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Nós somos responsáveis! - meditando em Oséias 4

By : Kadu

Oséias 4
Deus acusa Israel
1Senhor Deus tem uma acusação a fazer contra o povo que vive neste país. Escutem, israelitas, o que Deus está dizendo:
— Não há sinceridade, não há bondade, e ninguém neste país quer saber de Deus. 2Juram falso, mentem, matam, roubam e cometem adultério. Os crimes e os assassinatos aumentam. 3Por isso, a terra ficará seca, e tudo o que vive nela morrerá. Morrerão os animais, as aves e até os peixes.
Deus acusa os sacerdotes
4Senhor Deus diz:
— Não acusem nem repreendam o meu povo. A minha acusação é contra vocês, sacerdotes. 5Dia e noite, vocês andam sem rumo, e os profetas fazem o mesmo. Vou acabar com Israel, a mãe de vocês. 6O meu povo não quer saber de mim e por isso está sendo destruído. E vocês, sacerdotes, também não querem saber de mim e esqueceram as minhas leis; portanto, eu não os aceito mais como meus sacerdotes, nem aceitarei os seus filhos como meus sacerdotes.
 7— Quanto maior é o número de sacerdotes, maior também é o número de pecados que cometem; por isso vou fazer a glória deles virar desgraça. 8Eles ganham a vida à custa dos pecados do povo e por causa disso querem que o povo peque. 9Portanto, os sacerdotes sofrerão o mesmo castigo que vou fazer cair sobre o meu povo. Vou castigá-los, e eles terão de pagar pelo mal que fizeram. 10Os sacerdotes estão me abandonando e adorando outros deuses. Por isso comerão dos sacrifícios que o povo me oferece, mas não ficarão satisfeitos; adorarão os deuses da fertilidade, mas não terão filhos.

Muito se tem falado dos erros, das tramas, dos pecados, da violência, dos desmandos, e tudo o mais nesse nosso Brasil. E há completa razão em se falar nisso..., basta abrir um jornal qualquer, assistir um noticiário de qualquer que seja a emissora.
Mas tenho ouvido e lido muitos crentes falando nisso de maneira bem alheia, como se não fôssemos participantes de tudo isso. Ora, somos a nação do avivamento mundial certo??
Nosso país parece muito mais falido espiritualmente do que berço de um avivamento como alguns pregam por aí.
É fato que, como diz o capítulo 4 de Oséias, perecemos por falta de sabedoria, de conhecimento de Deus. Mas é fato também que o povo é tal qual seus sacerdotes. E mais, como diz 1 Pedro 2:9, somos todos sacerdotes hoje...
Faço a fatal conclusão: nosso povo hoje é assim porque assim somos nós, os sacerdotes!
Nossos protestos, nossas passeatas e as participações dos crentes nessas “revoluções” são simplesmente assumir nossa culpa! Afinal, se somos hoje, como dizem as estatísticas, quase (ou mais de) 30% de evangélicos no Brasil, totalizando quase 90% de cristãos (junto com os católicos), somos nós mesmos que fazemos do nosso país esse caos. (Dados de pesquisa Datafolha de julho de 2013)
O texto de Oséias nos traz algo muito sério: não acusemos o povo, mas sim os sacerdotes. Se hoje “não há sinceridade, não há bondade e ninguém neste país quer saber de Deus”..., se hoje o que vemos de maneira generalizada e até institucionalizada é um povo que “juram falso, mentem, matam, roubam e cometem adultério”..., se vemos pelas notícias e estatísticas que “os crimes e os assassinatos aumentam”, a culpa também é nossa! Nós, como sacerdotes, deveríamos trabalhar no meio da sociedade pra que isso tudo fosse diferente. O grande problema é que estamos envolvidos “até o pescoço” (ou até as cuecas!) com essas práticas, algumas vezes pregando contra e agindo a favor, outras vezes até mesmo pregando e fazendo as ditas práticas! Lamentável...
Não adianta protestarmos não! Não adianta a arruaça e a baderna em prol de uma suposta revolução! Não adianta porque estamos culpando as pessoas erradas! Sempre nos abstendo de culpa, sempre achando alguém pra pagar por nós..., parece que faz parte de nossa natureza.
O texto ainda adverte que quanto maior o número de sacerdotes, mais se multiplicam os pecados. Que comparação interessante! Será que o número de pecados da nossa nação, que parece que só aumentam, está ligado também com esse aumento gradativo de nossos “sacerdotes evangélicos”? Será que o mesmo que acontecia com os sacerdotes na época de Oséias (“...e vocês, sacerdotes, também não querem saber de mim e esqueceram minhas leis”, “ganham a vida à custa dos pecados do povo e por causa disso querem que o povo peque”, “estão me abandonando e adorando outros deuses”) acontece hoje?
Convido você a refletir nesse texto e compreender onde se encaixa nos problemas que a sociedade ao seu redor tem vivido. Que culpa você tem? Que solução pode vir da sua vida? Convido você a parar de culpar os outros e descobrir sua parcela, a parcela da sua família, da sua comunidade, da sua igreja nisso tudo. Descobrir se seus cultos estão servindo apenas pra que vocês comam, mas nunca se fartem!


