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Falando com Deus..., ou Ele falando comigo!!
By : Kadu
Bom, em primeiro lugar devo confessar que não estou muito bem no dia de hoje..., sabe aqueles dias que você passa com raiva, sem paciência, chutando pra longe o domínio próprio??? Pois é..., dias difíceis!!
Esses dias não são comuns comigo..., mas são gerados por situações extremas!!! E talvez esse seja mais um dos muitos tempos como esse que já tive e que ainda terei na minha vida.
Assim, estive passeando por alguns blogs, lendo alguns posts antigos, com um fone de ouvido e um som bem alto pra ninguém me perturbar enquanto isso, e..., bom, Deus é demais..., até assim, Ele fala comigo!!!!
Sabe aquele texto de Filipenses 4:12,13:
"Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece."
No post que estava lendo, do blog Papo de Teólogo, eles estavam expondo algumas possíveis interpretações de determinadas igrejas sobre esse texto, e colocando 2 interpretações: a interpretação histórica, e a pessoal, as corretas!!
Nelas Deus falou comigo..., decidi então transcrever aqui pra que você me acompanhe e me ajude em oração com isso..., e que Deus fale contigo também!!!
E como diz o Salmo que meditei hoje de manhã: Se você ouvir a voz do Senhor hoje não endureça o coração!!!
Segue a primeira interpretação:
“Queridos irmãos de Filipo, obrigado por estarem a me ajudar. Sei que nunca se esqueceram de mim, mas ainda não haviam tido oportunidade de me amparar como agora o fazem. Foram os únicos a me ajudar nos tempos em que saí da Macedônia e estive em Tessalônica. Não agradeço simplesmente por querer mais ajuda vossa. Ao contrário; falo isso por pedir ao Senhor que lhes dê muito mais do que ofertas. Muito mais do que esperar ofertas nas horas de dificuldades, eu aprendi a ser grato por qualquer situação que eu passe. Sei ser humilhado, sei ser honrado, sei passar pela abundância e sei passar pela escassez. Por todas essas situações eu passo sem me exaltar e sem reclamar; passo por elas louvando a Deus em tudo, pois na força que Cristo me dá, passo por todas as coisas. Recebi com alegria o que vocês me enviaram através de Epafrodito; que seja como sacrifício agradável a Deus pois Ele me ampara através de vossas vidas.”
E a segunda, Deus falando conosco:
“Filhos, quantas vezes vos amparei e vos sustentei? Quantas vezes, quando menos forças tínhas, levantei formas de te levantar? A bonança não é o único sinal de que estou convosco; estou ao vosso lado tanto na prosperidade quanto na dificuldade, tanto na alegria quanto na tristeza. Afinal, sou o Senhor teu Deus e eu lhes avisei que no mundo teríeis aflição, mas que Eu não os desampararia pois venci o mundo por vós! Derramaria Eu sangue por vossas vidas para depois os abandonar? Sou eu Deus para que engane aos seus? Olha; vinde a mim e renove suas forças, clame ao meu Nome e eu vos mostrarei minha presença, renovando vossas forças e ânimos mesmo em meio ao temporal. E vocês se levantarão e louvarão ao meu Nome enquanto todos choram e serão luz em meio às trevas, para que todos saibam que mesmo a dificuldade não é sinal que os abandonei e a bonança não é o único sinal que sou convosco; mas o vosso louvor, a vossa alegria são a maior prova do meu amor. Não desamparei Paulo em seu sofrimento, não vos desampararei também, pois sou o mesmo ontem, hoje e sempre.”
Que venha a perseguição!
By : KaduPor Ariovaldo Jr
extraído do blog Genizah
Pensando em Vocação a partir de William Wilberforce
By : KaduPensando em Vocação a partir de William Wilberforce
por Hellen Santos da Guia – Junho de 2009 (hellen_guia@yahoo.com.br)

Escrever sobre Vocação e seus possíveis desdobramentos não é uma tarefa fácil e nem confortável porque definitivamente ela não dá palavra final sobre a sua vocação, não dá diagnóstico, pelo contrário, talvez suscite questões que você não teve até então. De qualquer forma me perdoe ... é parte da minha vocação relacionada a construção de conhecimento relacional e transformacional – “PROVOCAR” ..., mas por favor, conflite-se e divirta-se. Em alguns momentos talvez você vai usar a expressão: Eureca!!! Era isso, era essa palavra que eu precisava para encaixar no meu quebra-cabeça de mais de 1.000 peças chamado Destino. Em contrapartida, você terá surtos de ódio da minha pessoa, talvez deseje me matar na próxima vez em que me encontrar com expressões do tipo como argumento: “Por que ela tinha que acender essa luz nas minhas trevas?” ... risos. Tudo bem, você vai considerar melhor e desistir do desejo de me matar; tenho pouco tempo de casada para você se dar a um ato tão hediondo.
A introdução foi muito pessoal, mas minha intenção é ser o mais consistente que puder com você. Afinal, quanto mais conhecermos a verdade, mais livres seremos para viver a verdade sobre nossa existência. Aliás, para falar de vocação, nós não vamos evocar os testes feitos ou no final do 1º grau (essa era a nomenclatura da minha época) ou no final do 2º grau para descobrir qual seria a “facul” (essa é a nomenclatura atual) certa. Vou precisar que você me acompanhe numa viajem meio filosófica, mas necessária.
Todos nós, por mais centrados que sejamos, por mais funcionais e equilibradas que tenham sido nossas famílias, em algum momento da vida lidamos com questões do tipo: “Quem sou eu?” e “Para que existo?”, alguns reelaboram essa questão de tal maneira que ela fica assim: “Para que de fato eu existo?”, porque essas pessoas descobrem que podem fazer muitas coisas, poderiam até mesmo se dar bem em muitos cursos acadêmicos superiores, tem habilidades diversas, mas procuram algo tipo o carro-chefe que move sua existência. Portanto, não temos como mexer no nicho Vocação sem associá-lo a questão da identidade do indivíduo. Ah! Hellen, você está querendo que eu me livre do resultado do teste vocacional que fiz na minha escola amada e querida? Isso, mesmo, você acertou! Vamos falar de vocação considerando quem você É, sua identidade.
William Wilberforce pode nos ajudar bastante com a questão dos conflitos que envolvem descobrir, assumir e executar nossa vocação de fato. Talvez muitos não tenham esse querido em seu repertório bibliográfico, mas seria interessante considerá-lo. William Wilberforce nasceu em 24 de Agosto de 1759 em Hull, uma cidade portuária da Inglaterra. Como ele perdeu o pai muito cedo, sua mãe o enviou para ser criado por tios, onde esteve debaixo de forte influência cristã, como George Whitefield, um reformador de peso que trabalhou em prol de despertar a fé cristã em decadência na Inglaterra e também por John Newton um ex-traficante de escravos que se converteu ao Evangelho de Cristo, tornando-se um relevante pregador da Verdade, cujo a formação teve grande influência da Teologia de Lutero e dos reformadores. Este último se tornou uma espécie de herói, de ícone, de referência para Wilberforce. A mãe de William preocupada em ter o filho metido com “evangeliquismo” ... risos, isso ainda existe hoje; trouxe o filho de volta e o enviou para um internato. Depois disso William deu continuidade aos seus estudos na Universidade de Cambridge, para sua mãe o convívio com a ciência iria destruir qualquer subsídio de fé cristã que tenha sido plantada em sua mente e seu coração. Pobre mãe, os estudos foram profundamente úteis para aclarar as idéias, mas não destruíram sua fé completamente. Ele se tornou um parlamentar aos 21 anos de idade, e baixo a influência daqueles seus mentores lá da infância e início de adolescência se inclinou à luta contra a escravidão. Já engajado na carreira política, William viajou ao sul da França onde teve de fato a sua experiência pessoal de conversão, os historiadores datam sua conversão em 1784.
Você deve estar se perguntando: “Onde entra essa parada de vocação em toda essa história?”. Gente, pois aqui é o ponto. Deixe-me contar a continuação disso tudo, pois o que aconteceu com o mano William, acontece com muitos de nós. Quando ele voltou para a Inglaterra procurou seu velho amigo John Newton apresentando uma crise vocacional, agora que tinha se convertido de fato, queria ser um pastor, um pregador da Palavra da Verdade, queria servir com sua voz, e tinha habilidades, talentos e dons para isso, era um estudioso, um excelente orador, enfim, tinha tudo para descobrir quem era de fato em Cristo e o que podia fazer para o Reino. Tinha que deixar tudo e se dedicar exclusivamente a obra de Deus.
Normalmente, fazemos essa cisão quando convertemos, tem coisas que fazemos porque temos talento e tem coisas que fazemos porque Deus nos chamou, ... “é complicado lidar com essa duplicidade que a gente alimenta”. Por favor, confessa aí para eu não pensar que eu fui a única.
Bom, antes de voltarmos ao William, vamos considerar algumas coisas. A Identidade contém a Essência do Ser, você eu temos um tipo de dignidade que por si só nos valoriza mesmo que passemos a vida toda sendo negligenciados por outros – Ser imagem e Semelhança de Quem nos criou nos assegura senso de significado enquanto ser. E existir com sentido é tudo que muitos passam a vida toda buscando em religiões ou em terapias. Então, Identidade mexe com a questão da nossa origem. William Wilberforce descobriu sua matriz originária ao se converter, e isso foi legítimo. A gente também pode concluir então que a Identidade carrega a marca da existência.
Voltando ao William, ele como eu e você queria deixar tudo para servir a Deus, e entendeu que seria mais útil como pregador do que como político. O reverendo anglicano John Newton teve muitos e muitos diálogos do tipo “cabeça” com o jovem parlamentar, até que este entendeu que a causa da abolição da escravatura na Inglaterra que ele já tinha abraçado teria muito mais abrangência através de sua ação como político do que como pregador, ele acreditou que Deus o fez para esse propósito. E de fato, Wilberforce após entender seu caminho vocacional e do quase desvio do mesmo capturou a mensagem da vocação, que segundo Rubem Alves é como uma voz interior que nos aponta um caminho, e é melhor segui-lo.
Enquanto Identidade carrega a marca da existência, a vocação carrega a marca do nosso destino. William capturou a idéia que Matinho Lutero desenvolveu sobre vocação enquanto caminhava com Deus nas suas próprias questões e crises vocacionais. Segundo Martinho Lutero, vocação não é tanto uma questão do que nós fazemos, mas sim uma questão do que Deus faz em nós e por nosso intermédio. Deus decidiu agir por intermédio dos seres humanos, que, com suas diferentes habilidades e de acordo com seus diferentes talentos, servem uns aos outros dentro das relações.
Poderia ainda arriscar minha definição de vocação que foi ratificada na minha leitura do livro “Venha o teu Reino”, livro organizado pelo Jim Stier, fundador de JOCUM Brasil, no capítulo escrito por . Uma vez que a Identidade determina a essência do ser, a vocação é a ação do ser, uma vez que pode ser entendida como a equação de dons, talentos, habilidades, potencialidades, competências e personalidade do ser, que dotado de tudo isso pode dentro de seus relacionamentos construir uma resposta real a uma necessidade real que vai servir além de si e além de seu próprio tempo a outros. Complicou ou ajudou?
Bom, talvez o final da história do mano William, nos ajude a dar aquela amarradinha final (não no diabo gente, nas idéias, por favor). Nosso mano conseguiu no cenário da política exercer a sua vocação, não era cumprir uma tarefa, um mandato e se dar bem, elaborar leis, planejar uma plataforma política, angariar votos, assinar dúzias e dúzias de papel, era além da tarefa, tinha a ver com a missão de vida do cara. Sendo pastor ele não iria poder elaborar uma Lei que iria por fim culminar na abolição da escravatura, o máximo que ele conseguiria como pastor seria exercer influência na formação da mentalidade de jovens que se engajariam na política e ..., ah, você já sabe o que iria acontecer, ele faria com outros jovens o que John Newton fez com ele e o processo da Abolição se estenderia talvez por mais umas boas décadas. Claro, o caminho não foi fácil, descobrir sua vocação e seguir seu próprio destino NUNCA é tarefa fácil, mas posso te afirmar uma coisa, todo esse processo constrói um tipo de estrutura interna, que faz você continuar insistindo mesmo quando outros vão desistindo no caminho, porque você tem aquela convicção interior de aquilo é seu destino, seu caminho, ou como queira chamar – missão de vida. William Wilberforce fez o seu primeiro discurso no Parlamento contra o mercado escravo no dia 12 de Maio de 1789 e apresentou a sua primeira declaração para a abolição em 1791, a qual foi derrotada por 163 votos contra 88. Continuou a sua campanha dentro do Parlamento e, juntamente com um grupo de amigos, ajudou a Sociedade Anti-Escravatura. Em 1792 conseguiu ver a sua declaração para a abolição gradual aprovada, mas sem data exata para entrar em vigor. Tentou novamente em 1804, e em 1805 fez de tudo para fazer passar uma declaração na Casa dos Comuns. Contudo não foi bem sucedido. Uma tentativa final, em 1807, saiu vitoriosa e saiu uma lei no dia 25 de Março de 1807 para abolir a escravatura. Wilberforce foi aplaudido pelos seus camaradas no Parlamento, mesmo os que eram contra a sua luta, por conta da sua perseverança.
Imaginem se ele resolvesse se desviar nobremente de sua vocação se tornando pastor? Por favor, nada pessoal contra a vocação pastoral, ela é tão louvável quanto a vocação política, mas se não for a sua seria um desastre segui-la mesmo em nome de Deus, e um desastre para ovelhas que deveriam ser cidadãos que votariam em você, mas não teriam que ir pro gabinete pastoral receber seus conselhos. Fiquei pensando no que seria das crianças, dos louquinhos e dos velhinhos se eu tivesse caminhado nos trilhos dos sonhos de menina de me tornar pediatra, psiquiatra ou geriatra. Meu Deus, melhor nem pensar.
Tem muito mais coisas que poderíamos conversar sobre vocação, mas se com a ajuda do mano William tiver conseguido tirar de sua cabecinha gospel a idéia de que vocação é a escolha da profissão certa, ou algo do tipo “profissionalização do dom”, vou ficar feliz e imagino que a nuvem de testemunhas segundo o escritor de Hebreus, da qual devem fazer parte agora o mano William e o reverendo John Newton também. Para mais detalhes veja o filme “Amazing Grace – Uma Jornada para a Liberdade”, você e eu temos o compromisso de conhecer a nossa Herança Protestante, pois sem isso, desculpe, não há condições de sermos relevantes em nosso próprio tempo sem considerar o exemplo da obediência de outros, e isso não significa responder exatamente como eles responderam, mas considerar os princípios, valores e verdades que lideraram suas vidas e suas decisões. Um povo que não conhece a sua História está fadado a repetir os mesmos erros do passado, e isso afeta profundamente o processo de desenvolvimento da humanidade e das futuras gerações. Algo sobre vocação que não poderia deixar citar diante dos exemplos desses manos: Vocação não é aquilo que faço para me realizar, mas sim para promover e realizar outros, a realização atrás da qual passamos a vida toda correndo para alcançar, ou desfrutar ... sei lá o verbo mais adequado para utilizar aqui; é justamente fruto de cumprir meu destino enquanto sirvo outros. Sem serviço ao próximo o resultado final da equação que envolve vocação e indivíduo não termina igual a realização. Projetos vocacionais mesmo em nome de Deus que essencialmente não servem ao outro pode ser avaliado como promoção pessoal e não algo que glorifique a Deus e some num universo de muitas inteligências.
Termino com uma citação de outro mano rico em suas contribuições, Francis Shaeffer: É algo para refletirmos não só na questão de nossa vocação e do lugar dela no mundo mas na qualidade do Cristianismo baseado no qual exercemos nossas vocações: Em um debate Schaeffer fez 2 perguntas as quais precisamos responder com nossa vida e com a obediência à nossa vocação: Você acha que nossos contemporâneos nos levarão à sério se não praticarmos a verdade? Em uma era em que não se acredita que a verdade exista, você realmente acredita que teremos credibilidade se não praticarmos a verdade? E eu acrescento: Mesmo que seja no âmbito da nossa vocação?
Galera do Bem, façamos de nossa vida, cumpramos nossa vocação de maneira que no final não se tenha a obrigação de muitos atos, mas se expresse muita obediência, pois até mesmo nas anônimas escolhas e decisões Deus pode dar desdobramento ao caminho de muitas pessoas além de nós.
Valeu por me lerem, espero que as idéias tenham provocado muitas questões, e que a vida de Wilberforce te inspire a responder a Deus com sua própria obediência, aquela que só você poderia construir caminhando com Ele.
Hellen Guia
Com a revisão do meu maridão Celso Braga.
por Hellen Santos da Guia – Junho de 2009 (hellen_guia@yahoo.com.br)

Escrever sobre Vocação e seus possíveis desdobramentos não é uma tarefa fácil e nem confortável porque definitivamente ela não dá palavra final sobre a sua vocação, não dá diagnóstico, pelo contrário, talvez suscite questões que você não teve até então. De qualquer forma me perdoe ... é parte da minha vocação relacionada a construção de conhecimento relacional e transformacional – “PROVOCAR” ..., mas por favor, conflite-se e divirta-se. Em alguns momentos talvez você vai usar a expressão: Eureca!!! Era isso, era essa palavra que eu precisava para encaixar no meu quebra-cabeça de mais de 1.000 peças chamado Destino. Em contrapartida, você terá surtos de ódio da minha pessoa, talvez deseje me matar na próxima vez em que me encontrar com expressões do tipo como argumento: “Por que ela tinha que acender essa luz nas minhas trevas?” ... risos. Tudo bem, você vai considerar melhor e desistir do desejo de me matar; tenho pouco tempo de casada para você se dar a um ato tão hediondo.
A introdução foi muito pessoal, mas minha intenção é ser o mais consistente que puder com você. Afinal, quanto mais conhecermos a verdade, mais livres seremos para viver a verdade sobre nossa existência. Aliás, para falar de vocação, nós não vamos evocar os testes feitos ou no final do 1º grau (essa era a nomenclatura da minha época) ou no final do 2º grau para descobrir qual seria a “facul” (essa é a nomenclatura atual) certa. Vou precisar que você me acompanhe numa viajem meio filosófica, mas necessária.
