade, devo sim entender ser de Deus e devo sim me submeter em amor à Deus e ao próximo..., essa instituição serve para nos fazer voltar à plena liberdade, ao Éden. Agora instituição-igreja que não viva debaixo de princípios de igualdade, de fraternidade, da prática do amor, de ensinar a sociedade ao redor a viver princípios morais básicos em favor do próximo, e que amam mais ao dinheiro, a si mesmas ou qualquer outra coisa que a Deus; instituições igrejas que passem por cima de pessoas buscando um benefício próprio, exclusivamente institucional, não é algo que foi estabelecido por Deus, instituído por Ele..., a essa devemos ser insubmissos, em submissão à Deus e aos Seus princípios. Além de vários outros exemplos que poderiam ser citados na política, no judiciário, no legislativo, nas escola, na saúde, etc... Ser insubmissos à essas é, precisamente, estabelecer o amor à Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo..., é buscar voltar a plena liberdade, em perfeita comunhão com Deus!
Não sou especialista no assunto ainda. Não creio ter a palavra final. Talvez amanhã ou depois acrescente algo, mude de opinião em algum ponto que dei mais atenção, porém é isso exatamente que tenho pensado agora. É nisso que estou refletindo..., essas coisas trazem um certo tipo de norte na vida prática do meu dia a dia.
Quer me ajuda a pensar mais nisso?? Comente, escreva para meu email se preferir, discuta, discorde..., fique à vontade!!
E desculpa pelo enorme texto, me empolguei!!