Será que a sociedade ao nosso redor não deveria ser mudada com o avanço do número de cristãos, de pessoas que se dizem portadores das boas novas, do poder de Deus pra transformação de todo aquele que nEle crer, de pessoas capazes de mudar realidades pra que tudo se volte pra Deus e com capacidade de cooperar pra que tudo seja reconciliado com Ele? Será que somos todos cristãos? Será que eu e você somos?

Assuma sua responsabilidade pelo Brasil!!

By : Kadu
 

"Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação.
Depois, entrando no templo, expulsou os que ali vendiam, dizendo-lhes: Está escrito:
A minha casa será casa de oração.
Mas vós a transformastes em covil de salteadores.
Diariamente, Jesus ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas e os maiorais do povo procuravam eliminá-lo; contudo, não atinavam em como fazê-lo, porque todo o povo, ao ouvi-lo, ficava dominado por ele." Lucas 19:41-48

Creio que nosso país tem vivido a algum tempo cercado de trincheiras inimigas, com o cerco completamente apertado de todos os lados, arrasando conosco e com nossos filhos. Realmente, se pensarmos em termos de divisão de áreas (saúde, governo, economia, família,etc...) não tem ficado pedra sobre pedra em nossa nação. Estamos arrasados em quase todos os índices indicativos, mas estes são maquiados com uma linda máscara de belos estádios, belos eventos e espetáculos, belas paisagens em nossas praias passando nas novelas da Globo...
Como Jesus olhando para Jerusalém, quando olhamos para nosso Brasil dá vontade de chorar..., e devemos chorar mesmo! Creio que esse choro é o que estamos vendo acontecer Brasil afora! O choro, o grito, o lamento..., o protesto! Protestamos porque choramos quando olhamos para os tais índices..., choramos enquanto a saúde agoniza na maior parte do Brasil. Choramos enquanto nosso governo, que se diz "dos trabalhadores", do "povo", que anos atrás também chorou ao ver o Brasil e saiu a protestar, agora enche o bolso de dinheiro e celebra, com direito a champanhe e caviar, o fato de o "povo", os "companheiros trabalhadores", "os revolucionários", terem assumido o poder! Ah, que bom, o poder! Agora o poder é do "povo"! Ah...
Mas pra que é que queriam o poder mesmo? Pra tê-lo! E só! Agora é que se põe a prova o que se reivindicou nas ruas, de cara pintada, tomando borrachada. E qual o resultado da prova? "Ih, dá zero pra eles!!! "
Meus queridos, não adianta só chorar e lamentar sobre Jerusalém. Nem adianta somente expulsar os vendilhões do templo, o covil de salteadores em que o Brasil se transformou. Brasilzão, não adianta só fazer passeata, levantar bandeiras, pintar a cara, ter gritos de ordem, cantar no teto de Brasília, fechar a Paulista, interromper a grande Copa..., se depois de tudo isso apenas, como resultado, sobrar um monte de lixo nas ruas, fogo nos pneus, vidraças quebradas, ficha suja pelas detenções, olhos cegos pelas balas de borracha, marcas de cacetete nas pernas.
Temos que, depois de expulsar os vendilhões, assumir o templo, ensinando o povo como se deve fazer direito o que estamos vendo ser feito errado! Jesus viu Jerusalém e lamentou porque não quiseram  reconhecer a visitação dEle. Chorou porque não entenderam o que significava a Vida vindo até eles. E chorou..., mas Ele viu o que estava sendo feito de errado e batalhou na prática pra que isso fosse denunciado e essa galera fosse extirpada dali. Mas, muito além disso, Ele arregaçou as mangas e sofreu no seu próprio corpo as consequências de se trabalhar pela melhora. Ele ensinou o povo como é que deveria ser feito. Ele saiu depois pelas ruas e não deixou apenas um monte de lixo nas ruas, fogo nos pneus, vidraças quebradas, ficha suja pelas detenções, olhos cegos pelas balas de borracha, marcas de cacetete nas pernas, mas sim uma marca relevante de como é que deve ser feito pra que as coisas mudem.
E me preocupo, não com o que está sendo feito, mas com a responsabilidade que o povo tá ousando reivindicar sobre si. Temos realmente noção do que estamos reivindicando? Será que depois que a poeira baixar vamos arregaçar as mangas e fazer diferente? Será que essa geração que hoje se levanta, e que estava "adormecida" mas, como "gigantes pela própria natureza" acordaram, vai fazer alguma coisa na prática pra mudar tudo o que está errado? Ou vai expulsar todo mundo do templo e deixar o templo vazio?
