Tips for Maximizing Slot Depo 5K Qris Bonus Features
-
Are you ready to unlock the hidden treasures of Slot Depo 5K Qris games?
Whether you’re a seasoned player or just starting, understanding the bonus
featu...
- Back to Home »
- Amor , graça , humildade , igreja , John Stott , pobreza , reino de Deus , testemunho »
- Evidenciando o Reino de Deus através da pobreza de espírito(Contracultura)
Posted by : Kadu
sexta-feira, agosto 30, 2013
Por onde andarmos e pra onde olharmos veremos incitações veementes contra o Reino de Deus e, assim mesmo, nos omitimos dessa "guerra" e dançamos conforme a música.
Faça um exercício e por onde passar hoje observe os outdoors, as placas e anúncios das lojas ao redor, tente (sem ser inconveniente) escutar algumas conversas ao seu redor. Depois reflita pra onde, invariavelmente, tudo isso aponta. Facilmente observará que muito, mas muito mesmo, se é dedicado à promoção de si mesmo, ao enriquecimento vaidoso, ao narcisismo, ao culto do "meu".
Agora, infelizmente, faça outro exercício, caminhando próximo a igrejas e "crentes" pra ouvir e ver o que pensam, o que dizem e atrás do quê tem corrido. Travestido de "gospel" você encontrará o mesmo fim: o eu, o meu!
Afinal, é uma "derrota" muito grande ser encontrado fora dessa "roda" hoje em dia. Por isso até mesmo os "crentes" tem que se propor a entrar nessa. Afinal, "temos que estar sintonizados com o mundo ao nosso redor".
Desculpas são das mais variadas...

Como essa maneira de pensar tem adentrado os círculos e ambientes "cristãos", temos visto que a manipulação dos termos, e consequentemente da mentalidade, tem sido cada vez pior. Um exemplo simples é que, como já escrevi, dentro das igrejas ainda se busca o reino, mas o reino do eu, da riqueza, da prosperidade material (e a qualquer cu$to). "O importante é estarmos promovendo a igreja", dizem, sem perceberem que essa igreja é aquela com "i" minúsculo. Essa igreja com "i" minúsculo infelizmente não tem tido parte no Reino de Deus, mas num reinado só dela.

Talvez, a se deparar com um simples (mas poderoso) verso que diz que é dos "pobres (humildes)" de espírito o Reino, finalmente parariam e cantariam uma canção nada gospel (segundo a "roda" atual do movimento gospel): "Nada em minhas mãos eu trago, simplesmente à tua cruz me apego; nu, espero que me vistas; desamparado, aguardo a tua graça; mau, à tua fonte corro; lava-me, Salvador, ou morro."
Talvez passaríamos a olhar menos pra nós mesmos e mais para os outros. Ou, ainda olharíamos constantemente pra nós mesmos, mas com as lentes corretas de quem somos, como o publicano que clamava de cabeça baixa: "Deus, tem misericórdia de mim, pecador!"
Pensaríamos mais como Calvino: "Só aquele que, em si mesmo, foi reduzido a nada, e repousa na misericórdia de Deus, é pobre de espírito".
Devemos caminhar no oposto dessa cultura do eu, do meu, ainda que tenhamos que ser contra várias coisas dentro de nossos próprios círculos "cristãos", dentro de nossos cultos e nossas igrejas. Afinal, não é só fora desses círculos que vemos isso ocorrendo (a promoção do reino "meu"), mas bem mais perto de nós..., até mesmo dentro de nós!
Pra enriquecer essa breve reflexão, cito um trecho do livro que atualmente estou lendo, Contracultura Cristã, do John Stott: "... bem no começo do Sermão do Monte, Jesus contradisse todos os juízos humanos e todas as expectativas nacionalistas do reino de Deus. O reino é concedido ao pobre, não ao rico; ao frágil, não ao poderoso; às criancinhas bastante humildes para aceitá-lo, não aos soldados que se vangloriam de poder obtê-lo através de sua própria bravura. Nos tempos de nosso Senhor, quem entrou no reino não foram os fariseus, que se consideravam ricos, tão ricos em méritos que agradeciam a Deus por seus predicados: nem os zelotes, que sonhavam com o estabelecimento do reino com sangue e espada; mas foram os publicanos e as prostitutas, o refugo da sociedade humana, que sabiam que eram tão pobres que nada tinham para oferecer nem para receber. Tudo o que podiam fazer era clamar pela misericórdia de Deus; ele ouviu o seu clamor."
A grande consequência de se passar a pensar assim é a mudança completa de mentalidade em relação a nós mesmos (somos pobres, cegos e nus, dependentes totalmente de Cristo e da sua graça), às pessoas ao nosso redor (que são tão iguais a nós, nem mais, nem menos) e ao próprio Deus (que não é nosso "bichinho virtual" ou marionete manipulável, mas o grandioso e eterno Deus, que desceu com graça e compaixão e nos alcançou, por Ele mesmo!).