Todos nós, por mais centrados que sejamos, por mais funcionais e equilibradas que tenham sido nossas famílias, em algum momento da vida lidamos com questões do tipo: “Quem sou eu?” e “Para que existo?”, alguns reelaboram essa questão de tal maneira que ela fica assim: “Para que de fato eu existo?”, porque essas pessoas descobrem que podem fazer muitas coisas, poderiam até mesmo se dar bem em muitos cursos acadêmicos superiores, tem habilidades diversas, mas procuram algo tipo o carro-chefe que move sua existência. Portanto, não temos como mexer no nicho Vocação sem associá-lo a questão da identidade do indivíduo. Ah! Hellen, você está querendo que eu me livre do resultado do teste vocacional que fiz na minha escola amada e querida? Isso, mesmo, você acertou! Vamos falar de vocação considerando quem você É, sua identidade.
William Wilberforce pode nos ajudar bastante com a questão dos conflitos que envolvem descobrir, assumir e executar nossa vocação de fato. Talvez muitos não tenham esse querido em seu repertório bibliográfico, mas seria interessante considerá-lo. William Wilberforce nasceu em 24 de Agosto de 1759 em Hull, uma cidade portuária da Inglaterra. Como ele perdeu o pai muito cedo, sua mãe o enviou para ser criado por tios, onde esteve debaixo de forte influência cristã, como George Whitefield, um reformador de peso que trabalhou em prol de despertar a fé cristã em decadência na Inglaterra e também por John Newton um ex-traficante de escravos que se converteu ao Evangelho de Cristo, tornando-se um relevante pregador da Verdade, cujo a formação teve grande influência da Teologia de Lutero e dos reformadores. Este último se tornou uma espécie de herói, de ícone, de referência para Wilberforce. A mãe de William preocupada em ter o filho metido com “evangeliquismo” ... risos, isso ainda existe hoje; trouxe o filho de volta e o enviou para um internato. Depois disso William deu continuidade aos seus estudos na Universidade de Cambridge, para sua mãe o convívio com a ciência iria destruir qualquer subsídio de fé cristã que tenha sido plantada em sua mente e seu coração. Pobre mãe, os estudos foram profundamente úteis para aclarar as idéias, mas não destruíram sua fé completamente. Ele se tornou um parlamentar aos 21 anos de idade, e baixo a influência daqueles seus mentores lá da infância e início de adolescência se inclinou à luta contra a escravidão. Já engajado na carreira política, William viajou ao sul da França onde teve de fato a sua experiência pessoal de conversão, os historiadores datam sua conversão em 1784.
Você deve estar se perguntando: “Onde entra essa parada de vocação em toda essa história?”. Gente, pois aqui é o ponto. Deixe-me contar a continuação disso tudo, pois o que aconteceu com o mano William, acontece com muitos de nós. Quando ele voltou para a Inglaterra procurou seu velho amigo John Newton apresentando uma crise vocacional, agora que tinha se convertido de fato, queria ser um pastor, um pregador da Palavra da Verdade, queria servir com sua voz, e tinha habilidades, talentos e dons para isso, era um estudioso, um excelente orador, enfim, tinha tudo para descobrir quem era de fato em Cristo e o que podia fazer para o Reino. Tinha que deixar tudo e se dedicar exclusivamente a obra de Deus.
Normalmente, fazemos essa cisão quando convertemos, tem coisas que fazemos porque temos talento e tem coisas que fazemos porque Deus nos chamou, ... “é complicado lidar com essa duplicidade que a gente alimenta”. Por favor, confessa aí para eu não pensar que eu fui a única.
Bom, antes de voltarmos ao William, vamos considerar algumas coisas. A Identidade contém a Essência do Ser, você eu temos um tipo de dignidade que por si só nos valoriza mesmo que passemos a vida toda sendo negligenciados por outros – Ser imagem e Semelhança de Quem nos criou nos assegura senso de significado enquanto ser. E existir com sentido é tudo que muitos passam a vida toda buscando em religiões ou em terapias. Então, Identidade mexe com a questão da nossa origem. William Wilberforce descobriu sua matriz originária ao se converter, e isso foi legítimo. A gente também pode concluir então que a Identidade carrega a marca da existência.
Voltando ao William, ele como eu e você queria deixar tudo para servir a Deus, e entendeu que seria mais útil como pregador do que como político. O reverendo anglicano John Newton teve muitos e muitos diálogos do tipo “cabeça” com o jovem parlamentar, até que este entendeu que a causa da abolição da escravatura na Inglaterra que ele já tinha abraçado teria muito mais abrangência através de sua ação como político do que como pregador, ele acreditou que Deus o fez para esse propósito. E de fato, Wilberforce após entender seu caminho vocacional e do quase desvio do mesmo capturou a mensagem da vocação, que segundo Rubem Alves é como uma voz interior que nos aponta um caminho, e é melhor segui-lo.
Enquanto Identidade carrega a marca da existência, a vocação carrega a marca do nosso destino. William capturou a idéia que Matinho Lutero desenvolveu sobre vocação enquanto caminhava com Deus nas suas próprias questões e crises vocacionais. Segundo Martinho Lutero, vocação não é tanto uma questão do que nós fazemos, mas sim uma questão do que Deus faz em nós e por nosso intermédio. Deus decidiu agir por intermédio dos seres humanos, que, com suas diferentes habilidades e de acordo com seus diferentes talentos, servem uns aos outros dentro das relações.
Poderia ainda arriscar minha definição de vocação que foi ratificada na minha leitura do livro “Venha o teu Reino”, livro organizado pelo Jim Stier, fundador de JOCUM Brasil, no capítulo escrito por . Uma vez que a Identidade determina a essência do ser, a vocação é a ação do ser, uma vez que pode ser entendida como a equação de dons, talentos, habilidades, potencialidades, competências e personalidade do ser, que dotado de tudo isso pode dentro de seus relacionamentos construir uma resposta real a uma necessidade real que vai servir além de si e além de seu próprio tempo a outros. Complicou ou ajudou?
Bom, talvez o final da história do mano William, nos ajude a dar aquela amarradinha final (não no diabo gente, nas idéias, por favor). Nosso mano conseguiu no cenário da política exercer a sua vocação, não era cumprir uma tarefa, um mandato e se dar bem, elaborar leis, planejar uma plataforma política, angariar votos, assinar dúzias e dúzias de papel, era além da tarefa, tinha a ver com a missão de vida do cara. Sendo pastor ele não iria poder elaborar uma Lei que iria por fim culminar na abolição da escravatura, o máximo que ele conseguiria como pastor seria exercer influência na formação da mentalidade de jovens que se engajariam na política e ..., ah, você já sabe o que iria acontecer, ele faria com outros jovens o que John Newton fez com ele e o processo da Abolição se estenderia talvez por mais umas boas décadas. Claro, o caminho não foi fácil, descobrir sua vocação e seguir seu próprio destino NUNCA é tarefa fácil, mas posso te afirmar uma coisa, todo esse processo constrói um tipo de estrutura interna, que faz você continuar insistindo mesmo quando outros vão desistindo no caminho, porque você tem aquela convicção interior de aquilo é seu destino, seu caminho, ou como queira chamar – missão de vida. William Wilberforce fez o seu primeiro discurso no Parlamento contra o mercado escravo no dia 12 de Maio de 1789 e apresentou a sua primeira declaração para a abolição em 1791, a qual foi derrotada por 163 votos contra 88. Continuou a sua campanha dentro do Parlamento e, juntamente com um grupo de amigos, ajudou a Sociedade Anti-Escravatura. Em 1792 conseguiu ver a sua declaração para a abolição gradual aprovada, mas sem data exata para entrar em vigor. Tentou novamente em 1804, e em 1805 fez de tudo para fazer passar uma declaração na Casa dos Comuns. Contudo não foi bem sucedido. Uma tentativa final, em 1807, saiu vitoriosa e saiu uma lei no dia 25 de Março de 1807 para abolir a escravatura. Wilberforce foi aplaudido pelos seus camaradas no Parlamento, mesmo os que eram contra a sua luta, por conta da sua perseverança.
Imaginem se ele resolvesse se desviar nobremente de sua vocação se tornando pastor? Por favor, nada pessoal contra a vocação pastoral, ela é tão louvável quanto a vocação política, mas se não for a sua seria um desastre segui-la mesmo em nome de Deus, e um desastre para ovelhas que deveriam ser cidadãos que votariam em você, mas não teriam que ir pro gabinete pastoral receber seus conselhos. Fiquei pensando no que seria das crianças, dos louquinhos e dos velhinhos se eu tivesse caminhado nos trilhos dos sonhos de menina de me tornar pediatra, psiquiatra ou geriatra. Meu Deus, melhor nem pensar.
Tem muito mais coisas que poderíamos conversar sobre vocação, mas se com a ajuda do mano William tiver conseguido tirar de sua cabecinha gospel a idéia de que vocação é a escolha da profissão certa, ou algo do tipo “profissionalização do dom”, vou ficar feliz e imagino que a nuvem de testemunhas segundo o escritor de Hebreus, da qual devem fazer parte agora o mano William e o reverendo John Newton também. Para mais detalhes veja o filme “Amazing Grace – Uma Jornada para a Liberdade”, você e eu temos o compromisso de conhecer a nossa Herança Protestante, pois sem isso, desculpe, não há condições de sermos relevantes em nosso próprio tempo sem considerar o exemplo da obediência de outros, e isso não significa responder exatamente como eles responderam, mas considerar os princípios, valores e verdades que lideraram suas vidas e suas decisões. Um povo que não conhece a sua História está fadado a repetir os mesmos erros do passado, e isso afeta profundamente o processo de desenvolvimento da humanidade e das futuras gerações. Algo sobre vocação que não poderia deixar citar diante dos exemplos desses manos: Vocação não é aquilo que faço para me realizar, mas sim para promover e realizar outros, a realização atrás da qual passamos a vida toda correndo para alcançar, ou desfrutar ... sei lá o verbo mais adequado para utilizar aqui; é justamente fruto de cumprir meu destino enquanto sirvo outros. Sem serviço ao próximo o resultado final da equação que envolve vocação e indivíduo não termina igual a realização. Projetos vocacionais mesmo em nome de Deus que essencialmente não servem ao outro pode ser avaliado como promoção pessoal e não algo que glorifique a Deus e some num universo de muitas inteligências.
Termino com uma citação de outro mano rico em suas contribuições, Francis Shaeffer: É algo para refletirmos não só na questão de nossa vocação e do lugar dela no mundo mas na qualidade do Cristianismo baseado no qual exercemos nossas vocações: Em um debate Schaeffer fez 2 perguntas as quais precisamos responder com nossa vida e com a obediência à nossa vocação: Você acha que nossos contemporâneos nos levarão à sério se não praticarmos a verdade? Em uma era em que não se acredita que a verdade exista, você realmente acredita que teremos credibilidade se não praticarmos a verdade? E eu acrescento: Mesmo que seja no âmbito da nossa vocação?
Galera do Bem, façamos de nossa vida, cumpramos nossa vocação de maneira que no final não se tenha a obrigação de muitos atos, mas se expresse muita obediência, pois até mesmo nas anônimas escolhas e decisões Deus pode dar desdobramento ao caminho de muitas pessoas além de nós.
Valeu por me lerem, espero que as idéias tenham provocado muitas questões, e que a vida de Wilberforce te inspire a responder a Deus com sua própria obediência, aquela que só você poderia construir caminhando com Ele.
Hellen Guia
Com a revisão do meu maridão Celso Braga.
Individualidade...
By : KaduAcho muito legal a maneira como Deus lida com os seres humanos.
Tenho pedido a Deus ultimamente que me faça ver a individualidade de cada um. Isso porque sou muito crítico e muito rápido (e mortal!) pra fazer meus comentários.Cada um vive muito além daquilo que eu vejo. E tenho percebido (tarde, eu sei!) que não tenho muito interesse em ver além, mas antes, criticar além.
Isso é fato em minha vida. Agradeço a Deus por ter os olhos abertos pra isso!!! Mas ainda falta muito pra mudar...
Hoje, durante nossa devocional da manhã aqui na base, fizemos um momento com músicas..., não tenho ficado muito a vontade com esse tal "momento de louvor". Talvez por muito do que tenho lido e ouvido sobre isso. Mas, voltando, nesse momento olhava para os rostos e fazia um esforço enorme pra desvendar os pensamentos. Não tenho esse dom!!! Hehehehe... Mas fiz o possível pra entender cada reação.
Ainda tinham os mais quietinhos, talvez tristes, pensando nos problemas da vida, com cara de choro amargo. Cantavam baixinho. Sussurravam mais que os outros, orando e falando com Deus. Pareciam totalmente dessintonizados com as pessoas ao redor, mas completamente sintonizados com eles mesmos e com Deus.
O normal pra mim seria achar que o grupo que eu estava era o correto praquela manhã e achar uma maneira de criticar as outras reações. Talvez, sem perceber, eu sempre esperasse uma resposta uniforme ao momento que estivesse rolando. Pobre coitado de mim!!
Mas hoje foi diferente..., olhei pra todos buscando a diversidade. Tentando entender que cada um pudesse estar vivenciando um momento diferente da vida e reagindo também de maneira diferente. E imaginei Deus ali, sentado e olhando pra cada um, olho no olho, e agradecendo às reações mais diversas!! Mesmo os mais céticos, como eu, sintonizados muito mais nas pessoas do que no próprio Deus.
E Ele ali, se divertindo, chorando, conversando, respondendo aos sussurros, dançando, batendo o pé no ritmo da canção..., tudo ao mesmo tempo!!!
Maravilha!!!!
Soube me colocar no meu lugar. Soube respeitar os outros..., talvez há muito tempo não agia dessa maneira!
E minha oração de manhã, logo que acordei, ainda antes de sair da cama tão quentinha, foi: que hoje seja um dia de lembrança..., no sentido de lembrar que Deus está sempre aqui do lado.
Quando lembro que Deus está aqui do lado a humildade me agarra..., talvez você não ache humilde da minha parte escrever isso, mas é assim que me sinto e Deus me entendeu!! Hehehe... Definitivamente cada um vive da sua maneira, momentos diferentes, diversos, reações mil..., e eu, "juizão", não posso mais ficar pensando que todos devem viver segundo a minha lente de visão da vida. A vida perde o sabor vista sempre de uma só lente.
Ah, tá, você deve estar pensando aí: o missionário, com anos de cristianismo tá vendo isso só agora???
Como diria Paulo (fala constante em minha vida!), graças a Deus por Cristo Jesus!!!!
Minha vida é assim...
Tentando "poetizar"...
By : KaduEscrevi isso depois de meditar em Lucas 7:36-50 há algum tempo..., já tentei ser compositor e poeta..., acho que não é muito minha praia, mas vai aí uma tentativa:
Preciso Voltar
Como eu consigo andar tanto tempo
sem reconhecer o quanto tenho
errado contigo.
Mesmo a tanto tempo sem te ver,
sem sonhar contigo, sem ouvir
claramente a tua voz.
Sinto saudade da vida
porque tenho vivido como morto,
sem você.
Falta paixão, falta cor, claridade,
transparência pra ser sincero contigo,
comigo e com todos ao meu redor.
Preciso voltar, sem ligar pra minha reputação,
no chão me jogar, com minhas lágrimas, meu cabelo e alabastro...
me humilhar.
Amo você, sei que te amo, e essa é a resposta pelo teu perdão.
Só em você tenho vida e vivo em paz, sim,
com paixão, cor, claridade,
transparência pra ser sincero contigo,
comigo e com todos ao meu redor.
sem reconhecer o quanto tenho
errado contigo.
Mesmo a tanto tempo sem te ver,
sem sonhar contigo, sem ouvir
claramente a tua voz.
Sinto saudade da vida
porque tenho vivido como morto,
sem você.
Falta paixão, falta cor, claridade,
transparência pra ser sincero contigo,
comigo e com todos ao meu redor.
Preciso voltar, sem ligar pra minha reputação,
no chão me jogar, com minhas lágrimas, meu cabelo e alabastro...
me humilhar.
Amo você, sei que te amo, e essa é a resposta pelo teu perdão.
Só em você tenho vida e vivo em paz, sim,
com paixão, cor, claridade,
transparência pra ser sincero contigo,
comigo e com todos ao meu redor.
Desabafo: compromisso, você tem???
By : KaduTenho que escrever..., ainda não sei exatamente o quê, mas tenho que escrever.
Talvez seja só hoje, mas estou sentindo que vai aliviar dentro de mim..., a expressão daquilo que está dentro da gente joga fora o ruim do coração...
Pelo menos hoje penso assim.
Talvez amanhã já esteja bem diferente, sei lá, talvez não...
Talvez eu esteja choramingando que nem criança mimada mesmo!!!!
Mas sinceridade vai sempre andar comigo! Sempre!!
E na minha sinceridade estou muito triste! Talvez não devesse estar mesmo..., porque meu choramingar não é tão, TÃO importante quanto os pedófilos agindo no Brasil, a corrupção generalizada no congresso, as cheias e as secas de norte a sul, a violência gratuita, etc...
Mas de vez em qdo o "super-homem" dentro de mim tem direito de cair e se chatear, mesmo por coisa "pouca".
A coisa "pouca" é pouca, mas poderia não ter feito eu não me enrascar com minha grana nesse mês, por exemplo!!!
E a resolução também era pouca: me avisar na data certa!!
Compromisso é coisa séria né não??? Eu acho!!!! MUITO!!
Rapaz, sou missionário, escolhi ser assim, sabia dos riscos e tals..., mas estou triste ué!!! Não posso??
Te digo uma coisa, você que entende o que eu vivo e sustenta missionários, seja em oração, palavras ou financeiramente: se você assumiu um compromisso, cumpra!!!! Se não vai cumprir, não assuma, é simples!!!!
Garanto pra você que nós não vamos levar pro lado pessoal não..., sei lá, tem gente que até leva, mas a maioria não!! EU NÃO!!