Já mencionei isso no facebook, mas escrevo de novo: Ir pra rua, gritar, pegar bandeira na mão, pintar o rosto, colocar máscara e até enfrentar bala, bomba e cacetete é até fácil..., quero ver é doar seu dinheiro, seu tempo, seu trabalho pra que alguém realmente à margem da sociedade tenha alguma dignidade!! Quer protestar, faz direito..., vai pra rua sim, pra ajudar um mendigo, um viciado em crack, uma prostituta, um menino de rua..., aí é que quero ver!! Não se iludam, quem hoje tá no poder te explorando ontem tava na mesma rua que você, gritando mais que você, apanhando ainda mais que você..., agora que tem o poder de fazer alguma mudança só curte com nossa cara! Mudar as realidades não é questão de gritar mais alto ou estar aqui ou ali reivindicando alguma coisa..., se trata muito mais de ser a mudança! Ser resposta a esse protesto quem quer? Vai estudar, ralar, trabalhar, ser político, ser empresário e faz diferente!!!
Sou contra os protestos? Não! Sou contra ir pras ruas? Não! Sou contra o vandalismo? Claro que sim! Sou contra o partidarismo político por trás dos protestos? Totalmente sim! Sou contra parar tudo pra que todo mundo dê atenção ao que se está sendo reivindicado? Não!
Entendo que tem muita gente realmente despertando e que esses tempos vão marcar o restante da vida destes, que depois de tudo vão ralar pra fazer diferença, mas temo que sejam a grande minoria e que daqui algum tempo a poeira realmente baixe e a maioria esmague essa minoria de novo e tudo volta ao "(a)normal", apenas com líderes diferentes, partidos diferentes no poder.
Pense comigo: não podemos transferir os problemas e a culpa aos partidos políticos, ou aos líderes, como se nós fôssemos os coitadinhos sofredores da exploração. Quando você joga seu chiclete ou sua bituca de cigarro no chão (deve ter um monte disso no final dos protestos), quando você depreda ou picha estabelecimentos públicos ou privados, quando você estaciona em fila dupla ou na vaga de deficientes e idosos, quando você fura fila no banco, quando você se "beneficia" pelo troco errado na padaria ou no mercado, quando você não recicla seu lixo, quando você dá um "cafezinho" pro policial não te multar (ou quando aceita o "cafezinho"), quando você manipula informações pra vender mais, quando você mente pra conseguir seu emprego, quando você sonega seu imposto comprando ou vendendo sem nota fiscal, quando aceita uma "ajudinha" em troca de voto, quando não doa seu dinheiro pra quem tem necessidade, quando passa a perna no seu amigo pra conseguir a vaga dele, quando dirige embriagado depois de "celebrar" o melhor protesto que já foi na vida, sua desonestidade e desconfiança, sua inveja com o seu colega ou vizinho, enfim( poderia ficar o dia todo descrevendo ações simples que você e eu temos o costume de fazer) quando é conivente ou realiza qualquer uma dessas ações você está sendo exatamente o alvo do seu próprio protesto. Assuma suas culpas, mude suas próprias atitudes e sim, proteste nas ruas, tire quem tá no poder!!
Mas depois, assuma você o poder, com atitudes diferentes! Como já escrevi acima, expulsar os vendilhões pra deixar o templo vazio não adianta nada! Porque, como bem "profetizou" o filme tropa de elite, quando cai um corrupto, logo tem outro pra assumir o lugar. Saturemos pois o Brasil de não-corruptos pra que quando o último corrupto cair não haja mais nenhum pra assumir o poder..., e isso começa de mim e de você!
Por fim, uma história real contada por uma pessoa que com certeza estaria aí nas ruas protestando (se fosse daqui!) mas que trabalhou e ainda trabalha não só pra conscientizar e ensinar as pessoas que é possível ter uma nação melhor, transformada, mas pra que ele mesmo seja essa transformação, o indiano Vishal Mangalwadi, reformador social, colunista político, escritor e palestrante. Ele nos faz pensar em nosso Brasil atual e nossas reivindicações, nossas responsabilidades perante elas.
Ele conta essa história depois de ouvir de um indiano, que mal falava inglês, que era possível ser empresário de sucesso na Inglaterra. Quando Vishal pergunta como isso é possível, este indiano, sr. Singh, lhe responde: "Porque lá todos confiam em você." E segue-se a história:
