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Mude o mundo: Ouça a palavra profética de Deus para hoje
By : KaduTrecho extraído do livro "Desafiando os limites da fé", Irmão André, ed. Mundo Cristão, págs. 25 a 29 |
Se pretendemos mudar o mundo para Deus, precisamos começar a atentar nas palavras que ele nos transmite pelas Escrituras.
Muitas vezes lemos no Antigo Testamento que "a palavra do Senhor veio a" determinado profeta. A tarefa dos profetas era ouvir o que Deus dizia e então anunciá-lo, em palavras e atos, onde quer que Deus os mandasse ir. A maior parte dos profetas da Bíblia não eram homens especialmente treinados ou altamente instruídos, que recebiam um chamado no seu último ano de seminário. Eram na sua maioria gente simples - como eu e você -, que obedeciam a Deus no dia-a-dia. E no entanto, quando anunciavam a mensagem de Deus, eram capazes de erguer e derrubar reinos inteiros. Seu ministério exerceu assim grande impacto.
Ser profético hoje não implica ter audiência com líderes mundiais. Significa simplesmente cumprir a Grande Comissão de Jesus: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28:19). Fazemos isso em resposta ao chamado do Espírito Santo por meio das Escrituras. Traduzindo, somos proféticos quando satisfazemos três condições:
1. Conhecemos a Deus e seu caráter segundo o que é ensinado na Bíblia.
2. Temos uma mensagem que afetará a vida das pessoas.
3. Temos um lugar onde anunciá-la.
Como os profetas do Antigo Testamento não possuíam a Bíblia, tinham de ouvir a mensagem diretamente de Deus. Hoje podemos consultar sua Palavra para conhecê-lo e saber o que ele quer de nós. À medida que nos embebemos das Escrituras e de orações, aprofunda-se nossa relação com Cristo. E por meio da Bíblia, ele começa a gravar em nós como e onde ele quer que anunciemos sua mensagem.
Deus falou-me na minha primeira viagem ao mundo comunista por meio de dois versículos de Apocalipse 3. No versículo 2, ele disse o seguinte à igreja que lutava contra grandes dificuldades em Sardes: "Consolida o resto que estava para morrer". E no versículo 8, falou à igreja de Filadélfia: "Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar". Nenhuma dessas passagens diz: André, eu o estou nomeando contrabandista de Bíblias para a Rússia". Mas como eu já vinha estudando a Bíblia, orando e partilhando minha fé com aqueles à minha volta, e tinha disposição de ir aonde Deus quisesse que eu fosse, esses versículos me despertaram para a grande necessidade dos cristãos que viviam por trás da Cortina de Ferro. Foi assim que nasceu o ministério do Portas Abertas.
Quando nos dedicamos às Escrituras e à oração, é importante que não nos desviemos na tentativa de definir se recebemos um chamado oficial de Deus ou se temos uma clara indicação de que estamos fazendo a vontade de Deus. É muito fácil se enredar na paralisia da análise a ponto de deixar de agir.
A maioria das pessoas muitas vezes acalenta a ideia de que Deus deve ter um chamado especial para nós, deve ter determinado para nós um propósito específico, e assim precisamos descobrir que propósito é esse. Se não ouvimos tal chamado de Deus, então ele não nos selecionou para um serviço especial, e podemos então somente levar nossas vidas como parasitas do reino, vivendo um dia monótono e insignificante atrás do outro. Mas precisamos entender que essa ideia é nossa, e não de Deus.
Jamais devemos considerar nossos sonhos de sucesso e realização como o propósito de Deus para nós; ser propósito pode muito bem ser exatamente o contrário. O desígnio de Deus, seu propósito para nós, é o processo. Ele quer que nos concentremos no agora. Oswald Chambers o expressou muito bem ao dizer: "A instrução de Deus é para já, e não para daqui a pouco. Seu propósito é para este minuto, não para algum momento futuro. Nada temos que ver com o porvir da obediência; entendemos mal quando pensamos no porvir. O que os homens chamam de instrução e preparação, Deus chama de propósito... Se percebermos que a obediência é o propósito, então cada momento é prévio".
Um homem certa vez abordou o grande pregador Charles Spurgeon com um pergunta:
- Li um versículo da Bíblia que me tem incomodado, pois não consegui compreendê-lo.
- Você deve se considerar feliz por ter tal problema - respondeu Spurgeon. - Pois são todos os versículos bíblicos que compreendi que me incomodam!
Deus nos dá nas Escrituras uma revelação plena da sua natureza e do seu caráter. E nos deu também uma ordem inequivocamente clara de anunciar tanto ele quanto sua Palavra àqueles que não a ouviram. De que mais precisamos? Se nos concentrarmos em obedecer-lhe diariamente - onde quer que estejamos - , ele nos levará aonde deseja que vamos, e às pessoas que deseja que alcancemos.
Ora, quando analisamos um pouco mais detidamente os lugares onde Deus mandou os profetas bíblicos anunciar sua mensagem, aprendemos algo mais sobre o que significa ser profético. Na maioria dos casos, eles foram enviados a lugares onde sua mensagem não seria bem recebida. Onde eles tinham de remar contra a índole da cultura popular. Onde muitas vezes tinham de sofrer graves consequências por proclamar a mensagem de Deus. Onde eram frequentemente ridicularizados como loucos.
Todos podemos nos perguntar: Será que estou disposto a anunciar a mensagem de Deus nesse tipo de lugar? E mais: Será que tenho consciência de que minha escola ou local de trabalho, quem sabe minha própria casa, poderia ser esse lugar?
Em Londres vi o que chamam de homem-sanduíche - um cara que pendura grandes placas na frente e atrás de si, pintadas com um versículo bíblico. Não é exatamente meu método preferido de evangelização, mas certamente capta a atenção das pessoas. Ouvi falar de um desses homens que anunciava o versículo "Sou bobo de Cristo (cf. 1 Co 4:10: "Nós somos loucos por causa de Cristo") na parte da frente. As pessoas que olhavam provavelmente concordavam com a afirmação. Mas quando passavam por ele e se viravam para ver o que estava escrito atrás, liam: "Você é bobo de quem?"
Todo mundo é bobo de alguém - seja Marx, Mao, Maomé, ou simplesmente de si mesmo. Então porque não ser bobo de Cristo?