Agora, vou levar pro lado pessoal quando você assumir e não cumprir..., aí, obviamente, vou ser pessoal, e lhe perguntar de maneira pessoal o que está acontecendo! E seja homem ou mulher de Deus de não fugir do compromisso pessoal de nos responder...
Por exemplo, eu assumo o compromisso de pagar meu aluguel..., eu assumi, eu tenho que cumprir!! Ah, mas fiquei com problemas financeiros nesse mês e está complicado..., beleza, não vou me trancar em casa e não sair mais..., ou ainda viajar, sumir por um tempo, sem avisar pro dono da casa e só voltar ou falar com ele quando tiver com o dinheiro!!!
Não..., como bom inquilino, boa pessoa, cristão, e bom caráter, exponho a situação pra ele e digo que vou atrasar e os motivos..., talvez ele até me libere da multa contratual, talvez não!! Mas mantive meu compromisso..., assim penso eu!!!
E olha que eu não cobro multa..., hehehehehehe..., talvez nós missionários tenhamos que fazer contratos com multa agora neh???? Não..., ainda confio nas pessoas...
Mas estou chateado..., muito!!!
E foi bom escrever!!! Mesmo que ninguém leia..., joguei pra fora...
Talvez seja só hoje, mas estou sentindo que vai aliviar dentro de mim..., a expressão daquilo que está dentro da gente joga fora o ruim do coração...
Pelo menos hoje penso assim.
Talvez amanhã já esteja bem diferente, sei lá, talvez não...
Talvez eu esteja choramingando que nem criança mimada mesmo!!!!
Mas sinceridade vai sempre andar comigo! Sempre!!
E na minha sinceridade estou muito triste! Talvez não devesse estar mesmo..., porque meu choramingar não é tão, TÃO importante quanto os pedófilos agindo no Brasil, a corrupção generalizada no congresso, as cheias e as secas de norte a sul, a violência gratuita, etc...
Mas de vez em qdo o "super-homem" dentro de mim tem direito de cair e se chatear, mesmo por coisa "pouca".
A coisa "pouca" é pouca, mas poderia não ter feito eu não me enrascar com minha grana nesse mês, por exemplo!!!
E a resolução também era pouca: me avisar na data certa!!
Compromisso é coisa séria né não??? Eu acho!!!! MUITO!!
Rapaz, sou missionário, escolhi ser assim, sabia dos riscos e tals..., mas estou triste ué!!! Não posso??
Te digo uma coisa, você que entende o que eu vivo e sustenta missionários, seja em oração, palavras ou financeiramente: se você assumiu um compromisso, cumpra!!!! Se não vai cumprir, não assuma, é simples!!!!
Garanto pra você que nós não vamos levar pro lado pessoal não..., sei lá, tem gente que até leva, mas a maioria não!! EU NÃO!!
Agora, vou levar pro lado pessoal quando você assumir e não cumprir..., aí, obviamente, vou ser pessoal, e lhe perguntar de maneira pessoal o que está acontecendo! E seja homem ou mulher de Deus de não fugir do compromisso pessoal de nos responder...
Por exemplo, eu assumo o compromisso de pagar meu aluguel..., eu assumi, eu tenho que cumprir!! Ah, mas fiquei com problemas financeiros nesse mês e está complicado..., beleza, não vou me trancar em casa e não sair mais..., ou ainda viajar, sumir por um tempo, sem avisar pro dono da casa e só voltar ou falar com ele quando tiver com o dinheiro!!!
Não..., como bom inquilino, boa pessoa, cristão, e bom caráter, exponho a situação pra ele e digo que vou atrasar e os motivos..., talvez ele até me libere da multa contratual, talvez não!! Mas mantive meu compromisso..., assim penso eu!!!
E olha que eu não cobro multa..., hehehehehehe..., talvez nós missionários tenhamos que fazer contratos com multa agora neh???? Não..., ainda confio nas pessoas...
Mas estou chateado..., muito!!!
E foi bom escrever!!! Mesmo que ninguém leia..., joguei pra fora...
Testemunho - Contagem: 7, 1 , 4, 3...
By : KaduO que é isso??? Tá loco minino??
Hehehehe..., mais ou menos!
Então..., isso aconteceu a mais ou menos 1 mês atrás, mas, por pura preguiça, não escrevi antes.
Todo semestre é a mesma coisa aqui: equipes das nossas escolas correndo atrás, se virando e se "matando" pra conseguir o sustento suficiente pra fazerem a viagem de prático das escolas.
Ah, o que é viagem de prático?? Nossas escolas são sempre dividas em 2 períodos, o teórico e o prático. Numa parte do tempo os alunos permanecem conosco na base estudando, tendo aulas, ministrações, etc..., e após isso dividimos equipes pra percorrerem lugares em algum lugar do mundo pra praticarem aquilo que aprenderam.
Esses alunos, missionários em formação, são enviados por suas igrejas e famílias, algumas vezes não com todo o apoio necessário, mas quase sempre sim.
Quando chega o momento do prático é impressionante ver o tanto que eles precisam "correr" atrás de contatos e amigos, igrejas e parceiros..., inclusive aqueles que os enviaram e cortaram o sustento ou se esqueceram deles.
E pra mim é impressionante porque enquanto isso estão sendo feitos acampamentos, campanhas de arrecadação pra esses acampamentos, reformas "necessárias" nas igrejas, pic-nics, reuniões diversas que precisam de uma comidinha depois, reuniões de campanhas de vitória, "congressos de missões", "evangelismos" (é, eu gosto das aspas!!), etc...
Tudo isso sendo feito e dízimos e ofertas sendo levantados em todos os cultos, pra coisas que não sabemos o que são e o indivíduo se matando aqui pra levantar uma grana que ele não vai gastar com ele mesmo, mas pra terminar um curso que os outros ditos cujos o enviaram. Dá pra entender???? Desculpa, eu não consigo!!!!
Sem dizer que na hora dos testemunhos lá na igreja do coitado do aluno a igreja que o "enviou" quer o crédito pra ela..., aiaiaiaiaiaiai!!!! Isso não é envio..., é (desculpem o termo!) chute no traseiro!!!
Mas é claro que existem as desculpas: "nossa igreja não tem esse dinheiro em caixa", "nossa igreja tem outras prioridades" (reino de Deus???), "estamos passando por uma crise", dentre outras que todos nós missionários já ouvimos e não entendemos!
Não entendemos pelo dinheiro??? Não..., não amamos isso..., não dependemos da esmola de ninguém pra sobrevivermos no campo!!
Bom, pra você entender melhor, vamos continuar a história do começo e vocês entenderão que isso é realmente verdade pra nós: um dia antes de uma das equipes (que foi pra África do Sul, trabalhar na comunidade Masiphumelele, acho que é assim que escreve) pagar as passagens, ainda faltavam 7 mil reais pra que isso se concretizasse. E nesse mesmo dia, de noite, fizemos nosso costumeiro culto de envio das equipes. Nesse culto também temos o costume de levantar ofertas entre nós pra completarmos com o que falta.
Fui pra lá meio cético..., até eu!! Afinal, dessa vez não haveria tanta gente de fora, quase ninguém mesmo, só nós, os missionários da Vila do Louvor. Tinha pouco mais de 5 pessoas de fora.
No total éramos cerca de 60 pessoas ali. E, após um momento de adoração com músicas, fizemos o momento de levantamento das ofertas...
Depois tivemos uma palavra e no fim anunciamos o total: incríveis 6 mil reais e qualquer coisa!!!!!!!!!! Isso nas mãos de missionários, que são sustentados por outros que às vezes falham, esquecem ou desistem de enviar o sustento por "forças maiores"!!!!!!!!!!!!!
Esses mesmos missionários que vivem enviando cartas informativas pra que outros participem do momento que estão passando, muitas vezes com a falta de sustento financeiro!!!!
Mas peraí..., faltavam 7 mil, não 6..., e aí, Deus falhou então???? Hehehehehe..., não!!
Pois é..., nós falhamos, mas Ele NUNCA falha!!!!! Continuamos nosso momento de levantamento, com o desafio de só sairmos dali quando tivéssemos levantado tudo..., as ofertas continuaram..., e chegamos em menos de 20 minutos a mais mil reais, alcançando R$7.143,00 no total!!! Além do que precisávamos!!! Nem me pergunte de onde saiu tudo isso..., só o que sei é que estava tudo no bolso do povo ali presente!!
"Ai, Kadu, você só fala de dinheiro!!"
Não, a questão não é o dinheiro!!!! Como diz John Piper, eu odeio a teologia da prosperidade!!! Estou falando de coração..., de necessidade..., de alvo correto..., de Reino de Deus..., de amor sacrificial..., de entendimento correto/mentalidade trasformada!!!!!
Você pensa que eu acho isso certo???? Eu acho lindo esse levantamento, mas tinha que ser assim??? Não sei não..., Deus fez coisas muito legais aqui conosco com esse momento, e isso nós levamos muito em consideração! Afinal, não é o dinheiro a questão, mas como nos relacionamos com Deus nessa situação. Mas precisava disso?
Eu creio que o mais correto seria que as igrejas enviadoras mantivessem o cuidado com quem foi enviado..., ou então nem enviem!!!!
Correto seria que as igrejas instituições se apressassem em antever necessidades das instituições missionárias e antecipassem essas situações!! Que as igrejas Corpo de Cristo (pessoas!) se antecipassem também e não esperassem o informativo missionário, o pedido (humilhante às vezes!) de ofertas para sustento ou mesmo os resultados (números!!) pra que fossem enviados o sustento necessário! Aí tudo funcionaria melhor, cada um na sua determinada função..., corpo de Cristo bem ajustado!!!
A instituição igreja na função dela, de envio e cuidado(pastoreio e discipulado dos cristãos) e a instituição missionária na função dela, de linha de frente na propagação do evangelho ao não crente!!!
Será que um dia poderá funcionar assim?? Sem crise de identidade da instituição igreja querendo ser instituição missionária e da instituição missionária querendo (ou tendo que) ser instituição igreja?
Minha visão hoje é de membro da instituição missionária..., e eu digo: não me venha dar as mesmas desculpas de sempre..., principalmente em relação à sustento financeiro..., não me venha com "churumelas"!!!! Hehehehehehehehehe...
Missionários, ditos por aí como "quebrados", num total de 60 pessoas, sendo que 24 dessas estavam precisando ou já usando dinheiro para o prático, conseguiram, numa só noite, levantar mais de 7 mil reais..., como que uma igreja com mais de 100 membros em sua maioria assalariados, não consegue enviar míseros 100 reais por mês pra um missionário????????
Qual a desculpa????????????
Minha pergunta tem muito mais a ver com a motivação por trás disso, a intenção no coração em relação a isso do que com a quantia em dinheiro!!!!!
Afinal, já vimos muita motivação correta numa viúva pobre dando apenas 2 moedinhas, sendo tudo o que tinha...
Sentimento de corpo, de família, correto????
Com a motivação, a intenção, a mentalidade alinhadas com o Reino de Deus, não será preciso mais falar em números..., as coisas vão estar certas!!! Os desafios vão voltar a ser o que realmente deveriam ser desde o princípio!!! Não mais haverá a luta dos missionários em relação ao dinheiro e a luta dos membros das instituições igrejas em relação aos não-alcançados e discipulados das nações!!!
Obs: é mesmo um testemunho em forma de desabafo..., ao menos sou honesto pra falar exatamente como me sinto!!!!
E graças a Deus por Jesus Cristo!!!! Ele tem me sustentado e feito meus olhos se preocuparem com as coisas certas...
Hehehehe..., mais ou menos!
Então..., isso aconteceu a mais ou menos 1 mês atrás, mas, por pura preguiça, não escrevi antes.
Todo semestre é a mesma coisa aqui: equipes das nossas escolas correndo atrás, se virando e se "matando" pra conseguir o sustento suficiente pra fazerem a viagem de prático das escolas.
Ah, o que é viagem de prático?? Nossas escolas são sempre dividas em 2 períodos, o teórico e o prático. Numa parte do tempo os alunos permanecem conosco na base estudando, tendo aulas, ministrações, etc..., e após isso dividimos equipes pra percorrerem lugares em algum lugar do mundo pra praticarem aquilo que aprenderam.
Esses alunos, missionários em formação, são enviados por suas igrejas e famílias, algumas vezes não com todo o apoio necessário, mas quase sempre sim.
Quando chega o momento do prático é impressionante ver o tanto que eles precisam "correr" atrás de contatos e amigos, igrejas e parceiros..., inclusive aqueles que os enviaram e cortaram o sustento ou se esqueceram deles.
E pra mim é impressionante porque enquanto isso estão sendo feitos acampamentos, campanhas de arrecadação pra esses acampamentos, reformas "necessárias" nas igrejas, pic-nics, reuniões diversas que precisam de uma comidinha depois, reuniões de campanhas de vitória, "congressos de missões", "evangelismos" (é, eu gosto das aspas!!), etc...
Tudo isso sendo feito e dízimos e ofertas sendo levantados em todos os cultos, pra coisas que não sabemos o que são e o indivíduo se matando aqui pra levantar uma grana que ele não vai gastar com ele mesmo, mas pra terminar um curso que os outros ditos cujos o enviaram. Dá pra entender???? Desculpa, eu não consigo!!!!
Sem dizer que na hora dos testemunhos lá na igreja do coitado do aluno a igreja que o "enviou" quer o crédito pra ela..., aiaiaiaiaiaiai!!!! Isso não é envio..., é (desculpem o termo!) chute no traseiro!!!
Mas é claro que existem as desculpas: "nossa igreja não tem esse dinheiro em caixa", "nossa igreja tem outras prioridades" (reino de Deus???), "estamos passando por uma crise", dentre outras que todos nós missionários já ouvimos e não entendemos!
Não entendemos pelo dinheiro??? Não..., não amamos isso..., não dependemos da esmola de ninguém pra sobrevivermos no campo!!
Bom, pra você entender melhor, vamos continuar a história do começo e vocês entenderão que isso é realmente verdade pra nós: um dia antes de uma das equipes (que foi pra África do Sul, trabalhar na comunidade Masiphumelele, acho que é assim que escreve) pagar as passagens, ainda faltavam 7 mil reais pra que isso se concretizasse. E nesse mesmo dia, de noite, fizemos nosso costumeiro culto de envio das equipes. Nesse culto também temos o costume de levantar ofertas entre nós pra completarmos com o que falta.
Fui pra lá meio cético..., até eu!! Afinal, dessa vez não haveria tanta gente de fora, quase ninguém mesmo, só nós, os missionários da Vila do Louvor. Tinha pouco mais de 5 pessoas de fora.
No total éramos cerca de 60 pessoas ali. E, após um momento de adoração com músicas, fizemos o momento de levantamento das ofertas...
Depois tivemos uma palavra e no fim anunciamos o total: incríveis 6 mil reais e qualquer coisa!!!!!!!!!! Isso nas mãos de missionários, que são sustentados por outros que às vezes falham, esquecem ou desistem de enviar o sustento por "forças maiores"!!!!!!!!!!!!!
Esses mesmos missionários que vivem enviando cartas informativas pra que outros participem do momento que estão passando, muitas vezes com a falta de sustento financeiro!!!!
Mas peraí..., faltavam 7 mil, não 6..., e aí, Deus falhou então???? Hehehehehe..., não!!
Pois é..., nós falhamos, mas Ele NUNCA falha!!!!! Continuamos nosso momento de levantamento, com o desafio de só sairmos dali quando tivéssemos levantado tudo..., as ofertas continuaram..., e chegamos em menos de 20 minutos a mais mil reais, alcançando R$7.143,00 no total!!! Além do que precisávamos!!! Nem me pergunte de onde saiu tudo isso..., só o que sei é que estava tudo no bolso do povo ali presente!!
"Ai, Kadu, você só fala de dinheiro!!"
Não, a questão não é o dinheiro!!!! Como diz John Piper, eu odeio a teologia da prosperidade!!! Estou falando de coração..., de necessidade..., de alvo correto..., de Reino de Deus..., de amor sacrificial..., de entendimento correto/mentalidade trasformada!!!!!
Você pensa que eu acho isso certo???? Eu acho lindo esse levantamento, mas tinha que ser assim??? Não sei não..., Deus fez coisas muito legais aqui conosco com esse momento, e isso nós levamos muito em consideração! Afinal, não é o dinheiro a questão, mas como nos relacionamos com Deus nessa situação. Mas precisava disso?
Eu creio que o mais correto seria que as igrejas enviadoras mantivessem o cuidado com quem foi enviado..., ou então nem enviem!!!!
Correto seria que as igrejas instituições se apressassem em antever necessidades das instituições missionárias e antecipassem essas situações!! Que as igrejas Corpo de Cristo (pessoas!) se antecipassem também e não esperassem o informativo missionário, o pedido (humilhante às vezes!) de ofertas para sustento ou mesmo os resultados (números!!) pra que fossem enviados o sustento necessário! Aí tudo funcionaria melhor, cada um na sua determinada função..., corpo de Cristo bem ajustado!!!
A instituição igreja na função dela, de envio e cuidado(pastoreio e discipulado dos cristãos) e a instituição missionária na função dela, de linha de frente na propagação do evangelho ao não crente!!!
Será que um dia poderá funcionar assim?? Sem crise de identidade da instituição igreja querendo ser instituição missionária e da instituição missionária querendo (ou tendo que) ser instituição igreja?
Minha visão hoje é de membro da instituição missionária..., e eu digo: não me venha dar as mesmas desculpas de sempre..., principalmente em relação à sustento financeiro..., não me venha com "churumelas"!!!! Hehehehehehehehehe...
Missionários, ditos por aí como "quebrados", num total de 60 pessoas, sendo que 24 dessas estavam precisando ou já usando dinheiro para o prático, conseguiram, numa só noite, levantar mais de 7 mil reais..., como que uma igreja com mais de 100 membros em sua maioria assalariados, não consegue enviar míseros 100 reais por mês pra um missionário????????
Qual a desculpa????????????