"Poucos meses depois, Ruth e eu estávamos na Holanda falando em uma conferência anual de uma das maiores instituições de caridade daquele país. Em uma das tardes, nosso anfitrião, o Dr. Jan van Barneveld, disse-me: "Venha, vamos buscar leite." Nós dois fomos até a fazenda de gado leiteiro cruzando a bela paisagem holandesa, com lindas árvores. Eu nunca tinha visto tanto leite! Havia uma centena de vacas, porém não havia funcionários no local, e tudo parecia incrivelmente limpo e organizado. Na Índia nós tínhamos uma pequena fábrica de laticínios, mas contávamos com dois funcionários e o local era sujo e malcheiroso.
O contraste chamou minha atenção, porque na região onde eu morava, pelo menos 75% das mulheres gastavam por volta de uma a duas horas recolhendo esterco com suas próprias mãos, depois colocavam tudo em cestos, que então carregavam sobre suas cabeças até seus quintais onde, mais tarde, transformariam o esterco em combustível para cozinhar.
A fábrica de laticínios holandesa, que visitei, me surpreendeu porque ninguém estava lá para ordenhar as vacas. Eu nunca tinha ouvido falar de máquina que ordenhassem vacas e despejassem o leite em um enorme tanque. Entramos na sala do leite e ninguém estava lá para vender o leite. Eu esperava que Jan tocasse um sino, mas ele apenas entrou, abriu a torneira, colocou sua jarra e a encheu. Então ele foi até um peitoril, baixou um pote cheio de dinheiro, tirou sua carteira, colocou vinte moedas de florim holandês, pegou o troco, guardou em seu bolso, devolveu o pote ao seu lugar, pegou a jarra e começou a andar. Eu estava atordoado!
"Cara", eu lhe disse: "se você fosse um indiano, você pegaria o leite e o dinheiro." Jan riu.
(...)
De volta à Holanda, naquele momento de riso, eu então compreendi o que o sr. Singh estava tentando me explicar no avião para Londres. Se eu saísse com o leite e o dinheiro, o proprietário do leite teria que contratar uma vendedora. Quem pagaria por ela? Eu, o consumidor!
No entanto, se os consumidores são desonestos, porque o fornecedor seria honesto? Ele provavelmente acrescentaria água ao leite para aumentar o volume. Sendo um ativista, eu protestaria que o leite foi adulterado, e o governo teria de contratar inspetores de leite. Mas quem pagaria pelos inspetores? Eu, o contribuinte!
Se o consumidor e o fornecedor são desonestos, porque é que os inspetores seriam honestos? Eles seria subornados pelos fornecedores. Se não recebessem suborno, eles usariam uma lei ou outra para se certificar de que a venda ficaria atrasada o suficiente para fazer coalhar o leite não refrigerado. Quem pagaria pelo suborno? Inicialmente, o fornecedor, mas eventualmente o consumidor.
Até então, eu teria pagado o leite, a vendedora, a água, o inspetor e o suborno, e não teria dinheiro suficiente para comprar chocolate para adicionar ao leite. E sem chocolate, meus filhos não gostam de leite. Consequentemente eles não seriam tão fortes como as crianças holandesas!
Depois de pagar por todas essas coisas, a chance de sobrar algum dinheiro para levar meus filhos ao cinema sábado à noite e comprar sorvete pra eles, se resumiria a zero. A pessoa que faz e vende sorvete aumenta muito o valor do leite, enquanto a vendedora, a água, os fiscais e o suborno não aumentam em nada seu valor. Ao pagar por tudo isso simplesmente contribuo com o meu pecado: a minha propensão em cobiçar e roubar o dinheiro e o leite do meu vizinho. O alto preço do pecado impede que sobre dinheiro para o sorvete. Minha cultura de desconfiança e desonestidade rouba-me o dinheiro que poderia ser usado para proporcionar uma vida melhor para os meus filhos e emprego produtivo para os meus vizinhos.
A visita àquela fazenda me ajudou a entender porque um pequeno país como a Holanda é capaz de doar dinheiro a uma nação muito maior, como a Índia. Também me ajudou a entender o que meu colega passageiro, um empresário semi analfabeto, estava me explicando. Ele poderia dizer o que os especialistas econômicos evitam discutir: que a integridade moral é um grande fator por trás do sucesso sócio-econômico/sócio-político do Ocidente." (Verdade e Transformação, Publicações Transforma, Vishal Mangalwadi, págs. 25-27) Compre o livro!!



