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Perseguição

By : Kadu

Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.
Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.
Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa.
Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou.

João 15:18-21


Trecho de uma pregação do pr. Paulo Junior, via Defesa do Evangelho.

Cruz, morte e ressurreição de Jesus

By : Kadu


Os ensinos que podem trazer transformação, e que são essenciais, devem realmente ser mais trazidos à tona. Imagina só o efeito de não sabermos sobre a cruz, a morte e a ressurreição de Jesus. No que nossa vida cristão estaria pautada? Nos preceitos da antiga aliança, com certeza! Ainda que fosse uma aliança baseada na Lei, e o fim da Lei fosse em Cristo, viveríamos buscando o controle do nosso cristianismo e das nossas ovelhas constantemente na expectativa de que um dia as coisas melhorariam, mas agora “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.
E não é exatamente isso que muitos evangélicos brasileiros vivem?
Sem sabermos o que trouxe pra nós a vinda do Messias esperado, sua morte na cruz e sua ressurreição, que vida podemos viver? Baseados sempre no castigo, na punição da desobediência à Lei, ou às leis que doutrinariamente criamos. Ou então baseados nas recompensas por ter me esforçado pra conseguir tal e tal benção, baseados no nosso esforço próprio, no mérito de nossas obras. E assim também seria com a questão da salvação!
E não é exatamente isso que muitos evangélicos brasileiros vivem?
Entender toda essa questão da vida, morte e ressurreição de Cristo então pode realmente nos aprofundar naquilo que é o amor, naquilo que é a graça, naquilo que é a liberdade, naquilo que é real responsabilidade diante do carregar nossa cruz enfrentando o mundo aí fora com suas aflições, entender que se Ele não ressuscitou é vã nossa fé, porque não temos esperança em mais nada, etc... Não podemos, sequer, saber, e crer, sobre a vitória em relação ao pecado e sua conseqüência: a morte. Sem saber disso vivemos constantemente amedrontados, sem liberdade alguma.

Jesus é o Cristo, aquele que o povo de Israel tanto esperava

By : Kadu


Outro ponto de muita confusão é a messiandade de Jesus, o Cristo. Talvez a mesma confusão que o povo judeu tinha nos tempos de Jesus, sobre se Ele era mesmo o messias, nós também temos hoje.
Confundimos sua vinda e atuação com alguém que transformaria instituições e estruturas organizacionais, vindo como dominador sobre todas elas e estabelecendo de maneira radical e ditatorial, legalista, uma nova ordem, beneficiando aqueles que se dizem herdeiros da promessa porque se mantém fiéis à aliança.
Não, ele não veio pra fazer reformas institucionais. Tampouco pra ser dominador, ditador, ou tomar posição exterior de autoridade. Ele veio como o Messias libertador que traria conseqüências eternas na maneira como veríamos as coisas e como atuaríamos em cada circunstância. Não faríamos nada à força, nem com autoridade imposta, se o tomássemos como exemplo. Não beneficiaríamos nosso gueto, nosso círculo social, nossa denominação institucional pra mostrar que o Messias veio sobre nós, se o tomássemos como exemplo.
Creio que, generalizando mais uma vez, o “evangelicalismo” tem atuado e pensado mais dessa segunda maneira descrita do que realmente de como Jesus veio pra nos comprovar ser o Messias libertador.
Isso porque não é pra vivermos de maneira a pensar que foi só pra nós que Ele veio, foi só a nós que Ele veio libertar, ninguém mais! Não é pra pensarmos também que o exemplo a seguir e a atuação de Cristo em nós se dá pela autoridade imposta, que determina a manda o que é certo e o que é errado. Não é pra acharmos que nossas constantes reformas institucionais vão demonstrar quem é Cristo. Isso é religiosidade! E disso, o Messias também veio nos libertar!
Sua atuação é bem mais profunda do que isso, mas, creio que, uma vez mais, falta discipulado e ensino correto e profundo sobre isso nas instituições que levam o nome de evangélicas, senão, a religiosidade e o legalismo, a forma de pensar num Cristo dominador e por isso senhor, vai continuar a crescer e, mais uma vez, o cristianismo no Brasil não verá efeitos concretos e práticos à longo prazo.
Mais uma vez digo que teria muito mais pra dissertar sobre esse tema, em vários outros aspectos, mas tomei esse como exemplo por crer que seja o mais forte entre nós, evangélicos brasileiros.

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