Minha pergunta tem muito mais a ver com a motivação por trás disso, a intenção no coração em relação a isso do que com a quantia em dinheiro!!!!!
Afinal, já vimos muita motivação correta numa viúva pobre dando apenas 2 moedinhas, sendo tudo o que tinha...
Sentimento de corpo, de família, correto????
Com a motivação, a intenção, a mentalidade alinhadas com o Reino de Deus, não será preciso mais falar em números..., as coisas vão estar certas!!! Os desafios vão voltar a ser o que realmente deveriam ser desde o princípio!!! Não mais haverá a luta dos missionários em relação ao dinheiro e a luta dos membros das instituições igrejas em relação aos não-alcançados e discipulados das nações!!!
Obs: é mesmo um testemunho em forma de desabafo..., ao menos sou honesto pra falar exatamente como me sinto!!!!
E graças a Deus por Jesus Cristo!!!! Ele tem me sustentado e feito meus olhos se preocuparem com as coisas certas...
A retórica do discurso evangélico - by Pavablog
By : KaduOs líderes evangélicos dizem que igreja não salva ninguém.
Mas não acreditam realmente que alguém que não frequenta igreja alguma possa ser salvo.
Os líderes evangélicos dizem que Deus ama quem dá $ com alegria.
Mas não acreditam que um irmão pode estar precisando exatamente do contrário: receber
Os líderes evangélicos dizem que não existe representante de Deus na Terra.
Exceto quando se trata do dízimo, pois, ao não entregá-lo para a instituição religiosa, o crente está roubando a Deus.
Os líderes evangélicos dizem que o exame das escrituras é livre.
Mas não aceitam a exposição de opiniões e interpretações diferentes na Escola Dominical.
Os líderes evangélicos dizem que o sacerdócio é universal.
Mas não acreditam que ovelhas possam viver sem se submeter às autoridades eclesiásticas.
Os líderes evangélicos dizem que Deus odeia o pecado e ama o pecador.
Mas não acreditam que Deus possa amar aos “gentios” tanto quanto aos crentes.
Os líderes evangélicos dizem que não existe “pecadinho” e nem “pecadão”.
Mas disciplinam irmãos por causa de alguns pecados considerados mais graves e ignoram outros pecados tidos como menos graves.
Os líderes evangélicos dizem que é preciso amar ao próximo como a ti mesmo.
Mas pensam que o “próximo” se refere somente aos seus irmãos de fé e não aos que confessam outra (ou nenhuma) fé.
Os líderes evangélicos pregam que é preciso dar a outra face ao inimigo.
Mas não fazem desta maneira com grupos pró-aborto, macumbeiros, homossexuais e ateus.
Os líderes evangélicos dizem que Deus é soberano e sua vontade é o melhor.
Mas não tem temor ao aconselhar ao rebanho a exigir que Deus “olhe para eles” para poder tomar posse das benção$.
Os líderes evangélicos pregam que Jesus foi pobre, andou com pecadores, venceu o diabo no deserto e sofreu morte de cruz.
Mas te fazem acreditar que você está pobre (ou no leito da morte) porque não tem fé. Provavelmente está endemoniado e anda com pecadores.
Viver e liderar um evangelho assim é fácil, não?
===============================================================
É um post antigo, mas achei agora e..., é muuuiitaa verdade!!!
Lê aí..., comenta!!
Mas não acreditam realmente que alguém que não frequenta igreja alguma possa ser salvo.
Os líderes evangélicos dizem que Deus ama quem dá $ com alegria.
Mas não acreditam que um irmão pode estar precisando exatamente do contrário: receber
Os líderes evangélicos dizem que não existe representante de Deus na Terra.
Exceto quando se trata do dízimo, pois, ao não entregá-lo para a instituição religiosa, o crente está roubando a Deus.
Os líderes evangélicos dizem que o exame das escrituras é livre.
Mas não aceitam a exposição de opiniões e interpretações diferentes na Escola Dominical.
Os líderes evangélicos dizem que o sacerdócio é universal.
Mas não acreditam que ovelhas possam viver sem se submeter às autoridades eclesiásticas.
Os líderes evangélicos dizem que Deus odeia o pecado e ama o pecador.
Mas não acreditam que Deus possa amar aos “gentios” tanto quanto aos crentes.
Os líderes evangélicos dizem que não existe “pecadinho” e nem “pecadão”.
Mas disciplinam irmãos por causa de alguns pecados considerados mais graves e ignoram outros pecados tidos como menos graves.
Os líderes evangélicos dizem que é preciso amar ao próximo como a ti mesmo.
Mas pensam que o “próximo” se refere somente aos seus irmãos de fé e não aos que confessam outra (ou nenhuma) fé.
Os líderes evangélicos pregam que é preciso dar a outra face ao inimigo.
Mas não fazem desta maneira com grupos pró-aborto, macumbeiros, homossexuais e ateus.
Os líderes evangélicos dizem que Deus é soberano e sua vontade é o melhor.
Mas não tem temor ao aconselhar ao rebanho a exigir que Deus “olhe para eles” para poder tomar posse das benção$.
Os líderes evangélicos pregam que Jesus foi pobre, andou com pecadores, venceu o diabo no deserto e sofreu morte de cruz.
Mas te fazem acreditar que você está pobre (ou no leito da morte) porque não tem fé. Provavelmente está endemoniado e anda com pecadores.
Viver e liderar um evangelho assim é fácil, não?
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É um post antigo, mas achei agora e..., é muuuiitaa verdade!!!
Lê aí..., comenta!!
Pelo que decido: ESTRUTURA ou PROPÓSITO?
By : KaduO povo de Israel viveu por 430 anos no Egito, no meio de uma das civilizações mais antigas da História da Humanidade, segundo Êxodo 12:40. E consideremos um fato: 4 séculos não é pouco tempo, não é verdade?! Em 4 séculos muitas coisas acontecem, descobertas se realizam, avanços são acionados, gerações mudam dando espaço a outras, enfim, é tempo grande, é tempo longo que nossa finita vida humana não consegue acompanhar. Nosso máximo é conseguir viver uns 70 a 80 anos, e isso dependendo da qualidade de vida pela qual optamos.
A civilização egípcia é referência na História como berço de desenvolvimento de tecnologias, como um protótipo de muitas invenções que mudariam o curso da humanidade mais tarde, desde técnicas de irrigação até a descoberta de propriedades medicinais de plantas e ervas, assim como o difundir do uso de essências que provocavam bons odores tanto em corpos vivos como mortos começou nessa época, e muito mais tarde a França veio ocupar a cadeira de melhor fabricante de perfumes. Em pensar que tudo começou tão bem antes dos franceses e do inverno europeu. Mas enfim, muitas descobertas que foram patenteadas séculos mais tarde e se tornaram patrimônio de alguns países chamados desenvolvidos tiveram seu laboratório inicial lá nessa terrinha ao norte do continente africano.
Tanto desenvolvimento e possibilidades, todavia o povo de Israel passou a maior parte do tempo vivido ali numa condição impossível de se associar a desenvolvimento. Por séculos eles foram escravos, e tinham por função amassar barro com os próprios pés. Talvez a imagem que podemos resgatar para ter uma idéia do que de fato eles faziam é a de um homem que caminha exatamente em cima do próprio passo dado anteriormente. Isso nos provoca a sensação de “nunca sair do lugar”. Milhares de milhares de passos foram dados que nunca levaram os israelitas a lugar nenhum durante séculos de História. Não era um grupo que dava um passo após o outro, mas sim, um passo sobre o outro. A cada dia, passo sobre passo, e muito barro foi amassado no Egito, muitos tijolos que deram forma a templos luxuosos estiveram debaixo dos pés dos israelitas, e provavelmente muitos de seus corpos se misturaram ao material que de maneira tão imponente ganhou a forma das conhecidas pirâmides do Egito.
O Egito oferecia ESTRUTURA, para um tempo tão distante do nosso, essa Nação já era referência em termos de Medicina, Astronomia, Tecnologia, Agricultura, Matemática, etc. E foi nesse tipo de cenário que os nossos conterrâneos de fé viveram tempos longos que chamamos de séculos, e seria consistente pontuar que eles viveram lá como ESCRAVOS. Mas com Moisés isso mudou, o menino salvo das águas agora fora enviado pelo grande EU SOU para libertar seu povo da escravidão do Egito. Que maravilha, depois de séculos de correntes, mesmo quando elas se mostram na forma de trabalho forçado, os pés, as mãos, os corpos poderiam ser livres. É, o corpo poderia ser livre do Egito, mas e a mente?
Desde que atravessaram o Mar Vermelho os israelitas deixaram muito claro que além de escravos por conta do trabalho forçado no Egito eles também haviam desenvolvido um outro tipo de escravidão muito mais nociva. Os israelitas se tornaram escravos da ESTRUTURA, e você pode pensar como estrutura todo sistema desenvolvido que forneça tudo aquilo que acreditamos ser necessário para “sobreviver”, mesmo que isso impossibilite qualquer nuance de desenvolvimento. Ocorreram 2 momentos durante o êxodo que deixam clara a falta de perspectiva do povo, mesmo depois de uma onda de milagres que invadiu a terra do Egito. Em Êxodo 14 temos a narrativa da travessia do Mar Vermelho. Faraó e seu exército atrás com todo equipamento de última geração, na frente um Mar que para uma multidão de milhões de pessoas incluindo crianças e velhos parecia mais um oceano, e no meio um pessoal, que não era nem uma Nação ainda, por consequência não tinha nem exército organizado, e mesmo que tivesse, quem seriam eles diante da potência militar do momento? E por estarem no meio, entre o exército egípcio e o mar, o que havia em seus corações veio à tona. É sempre assim não é verdade?! Episódios de pressão e de tensão são elementos evidenciadores do que está abaixo do subsolo de nossas artérias coronárias, e não foi diferente com Israel. Tanto no capítulo 14:10-12 como no capítulo 16:2 e 3 de Êxodo o povo deixa clara a sua preferência pela escravidão originada pela estrutura (trabalho forçado, panelas de carne, pão) do que pela oportunidade gerada pela liberdade de crescerem e desenvolverem como Nação, empreendendo em seus próprios recursos.
Deus não estava apenas promovendo um translado geográfico para o povo hebreu, estava lhes propondo um PROPÓSITO que daria sentido a existência deles como indivíduos, como povo, como Nação. Um PROPÓSITO que não se encerraria com a libertação deles apenas, ou com a existência deles. Esse PROPÓSITO era maior do que eles, era mais alto que eles, mas, era vivível. Muitas vezes Deus nos propõe caminhos que não conseguimos entender inicialmente, mas que são perfeitamente transitáveis, mesmo quando as placas aparecem de forma escassa na trajetória. Assumir um propósito pelo qual se viver requer quebrar pactos de escravidão que estabelecemos com as estruturas que nos protegem, é verdade, mas nos protegem tanto que nos escravizam. A percepção de caminhos novos só se torna possível se tiramos de debaixo de nossos pés as estruturas que nos asseguram a rotina como o cumprimento de tarefas rotineiras que nos impedem de inovar (trabalho forçado aos egípcios), nos asseguram os recursos básicos já elaborados (a panela de carne e o pão) que muitas vezes nos impede de cultivar o trigo e produzir além do pão e criar o gado que nos fornece muito mais do que a carne apenas. Mas se a estrutura não existir para nos servir, nós passaremos toda nossa vida servindo a ela.
A liberdade tem um preço, e um alto preço, o AUTO-DESENVOLVIMENTO, o AUTO-CRESCIMENTO. Não mais a estrutura dita até onde posso crescer e desenvolver, mas o entendimento que temos do propósito de Deus para nossa vida associado ao acionar do nosso potencial. A Lei do Deus que FALA e SE RELACIONA precisaria ser internalizada por aquele povo, e não ditada por um Tirano. O texto de Êxodo 19:3-7 clarifica o propósito de Deus em relação ao povo de Israel, o porquê eles estavam sendo dirigidos a uma terra que mana leite e mel, terra trabalhável, mas que precisaria de mãos que arregaçassem as mangas e ordenhariam esse leite e cultivariam esse mel. Eles continuariam trabalhando, e teriam até mais trabalho, mas não seriam escravos de uma estrutura. Esse texto esclarece que eles não seriam escravos, em Deus eles tinham IDENTIDADE e um DESTINO (um propósito para existir).
A 1ª geração que saiu do Egito fez a sua decisão, morreram no deserto, o saudosismo da estrutura escrava os engessou de tal maneira que não conseguiram nem mesmo reconhecer que o livramento recebido viera do grande EU SOU, morreram no pecado, morreram na ingratidão, morreram na estrutura sem dar resposta concreta ao legado de desenvolvimento para o qual estavam sendo convocados. Morreram sem entender que as estruturas servem aos propósitos, mas a estrutura não é capaz de dar identidade e nem um propósito pelo qual viver. Estruturas despendem recursos, propósito implica em coração e mente em concordância sobre os projetos e planos que em Sua soberania Deus desejou que eu fosse e que eu fizesse. Isso basta! O restante, inclusive a estrutura, é conseqüência.
E eu e você, pelo que decidimos: Pela estrutura ou pelo propósito?
por Hellen Santos da Guia - hellen_guia@yahoo.com.br
A civilização egípcia é referência na História como berço de desenvolvimento de tecnologias, como um protótipo de muitas invenções que mudariam o curso da humanidade mais tarde, desde técnicas de irrigação até a descoberta de propriedades medicinais de plantas e ervas, assim como o difundir do uso de essências que provocavam bons odores tanto em corpos vivos como mortos começou nessa época, e muito mais tarde a França veio ocupar a cadeira de melhor fabricante de perfumes. Em pensar que tudo começou tão bem antes dos franceses e do inverno europeu. Mas enfim, muitas descobertas que foram patenteadas séculos mais tarde e se tornaram patrimônio de alguns países chamados desenvolvidos tiveram seu laboratório inicial lá nessa terrinha ao norte do continente africano.
Tanto desenvolvimento e possibilidades, todavia o povo de Israel passou a maior parte do tempo vivido ali numa condição impossível de se associar a desenvolvimento. Por séculos eles foram escravos, e tinham por função amassar barro com os próprios pés. Talvez a imagem que podemos resgatar para ter uma idéia do que de fato eles faziam é a de um homem que caminha exatamente em cima do próprio passo dado anteriormente. Isso nos provoca a sensação de “nunca sair do lugar”. Milhares de milhares de passos foram dados que nunca levaram os israelitas a lugar nenhum durante séculos de História. Não era um grupo que dava um passo após o outro, mas sim, um passo sobre o outro. A cada dia, passo sobre passo, e muito barro foi amassado no Egito, muitos tijolos que deram forma a templos luxuosos estiveram debaixo dos pés dos israelitas, e provavelmente muitos de seus corpos se misturaram ao material que de maneira tão imponente ganhou a forma das conhecidas pirâmides do Egito.
O Egito oferecia ESTRUTURA, para um tempo tão distante do nosso, essa Nação já era referência em termos de Medicina, Astronomia, Tecnologia, Agricultura, Matemática, etc. E foi nesse tipo de cenário que os nossos conterrâneos de fé viveram tempos longos que chamamos de séculos, e seria consistente pontuar que eles viveram lá como ESCRAVOS. Mas com Moisés isso mudou, o menino salvo das águas agora fora enviado pelo grande EU SOU para libertar seu povo da escravidão do Egito. Que maravilha, depois de séculos de correntes, mesmo quando elas se mostram na forma de trabalho forçado, os pés, as mãos, os corpos poderiam ser livres. É, o corpo poderia ser livre do Egito, mas e a mente?
Desde que atravessaram o Mar Vermelho os israelitas deixaram muito claro que além de escravos por conta do trabalho forçado no Egito eles também haviam desenvolvido um outro tipo de escravidão muito mais nociva. Os israelitas se tornaram escravos da ESTRUTURA, e você pode pensar como estrutura todo sistema desenvolvido que forneça tudo aquilo que acreditamos ser necessário para “sobreviver”, mesmo que isso impossibilite qualquer nuance de desenvolvimento. Ocorreram 2 momentos durante o êxodo que deixam clara a falta de perspectiva do povo, mesmo depois de uma onda de milagres que invadiu a terra do Egito. Em Êxodo 14 temos a narrativa da travessia do Mar Vermelho. Faraó e seu exército atrás com todo equipamento de última geração, na frente um Mar que para uma multidão de milhões de pessoas incluindo crianças e velhos parecia mais um oceano, e no meio um pessoal, que não era nem uma Nação ainda, por consequência não tinha nem exército organizado, e mesmo que tivesse, quem seriam eles diante da potência militar do momento? E por estarem no meio, entre o exército egípcio e o mar, o que havia em seus corações veio à tona. É sempre assim não é verdade?! Episódios de pressão e de tensão são elementos evidenciadores do que está abaixo do subsolo de nossas artérias coronárias, e não foi diferente com Israel. Tanto no capítulo 14:10-12 como no capítulo 16:2 e 3 de Êxodo o povo deixa clara a sua preferência pela escravidão originada pela estrutura (trabalho forçado, panelas de carne, pão) do que pela oportunidade gerada pela liberdade de crescerem e desenvolverem como Nação, empreendendo em seus próprios recursos.
Deus não estava apenas promovendo um translado geográfico para o povo hebreu, estava lhes propondo um PROPÓSITO que daria sentido a existência deles como indivíduos, como povo, como Nação. Um PROPÓSITO que não se encerraria com a libertação deles apenas, ou com a existência deles. Esse PROPÓSITO era maior do que eles, era mais alto que eles, mas, era vivível. Muitas vezes Deus nos propõe caminhos que não conseguimos entender inicialmente, mas que são perfeitamente transitáveis, mesmo quando as placas aparecem de forma escassa na trajetória. Assumir um propósito pelo qual se viver requer quebrar pactos de escravidão que estabelecemos com as estruturas que nos protegem, é verdade, mas nos protegem tanto que nos escravizam. A percepção de caminhos novos só se torna possível se tiramos de debaixo de nossos pés as estruturas que nos asseguram a rotina como o cumprimento de tarefas rotineiras que nos impedem de inovar (trabalho forçado aos egípcios), nos asseguram os recursos básicos já elaborados (a panela de carne e o pão) que muitas vezes nos impede de cultivar o trigo e produzir além do pão e criar o gado que nos fornece muito mais do que a carne apenas. Mas se a estrutura não existir para nos servir, nós passaremos toda nossa vida servindo a ela.