Vida coerente

By : Kadu


Desde ontem a noite que Deus tem me falado sobre essa palavra: coerência. Na verdade durante o final de semana todo sinto Ele me levando a entender isso com os papos, as conversas com o pessoal que ficou aqui em casa. Foi um tempo muito bom, de muito proveito pra nossa família! Obrigado Danilo, Deise, Rodrigo e Luciana!
Como já disse, ontem pela noite senti Deus me falando bem claramente sobre viver um estilo de vida de acordo com aquilo que já alcancei e aprendi. E logo me lembrei do texto de Filipenses 3:16: "Tão-somente vivamos de acordo com o que já alcançamos".
Viver um estilo de vida coerente não é tão simples como parece. O texto de 1 João 2:5 e 6 me esclarece um pouco mais sobre isso falando sobre permanecer em Cristo, guardando seus mandamentos, sua palavra..., fala tambem sobre estar sendo aperfeiçoado no amor vivendo dessa maneira.


"Mas, se alguém obedece à sua palavra, nele verdadeiramente o amor de Deus está aperfeiçoado. Desta forma sabemos que estamos nele:
aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou."


Aquilo que vivi, vi, aprendi, estudei, ouvi no meu relacionamento com Deus faz sentido quando guardo isso comigo, quando faço isso estar vivo dentro de mim. Dessa maneira, alimentando essas coisas em mim, posso perceber Cristo vivo dentro de mim, posso perceber o fato de estar sendo aperfeiçoado no amor. Só assim dá pra permanecer nele. 
Mas, ainda assim, fica faltando a vida coerente, a prática, o andar conforme tudo isso que já alcancei com Ele..., e o texto de João também arremata isso quando mostra que permanecer nEle não pode ficar apenas na teoria, nos sentimentos internos de tê-lo vivendo em mim. Permanecer nEle, de fato, é viver como Ele, como um pequeno Cristo, como manifestação vívida e prática de quem Ele é, e de como seria se Ele realmente estivesse vivendo em meu lugar. Não mais eu, mas Ele em mim.
Preciso me manter nEle, e estar alerta para viver um estilo de vida coerente com tudo isso que, pela Sua graça, já alcancei. Preciso viver dia a dia sendo aperfeiçoado no amor, guardando sua palavra, vivendo-a na prática.
Engraçado como sempre fui ensinado que guardar algo é manter ele em algum local seguro, talvez escondido, fechado, parado, inerte. Mas pra Deus, estou aprendendo que guardá-Lo, guardar suas palavras, é o mesmo que vivê-las, colocá-las em risco, no dia a dia. Assim como na parábola dos talentos, devo entender o guardar como aplicação, como vida, como multiplicar, como ação.

"Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus 
preparou para que andássemos nelas. " Ef. 2:10

Pensa comigo: quantas vezes já ouviu falar sobre perdão, reconciliação, amor ao próximo, liberalidade no dar, carregar sua cruz? Quantas vezes já ouvir sobre verdade e mentira, graça e religiosidade, Reino de Deus e prosperidade financeira?
Portanto, meu querido, viva de acordo com aquilo que já alcançou sobre cada um desses temas. Viva, não se esconda!
Nossas conversas nesse final de semana giraram em torno disso mesmo: quantos se dizem cristãos e não vivem o que o cristianismo prega? Você sabia que muitos não se tornam cristãos não por causa do cristianismo, nem mesmo por causa de Cristo ou da bíblia, mas sim por causa dos que se dizem cristãos!? Pois é..., atribuem uma frase até a Ghandi falando que o problema não é Cristo ou o cristianismo, mas os cristãos mesmo! Porquê? Falta de coerência!
Ah, se tão somente vivêssemos de acordo com o que já alcançamos, com aquilo que ouvimos desde o princípio! Ah, se guardássemos os mandamentos de Cristo! Seríamos aperfeiçoados no amor. E a falta de amor faz com que sejamos mesmo assim, incoerentes. Vê só, é um ciclo sem fim. Esse é o ciclo que faz com que o cristianismo mais caia em descrédito e seja motivo de chacota do que seja atraente por aquilo que prega.
Poderia citar alguns fatos verídicos, que aconteceram ou que podem estar acontecendo agora mesmo, aí na sua casa, do seu lado, na sua igreja mesmo..., porém deixo esse espaço pra que você assuma a sua responsabilidade nessa questão e deixe os outros verem seu exemplo na prática, com coerência de quem se diz ser cristão.
Seja coerente, seja aperfeiçoado no Amor, viva como manifestação de Cristo aqui na terra! 

Série: Reflexões Teológicas: Meio Ambiente, parte 3

By : Kadu
Agora, com tudo o que já escrevi e postei aqui, assista a esse vídeo e dê uma olhada na postura de uma criança canadense, que discursou na conferência da ONU aqui no Rio de Janeiro, em junho de 1992, conferência que ficou conhecida com ECO 92, ou Conferência das Nacões Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD). Essa garota praticamente calou todo o auditório presente com seu discurso extremamente coerente.