A liberdade tem um preço, e um alto preço, o AUTO-DESENVOLVIMENTO, o AUTO-CRESCIMENTO. Não mais a estrutura dita até onde posso crescer e desenvolver, mas o entendimento que temos do propósito de Deus para nossa vida associado ao acionar do nosso potencial. A Lei do Deus que FALA e SE RELACIONA precisaria ser internalizada por aquele povo, e não ditada por um Tirano. O texto de Êxodo 19:3-7 clarifica o propósito de Deus em relação ao povo de Israel, o porquê eles estavam sendo dirigidos a uma terra que mana leite e mel, terra trabalhável, mas que precisaria de mãos que arregaçassem as mangas e ordenhariam esse leite e cultivariam esse mel. Eles continuariam trabalhando, e teriam até mais trabalho, mas não seriam escravos de uma estrutura. Esse texto esclarece que eles não seriam escravos, em Deus eles tinham IDENTIDADE e um DESTINO (um propósito para existir).
A 1ª geração que saiu do Egito fez a sua decisão, morreram no deserto, o saudosismo da estrutura escrava os engessou de tal maneira que não conseguiram nem mesmo reconhecer que o livramento recebido viera do grande EU SOU, morreram no pecado, morreram na ingratidão, morreram na estrutura sem dar resposta concreta ao legado de desenvolvimento para o qual estavam sendo convocados. Morreram sem entender que as estruturas servem aos propósitos, mas a estrutura não é capaz de dar identidade e nem um propósito pelo qual viver. Estruturas despendem recursos, propósito implica em coração e mente em concordância sobre os projetos e planos que em Sua soberania Deus desejou que eu fosse e que eu fizesse. Isso basta! O restante, inclusive a estrutura, é conseqüência.
E eu e você, pelo que decidimos: Pela estrutura ou pelo propósito?
por Hellen Santos da Guia - hellen_guia@yahoo.com.br
"Frustrações" e "Êxitos" - Rm. 8:28
By : KaduNa vida temos muitos momentos de “frustração”. Nesses momentos repensamos, “pulamos fora” de onde estamos, mudamos o rumo, ou simplesmente ferimos a nós mesmos, os outros e a Deus. Também temos muitos momentos de “êxito” e isso parece ser o que nos impulsiona pra continuar caminhando, indo em frente na direção que já estávamos, afinal, “em time que está ganhando não se mexe”. Também, inevitavelmente ferimos alguém nesse “êxito”.
Até aí, tudo normal. O problema é que mesmo nestes dois momentos o centro de tudo, o ponto de partida e a chegada, têm a ver estritamente conosco. A vida hoje é super corrida. O tempo passa depressa. O amanhã já foi, o agora já passou também. E na nossa visão estamos sempre perdendo tempo.
O que não sabemos é que esse conceito, esse julgamento é só nosso. Muitas vezes nos apoiamos em conceitos e julgamentos doutrinários, teologicamente corretos, afinal existem doutrinas e teologias pra todos os gostos e aplicamos em nós aquela que julgamos ser melhor pra nós. Novamente: NÓS julgamos! Ainda que esses conceitos e julgamentos estejam biblicamente alicerçados, o julgamento final é sempre nosso.
E assim seguimos em frente. De “frustração” em “frustração”, de “êxito” em “êxito”. Chega um momento que cansamos!! Desanimamos! Aí sim, nos sentimos realmente frustrados!! Aí a minha conotação de frustração perde as aspas, porque essa sim é real..., não está baseada em suposições ou julgamentos que EU criei.
Com certeza, esse é o ponto onde há também o verdadeiro êxito, aqui também já sem aspas. O êxito de Deus sobre nós.
Só que nesse real momento de frustração e êxito não dá pra simplesmente ir levando. É tempo de parar..., de, como no livro, ir pra Cabana trocar uma idéia com Papai, Sarayu e Jesus Cristo. Aí vamos descobrir que o nosso maior problema somos nós mesmos. Nossa (falsa)segurança em antecipar o futuro, fazer os julgamentos do que é bom ou mal no presente e viver o possível pra não haver “frustração” e sim “êxito”. Inclusive como se isso fosse o ponto final de nossas pobres vidas.
Olha pra sua vida..., vê aí se não é exatamente isso que você também faz!! Levando em consideração somente o que você mesmo julga ser correto. Criando toda a sua história, seu próprio futuro, através do antecipar das situações, sejam elas de risco ou comuns, e ir se preparando, com todas as suas “seguras” ferramentas pra chegar ao seu “seguro” ponto final.
A minha pergunta é: onde está Deus?? O bom Deus? O que julga corretamente todas as coisas? O que faz com que todas as coisas, TODAS, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus? Que sabe todos os processos que devemos passar no presente pra chegarmos no futuro que Ele sabe que é melhor pra nós? O que tem o tempo a seu favor? Em quem temos confiado?
Sabe, eu e a Lily temos nos deparado com essa situação nesses dias. São dias que rapidamente declaramos como os mais inúteis de nossas vidas porque estávamos olhando para o “muito” que não estávamos fazendo e poderíamos fazer. Porque se tivéssemos o controle dessas situações nesse momento, saberíamos como agir e já tínhamos planejado onde chegar com tudo isso. Mas a pergunta quando paramos na real frustração(sem aspas) era: onde está o bom Deus?
Porque se estamos agindo assim, só podemos ver o mal Deus. Afinal, não é possível que Ele tenha desejado isso pra minha vida..., que isso esteja realmente acontecendo!!! Isso não está exatamente me fazendo bem!
Esse mesmo tempo que julgamos ser inútil é o tempo que o julgamento de Deus diz ser o mais útil. Mas preferimos ficar com nosso julgamento. E aí nossas escolhas têm realmente definido nosso destino. E nessa caminhada (sem sentido) rumo ao nosso destino, vamos ver, no final, que não valeu à pena..., mais frustração. Cíclico, não?
Temos aprendido a colocar todas essas perguntas em discussão com os três grandes camaradas, amigão que é um..., seja lá o nome que você, sua doutrina, sua teologia ou sua religião quiser dar pra eles.
E nessa discussão temos visto as duas enormes palavras: simplicidade e dificuldade. Tão simples: entregar pra Ele. Tão difícil: entregar pra Ele.
Nessa “corrida teológica pós-moderna” (se é que esse termo é correto de se usar!) vemos muitas, enormes e velozes mudanças na maneira de se pensar pra se explicar o mais simples: entregar pra Ele.
É lógico que isso é recheado de significados práticos, mas nada muda o fato de ser simples..., e difícil!
O que, na prática, eu e a Lily temos tentado fazer? Confiar nEle em todas as situações, não usando mais o nosso senso de julgamento sobre o que é bom ou mal..., afinal, a dor, a dificuldade, o sofrimento, as situações inesperadas de falta de grana, de não conseguir fazer aquilo que realmente desejamos, de ter pessoas da sua própria família sofrendo “injustiças”, doenças, morte, etc..., podem até soar como mal pra nós, mas o julgamento de Deus pode ser que isso é exatamente o bom, o melhor de Deus!! E temos preferido o julgamento de Deus..., ou pelo menos tentado viver assim!
Nossas escolhas vão passar a ser baseada no senso de justiça de Deus, não nosso, da nossa teologia, das “doutrinas” dos tele-evangelistas (que em sua maioria odiamos!!), ou no momento que estamos passando.
Assim, “frustração” vai passar a ser frustração real..., ou talvez ela mesma (a frustração com aspas), o êxito real. E o “êxito” passará a ser êxito real..., ou ainda ele mesmo (o êxito com aspas), a frustração real. E tudo isso vai estar dentro do processo que temos vivido com Deus, e todas as coisas, TODAS, vão realmente cooperar para o nosso bem!!!
Se tudo isso não tem a ver com o amor dos três camaradas, o Grande Amigo, por nós, não sei dizer mais nada...
Até aí, tudo normal. O problema é que mesmo nestes dois momentos o centro de tudo, o ponto de partida e a chegada, têm a ver estritamente conosco. A vida hoje é super corrida. O tempo passa depressa. O amanhã já foi, o agora já passou também. E na nossa visão estamos sempre perdendo tempo.
O que não sabemos é que esse conceito, esse julgamento é só nosso. Muitas vezes nos apoiamos em conceitos e julgamentos doutrinários, teologicamente corretos, afinal existem doutrinas e teologias pra todos os gostos e aplicamos em nós aquela que julgamos ser melhor pra nós. Novamente: NÓS julgamos! Ainda que esses conceitos e julgamentos estejam biblicamente alicerçados, o julgamento final é sempre nosso.
E assim seguimos em frente. De “frustração” em “frustração”, de “êxito” em “êxito”. Chega um momento que cansamos!! Desanimamos! Aí sim, nos sentimos realmente frustrados!! Aí a minha conotação de frustração perde as aspas, porque essa sim é real..., não está baseada em suposições ou julgamentos que EU criei.
Com certeza, esse é o ponto onde há também o verdadeiro êxito, aqui também já sem aspas. O êxito de Deus sobre nós.
Só que nesse real momento de frustração e êxito não dá pra simplesmente ir levando. É tempo de parar..., de, como no livro, ir pra Cabana trocar uma idéia com Papai, Sarayu e Jesus Cristo. Aí vamos descobrir que o nosso maior problema somos nós mesmos. Nossa (falsa)segurança em antecipar o futuro, fazer os julgamentos do que é bom ou mal no presente e viver o possível pra não haver “frustração” e sim “êxito”. Inclusive como se isso fosse o ponto final de nossas pobres vidas.
Olha pra sua vida..., vê aí se não é exatamente isso que você também faz!! Levando em consideração somente o que você mesmo julga ser correto. Criando toda a sua história, seu próprio futuro, através do antecipar das situações, sejam elas de risco ou comuns, e ir se preparando, com todas as suas “seguras” ferramentas pra chegar ao seu “seguro” ponto final.
A minha pergunta é: onde está Deus?? O bom Deus? O que julga corretamente todas as coisas? O que faz com que todas as coisas, TODAS, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus? Que sabe todos os processos que devemos passar no presente pra chegarmos no futuro que Ele sabe que é melhor pra nós? O que tem o tempo a seu favor? Em quem temos confiado?
Sabe, eu e a Lily temos nos deparado com essa situação nesses dias. São dias que rapidamente declaramos como os mais inúteis de nossas vidas porque estávamos olhando para o “muito” que não estávamos fazendo e poderíamos fazer. Porque se tivéssemos o controle dessas situações nesse momento, saberíamos como agir e já tínhamos planejado onde chegar com tudo isso. Mas a pergunta quando paramos na real frustração(sem aspas) era: onde está o bom Deus?
Porque se estamos agindo assim, só podemos ver o mal Deus. Afinal, não é possível que Ele tenha desejado isso pra minha vida..., que isso esteja realmente acontecendo!!! Isso não está exatamente me fazendo bem!
Esse mesmo tempo que julgamos ser inútil é o tempo que o julgamento de Deus diz ser o mais útil. Mas preferimos ficar com nosso julgamento. E aí nossas escolhas têm realmente definido nosso destino. E nessa caminhada (sem sentido) rumo ao nosso destino, vamos ver, no final, que não valeu à pena..., mais frustração. Cíclico, não?
Temos aprendido a colocar todas essas perguntas em discussão com os três grandes camaradas, amigão que é um..., seja lá o nome que você, sua doutrina, sua teologia ou sua religião quiser dar pra eles.
E nessa discussão temos visto as duas enormes palavras: simplicidade e dificuldade. Tão simples: entregar pra Ele. Tão difícil: entregar pra Ele.
Nessa “corrida teológica pós-moderna” (se é que esse termo é correto de se usar!) vemos muitas, enormes e velozes mudanças na maneira de se pensar pra se explicar o mais simples: entregar pra Ele.
É lógico que isso é recheado de significados práticos, mas nada muda o fato de ser simples..., e difícil!
O que, na prática, eu e a Lily temos tentado fazer? Confiar nEle em todas as situações, não usando mais o nosso senso de julgamento sobre o que é bom ou mal..., afinal, a dor, a dificuldade, o sofrimento, as situações inesperadas de falta de grana, de não conseguir fazer aquilo que realmente desejamos, de ter pessoas da sua própria família sofrendo “injustiças”, doenças, morte, etc..., podem até soar como mal pra nós, mas o julgamento de Deus pode ser que isso é exatamente o bom, o melhor de Deus!! E temos preferido o julgamento de Deus..., ou pelo menos tentado viver assim!
Nossas escolhas vão passar a ser baseada no senso de justiça de Deus, não nosso, da nossa teologia, das “doutrinas” dos tele-evangelistas (que em sua maioria odiamos!!), ou no momento que estamos passando.
Assim, “frustração” vai passar a ser frustração real..., ou talvez ela mesma (a frustração com aspas), o êxito real. E o “êxito” passará a ser êxito real..., ou ainda ele mesmo (o êxito com aspas), a frustração real. E tudo isso vai estar dentro do processo que temos vivido com Deus, e todas as coisas, TODAS, vão realmente cooperar para o nosso bem!!!
Se tudo isso não tem a ver com o amor dos três camaradas, o Grande Amigo, por nós, não sei dizer mais nada...
Deserto? Férias coletivas?
By : KaduO que acontece quando Ele fica quieto sobre determinados assuntos?
Sabe aqueles momentos em que você está super bem com Ele, num relacionamento legal, "trocando altas idéias", mas aí você entra no assunto: "E amanhã?? O que vai rolar semestre que vem?", e aí Ele continua "trocando idéias" gentilmente, mas não responde nada em relação à esse assunto...
Porque será que acontece isso?
Será que não dá pra continuarmos nesse prazeroso momento e falarmos sobre tudo, inclusive sobre os anseios do meu coração a respeito do dia de amanhã? Afinal, só estou perguntando porque quero me planejar pra trabalhar pra Ele!! Não estou perguntando por causa de grana, dos meus desejos ou qualquer outra coisa, mas sobre o que "vamos" fazer semestre que vem.
Tá, você pode não estar acreditando que na verdade essa é minha preocupação..., tudo bem, você não é o primeiro..., não ligo!!
Bom, a maioria não deve saber, mas esse semestre está muito parado pra mim. Me sinto muito inútil!! Gostaria de estar fazendo tantas coisas pra Ele!! Estar em tantos outros lugares, nações, desafiando pessoas, levando outras pra entender a realidade das necessidades no mundo, dando palestras, ministrando, discipulando, ensinando..., afinal, Ele me colocou isso como identidade!! Foi pra isso que entrei de cabeça em missões!!
Mas mesmo assim Ele parece querer um tempo só pra Ele...
Se Ele nos pára muitas vezes pra repensarmos a vida só pelo prazer de descobrirmos nossa atual independência e voltarmos a depender dEle - e isso digo, quando fazemos de tudo, menos nos relacionar com Ele -, hoje também aprendo que até quando temos um relacionamento legal com Ele, de dependência e temos como foco agradar seu coração, Ele pode nos parar também!!
Com sinceridade, sei que Ele me parou, mas não sei ainda muito bem o porquê! Não que não tenha um motivo, mas nesse exato momento, só Ele sabe..., e não parece muito entusiasmado com a idéia de que eu também saiba.
Não te soa estranho?? Pois é, pra mim soa...
E qual seria sua reação a um momento como esses?
Muitos o chamam de deserto..., solitude, fome e sede (da coisa certa!), tentação, relacionamento profundo..., talvez essas características desse tempo de deserto caibam nesse meu momento, então posso chamá-lo sim de deserto.
Mas qual a minha reação?
Confesso, tentei desistir várias vezes. Bolei muitos planos em minha cabeça sobre como sair dessa vida e do atual deserto e voltar atrás. Ainda mais que tenho minha esposa, pra cuidar e sustentar, vindo então a pressão na minha mente (que não era ela quem estava fazendo!) de como poderia ser um bom marido se não sei nem como vai ser o amanhã..., ou hoje a tarde mesmo!
As seduções que minha mente criativa traziam pra mim eram imensas, intensas, inúmeras...
Mas sempre tinha algo que me fazia voltar a realidade e esquecer tudo. Havia um ideal colocado dentro de mim, em algum lugar, lá, bem no fundo do meu coração. E ele sempre voltava à minha mente. E ainda agora está fresquinho!!
Essa bandeira, esse ideal que Deus colocou em mim no começo da minha caminhada, é forte demais..., não consigo lutar contra ele. E, como diz o ditado, no fim sempre decido juntar-me a ele.
Não vou dizer aqui a maneira pessoal como Deus tem levado isso comigo, ou como Ele colocou esse ideal alguns anos atrás, ou que ideal é esse, mas faço a pergunta à quem lê e a quem eu vejo pessoalmente: você tem um ideal? Ele é forte? Vale a pena?
É por isso que, mesmo passando por um momento que não entendo, de muita dificuldade, e, repito, não é daqueles momentos em que você se desvia do Caminho ou do relacionamento com Ele, eu ainda consigo permanecer..., permanecer...
Nesse "permanecer", passo o tempo curtindo os momentos com Ele.
É como num roteiro onde o rapaz trabalha demais, porque ama isso, ainda assim tem tempo pra sua família e curte esse tempo, e aí vem um período forçado de férias coletivas e, por mais que ele goste e queira continuar trabalhando ele se vê parado, sem fazer nada, curtindo sua família, cada momento, por mais que pareça um inútil nesse tempo..., nada mudou na sua vida pessoal e relacional, exceto que ele foi forçado a parar de trabalhar..., o trabalho para o qual nasceu e ama fazer..., e ele ainda vai voltar a esse trabalho, mas agora tem que parar...
Sei o que nasci pra fazer, gosto do que faço. Sei também que não preciso fazer pra ser aceito por Ele, e não aprendi isso agora..., faço por gratidão, não pra ser aceito..., mas se é tempo de ficar parado, ainda que nem eu, nem ninguém entenda porquê, vou ficar, me relacionando normalmente com Ele, curtindo cada momento, tentando não ficar ansioso para as "férias coletivas" acabarem...
Mas vou terminar esse post sendo bem sincero..., preciso de ajuda..., de muita oração, muita paciência, palavras de exortação e consolo, com muito amor, porque não é um tempo tão fácil de passar, como parece escrevendo.
Bom, Ele tá aqui do meu lado, totalmente acessível pra isso..., vou falar com Ele mais um pouquinho sobre isso...
Sabe aqueles momentos em que você está super bem com Ele, num relacionamento legal, "trocando altas idéias", mas aí você entra no assunto: "E amanhã?? O que vai rolar semestre que vem?", e aí Ele continua "trocando idéias" gentilmente, mas não responde nada em relação à esse assunto...
Porque será que acontece isso?
Será que não dá pra continuarmos nesse prazeroso momento e falarmos sobre tudo, inclusive sobre os anseios do meu coração a respeito do dia de amanhã? Afinal, só estou perguntando porque quero me planejar pra trabalhar pra Ele!! Não estou perguntando por causa de grana, dos meus desejos ou qualquer outra coisa, mas sobre o que "vamos" fazer semestre que vem.
Tá, você pode não estar acreditando que na verdade essa é minha preocupação..., tudo bem, você não é o primeiro..., não ligo!!
Bom, a maioria não deve saber, mas esse semestre está muito parado pra mim. Me sinto muito inútil!! Gostaria de estar fazendo tantas coisas pra Ele!! Estar em tantos outros lugares, nações, desafiando pessoas, levando outras pra entender a realidade das necessidades no mundo, dando palestras, ministrando, discipulando, ensinando..., afinal, Ele me colocou isso como identidade!! Foi pra isso que entrei de cabeça em missões!!
Mas mesmo assim Ele parece querer um tempo só pra Ele...
Se Ele nos pára muitas vezes pra repensarmos a vida só pelo prazer de descobrirmos nossa atual independência e voltarmos a depender dEle - e isso digo, quando fazemos de tudo, menos nos relacionar com Ele -, hoje também aprendo que até quando temos um relacionamento legal com Ele, de dependência e temos como foco agradar seu coração, Ele pode nos parar também!!
Com sinceridade, sei que Ele me parou, mas não sei ainda muito bem o porquê! Não que não tenha um motivo, mas nesse exato momento, só Ele sabe..., e não parece muito entusiasmado com a idéia de que eu também saiba.
Não te soa estranho?? Pois é, pra mim soa...
E qual seria sua reação a um momento como esses?
Muitos o chamam de deserto..., solitude, fome e sede (da coisa certa!), tentação, relacionamento profundo..., talvez essas características desse tempo de deserto caibam nesse meu momento, então posso chamá-lo sim de deserto.
Mas qual a minha reação?
Confesso, tentei desistir várias vezes. Bolei muitos planos em minha cabeça sobre como sair dessa vida e do atual deserto e voltar atrás. Ainda mais que tenho minha esposa, pra cuidar e sustentar, vindo então a pressão na minha mente (que não era ela quem estava fazendo!) de como poderia ser um bom marido se não sei nem como vai ser o amanhã..., ou hoje a tarde mesmo!
As seduções que minha mente criativa traziam pra mim eram imensas, intensas, inúmeras...
Mas sempre tinha algo que me fazia voltar a realidade e esquecer tudo. Havia um ideal colocado dentro de mim, em algum lugar, lá, bem no fundo do meu coração. E ele sempre voltava à minha mente. E ainda agora está fresquinho!!
Essa bandeira, esse ideal que Deus colocou em mim no começo da minha caminhada, é forte demais..., não consigo lutar contra ele. E, como diz o ditado, no fim sempre decido juntar-me a ele.
Não vou dizer aqui a maneira pessoal como Deus tem levado isso comigo, ou como Ele colocou esse ideal alguns anos atrás, ou que ideal é esse, mas faço a pergunta à quem lê e a quem eu vejo pessoalmente: você tem um ideal? Ele é forte? Vale a pena?
É por isso que, mesmo passando por um momento que não entendo, de muita dificuldade, e, repito, não é daqueles momentos em que você se desvia do Caminho ou do relacionamento com Ele, eu ainda consigo permanecer..., permanecer...
Nesse "permanecer", passo o tempo curtindo os momentos com Ele.
É como num roteiro onde o rapaz trabalha demais, porque ama isso, ainda assim tem tempo pra sua família e curte esse tempo, e aí vem um período forçado de férias coletivas e, por mais que ele goste e queira continuar trabalhando ele se vê parado, sem fazer nada, curtindo sua família, cada momento, por mais que pareça um inútil nesse tempo..., nada mudou na sua vida pessoal e relacional, exceto que ele foi forçado a parar de trabalhar..., o trabalho para o qual nasceu e ama fazer..., e ele ainda vai voltar a esse trabalho, mas agora tem que parar...
Sei o que nasci pra fazer, gosto do que faço. Sei também que não preciso fazer pra ser aceito por Ele, e não aprendi isso agora..., faço por gratidão, não pra ser aceito..., mas se é tempo de ficar parado, ainda que nem eu, nem ninguém entenda porquê, vou ficar, me relacionando normalmente com Ele, curtindo cada momento, tentando não ficar ansioso para as "férias coletivas" acabarem...
Mas vou terminar esse post sendo bem sincero..., preciso de ajuda..., de muita oração, muita paciência, palavras de exortação e consolo, com muito amor, porque não é um tempo tão fácil de passar, como parece escrevendo.
Bom, Ele tá aqui do meu lado, totalmente acessível pra isso..., vou falar com Ele mais um pouquinho sobre isso...
Jesus é UNAE!
By : KaduNo último final de semana estivemos, eu e minha esposa, com uma equipe da escola de treinamento daqui numa reserva indígena em uma cidade aqui perto, Avaí. O nome da reserva é Kopenoty..., e, antes que perguntem, não sei o significado dessa palavra.
Mas tem uma palavra que vimos lá e soubemos do seu significado: UNAE.
Estava escrito: Jesus é UNAE!
UNAE para os Terena quer dizer SENHOR!!
Agora você imagina entrarmos numa reserva indígena do interior de São Paulo (já incomum!), com nosso título de "missionários", indo supostamente pregar o evangelho ao "perdido" e não só encontrar uma igrejinha lá dentro com essa inscrição na parede - fundada por um índio que havia feito o curso de missões aqui na base há algum tempo - como também várias outras igrejas, de várias placas denominacionais diferentes lá.
Já haviam muitos crentes lá..., o Reino de Deus já estava lá!!!
Não, hoje não quero escrever sobre diferenças denominacionais e seus efeitos nos campos missionários no que se refere a cultura do povo..., embora seja um ótimo assunto pra discutirmos..., mas não!!
O que queria meditar e pensar é sobre a nossa "suposta" missão de levar o evangelho ao perdido fazendo discípulos em todos os lugares possíveis. E não digo suposta por ela ser falsa, não, ela é verdadeira..., nós é que a fazemos falsa.
De que maneira? Pensando assim, como eu mencionei acima: "nós vamos agora levar o evangelho ao perdido", e isso pensado simplesmente pelo fato de eles serem de descendência indígena.
Vou tentar explicar melhor:
existem muitos outros que usam o "campo missionário da moda" chamado África pra também agirem assim!! A grande verdade é que dentro de si a intenção não é nada mais do que egoísta. Sou EU que vou levar o evangelho ao suposto perdido!! EU estou fazendo a missão que Deus deixou de ir ao suposto perdido!
Por dentro, a frase soa mais ou menos assim: olha só o MEU currículo como cristão, missionário ou pastor..., eu já estive na África (ainda que seja a África do Sul ou as partes ricas e com paisagens e passeios exuberantes do continente!)..., eu já estive no meio dos índios (ainda que seja aqui em Avaí, onde até o cacique da tribo é cristão e a reserva seja como um bairro qualquer, com toda a infra-estrutura que temos aqui!)..., ou seja, não há desafios, só prazeres e um acréscimo no currículo!!
Não que o continente africano não precisa, mesmo sendo a África do sul, e também existem necessidades aqui na reserva Kopenoty, mas é preciso que a verdade seja esclarecida e o nível de missões nesses lugares seja corretamente avaliado e explicado a todo mundo!! E além de tudo, o dono das missões precisa ser o único a ser honrado e falado nessas situações!
Precisamos rever um pouco nosso conceito de missões..., o que é que Jesus falou sobre missões? Onde Ele deseja que estejamos e fazendo o quê? Será que meu currículo tem alguma coisa a ver com isso??
Essas perguntas de avaliação têm que ser feitas constantemente por qualquer pastor, membro de igreja ou missionário quando o assunto a ser tratado é missões!
Não bastam os vírus contagiosos que entram nos assuntos relacionados ao cristianismo das igrejas instituições locais, agora eles também têm entrado no assunto missões!
Acho que de tantas críticas sofridas, algumas igrejas instituições têm se voltado, no papel somente, para o assunto missões. Talvez pra dar um ar de que não se importam só com grana e milagres!!
Mas o foco, mesmo quando esses falam de missões, continua sendo EU!
E aí, quando chegamos num local com a pretensão de sermos os "crentes" que estão levando o evangelho, nos deparamos com o Reino lá..., e em muito maior escala do que no nosso convívio na nossa instituição local! E aí, pra não voltarmos frustrados, o que importa é que fomos lá..., no nosso currículo está mais um local com nome de impressionar. Hehehehehe..., tem gente que tem muito mais trabalho e dá muito mais fruto pregando pro vizinho do que esses outros...
Jesus é UNAE sim..., em toda tribo, raça, língua, etc..., mas vamos deixar somente Ele ser UNAE..., vamos abaixar a bola..., simplicidade..., humildade..., talvez ainda sejam valores morais e do Reino de Deus que valham a pena ser cultivados!!!
Se Deus nos chamou, pra onde quer que for, não foi porque somos alguma coisa, ou porque nosso currículo vale alguma coisa e/ou precisa de um acréscimo, nem mesmo pra que nós tenhamos uma experiência..., tudo isso tem a ver com ELE, o UNAE, e não nós..., as criaturas!!!
Somos todos iguais, em todos os lugares..., pregar o evangelho é privilégio, presente, dado de graça..., não há do que se orgulhar, a não ser na cruz de Cristo..., o UNAE!!!
Meu pedido é que você, meu Pai, me ensine, nos ensine a dar a glória ao único UNAE de toda a terra, povo, tribo, língua e nação..., e que sejamos sempre gratos a Ti por termos o privilégio de sermos feitos dignos, através de Jesus Cristo, o UNAE, de co-participar na obra não-acabada de evangelização do mundo!!
Valeu meu Paizão!!
Salmo 25:14
By : Kadu"A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais Ele dará conhecer a sua aliança."
Obrigado pela cruz
Obrigado pelo significado da cruz
Obrigado por me fazer entender o significado da cruz
Obrigado pela esperança que me traz o entendimento do significado da cruz
Obrigado porque é essa esperança que produz perseverança pra eu continuar
Obrigado porque essa perseverança pra continuar faz com que eu me esforce
Obrigado porque é o amor que me motiva a me esforçar
Obrigado porque o meu esforço produz algum trabalho
Obrigado porque esse trabalho é resultado da fé que eu tenho
Obrigado porque essa fé chegou a mim de graça, sem que eu a buscasse, sem que eu a merecesse
Obrigado porque essa graça, sem busca, nem merecimento da minha parte, me foi dada por
Obrigado pela cruz
Obrigado pelo significado da cruz
Obrigado por me fazer entender o significado da cruz
Obrigado pela esperança que me traz o entendimento do significado da cruz
Obrigado porque é essa esperança que produz perseverança pra eu continuar
Obrigado porque essa perseverança pra continuar faz com que eu me esforce
Obrigado porque é o amor que me motiva a me esforçar
Obrigado porque o meu esforço produz algum trabalho
Obrigado porque esse trabalho é resultado da fé que eu tenho
Obrigado porque essa fé chegou a mim de graça, sem que eu a buscasse, sem que eu a merecesse
Obrigado porque essa graça, sem busca, nem merecimento da minha parte, me foi dada por
VOCÊ DEUS!
Obrigado por ser lembrado disso por
VOCÊ, ESPÍRITO SANTO!
Obrigado porque isso foi concretizado por
VOCÊ, JESUS CRISTO!
Obrigado pela cruz...
Obs: meditação de 1 Ts. 1:3
Relevante - American Idol
By : KaduOntem estive assistindo uma parte do "American Idol", que passa na Sony, se não me engano. Eles estavam já numa fase quase que final do programa, onde aqueles que fazem as palhaçadas já não estão mais..., só os melhores mesmo, que já provaram que sabem o que estão fazendo e já deixaram milhares de outros pra trás.
Nessa fase eles já tem audições específicas, em grupos e solos. Muito legal, dá pra ver muitos talentos ali e ouvir muitas ótimas vozes, o que falta muito hoje nas músicas "gospel" e até nas outras por aí..., tanta gente ruim fazendo sucesso e tanta gente boa perdida por aí, procurando uma vagazinha nesses vários e intermináveis programas que revelam talentos. Esse povo passa dias, meses, sei lá, ralando, se humilhando pra jurados "sem-noção", largando tudo em prol desse sonho. E são bons!!! Já deveriam estar gravando, fazendo shows e tudo mais! Mas porque não estão??? E porque os ruins estão????
No programa, um dos jurados, o mais chato, porém por ser extremamente sincero, disse o seguinte: "Tem muitos bons cantores por aí..., excelentes até, mas você precisa ser relevante. RELEVANTE!"
E aí está a resposta..., e faz TODA a diferença.
Lendo algumas coisas hoje e pensando, depois da meditação da manhã, vi o quanto estou longe daquilo que gostaria de ser pra Deus!!
Não estou falando que "preciso" fazer ou ser qualquer coisa senão Deus me castiga e tal, religiosidade, lei, etc..., sou muito bem resolvido no que se refere à Graça de Deus!
É que, exatamente por conhecer a Graça de Deus, é que sou movido a querer fazer mais, ser mais, desejar mais..., não sou daqueles que canta: "Quero mais de Deus!!! Mais de Ti Senhor!", etc..., Ele JÁ me deu tudo..., ou será que ter dado Seu único Filho não bastou???
Voltando..., o que quero mesmo é ser relevante..., talvez eu não seja mesmo melhor que os que estão nos "shows de calouro da vida cristã", mas vou ser um daqueles que têm talento limitado e que é relevante!!!
Vocês me entendem???
Nós aqui da base fizemos um exercício hoje. Lemos o livro todo de Lucas e buscamos nos textos coisas relacionadas com o valor "Compromisso". Separamos em grupos e cada grupo ficou com 3 capítulos do livro pra ler, debater e buscar "Compromisso" na vida de Jesus, do Pai, dos cristãos, dos fariseus, dos discípulos, etc...
Quando a galera foi compartilhando comecei a pensar que já fazem 3 anos que tive o entendimento do que é missões e estou completamente envolvido com isso, e quais os resultados?? Lembrando que não meço salvação, merecimento, relacionamento por resultados..., isso é a Lei, a Antiga Aliança.
Mas, se sempre prego por aí que sou motivado por amor e gratidão a dar tudo de mim pra Deus e o resultado disso é quase nada, pra mim tem alguma coisa errada!! Sei que Deus não me rejeita por isso e nem me mede dessa maneira. (lembrando de novo!!)
Pensa bem: Jesus só teve 3 anos de ministério..., eu, em 3 anos de ministério estou "só começando"!!!!!! E não sou só eu que penso assim..., fui ensinado assim..., meus líderes ainda podem dizer até hoje isso!!! Mas, rapaz, sou intenso, não tem como negar!!
Eu creio piamente que em 3 anos daria pra arrebentar com tudo, se é que você me entende!!!
E estou aqui, me limitando por estar "só no começo".
Existem muitas outras questões que envolvem isso, é claro..., e é bem mais complicado do que só falar assim dessa maneira...
Mas ainda que exteriormente eu seja limitado pelo ambiente que estou(e diversas outras coisas), dentro de mim eu e Deus saberemos o que penso..., e isso é ser relevante pra mim..., e isso faz toda a diferença pra mim!!!
Não gosto de pensar em limites..., como diria um amigo meu, sou meio xiita-cristão..., sabe aqueles que são kamikazes por uma causa maior que eles..., ao menos nas palavras sei que sou assim!! Se existem zilhões de barreiras com as quais tenho ainda que lidar antes de fazer tudo o que gostaria de fazer, repito: pelo menos dentro de mim, eu e Deus sabemos...
Sim, eu quero ser relevante!!! Ainda que seja a parte cômica dos "American Idols" da vida cristã, ou nem mesmo passe perto deles, mas estarei, com toda a minha falta de talento, "fazendo sucesso" com minha banda!! (você entendem o que quero dizer neh?)
Falei..., e fui!!!
Nessa fase eles já tem audições específicas, em grupos e solos. Muito legal, dá pra ver muitos talentos ali e ouvir muitas ótimas vozes, o que falta muito hoje nas músicas "gospel" e até nas outras por aí..., tanta gente ruim fazendo sucesso e tanta gente boa perdida por aí, procurando uma vagazinha nesses vários e intermináveis programas que revelam talentos. Esse povo passa dias, meses, sei lá, ralando, se humilhando pra jurados "sem-noção", largando tudo em prol desse sonho. E são bons!!! Já deveriam estar gravando, fazendo shows e tudo mais! Mas porque não estão??? E porque os ruins estão????
No programa, um dos jurados, o mais chato, porém por ser extremamente sincero, disse o seguinte: "Tem muitos bons cantores por aí..., excelentes até, mas você precisa ser relevante. RELEVANTE!"
E aí está a resposta..., e faz TODA a diferença.
Lendo algumas coisas hoje e pensando, depois da meditação da manhã, vi o quanto estou longe daquilo que gostaria de ser pra Deus!!