Abaixo, texto extraído do Wikipédia sobre a conferência:

A Conferência do Rio consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade de os países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável. Naquele momento, a posição dos países em desenvolvimento tornou-se mais bem estruturada e o ambiente político internacional favoreceu a aceitação pelos países desenvolvidos de princípios como o das responsabilidades comuns, mas diferenciadas. A mudança de percepção com relação à complexidade do tema deu-se de forma muito clara nas negociações diplomáticas, apesar de seu impacto ter sido menor do ponto de vista da opinião pública.
A ECO-92 frutificou a elaboração dos seguintes documentos oficiais:

Obs: vale a pena o debate sobre esse tema, mesmo datando do distante ano de 1992. A pergunta que fica: o que e quanto mudou de lá pra cá? Que diferença isso faz na sua vida em particular???

O futuro do nosso país...

By : Kadu

Estou aqui estudando Teologia Bíblica do Antigo Testamento, ouvindo João Alexandre..., cd's antigos. Me ajudam a focar e pensar melhor. Mas, perdi o foco..., quando tocou a música: Pra cima, Brasil.
Em tempos de eleição, onde estamos mais discutindo sobre quem NÃO deve governar, sobre quem tem errado mais, etc..., fico pensando na minha, na nossa responsabilidade perante a sociedade, perante nossa própria cultura.
Quantos de nós se "embrenham" nessas discussões políticas somente em ano, pior, em semestre ou mês, de eleições!? Mas, por exemplo, quando o "assunto político" é o papel de bala que você e eu jogamos no chão, ninguém discute..., muitas desculpas surgem pra nossos "atos políticos".
Esse pequeno "assunto político" polui, tem alguns anos pra se desintegrar, deixa o local feio, mostra desrespeito com outras pessoas que passam pelo lugar, desrespeito por quem limpa o lugar, falta de responsabilidade ambiental, pode gerar naqueles que te seguem (porque, mesmo não querendo, muitos de nós somos formadores de opinião!) uma conduta igualmente errada, custa aos cofres públicos mais dinheiro com a limpeza e programas de re-educação socio-ambiental (dinheiro que poderia estar sendo usado pra curar seu vizinho doente, dependente do SUS), etc, etc, etc, e infindáveis etcs...
Mas o importante é não votar na Dilma, porque ela foi assasina e ladra, no Serra porque ele só fala em saúde e vai beneficiar só os ricos, na Marina porque ela é feinha e fragilzinha, no Plínio porque ele é velho e não tem chance, e nos outros porque nem lembramos o nome dos coitados...
Realmente é disso que o Brasil precisa!!! Ô!!
Qual é gente..., prestem atenção em quem cada um de nós somos, quais são os princípios que regem nossas vidas, em quem e no quê realmente cremos..., preste atenção no "pequeno e insignificante assunto político" chamado papel de bala. Quem sabe dentro de alguns anos os políticos não terão quase nada pra fazer, a não ser administrar o que já estará acontecendo de bom..., acontecendo porque a revolução social e política começou dentro do coração de cada um, e o reflexo será o que de bom vai estar "rolando" Brasil afora. 
Chega de dar tanto poder aos políticos, simplesmente pra correr de suas próprias responsabilidades! Seu voto não deve ser porque alguém vai fazer isso e aquilo de novidade para o Brasil crescer e melhorar, mas deve ser porque você já está vendo a sociedade ao ser redor melhorar por pequenas ações que VOCÊ contribuiu e "tal" ou "tal" candidato vai simplesmente administrar essa situação!
Outra música do João Alexandre fala: "Transformar o mundo é questão de compromisso..., é muito mais e tudo isso".
Como será o futuro do nosso país?
Você tem compromisso com quem?? Com o que??
Só pra complementar: existe um Reino que funciona muito bem..., tem princípios políticos extremamente coerentes, de liberdade e responsabilidade, onde a justiça funciona de maneira excelente, a saúde não é empecilho pra ninguém, todos tem oportunidades iguais, e pobreza não é marca de quem é excluído..., onde as fraquezas tem as maiores atenções e o que vai bem continua indo..., quer saber qual é??
Se quiser te digo...

E aí vai a letra da música em questão:

Como será o futuro
Do nosso país?
Surge a pergunta no olhar
E na alma do povo
Cada vez mais cresce a fome
Nas ruas, nos morros
Cada vez menos dinheiro
Pra sobreviver

Onde andará a justiça
Outrora perdida?
Some a resposta na voz
E na vez de quem manda
Homens com tanto poder
E nenhum coração
Gente que compra e que vende
A moral da nação

Brasil olha pra cima
Existe uma chance
De ser novamente feliz
Brasil há uma esperança!
Volta teus olhos pra Deus,
Justo Juiz!

Como será o futuro
Do nosso país?



Obs: esse post faz parte do conteúdo que teremos num seminário intensivo que vamos ministrar no feriado de 2 de novembro..., quer saber mais, como participar, etc? Entre no site: 

O que eu posso fazer por missões?