Não estou falando que "preciso" fazer ou ser qualquer coisa senão Deus me castiga e tal, religiosidade, lei, etc..., sou muito bem resolvido no que se refere à Graça de Deus!
É que, exatamente por conhecer a Graça de Deus, é que sou movido a querer fazer mais, ser mais, desejar mais..., não sou daqueles que canta: "Quero mais de Deus!!! Mais de Ti Senhor!", etc..., Ele JÁ me deu tudo..., ou será que ter dado Seu único Filho não bastou???
Voltando..., o que quero mesmo é ser relevante..., talvez eu não seja mesmo melhor que os que estão nos "shows de calouro da vida cristã", mas vou ser um daqueles que têm talento limitado e que é relevante!!!
Vocês me entendem???
Nós aqui da base fizemos um exercício hoje. Lemos o livro todo de Lucas e buscamos nos textos coisas relacionadas com o valor "Compromisso". Separamos em grupos e cada grupo ficou com 3 capítulos do livro pra ler, debater e buscar "Compromisso" na vida de Jesus, do Pai, dos cristãos, dos fariseus, dos discípulos, etc...
Quando a galera foi compartilhando comecei a pensar que já fazem 3 anos que tive o entendimento do que é missões e estou completamente envolvido com isso, e quais os resultados?? Lembrando que não meço salvação, merecimento, relacionamento por resultados..., isso é a Lei, a Antiga Aliança.
Mas, se sempre prego por aí que sou motivado por amor e gratidão a dar tudo de mim pra Deus e o resultado disso é quase nada, pra mim tem alguma coisa errada!! Sei que Deus não me rejeita por isso e nem me mede dessa maneira. (lembrando de novo!!)
Pensa bem: Jesus só teve 3 anos de ministério..., eu, em 3 anos de ministério estou "só começando"!!!!!! E não sou só eu que penso assim..., fui ensinado assim..., meus líderes ainda podem dizer até hoje isso!!! Mas, rapaz, sou intenso, não tem como negar!!
Eu creio piamente que em 3 anos daria pra arrebentar com tudo, se é que você me entende!!!
E estou aqui, me limitando por estar "só no começo".
Existem muitas outras questões que envolvem isso, é claro..., e é bem mais complicado do que só falar assim dessa maneira...
Mas ainda que exteriormente eu seja limitado pelo ambiente que estou(e diversas outras coisas), dentro de mim eu e Deus saberemos o que penso..., e isso é ser relevante pra mim..., e isso faz toda a diferença pra mim!!!
Não gosto de pensar em limites..., como diria um amigo meu, sou meio xiita-cristão..., sabe aqueles que são kamikazes por uma causa maior que eles..., ao menos nas palavras sei que sou assim!! Se existem zilhões de barreiras com as quais tenho ainda que lidar antes de fazer tudo o que gostaria de fazer, repito: pelo menos dentro de mim, eu e Deus sabemos...
Sim, eu quero ser relevante!!! Ainda que seja a parte cômica dos "American Idols" da vida cristã, ou nem mesmo passe perto deles, mas estarei, com toda a minha falta de talento, "fazendo sucesso" com minha banda!! (você entendem o que quero dizer neh?)
Falei..., e fui!!!
Tag :
cristianismo,
relevante,
O significado da autonegação
By : KaduGalera, estive sem internet por alguns dias aqui..., problemas na antena e tudo mais. Cidade pequena é assim, uma pessoa monopolizou todo o sinal de internet da cidade e sempre que dá problema ele demora pra resolver..., e ai de você se reclamar.
Mas, enfim, voltei..., e já estive viajando pelos mares eletrônicos à procura de textos legais e que trouxessem alguma coisa de bom pra essa cabecinha pensante..., rapaz, Deus está falando demais comigo nesses dias..., não é exatamente aquilo que gosto ou quero ouvir, mas estou debaixo da missão DELE pra mim e meus esforços se direcionam em obedecê-Lo sem questionar..., Ele sabe o que e melhor pra mim!!
Então, deixo abaixo um texto que não é meu, mas é muito interessante, e creio que faz parte do processo que estou vivendo agora: me disciplinando a renunciar coisas pequenas, pois: " Você deve abrir mão agora para que, quando for perseguido e obrigado a abrir mão, você esteja pronto a fazê-lo vitoriosamente."
Segue o texto e a fonte:
O significado da autonegação
por: underground
O preço de servir a Jesus é pessoal. No limite, é uma atitude não natural e poderosa que pode ser expressa assim: ao invés de insistir em meus direitos, estou disposto a deixá-los em favor dos outros.Este é um padrão de comportamento que se aprende por meio da disciplina, pois tudo na sociedade moderna trabalha contra ele. O mundo no qual vivemos é diametralmente oposto a qualquer conceito ou prática de autonegação.Algumas pessoas que acham que compreendem esse conceito têm uma perspectiva um tanto deturpada. Por exemplo, no dia em que escrevo esse texto, começa mais um período de quaresma e os jornais contam histórias de pessoas que cometeram o máximo de pecados ontem para pedir perdão a Deus hoje e abrir mão de seus pecados pelos próximos 40 dias.A autonegação pode ser popular entre alguns durante a quaresma, mas Jesus chamou a atenção para um compromisso diário com Ele em todas áreas da vida!Portanto, seguir a Jesus de verdade atualmente requer ações deliberadas que podem muito bem ir de encontro à cultura reinante. Jesus conclui: "(...)todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo" (Lucas 14.33).Oswald Chambers, conhecido escritor de devocionais, chama essa batalha de renúncia. Ele sugere que a verdadeira renúncia na direção de Jesus começa internamente, na vontade própria, e não no mundo exterior. "Eu estou determinado a estar com Ele - e somente com Ele - de forma total e absoluta.""Dar-se em verdadeira renúncia a Ele significa abrir mão do luxo de fazer perguntas. Não temos propósito a executar que seja propriamente nosso. De fato, não há a consciência do próprio esforço, porque a vida toda é preenchida por Aquele a quem nos abandonamos... e então Ele age por meio de nós o tempo todo".Chambers continua: "Há apenas uma coisa que você pode consagrar a Deus, que é seu próprio ser (Romanos 12.1). Paulo disse que sabia ser um "capacho" sem ficar ressentido porque a razão principal de sua vida era a dedicação a Jesus (2 Coríntios 12.15)."Allen Yuan é um sábio pastor da China que passou mais de 21 anos na prisão em razão da sua fé. Agora ele está com quase 90 anos e trabalha para o Senhor tanto quando trabalhava quando era jovem. Quando indagado se vai se aposentar algum dia, ele fica contrariado: "Aposentar! Onde foi que você viu isso na Bíblia?" Para Allen, a vida é dada por Deus para que sirvamos outras pessoas e coloquemos nossos próprios interesses e desejos no incinerador. Ele rebate: "Jesus disse: "Trabalhai enquanto é dia, porque vem a noite quando ninguém pode trabalhar!"Quando discute suas próprias experiências e a falta de autonegação em grande parte do mundo ocidental, Allen conclui: " Você deve abrir mão agora para que, quando for perseguido e obrigado a abrir mão, você esteja pronto a fazê-lo vitoriosamente.
© Copyright Portas Abertas. Todos os direitos reservados.
Veja o texto no site, clique aqui.
Mas, enfim, voltei..., e já estive viajando pelos mares eletrônicos à procura de textos legais e que trouxessem alguma coisa de bom pra essa cabecinha pensante..., rapaz, Deus está falando demais comigo nesses dias..., não é exatamente aquilo que gosto ou quero ouvir, mas estou debaixo da missão DELE pra mim e meus esforços se direcionam em obedecê-Lo sem questionar..., Ele sabe o que e melhor pra mim!!
Então, deixo abaixo um texto que não é meu, mas é muito interessante, e creio que faz parte do processo que estou vivendo agora: me disciplinando a renunciar coisas pequenas, pois: " Você deve abrir mão agora para que, quando for perseguido e obrigado a abrir mão, você esteja pronto a fazê-lo vitoriosamente."
Segue o texto e a fonte:
O significado da autonegação
por: underground
O preço de servir a Jesus é pessoal. No limite, é uma atitude não natural e poderosa que pode ser expressa assim: ao invés de insistir em meus direitos, estou disposto a deixá-los em favor dos outros.Este é um padrão de comportamento que se aprende por meio da disciplina, pois tudo na sociedade moderna trabalha contra ele. O mundo no qual vivemos é diametralmente oposto a qualquer conceito ou prática de autonegação.Algumas pessoas que acham que compreendem esse conceito têm uma perspectiva um tanto deturpada. Por exemplo, no dia em que escrevo esse texto, começa mais um período de quaresma e os jornais contam histórias de pessoas que cometeram o máximo de pecados ontem para pedir perdão a Deus hoje e abrir mão de seus pecados pelos próximos 40 dias.A autonegação pode ser popular entre alguns durante a quaresma, mas Jesus chamou a atenção para um compromisso diário com Ele em todas áreas da vida!Portanto, seguir a Jesus de verdade atualmente requer ações deliberadas que podem muito bem ir de encontro à cultura reinante. Jesus conclui: "(...)todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo" (Lucas 14.33).Oswald Chambers, conhecido escritor de devocionais, chama essa batalha de renúncia. Ele sugere que a verdadeira renúncia na direção de Jesus começa internamente, na vontade própria, e não no mundo exterior. "Eu estou determinado a estar com Ele - e somente com Ele - de forma total e absoluta.""Dar-se em verdadeira renúncia a Ele significa abrir mão do luxo de fazer perguntas. Não temos propósito a executar que seja propriamente nosso. De fato, não há a consciência do próprio esforço, porque a vida toda é preenchida por Aquele a quem nos abandonamos... e então Ele age por meio de nós o tempo todo".Chambers continua: "Há apenas uma coisa que você pode consagrar a Deus, que é seu próprio ser (Romanos 12.1). Paulo disse que sabia ser um "capacho" sem ficar ressentido porque a razão principal de sua vida era a dedicação a Jesus (2 Coríntios 12.15)."Allen Yuan é um sábio pastor da China que passou mais de 21 anos na prisão em razão da sua fé. Agora ele está com quase 90 anos e trabalha para o Senhor tanto quando trabalhava quando era jovem. Quando indagado se vai se aposentar algum dia, ele fica contrariado: "Aposentar! Onde foi que você viu isso na Bíblia?" Para Allen, a vida é dada por Deus para que sirvamos outras pessoas e coloquemos nossos próprios interesses e desejos no incinerador. Ele rebate: "Jesus disse: "Trabalhai enquanto é dia, porque vem a noite quando ninguém pode trabalhar!"Quando discute suas próprias experiências e a falta de autonegação em grande parte do mundo ocidental, Allen conclui: " Você deve abrir mão agora para que, quando for perseguido e obrigado a abrir mão, você esteja pronto a fazê-lo vitoriosamente.
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Tag :
renúncia,
Louvor e adoração..., mas sem música, por favor!! - PARTE 5
By : Kaduby Angélica
Deus, eu te agradeço, te ouvo por tudo o que você é, por tudo o que você faz por mim, por su misericórdia, graça, sempre me amado apesar das minhas falhas, defeitos...
Obrigado por ser tão compreensivo e por respeitar meu espaço e cada processo que eu tenho vivido com a base (missionária), Renan(noivo), amigos, meus sonhos.
Deus eu te louvo por seu amor incondicional e por tudo que você tem confiado em mim, obrigado pelo casamento, pela forma tão especial que você está me presenteando..., nem me sinto merecedora de tanto.
Obrigado por ter me resgatado e ter me dado esse presente, de viver cada promessa tua pra minha vida.
Deus eu escolho viver você o resto da minha vida, quero te dar o meu melhor sempre. Te amo.
§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§
by Erica Merlim
Meu dia com Deus
Para meu dia ao acordar
e no dormir cedo e acordar cedo
no dormir tarde e não acordar
ao caminhar e descobrir
descobri que vivo por encontrar
encontrar o meu criador
que criou o café, almoço e jantar
jantar para dormir
dormir e acordar.
E viver, Deus!
O dia todo
Na ânsia de te encontrar
nos pequenos detalhes te sinto
sinto a grandeza do teu amor
amor que me alcança o dia inteiro
no teu cuidado ao me dar
dias e dias completos
que começa quando acordo
e nunca irá terminar
porque vivo todo dia escolhendo
viver para te amar.
§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§
Só pra recapitular, veja aqui o contexto dessa série de posts.
Esse é o último dessa série..., pense, leia, reflita, medite..., seja racionalmente espiritual!!
Deus, eu te agradeço, te ouvo por tudo o que você é, por tudo o que você faz por mim, por su misericórdia, graça, sempre me amado apesar das minhas falhas, defeitos...
Obrigado por ser tão compreensivo e por respeitar meu espaço e cada processo que eu tenho vivido com a base (missionária), Renan(noivo), amigos, meus sonhos.
Deus eu te louvo por seu amor incondicional e por tudo que você tem confiado em mim, obrigado pelo casamento, pela forma tão especial que você está me presenteando..., nem me sinto merecedora de tanto.
Obrigado por ter me resgatado e ter me dado esse presente, de viver cada promessa tua pra minha vida.
Deus eu escolho viver você o resto da minha vida, quero te dar o meu melhor sempre. Te amo.
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by Erica Merlim
Meu dia com Deus
Para meu dia ao acordar
e no dormir cedo e acordar cedo
no dormir tarde e não acordar
ao caminhar e descobrir
descobri que vivo por encontrar
encontrar o meu criador
que criou o café, almoço e jantar
jantar para dormir
dormir e acordar.
E viver, Deus!
O dia todo
Na ânsia de te encontrar
nos pequenos detalhes te sinto
sinto a grandeza do teu amor
amor que me alcança o dia inteiro
no teu cuidado ao me dar
dias e dias completos
que começa quando acordo
e nunca irá terminar
porque vivo todo dia escolhendo
viver para te amar.
§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§
Só pra recapitular, veja aqui o contexto dessa série de posts.
Esse é o último dessa série..., pense, leia, reflita, medite..., seja racionalmente espiritual!!
Louvor e adoração..., mas sem música, por favor!! - PARTE 4
By : Kaduby Aline
É tão bom ter você por perto
Te vejo nas coisas, nas situações, nas pessoas
misericórdia e cuidado nunca me faltam
Você sempre me dá esse amor
que me enche, transforma, renova, traz segurança e paz,
Estou cercada; estou coberta; estou aí na palma da tua mão, segura
Só você me completa e me faz ser
Tua fidelidade nunca passa,
vejo ela todos os dias, assim como te vejo
meu eterno...
Te amo, isso é certeza
em Ti está toda a beleza.
§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§
by Altamir
Pai
obrigado pela graça que não cessa
obrigado pelo amor que não acaba
obrigado por seu sangue que pra mim é suficiente
obrigado por sua segurança e amizade que nunca me desamparam
Pai
o senhor não muda, o senhor permanece
o senhor é daqueles melhores amigos que a gente nunca esquece
Ter um dia te encontrado foi realmente um prazer
um tesouro real, e uma pessoa tão doce
e difícil de esquecer.
Pai
desculpa pelas vezes que te deixo falando sozinho
desculpa por não obedecer, mesmo sabendo
que o senhor é o mais interessado no meu sucesso e na minha paz.
Desculpa por ser este filho bastardo que
só depois de bater muita cabeça, volta
para ti com uma mãe na frente e outra atrás.
Mas obrigado porque mesmo assim o senhor nunca muda e nunca mudou.
O senhor sempre me aceita de volta
e me recebe com graça e imerecido amor.
Obrigado...
§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§
Só pra recapitular, veja aqui o contexto dessa série de posts.
É tão bom ter você por perto
Te vejo nas coisas, nas situações, nas pessoas
misericórdia e cuidado nunca me faltam
Você sempre me dá esse amor
que me enche, transforma, renova, traz segurança e paz,
Estou cercada; estou coberta; estou aí na palma da tua mão, segura
Só você me completa e me faz ser
Tua fidelidade nunca passa,
vejo ela todos os dias, assim como te vejo
meu eterno...
Te amo, isso é certeza
em Ti está toda a beleza.
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by Altamir
Pai
obrigado pela graça que não cessa
obrigado pelo amor que não acaba
obrigado por seu sangue que pra mim é suficiente
obrigado por sua segurança e amizade que nunca me desamparam
Pai
o senhor não muda, o senhor permanece
o senhor é daqueles melhores amigos que a gente nunca esquece
Ter um dia te encontrado foi realmente um prazer
um tesouro real, e uma pessoa tão doce
e difícil de esquecer.
Pai
desculpa pelas vezes que te deixo falando sozinho
desculpa por não obedecer, mesmo sabendo
que o senhor é o mais interessado no meu sucesso e na minha paz.
Desculpa por ser este filho bastardo que
só depois de bater muita cabeça, volta
para ti com uma mãe na frente e outra atrás.
Mas obrigado porque mesmo assim o senhor nunca muda e nunca mudou.
O senhor sempre me aceita de volta
e me recebe com graça e imerecido amor.
Obrigado...
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Só pra recapitular, veja aqui o contexto dessa série de posts.
André - Grécia - 66 d.C.
By : KaduAndré se colocou diante do governador romano da cidade de Patras e tentou persuadi-lo a não matar os cristãos que ele tinha convertido a Cristo. No entanto, as palavras do apóstolo instilaram a ira do governador que disse:
- Você é o mesmo André que tem acabado com os templos dos deuses e levado homens e mulheres a seguir essa seita que Roma condenou à extinção?
André respondeu:
- Os príncipes romanos não entendem a verdade.
Então, passou a explicar-lhe que Jesus era o único Deus verdadeiro e que os deuses romanos eram somente obras de mãos de homens.
- Cale-se!, disse o governador.
- Não ensine mais sobre isso ou será crucificado agora mesmo.
André respondeu:
- Se eu tivesse medo de morrer na cruz, não teria pregado sobre a majestade, a honra e a glória dela.
Ouvindo isso o governador pronunciou a sentença:
- Esse homem está começando uma nova seita que despreza a religião dos deuses de Roma. Portanto, eu o sentencio a morte por crucificação.