By : Kadu


Deus formou para si um povo para o adorar e também para ser luz para as nações.  Aqueles que são chamados do mundo são enviados de volta a ele como testemunhas. Proclamar o evangelho é uma tarefa de todos. A evangelização dos povos é uma tarefa imperativa, intransferível e impostergável. A grande questão é: o que eu posso fazer por missões? Como posso participar dessa gloriosa e urgente empreitada? Onde eu me enquadro no projeto de Deus para alcançar aqueles por quem Cristo morreu?
Em primeiro lugar, eu posso orar por missões. A oração toca o mundo inteiro. Ela não tem fronteiras geográficas, barreiras lingüísticas nem preconceitos culturais. Pela oração podemos nos envolver com os povos da terra; pela oração podemos inflamar nosso coração pela obra de Deus; pela oração podemos sustentar espiritualmente os missionários que estão na linha de frente. Não existe obra missionária vitoriosa sem oração. Não existem obreiros fortes e poderosamente usados por Deus sem intercessão. A oração é um dos mais importantes trabalhos que a igreja pode fazer por missões, pois quando a igreja ora, o próprio Deus age com poder na realização da sua obra. Pela oração vem o poder do Espírito Santo à igreja. Pela oração as portas para a evangelização são abertas. Pela oração os missionários são encorajados. As coisas mais importantes que Deus realiza na terra, ele o faz mediante as orações do seu povo.
Em segundo lugar, eu posso contribuir para missões. A devoção do nosso coração é medida pela liberalidade do nosso bolso. Não há coração aberto onde o bolso está fechado. A Bíblia diz que onde está o nosso tesouro, aí estará também o nosso coração. Não há amor por missões onde a contribuição missionária inexiste. O nosso amor por Deus e pela sua obra é proporcional à disposição que temos para investir na evangelização dos povos. O melhor investimento que podemos fazer é contribuir com missões, pois quem ganha almas é sábio. Quem contribui com missões faz uma semeadura com colheita garantida e de resultados eternos. Não podemos separar nossa espiritualidade da contribuição. Quando entregamos o dízimo de Deus e ofertamos com alegria, estamos nos tornando cooperadores de Deus na implantação do seu reino. Quando sustentamos missionários em nossa Pátria e fora dela, estamos segurando a corda para que outros desçam para resgatar vidas, aonde jamais poderíamos chegar. A igreja é um corpo. Um membro não pode fazer todas as atividades. Logo, cada membro deve cooperar com os outros membros para que todo o corpo seja suprido. Deus dá à sua igreja diversos e diferentes dons. Todos são missionários; uns devem ir, outros devem ficar, mas todos devem contribuir.
Em terceiro lugar, eu posso ir fazer missões. Na igreja primitiva Deus separou os melhores obreiros e os enviou a pregar. A igreja enviadora ficou na retarguarda e eles foram desbravando campos, ganhando vidas para Cristo e plantando igrejas. Em menos de cinqüenta anos, o Império Romano foi evangelizado. Hoje, os desafios são enormes. Há portas abertas em todo o mundo e também portas que estão sendo fechadas. Devemos rogar ao Senhor da seara que envie trabalhadores para a sua seara. Nós e nossos filhos podemos ser levantados e enviados por Deus para pregar sua santa Palavra, aqui, ali e além fronteira. Fazer a obra de Deus não é um sacrifício, mas um privilégio. Carlos Studd disse acertadamente: “Se Jesus Cristo é Deus e ele deu sua vida por mim, nenhum sacrifício é grande demais que eu faça por amor a ele”. Nenhuma missão na terra é mais nobre, mais importante, mais urgente e mais compensadora. Ser embaixador de Deus é uma posição mais honrosa do que ocupar os mais altos escalões dos governos terrenos.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Pensando mais nos outros

By : Kadu



"Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo rompeu com o pecado. Para que, no tempo que lhe resta, não viva mais para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus" 1 Pedro 4:1-2