Quando André foi levado ao lugar da execução, viu a distância a cruz na qual seria colocado. Todavia, em vez de sentir medo, viu surgir dentro de si um ardente amor por Jesus. Ele então gritou: "Ó cruz, tão vinda e esperada! Com toda a minha vontade alegremente vou ao teu encontro, como um discípulo daquele que um dia também foi pendurado em ti." Enquanto se aproximava da cruz dizia: "Quanto mais perto estou da cruz, mais perto estou de Deus; quanto mais longe dela, mais me afasto do Senhor".
Por três dias, o apóstolo ficou pendurado ali. Enquanto ainda conseguia falar, instruía e encorajava a todos dizendo: "Permaneçam firmes na palavra e na doutrina que vocês receberam, instruindo uns aos outros, para que possam morar com Deus na eternidade e receber o fruto de sua promessa".
Após três dias, os cristãos pediram ao governador que tirasse André da cruz e o liberasse das acusações. Quando o apóstolo ouviu o que seus amigos pretendiam fazer, gritou: "Ó Senhor Jesus Cristo!, não permita que o teu servo que hoje está pendurado nesta cruz por amor ao seu Nome seja libertado e volte a habitar entre os homens! Por favor, receba-me Senhor, meu Deus! Tenho te conhecido, tenho te amado, tenho me apegado a Ti. Desejo contemplar-Te e, em ti sou o que sou". Tendo dito estas palavras, entregou o espírito nas mãos do Pai celeste.
Fonte: livro "Loucos por Jesus [Jesus Freaks] - Volume 1" de Lúcio Barreto Júnior
Estou lendo esse livro e um dos Jesus Freaks que creio que mais falam ao meu momento de hoje, é claro que em extrema menor intensidade, é André, discípulo de Jesus.
Orem por mim!!!
- Você é o mesmo André que tem acabado com os templos dos deuses e levado homens e mulheres a seguir essa seita que Roma condenou à extinção?
André respondeu:
- Os príncipes romanos não entendem a verdade.
Então, passou a explicar-lhe que Jesus era o único Deus verdadeiro e que os deuses romanos eram somente obras de mãos de homens.
- Cale-se!, disse o governador.
- Não ensine mais sobre isso ou será crucificado agora mesmo.
André respondeu:
- Se eu tivesse medo de morrer na cruz, não teria pregado sobre a majestade, a honra e a glória dela.
Ouvindo isso o governador pronunciou a sentença:
- Esse homem está começando uma nova seita que despreza a religião dos deuses de Roma. Portanto, eu o sentencio a morte por crucificação.
Quando André foi levado ao lugar da execução, viu a distância a cruz na qual seria colocado. Todavia, em vez de sentir medo, viu surgir dentro de si um ardente amor por Jesus. Ele então gritou: "Ó cruz, tão vinda e esperada! Com toda a minha vontade alegremente vou ao teu encontro, como um discípulo daquele que um dia também foi pendurado em ti." Enquanto se aproximava da cruz dizia: "Quanto mais perto estou da cruz, mais perto estou de Deus; quanto mais longe dela, mais me afasto do Senhor".
Por três dias, o apóstolo ficou pendurado ali. Enquanto ainda conseguia falar, instruía e encorajava a todos dizendo: "Permaneçam firmes na palavra e na doutrina que vocês receberam, instruindo uns aos outros, para que possam morar com Deus na eternidade e receber o fruto de sua promessa".
Após três dias, os cristãos pediram ao governador que tirasse André da cruz e o liberasse das acusações. Quando o apóstolo ouviu o que seus amigos pretendiam fazer, gritou: "Ó Senhor Jesus Cristo!, não permita que o teu servo que hoje está pendurado nesta cruz por amor ao seu Nome seja libertado e volte a habitar entre os homens! Por favor, receba-me Senhor, meu Deus! Tenho te conhecido, tenho te amado, tenho me apegado a Ti. Desejo contemplar-Te e, em ti sou o que sou". Tendo dito estas palavras, entregou o espírito nas mãos do Pai celeste.
Fonte: livro "Loucos por Jesus [Jesus Freaks] - Volume 1" de Lúcio Barreto Júnior
Estou lendo esse livro e um dos Jesus Freaks que creio que mais falam ao meu momento de hoje, é claro que em extrema menor intensidade, é André, discípulo de Jesus.
Orem por mim!!!
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meditação,
obediência,
perseguição,
testemunho,
Louvor e adoração..., mas sem música, por favor!! - PARTE 3
By : Kaduby Adriana Costa
Olhando pra trás, minha vida,
família, vocação
Vejo um caminho com duas pegadas
nos momentos de decisão apenas uma continuava
logo depois a outra alcançava (o passo)
Cheguei à primeira parada
olhei para frente, olhei para os lados
percebi o cuidado da companhia dos anos passados
quando me casei, quando engravidei
quando me olhei, quando me enxerguei
segui caminho, perturbada
pelo amor do meu colega
senti vontade de conhecer então
com quem tanto momentos passei no chão
e que pra todos eles me dava a mão
Que amigo eu encontrei!
Meu coração começava a arder
cada passo não era mais por acaso
a vontade crescia de se conhecer
e sempre pensando: quanto tempo esteve ele ali?
Não posso mais perder tempo.
No amigo descobri meu pai
e logo abraçados seguimos
rindo e chorando e sempre, sempre
pensando e pensando
Como passei tanto tempo
caminhando ao lado de alguém
tão importante, sem a menos olhar ao lado
sempre olhando para o chão?
Até que enfim mudei o coração!
Percebi que minha visão
mudava o alcance
comecei a ver pássaros, árvores
terra e céu. Comecei a ver a vida
Vida que elevava algo dentro de mim
Senti vontade de olhar para o alto e
foi então que percebi, o além...
Algo que nunca poderia alcançar, mas
logo senti sua mão que veio me encontrar
fazendo possível meu caminho
até seu coração
Voltando para casa eu vou, sem exitação!
Olhando pra trás, minha vida,
família, vocação
Vejo um caminho com duas pegadas
nos momentos de decisão apenas uma continuava
logo depois a outra alcançava (o passo)
Cheguei à primeira parada
olhei para frente, olhei para os lados
percebi o cuidado da companhia dos anos passados
quando me casei, quando engravidei
quando me olhei, quando me enxerguei
segui caminho, perturbada
pelo amor do meu colega
senti vontade de conhecer então
com quem tanto momentos passei no chão
e que pra todos eles me dava a mão
Que amigo eu encontrei!
Meu coração começava a arder
cada passo não era mais por acaso
a vontade crescia de se conhecer
e sempre pensando: quanto tempo esteve ele ali?
Não posso mais perder tempo.
No amigo descobri meu pai
e logo abraçados seguimos
rindo e chorando e sempre, sempre
pensando e pensando
Como passei tanto tempo
caminhando ao lado de alguém
tão importante, sem a menos olhar ao lado
sempre olhando para o chão?
Até que enfim mudei o coração!
Percebi que minha visão
mudava o alcance
comecei a ver pássaros, árvores
terra e céu. Comecei a ver a vida
Vida que elevava algo dentro de mim
Senti vontade de olhar para o alto e
foi então que percebi, o além...
Algo que nunca poderia alcançar, mas
logo senti sua mão que veio me encontrar
fazendo possível meu caminho
até seu coração
Voltando para casa eu vou, sem exitação!
Uma pausa pra pensar...
By : Kadu
Sei que estava no meio de uma série de posts sobre o momento de adoração que tivemos em nossa base no fim do ano passado, porém "tive" que dar um tempo pra passear um pouco..., férias neh!!??
Pois é, missionário também tira férias...
Nesse tempinho pude pensar bastante, conversar bastante, brincar bastante, pecar bastante, etc...
Até aí, tudo normal, como qualquer ser humano certo?
Mas nesse tempo também tinha uma coisa martelando em minha cabeça: a igreja. Não o corpo de Cristo, mas a igreja local..., aquela da qual cada um de nós faz ou deveria fazer parte, como instituição.
Muito do meu pensar, conversar, brincar, pecar e etc., girou em torno disso nesses dias. Até tentei fazer que não, mas não tive como evitar, afinal, vivo disso...
Tenho também lido muita coisa sobre a "instituição" igreja e confesso que sou muito "pé-atrás", quase que totalmente descontente com esse assunto. Já passei por inúmeras frustrações e já vi muita gente se frustrar também. Já vi muita coisa extrema demais, sem amor algum, "infligindo feridas nos que curam ao invés de curar os feridos" como diria Brennan Manning. Mas tão pecador que sou que olho as coisas sob a minha ótica somente..., como se as coisas girassem em torno de mim e daquilo que acho ou sinto..., pobre de mim!!!
Também orei nesse tempo e meditei um pouco em algumas leituras bíblicas. Quase que a totalidade delas não fala da "instituição" igreja (se é que tem alguma que fala!!), porém fala de uma comunidade não institucionalizada cheia de pessoas, seres humanos..., e o que são seres humanos?? São EU!!! E EU??? Pecador..., mais uma vez, pobre de mim!!! Sem autocomiseração!!
É lá mesmo, no meio dessa comunidade de pecadores, "dos quais eu sou o maior" (grande Paulo!!), que é possível se manifestar a totalidade do caráter de Cristo, sua essência: o AMOR!
Deus não me fez pra estar sozinho..., não me fez pra estar em instituição nenhuma também..., mas se é lá que meus queridos (ou não!) irmãos estão se reunindo, é lá que vou praticar um pouco desse amor (falando da instituição igreja).
Pensando bem, até quem tenta se reunir sem institucionalizar, acaba criando uma instituição não-oficial. Vai ter uma regra, com certeza, nem que seja a regra de não ter regras. Vai ter um líder, um cabeça, o cara que criou e repassou a mensagem pra que outros pudessem saber, ainda que ele não queira e nem se intitule assim pela mais sincera humildade. Assim se cria a "Instituição Igreja não Institucionalizada"!! Credo, que confusão..., às vezes minha mente é assim mesmo!!
Bom, o resumo de tudo isso é que minha busca utópica pela igreja perfeita pode até continuar, mas enquanto não a encontrar, vou praticando a perfeição no meio de gente tão imperfeita quanto eu!
Creio que assim estarei crescendo em estatura, sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens.
As pessoas precisam muito mais de tolerância, com sabedoria, do que de críticas desmedidas, desenfreadas e vazias de amor..., e olha que quem tá escrevendo isso sou eu mesmo: crítico ao extremo!!!!
Deus, me perdoa e me dá graça porque antes de terminar de escrever posso pecar de novo...
Abraço!!!!!!!!!!
Louvor e adoração..., mas sem música, por favor!! - PARTE 2
By : Kaduby Rapha Costa
Quando mereço justiça recebo perdão
Quando mereço castigo recebo misericórdia
Quando mereço abandono recebo graça.
Graça que foi derramada por mim na cruz e que respinga em mim todo dia como perfume que deixa o ambiente mais agradável.
Que fazer diante de tanto amor?
Amá-lo
Serví-lo
Ser seu amigo.
A cada dia que me atiro nessa vida "louca" comprovo que vale a pena. Comprovo que realmente tu és.
Deus do universo
Criador de todas as coisas
Senhor da minha vida
Meu pai
Meu amigo
Meu Deus.
Quando mereço justiça recebo perdão
Quando mereço castigo recebo misericórdia
Quando mereço abandono recebo graça.
Graça que foi derramada por mim na cruz e que respinga em mim todo dia como perfume que deixa o ambiente mais agradável.
Que fazer diante de tanto amor?
Amá-lo
Serví-lo
Ser seu amigo.
A cada dia que me atiro nessa vida "louca" comprovo que vale a pena. Comprovo que realmente tu és.
Deus do universo
Criador de todas as coisas
Senhor da minha vida
Meu pai
Meu amigo
Meu Deus.
Louvor e adoração..., mas sem música, por favor!!
By : KaduAlgum tempo atrás tivemos mais um dos vários momentos de adoração com música que temos nos nossos horário e cronogramas..., faz parte da vida de um missionário dentro de uma base.
Confesso que por muitas vezes fico desanimado e acabo indo pra "cumprir tabela" mesmo.
Só sei que vou, melhor do que ficar em casa de bobeira.
Chego lá, falo com Deus como estou e de vez em quando canto uma ou outra música junto com o pessoal só pra falar que estou cantando mesmo!
Só que - voltando a falar daquele dia - nesse dia havia acordado mais cedo e já meditado e orado, falando pra Deus que iria pro momento de adoração diferente, com mais vontade e tal...
Chegando lá a pessoa que estava como responsável não havia levado violão. Estranho!!
E ele falou pra nos separarmos e ficarmos um tempo sozinhos com Deus, orando e revendo o que já havia acontecido até então que era digno de louvor e adoração..., e aí escrevêssemos num papel, de forma poética ou não!
Pra mim foi ótimo..., havia muito tempo que eu não participava de um momento de louvor tão intenso, gostoso, proveitoso e marcante..., e tudo isso sem nada de música!!!
Depois de algum tempo nos reunimos de novo e lemos pra todo mundo o que havíamos escrito..., foi DEMAIS!!!!
E nesses dias, com a permissão do pessoal lá da Vila, vou transcrever aqui o que cada um fez naquele dia como louvor e adoração a Deus..., inclusive o que eu escrevi também...
Talvez pra você que está lendo não faça muito sentido, mas tente viajar no momento que estávamos passando..., e que, de alguma forma, Deus possa te fazer entender esse momento e ser tocado por essas palavras!!
Vou começar com o que meu vizinho, o Thiago Falsetti, líder do ministério de música da base, escreveu:
É difícil entender o teu amor
as vezes me abraça, as vezes me arrasa
mesmo sem entender posso compreender
que teu amor é simplesmente suficiente pra mim.
Teu amor é real, teu amor é abundante, teu amor é infinito.
Não preciso entender, preciso só receber o teu amor.
Qual é a cara do ladrão?
By : KaduQual é a cara do ladrão?
quem é que vai saber?
Será o moleque de calção, ou o engravatado no poder?
Eu prefiro confiar só no amor de Deus, pois o que o dinheiro não me dá Ele já me deu!
Não venha dizer que não, essa é a minha certeza,
eu não caio na ilusão, agradeço a comida sobre a mesa.
Onde está seu coração está também sua riqueza...
Não caia na ilusão, agradeça a comida sobre a mesa!
Há quem não saiba dividir o pão,
Cresce o olho no que é do irmão.
Pobre de quem tá vivendo da corrupção,
Não importa se esse mora na favela ou na mansão.
by Planta e Raiz
Ignorância ou conhecimento???
By : KaduTem vezes que a gente fala demais, pede demais, reclama demais, critica demais, aponta demais, clama demais, ora demais, acha demais..., e onde chegamos??
Tenho tentado parar e pensar nessas coisas. Antes nem pensava, já partia pra essa prática acima: "fala demais, pede demais, reclama demais, critica demais, aponta demais, clama demais, ora demais, acha demais...". Não é fácil não! Esse exercício me deixa louco!!
Mas como é que vou ouvir Deus pra fazer a coisa certa se só dou vazão para a minha vontade. E não é nem uma vontade bem pensada, esquematizada..., é só algo que veio como um insight e eu já tô querendo "trazer pra fora"...
Talvez tenho sido intencional da parte de Deus me fazer demorar tanto pra escrever aqui..., porque aí deu tempo de eu passar por tantas coisas sem pensar..., e agora parar pra pensar nas coisas que fiz sem pensar. Louco...
Tô entendendo isso como um passo a mais, pra perto da maturidade. O grande problema são os passos que dou pra trás, pra fugir da maturidade. E maturidade pra mim hoje nada mais é que pensar antes de agir, pra agir de maneira bem pensada! Mesmo que eu erre..., mas pelo menos calculei o preço a pagar...
Mas como pensei nesses dias que era melhor quando era imaturo por ignorância. Como queria voltar a ser ignorante em tantas coisas! Assim continuaria agindo sem pensar, mas minhas motivações seriam diferentes e os resultados seriam melhores...
Hoje tenho aprendido demais e já não dá pra agir sem pensar!! Como o ser humano é né?
Quando não sabemos nada, agimos por motivações puras, mesmo que errando, e somos aceitos gratuitamente pelos outros, além de, provavelmente, não sofrer as consequências pelo erro, porque alguém entendeu a pureza das nossas intenções e andou conosco...
Mas ainda assim, ansiamos por crescer em conhecimento e não admitimos mais "errar com boas intenções". E aí chega o conhecimento..., que dificuldade!!!
Agora pra tudo tenho que usar a bendita sabedoria..., agir conforme a luz que recebi..., ser coerente..., etc...
Isso só tornou a minha vida mais difícil!! Por isso me lembro com saudade dos tempos da ignorância...
É, sei o que você tá pensando..., mas sou honesto...
Ainda bem, como diria Paulo, que existe aí um tal de Jesus Cristo..., só Ele mesmo!!!
Velhas coisas novas...
By : KaduSempre é bom poder ver e ouvir sobre coisas novas. O problema é quando essas “coisas novas” mexem com nossa famosa “zona de conforto”.
E é isso o que tem acontecido nesse último mês! Muitas pessoas têm passado por aqui e tem nos trazido muita bagagem e muita informação que é nova pra nós. Simplesmente estamos tendo nossos olhos abertos pra realidade do que é missões hoje. E porque isso tem mexido com nossa “zona de conforto”?
Porque estamos percebendo o quanto que temos que estudar mais, trabalhar mais e de maneira diferente, pra sermos mais eficazes.
Até então estava ótimo, mas havia muita coisa cômoda, confortável em certos aspectos. E agora estamos nos vendo tendo que reavaliar muito dessa nossa caminhada e assumir mais responsabilidades.
Ao mesmo tempo que é um pouco difícil também é muito bom porque nos faz estar sempre andando em humildade, cientes de que tudo o que temos e fazemos vem de Deus e não de nós.
Com tudo isso temos visto que não dá pra viver como vivemos só com aquela antiga visão romântica de “quero ganhar o mundo pra Jesus”. Vai muito além disso!!
Nos ajude em oração pra que possamos passar por tudo isso e crescer sempre em nosso relacionamento com Deus.