Já há algum tempo venho pensando e "formulando" uma teoria. Ela vem ganhando porça em minha cabeça cada vez mais. Cada conversa, cada análise crítica da minha própria vida. E esse texto fecha com esse pensamento!
A teoria é a seguinte: tenho observado que quanto mais posses temos, acumulamos ou mesmo pensamos que temos, menos olhamos para o próximo..., menos tempo temos pra pensar nos outros..., menos tempo gastamos com missões. Afinal, precisamos muito cuidar do que é NOSSO, não é mesmo? Falo isso pelo contexto que vivo: base missionária!
Ao contrário disso, quanto menos acumulamos posses ou menos pensamos em tê-las, ou que já possuímos, mais tempo teremos de dedicação ao nosso próximo, aos outros, com missões, por exemplo!
Mesmo no meio em que vivo, missionários, existe egoísmo, egocentrismo, falta de amor, renúncia e visão para o próximo, para a missão que Deus nos deu. Infelizmente há sim!
Muitas vezes o pensamento, a fala e as atitudes, giram em torno do "mas eu também posso" ou "eu também mereço". Por trás dessa fala, porém, está a falta de movimento em direção ao próximo..., ela só serve de máscara, de camuflagem.
Outros ainda, se "escondem" atrás das palavras de que as coisas mudaram, 4ª onda de missões, não precisa de tantos sofrimentos, de pietismo, etc... E, debaixo de todo conforto, dizem que esse é seu chamado.
Tudo o que envolver um pouco mais de sofrimento ou dificuldade em prol dos outros é considerado muito, ou mesmo desnecessário, afinal, os tempos mudaram e também preciso cuidar de de mim, não posso me anular.
Repetindo: "Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo rompeu com o pecado. Para que, no tempo que lhe resta, não viva mais para satisfazer os maus desejos humanos..." 
Essa é a idéia que deve estar "armada" em nossos pensamentos: de que, muito provavelmente, só o sofrimento corporal pode romper com esse nosso pecado, fazendo com que vivamos mais para os outros do que para nós mesmos. Fazendo com que o nosso Deus não seja nosso próprio umbigo (confira Deus-umbigo), mas, complementando o texto: "mas sim para fazer a vontade de Deus".
Creio firmemente na possibilidade de, muitas vezes, ganharmos presentes e bençãos de Deus(Salmo 37:4), porém, antes buscando Seu Reino e Sua Justiça(Mt 6:33), fazendo Sua vontade(Jo 4:34), sofrendo no corpo(Jo 16:33), pensando no próximo(Jo 13:34, 1Jo 3:16, ), derramando sangue(Hb 12:4) se for preciso.
Menos pra mim..., mais, muito mais pra Ti!!! (João 3:30)

Salmos 115:1 " Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade."


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Que venha a perseguição!

By : Kadu

Por Ariovaldo Jr
extraído do blog Genizah


Bom mesmo é quando a igreja é perseguida a ponto de não poder alugar um prédio. Pra começar não ficamos preocupados durante todo o mês com a arrecadação de dízimos e ofertas. Não haveriam despesas fixas tão asfixiantes. Não seria preciso usar Malaquias fora de contexto para forçar as pessoas a ofertarem por medo do devorador.Não incomodaríamos nossos vizinhos com os ensaios do louvor. Não teríamos a “dona Maria” reclamando todos os sábados a noite do barulho bem na hora do Jornal Nacional. E o pior é que eles tem razão em reclamar. “Graças a Deus” eu não moro vizinho de minha própria igreja. Deve ser muito bom poder louvar a Deus apenas com sussurros. Não sei se a maioria das pessoas já parou para imaginar que isso é totalmente possível.Bom mesmo é quando não precisamos investir em decoração e multimídia valores exorbitantes e muitas vezes superiores ao que gastamos com pessoas. É muito bom quando precisamos que cada um traga uma cadeira de casa. É muito bom quando somos poucos e não é necessário ar-condicionado. Basta ligar um ventilador, ou mudar o culto para outro local mais fresco.Bom mesmo é quando não podemos pagar a ninguém para ficar por conta do “rebanho”. Todos compartilhariam da responsabilidade de cuidar de seus irmãos. E se algum irmão for “separado” para a dedicação exclusiva no ministério, poderíamos compartilhar com ele apenas suas necessidades básicas e na medida de nossas possibilidades. Cada prato de comida teria um sabor especial para quem o recebe. Seria muito diferente de poder comprar sua própria comida. Servir ao ministério seria de fato um ato de renúncia.Bom é quando não podemos usar microfones e, então, precisamos falar do evangelho no mesmo volume dos ouvintes. Então a pregação se torna viva e participativa. Acabam-se as circunstâncias em que ficamos horas e horas seguidas ouvindo alguém falar de cima de um palco. Se não conseguimos prestar atenção em quem berra num microfone, é por que o assunto deve ser realmente desinteressante. Mas por que será que preferimos culpar as pessoas ou o “espírito de distração” por nossa irrelevância?Bom é quando nossa casa não pode ser referência de reunião, sob risco de sermos presos. Bom é quando nossa vida não pode se tornar referência de conduta, sob risco de sermos mortos. Fica tão mais fácil discernir quem é ou não discípulo de Jesus. Poucos se arriscariam fingindo ser crente sob o risco constante de ser perseguido. Não seria necessário gastar palavras em pregações combatendo a religiosidade do povo.Bom mesmo é ser crente em países muçulmanos.Eu disse que estas coisas todas são boas. Não disse que eram fáceis!

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